RELATIVIDADE REPENSADA - Máteria do Jornal o Estado de Minas publicada em 15/01/2012

Relatividade

RELATIVIDADE REPENSADA

Desde os primórdios da Geometria Euclidiana escrita no ano 300 a.C. que deu sustentação matemática e física ao desenvolvimento dos trabalhos dos cientistas Nicolaus Copernicus, Johannes Kepler, Galileo Galilei e Sir Isaac Newton, observa-se que de tempos em tempos a elucubração humana rende seus frutos e produzem-se novas safras.

Os tempos avançam e surgem necessidades de um novo patamar de conhecimento, cada um apresentado a seu tempo. Se no século XVII Johannes Kepler, defensor do heliocentrismo, partindo de Nicolau Copérnico, foi a figura-chave para a revolução científica da época, suas teorias forneceriam os elementos fundamentais para que cinqüenta anos mais tarde, Isaac Newton formulasse a Teoria da Gravitação Universal e as três leis que viriam a ser o fundamento da Mecânica Clássica.Newton prestou justa homenagem a seus predecessores com a seguinte declaração: "Se enxerguei longe, foi porque me apoiei nos ombros de gigantes". Entre eles, desponta a figura de Galileu Galilei.

Alguns anos mais tarde, já no século 20, o homem assistiu com assombro às teorias propostas pelo notável físico Albert Einstein, anunciando novamente outra mudança de paradigma, por meio da Teoria da Relatividade. Einstein torna-se o sinônimo de gênio.

À semelhança da "maçã de Newton", os gênios têm o seu sexto sentido despertado para fenômenos já abordados, porém reformando conceitos e axiomas. Às vezes a revisão de um pequeno ponto culmina por se transformar em enorme rocha, tal como os postulados da Teoria da Relatividade Restrita proposta por Einstein, na qual foi estabelecida a relação entre os conceitos de tempo e distância. Observa-se aqui a reiteração comentada: os axiomas preconizados por Galileu foram utilizados em seus trabalhos tendo como referencia a concepção de que as leis da natureza são as mesmas para todos os observadores que se movem a uma velocidade constante relativamente uns aos outros. Outro axioma adotado é aquele relativo á concepção da velocidade da luz admitida como igual para todos os observadores.

Mas a história demonstra de modo inconteste como conceitos, idéias, ideais, teorias, padecem da incompreensão do seu tempo, sofrendo perseguições, rechaços, pressões de várias ordens, frutos da posição ontológica que o homem tem frente ao novo, ao inusitado, àquilo que fere ou abala conceitos e convicções, dogmas ou à ordem instituída pelos cânones. Entre elas, o heliocentrismo de Johannes Kepler, padeceu do geocentrismo católico, sendo perseguido e forçado ao exílio, uma vez que a Igreja Católica buscara na sua concepção geocêntrica as raízes mais antigas do conhecimento através das investigações e idéias de Aristóteles e Ptolomeu. No entanto, antes, no Século 19 o heliocentrismo já havia encontrado defesa por parte do astrônomo Nicolau Copérnico que por sua vez havia dado fundamento para as teorias do seu sucessor Galileu Galilei.

Atualmente, o engenheiro civil Geraldo Antunes Cacique, propõe uma série de novas interpretações na física, por meio de seu site www.deducoeslogicas.com, onde está reunido o conteúdo de 10 anos de trabalho. Como propõe releituras e novas interpretações, há correntes contra e a favor.

Sua premissa tem como ponto de partida, como ele mesmo explica, a Teoria do Big-Bang, até então postulada como verdadeira para a gênese do Universo. A abordagem crítica da cinética proposta por esta teoria, partindo daquela explosão inicial, o levou a formular uma enxurrada de perguntas, de por quês, pois ele percebeu que havia ali, naquela modelagem cinética, uma incógnita, uma dúvida, uma incerteza.

Um questionamento vinha-lhe à mente e, tal como açoite, lhe perturbava o intelecto. Uma pergunta soava sem resposta: poderia esta proposição partir da análise de um observador na Terra, ou se deveria buscar um observador no centro, na origem deste fenômeno? Caso se fizesse uma abstração e colocássemos observador no Big-Bang quais seriam as implicações fenomenológicas e as conseqüências físicas e matemáticas de tal posicionamento?

REFERÊNCIA E foi a partir destes questionamentos que seu autor desenvolveu suas deduções básicas. Em seu postulado Geraldo Cacique admite que "um observador só saberá se uma verdade é falsa se ele estiver completamente parado no referencial absoluto, ou seja, no referencial onde ocorreu o Big bang."

Admitindo-se tal modelagem, o engenheiro partiu para a investigação do parâmetro tempo estabelecido por Einstein e as observações obtidas através de suas investigações. Ele chegou a conclusão de que a admissão de apenas um relógio para a aferição do tempo, chegaria à mesma formula da Relatividade Restrita proposta por Einstein, na qual utilizou dois relógios. Um de Maria e outro de João (veja ilustração do Trem de Maria na reportagem ).

Assim Einstein postula que João está parado e Maria em movimento, conseqüentemente aparecem dois tempos: o tempo t, de João, e o tempo to, de Maria. Ao se medir esses tempos, Einstein postula que o tempo de João é maior que o tempo de Maria. Neste momento, Einstein conclui que devido ao movimento relativo das duas pessoas o relógio de João acusará um tempo maior que o de Maria devido à imobilidade de João e ao movimento de Maria, sendo então t maior do que to. É exatamente neste ponto crucial da sua concepção que se produz o paradoxo da Dilatação do Tempo ocorrida pela movimentação de um corpo e a estaticidade do outro e a conseqüente Contração dos Espaços surgindo aqui a quarta dimensão.

A relatividade e a fórmula do tempo. Na figura vemos o exercício de imaginação de Geraldo cacique para chegar a fórmula do tempo. Nela Maria sentada ao lado de uma fonte de luz que ao ser acessa emite fótons em todas as direções com velocidade c. O fóton que vai alcançar a nave parada na posição Bo descreve a trajetória de comprimento D em um tempo to com a velocidade da luz c. O fóton que vai alcançar a nave quando ela está com a velocidade v na posição B1 será aquele que descreve a trajetória de comprimento L no tempo t com a velocidade c.

A proposta feita pelo engenheiro mineiro, que vive em Belo Horizonte, usando um exercício de imaginação, diferente do trem de Maria e João (veja ilustração acima), traz uma nova interpretação e usou apenas um relógio para medir os tempos t e to, evidencia a interpretação diferenciada do parâmetro tempo abordado por ele e por Einstein. Ambos chegaram à mesma fórmula da relatividade do tempo, porém fazendo uso de modelagens diferentes. Segundo Geraldo, em minha interpretação o tempo t é maior que to porque, a trajetória do fóton percorrido na hipotenusa do triângulo retângulo é maior que a trajetória do fóton que percorreu o cateto deste mesmo triângulo. Esta nova concepção elimina o grande paradoxo da Teoria da Relatividade Restrita, a dilatação do tempo.

Para ele, "ao estudar as Teorias de Deduções Lógicas, conclui-se que a física proposta por estas teorias é a mesma dos físicos atuais. A diferença básica é que esta é vista por um observador no referencial da Terra, enquanto a outra é vista por um observador no referencial absoluto, o do Big Bang.

Com relação à relatividade, não estou combatendo Einstein, mas propondo um acréscimo", diz.

Durante os 10 anos de trabalho, Geraldo Cacique procurou alguns pares para expor o trabalho. Um deles foi Haydn Amaral Fernandez, professor da Escola de Engenharia da Faculdade Kennedy. Na avaliação dele, "estas teorias prenunciam formidáveis mudanças na ciência pura e na ciência aplicada, promovendo, uma vez comprovadas experimentalmente, uma total reformulação da tecnologia até então conhecida com desdobramentos inimagináveis. Espero que tais teorias provoquem a devida repercussão no meio científico e acadêmico, para que, deixando de lado a postura natural de resistência às novas idéias, possam no mínimo partir para a experimentação científica de suas teorias", pondera. "Quero que os pesquisadores coloquem à prova a demonstrabilidade, viabilidade e exeqüibilidade das minhas teorias", completa Geraldo.

3 comments for "RELATIVIDADE REPENSADA - Máteria do Jornal o Estado de Minas publicada em 15/01/2012".

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Entidades de Engenharia Mineiras que apóiam as "Deduções Lógicas".

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Veja aqui a versão completa da página ==>> Versão Completa.

INEC
Instituto Nacional de Engenharia Civil.

IMEC
Instituto Mineiro de Engenharia Civil.
cursos@imec.org.br
SINGEO
Sindicato dos Geólogos.
singeomg@singeomg.org.br.
ABENC
Associação Brasileira de Engenheiros Civis/MG.
SMEA
Sociedade Mineira de Engenheiros Agrônomos.

Relação de proeminentes engenheiros mineiros que após reunirem com Geraldo Cacique na casa deste ou em salas do edifício do CREA MG na Av.Raja Gabaglia, Belo Horizonte, Minas Gerais, apóiam as interessantes teorias de Deduções Lógicas existentes no site “Deduções Lógicas” :

Declarações:

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PROLEGÔMENOS

“Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.

Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.

Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.

Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.

Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:

“NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
In. Haydn Amaral Fernandez

Veja aqui a declaração completa: Declaração Completa

Haydn Amaral Fernandez
Engenheiro Civil
Professor Universitário
haydnfernandez@ig.com.br

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Após estudo da planilha da Relatividade do Tempo e da Gravidade que foram desenvolvidas pelo eng. Geraldo Antunes Cacique, estou convencido que é a melhor forma para o entendimento destas questões. Portanto solicito a todas as pessoas estudiosas desta matéria que tenham pelo menos a curiosidade de verificar o conteúdo desta planilha, entrando na página “A Órbita dos Planetas”, que é o sexto item do menu principal que onde estão todas as páginas do site de Deduções Lógicas.

Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física
manganao24@gmail.com

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Caríssimo Cacique, saudações.

Gostaria de agradecer pelo belo presente que você me proporcionou. Sendo engenheiro, eu tenho uma certa adoração pela física e você com esta atitude me mostrou uma nova metodologia de vislumbrar a física de uma forma prazerosa e simples. Seu livro parece vivo. Os conhecimentos, ali explicitados explicam o funcionamento da natureza e do universo. Suas deduções lógicas são tão fascinantes que poderão dar aos cientistas condições uma nova dimensão para o futuro da humanidade.

Parabéns por esta deliciosa loucura.

Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil
Get1@ig.com.br

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Fiquei muito bem impressionado com os novos conceitos de física propostos pelo colega, Eng. Civil Geraldo Cacique. Sua matemática simples, sem precisar nem mesmo de usar uma derivada ou uma integral, introduziu um novo olhar sobre as tradicionais teorías da dilatação do tempo e da força centrifuga.

Ao deduzir a fórmula da força gravitacional a partir do tempo que esta partícula leva para percorrer uma determinada distância entre dois corpos, partícula que denominou "energétron", propõe uma nova visão para o funcionamento da força de gravidade.

Esta aí uma grande oportunidade para que nossas autoridades invistam no potencial científico da juventude brasileira.

Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
ideiaprojetos@oi.com.br

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- Odair Santos Junior - Engenheiro Civil
odairsantosjunior@yahoo.com.br

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Se o conhecimento e a ciência tivessem ficado dependentes dos ignorantes, que nada sabem e nem querem saber, ou mesmo dos auto-suficientes, que pensam que sabem tudo e não têm o que aprender, estaríamos mais próximos das eras primitivas do que do mundo moderno atual.

A contestação, a pesquisa e a inovação foram e continuarão sendo as responsáveis por todos os progressos da ciência e do conhecimento em todos os campos da vida.

Por isso, acredito que as persistentes "deduções lógicas" do Geraldo Cacique poderão trazer mais avanços naqueles campos que todas as honrarias que são dedicadas - com toda a justiça, diga-se logo -aos que trouxeram contribuições até o presente mas, deitaram-se nos louros das conquistas e não conseguiram ou puderam prosseguir.

- Marcos Sant'Anna ( Engenheiro e Empresário)
marvsan08@gmail.com

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