Física - As Teorias de Deduções Lógicas

As Teorias de Deduções Lógicas
   Geraldo Cacique desenvolveu todas as suas teorias, baseado em deduções lógicas do funcionamento da natureza.

   Isso só foi possível porque o criador do Universo, seja qual for o seu nome, Deus, Ala ou qualquer denominação dada pelas várias religiões, nunca foi a uma universidade de matemática ou de física.

   O Universo foi desenvolvido através do bom senso e da simplicidade, e para entendê-lo bastam os conhecimentos matemáticos que se adquire nos cursos fundamentais

Antecedentes

 

   No inicio da década de 70 fui sócio de uma firma de informática onde aprendi a elaborar planilhas eletrônicas. Desde então passei a usá-las em tudo que fiz na vida, para checar custos e rentabilidade. Foi assim na construção pesada, na plantação de café, na criação de gado nas jazidas de granito, e quando desenvolvi um sistema para ganhar na loteria esportiva ou por curiosidade em vários empreendimentos que participei.

   Em junho de 1998, ao ler a revista Super Interessante, o autor de uma reportagem sobre a expansão do universo afirmava que esta expansão estava se acelerando e que isso era provocado por uma força existente no vácuo. Neste momento, por curiosidade, comecei a rabiscar o que seria a dinâmica entre galáxias e a luz entre elas, elaborando uma planilha eletrônica sobre o apaixonante assunto, que de imediato passou a ser o meu hobby.

   Depois de 3 meses de intenso trabalho e de muita perseverança cheguei à uma planilha muito interessante, cujos resultados de varias simulações, coincidia com os resultados fornecidos pelo astronomia referente à constante de Hubble, provando que ela é realmente constate quando simulava a dinâmica de velocidades de expansão no universo entre duas galáxias qualquer e da luz entre elas.

   Veja nos itens do mapa do site:

      8.8 - Elaboração da Planilha do Universo Visível (planilha entre a Terra e uma galáxia qualquer);
      8.9 - Elaboração da planilha do Universo Verdadeiro (planilha entre duas galáxias quaisquer).

   Aproveite e faça download dessas planilhas e brinque com elas fazendo as suas próprias simulações. Levei estas planilhas à UFMG, para ver as opiniões dos físicos e dos cosmólogos. Eles foram unanimes em afirmar que: 

    As planilhas estavam erradas porque a luz para Einstein não sofre a influencia da velocidade de sua fonte.  

   Eu considero nas planilhas:

       - que os fótons sofrem a influência da velocidade das galáxias emissoras de fótons;  

       – que a luz é formada por partículas de energia denominadas de fótons pela ciência e o raio de luz
são os fótons emitidos numa mesma direção por uma fonte de luz. 

   Veja: na animação do item 4.3 - Efeito da velocidade da fonte sobre o fóton, a luz entre duas naves A e B em duas situações:

      - Em uma delas as naves estão paradas, ou seja, v = 0.  

      - Na outra, as naves tem a velocidade v. Neste caso, a única possibilidade de em fóton ir da nave A até a nave B é se ele sofrer a influência da velocidade v da nave emissora dos fótons, percorrendo a sua trajetória com a velocidade c2 = c + v

         Isto contraria Einstein, no entanto, o raio de luz não sofre a influencia da velocidade v da nave A emissora da luz, confirmando a teoria da relatividade que diz que o raio de luz é arrastado pela nave A.  

         Outro fenômeno acontece com o fóton quando chega à nave B, devido à velocidade v dessa nave e ao efeito de aberração, ele modifica se a sua velocidade de c2 para c, como se estivesse emitido pela nave A da posição que ela ocupa naquele momento. 

          Pela certeza de que os resultados das planilhas estavam corretos e pela nova maneira de entender o funcionamento da luz, pela primeira vez fui ler a teoria da relatividade restrita para encontrar um erro nela. Se não encontrasse erro, poderia desistir da minha aventura no mundo da física.

   Não demorei em encontrar uma nova maneira de deduzir a fórmula do tempo da relatividade , usando apenas um relógio em vês de dois relógios como fez Einstein. Com isto provei que a matemática da formula do tempo da relatividade esta certa.

   O erro esta na interpretação que Einstein deu para essa formula o tempo: 

   O tempo t > to , porque os ponteiros do relógio com um movimento de velocidade v, que marca o tempo to , andam mais devagar que os ponteiros do relógio parado, que marca o tempo t.  

   A minha interpretação para esta fórmula:  

   O tempo t > to, porque a trajetória L dos fótons emitidos por uma fonte em movimento com velocidade v é maior que a trajetória D dos fotons emitidos por esta mesma fonte se ela estivesse parada ou seja t > tporque L > D.  

    Com esta nova interpretação, acabo com dilatação do tempo e conseqüentemente com a contração dos espaços e com a 4ª dimensão, terminando com o paradigma da dilatação do tempo.  

   Veja e compare os itens:

         - 6.3 - A Relatividade Restrita  

         - 6.5 - A Relatividade Lógica 

   Com a certeza de ter descoberto algo muito importante, passei a me dedicar integralmente à esta descoberta, passando para um dos meus filhos, formado em engenharia civil, o meu negócio de exploração de jazidas de granito, onde tenho patenteado um sistema de exploração de granito em rocha e uma máquina para aplicar este sistema, o “Extrator de Granito”. 

   Com a renda destas patentes montei este site para divulgar as minhas teorias e um escritório para dar manutenção ao site “Deduções Lógicas”.  

   Para escrever sobre física contratei como consultor o Professor Doutor Rodrigo Dias Társia. Eu ia à sua casa ou o consultava por telefone quando tinha duvidas sobre a física, principalmente sobre cosmologia. Sou muito grato à este professor que me evitou fazer um demorado curso de física. Ele sempre me dizia que eu nunca chegaria à algo certo, com idéias que contrariava os princípios da física. Ao não aceitar as minhas idéias ele me demonstrou na prática a dificuldade que teria para divulgar idéias contrarias aos princípios da física.

Principais colaborações das Teorias de Deduções Lógicas na Física:

No Sub Menu Luz

 

O funcionamento da luz, itens:

    4.1 - A Luz para Deduções Lógicas

    4.2 - Conceitos, desconhecidos da física;

O funcionamento do fóton e da sua dualidade entre partícula e onda, item:

    4.11 – A onda dos colores, o fóton e a dualidade da luz, desconhecido da física; O funcionamento de 
               um fóton entre o Sol e um Planeta, item:

    4.19 – O fóton entre o Sol e um planeta, não considerando o movimento orbital V do planeta, para um observador no espaço absoluto, desconhecido da física;

              O efeito Cristina, nos permitiu ver um objeto no local que ele está no mesmo instante que estamos observando-o, como se a luz fosse transmitida instantaneamente, item:

    4.24 – O Efeito Cristina, desconhecido da física; Na animação entre duas naves A e B os fótons emitidos da nave A em direção à nave B com velocidade c sofrem a influencia da velocidade V da nave e percorrem suas trajetórias com a velocidade c2 = c + v. O raio de luz não sofre esta influencia, cresce entre as duas naves com a velocidade c. Isto mostra que o postulado de Einstein esta errado, item:

    5.2 – A influência da velocidade da fonte sobre os fótons, desconhecido da física;

No Sub Menu Relatividade

   Comparem a relatividade restrita com a relatividade lógica. Nelas a fórmula do tempo é a mesma, na restrita foi deduzida por Einstein usando dois relógios,  a lógica usou apenas um relógio. Todas as duas estão certas. 

   Os vários experimentos feitos pela ciência para provar a veracidade da relatividade restrita, na verdade, o que fizeram foi testar a matemática desta fórmula. Nunca encontraram erros na relatividade e nem encontrarão, pois a sua matemática está certa. 

   O erro da relatividade está na interpretação dada para o resultado da formula do tempo pelos físicos que levou ao absurdo da dilatação do tempo.

    Desta maneira acabamos com o paradigma da dilatação do tempo e conseqüentemente com a quarta dimensão, que faz os físicos não entenderem o funcionamento do universo e a sua forma. 

   Outro brasileiro, o físico Cesar Lates, sempre afirmou existência de erro na relatividade restrita, itens: 

      6.3 – A Relatividade Restrita  

      6.5 - A Relatividade Lógica, desconhecidos da física;

Vejam a velocidade da onda de radio na relatividade dos GPS e dos relógios atômicos,itens:

     6.14 – A Relatividade e os GPS

     6.15 – A Relatividade e os Relógios Atômicos, desconhecidos da física;

Veja a animação da velocidade lógica com o tempo t e to medidos por um único relógio, o de Maria. São fótons diferentes que encontrarão com a nave, em função da velocidade v da nave, que pode variar de:

     v = 0 nave parada        t = to
     v = c                            t = ,

item:

      7.3 – Relatividade Lógica v = 0, desconhecido da física.

No Sub Menu Universo e suas Animações

Para entender o funcionamento do universo à partir de Edwin Hubble, o norte americano que desenvolveu o mais importante trabalho da astronomia, os físicos teriam que aceitar que os fótons sofrem a influencia da velocidade da fonte. Alem, de fazer uso de um observador no referencial absoluto, referencial do Big Bang.

Um observador no referencial da Terra, como usa a ciência para desenvolver os seus trabalhos, tem a sua verdade distorcida pela velocidade de expansão no universo.

Com o advento da relatividade restrita no inicio do século XX , os físicos ficaram proibidos de raciocinarem
contrariando o paradigma da dilatação do tempo que criou uma dimensão a mais para o universo, complicando o
seu entendimento, isso paralisou o conhecimento da humanidade neste setor até os dias de hoje, apesar do aparecimento da informática e dos grandes telescópios.

Para compreender a simplicidade do funcionamento universo, você precisa ver todos os itens deste sub menu e as suas animações.

No Sub Menu Criador

No item abaixo, vemos que a velocidade distorce a verdade. Para obter a verdadeira verdade o observador tem que estar absolutamente parado. Isto só é possível no referencial absoluto, o do Big Bang.

As físicas, atual e Deduções Lógicas, são iguais, a diferença é que a atual é baseada em um observador na Terra e outra, Deduções Lógicas, é baseada em um observador no espaço absoluto.

       10.3 – Os referenciais

No Sub Menu Gravidade

Quando entendi o funcionamento da luz, abriu-se o meu horizonte de conhecimentos. Foi incrível quando descobri
que a energia gravitacional funciona como a energia luminosa. O que escrevi sobre a gravidade é minha maior contribuição ao desenvolvimento da ciência.

Todos os corpos do universo do macro ao micro têm duas velocidades ao mesmo tempo:

      A - Velocidade de expansão no universo, adquirida com a sua galáxia durante o Big Bang, que pode
             variar de 0 a c (velocidade da luz);

      B - Velocidade orbital, no macro mundo,

            B.1 - um astro menor orbita em torno de um astro maior;

            B.2 - uma estrela orbita em torno do centro de gravidade da sua galáxia.

                     Cada uma destas órbitas está em um equilíbrio estável entre a força de gravidade lógica e a
            força centrífuga que atuam em cada um destes astros.

                     A força de gravidade radial equilibra a força centrifuga regulando a aproximação ou o
            afastamento do astro ao centro de sua orbita, enquanto a força de gravidade tangencial é a força
            que mantêm o astro na sua orbita.

                     A energia que mantêm este sistema funciona como um moto continuo.

                             Veja o exemplo: Item - 14.13 – Porque a lua não cai na Terra

      B.3 - Velocidade orbital, no micro mundo,

                - no átomo o equilíbrio estável é entre a força elétrica lógica e a força centrifuga. Este sistema ,
      também, funciona como um moto continuo onde o equilíbrio entre a força elétrica radial e a força
      centrífuga regulando a aproximação ou afastamento do elétron do seu núcleo, enquanto a força
      elétrica tangencial mantêm o elétron na sua órbita.

                - nas partículas subatômicas, funcionam em um sistema de moto continuo idêntico ao
      funcionamento do átomo, substuindo a força elétrica de coesão existente nos átomos pela força de
      gravidade transformada em força forte responsável pela coesão entre as partículas subatômicas.

A física atual, não tem como conhecer a simplicidade de um sistema como este, que é o responsável pela existência do universo:

         - 1º- físicos modernos não ousam contrariar o paradigma da força centrípeta existente desde a época de
                 Newton;

          - 2º - a ciência, ainda, não conhece a relatividade da gravidade que transforma a força gravitacional em
                    força forte, responsável pela coesão entre as partículas subatômicas quando a velocidade destas
                    partículas tendem para c.

Conceitos, as partículas de energia mediadoras, energia gravitacional, os energetrons e os mini energétrons, item:

11.2 - Conceitos , desconhecidos da ciência.

Efeito de aberração, este efeito pode ser aplicado tanto nos fótons, partículas mediadoras da energia luminosa, como nos energéticos, partículas mediadoras da energia gravitacional e nas partículas mediadoras da força elétrica responsável pela as orbitas dos elétrons no interior dos átomos, iten:

4.4 – Efeito de Aberração, desconhecido da ciência.

O segredo da gravidade. A gravidade é uma força magnética, item:

11.4 - O segredo Gravidade

Dedução da fórmula de Gravidade. A força de gravidade pode ser expressa em função da distancia entre
dois corpos ou do tempo que a sua partícula mediadora leva para ir de um corpo à outro, item:

11.7 - Dedução da fórmula da Gravidade , desconhecido da física

Força de gravidade entre dois corpos A e B parados no mesmo referencial ( Força gravitacional de Newton), item:

11.8 – Força de Gravidade Fg que um corpo A exerce sobre um corpo B parados no mesmo referencial

Força de gravidade entre dois corpos A e B quando existe uma velocidade relativa v entre eles, desconhecido da
física, item:

11.9 - Força de gravidade entre dois corpos A e B quando existe uma velocidade relativa v entre eles

Relatividade da gravidade, item:

11.10 – Relatividade da Gravidade, desconhecido da física.

Como a Gravidade transforma se na força na força forte responsável pela coesão entre as partículas subatômicas.
Este efeito foi denominado em Deduções Lógicas como efeito Antonio Cacique da gravidade, item:

11.11 – Como a Gravidade transforma-se na força forte responsável pela coesão entre as partículas subatômicas, desconhecido da física.

No Sub Menu Força Centrifuga

A força centrífuga é uma das forças mais importantes da natureza, e junto com:

      a - A força de gravidade, são as responsáveis pelo equilíbrio estável dos astros nas suas órbitas e
            formam um moto continuo que permite estas órbitas terem uma duração infinita;

      b - A força elétrica, são as responsáveis pelo equilíbrio das órbitas dos elétrons nos átomos,
            formando um moto continuo que fornece a energia da manutenção destas órbitas;

       c - A força forte, são as responsáveis pela existência das partículas subatômicas e da manutenção
            delas através da formação de um moto continuo.

Com Geraldo Cacique acaba com paradigma da existência da força centrípeta, item:

      14.1 – Como Geraldo Cacique acaba com o paradigma da existência da força centrípeta como
professa a física
, desconhecido da física;

Como a professora Beatriz Alvarenga é enganada pelas interpretações erradas da força centrífuga,
itens:

      14.3 – Como a professora Beatriz Alvarenga é enganada pelas interpretações erradas da Força Centrífuga, desconhecido da física.

Porque a Lua não cai na Terra.

      14.13 – Porque a Lua não cai na Terra,

Na Divulgação das teorias de Deduções Lógicas

Tenho divulgado todas as minhas descobertas gratuitamente no meu site Deduções Lógicas, durante os últimos dez anos, custeando todas as despesas de manutenção, inclusive o meu tempo que utilizei integralmente nas deduções das teorias.

Ciente da importância destas teorias como a maior reforma da física em todos os tempos, da facilidade de seu entendimento pela juventude, da necessidade de fundos para divulgá-las na maioria das línguas, constituirei uma fundação para angariar fundos junto aos governos e entidades privadas de todos os países, tentando manter disponível à todos, os conhecimentos tecnológicos, que serão muitos, advindos destas novas teorias.

15.1 – Como Deduções Lógicas esta sendo vista no mundo.

Mapa do Site

1 - Sub Menu Cosmologia

1.1 Dinâmica entre duas galáxias com observador em uma delas
1.2 Dinâmica entre duas galáxias com observador no referencial absoluto (Big Bang)
1.3 Dinâmica entre 3 galáxias para um observador em uma delas, no caso, na via láctea
1.4 Dinâmica entre 3 galáxias para um observador no referencial absoluto do Big Bang

2 - Sub Menu Forças da Natureza

2.1 Força da Gravidade Lógica
2.2 Força Centrifuga
2.3 Força Forte
2.4 Força Fraca
2.5 Força Elétrica
2.6 Força Magnética

3 - Sub Menu Física

3.1 A física de Deduções Lógicas
3.2 A física Quântica
3.3 Energia escura e matéria escura
3.4 Aceleração da velocidade de expansão (anti-gravidade cosmológica)
3.5 Estrelas de Nêutron e buracos negros
3.6 Energia atômica E = Mc2
3.7 Como a matemática pode mascarar a reallidade

4 - Sub Menu Luz

4.1 A Luz para Deduções Lógicas
4.2 Conceitos
4.3 Efeito da velocidade da fonte sobre o fóton
4.4 Efeito de Aberração
4.5 A dinâmica da luz entre uma fonte e um receptor parados em um mesmo referencial
4.6 A dinâmica da luz entre uma fonte A e um receptor B com movimento retilíneo uniforme relativo v em um mesmo referencial
4.7 A dinâmica da luz entre uma fonte A e um receptor B com movimento curvilíneo uniforme relativo v em um mesmo referencial
4.8 Para entender melhor a dinâmica da luz
4.9 Onda de luz
4.10 Onda linear ou onda do fóton
4.11 A onda dos colores, o fóton e a dualidade da luz
4.12 Polarização da luz e velocidades do cólor
4.13 Dispersão da luz
4.14 Cálculo do comprimento l e da freqüência f da onda de luz e da velocidade tangencial do cólor
4.15 Cálculo da massa do fóton
4.16 Por que as órbitas dos planetas são elipses do fotonóide
4.17 Órbita de um planeta para um observador no referencial do planeta
4.18 Deslocamento do Sol visto por um observador no espaço absoluto
4.19 O fóton entre o Sol e um planeta, não considerando o movimento orbital V do planeta, para um observador no espaço absoluto
4.20 O raio de luz entre o Sol e um planeta, não considerando o movimento orbital v do planeta, para um observador no referencial do sistema solar
4.21 O raio de luz entre o Sol e o planeta Terra, não considerando o movimento orbital V do planeta, para um observador no espaço absoluto
4.22 A elipse do fotonóide
4.23 Os Efeitos mágicos da luz
4.24 O Efeito Cristina
4.25 O Efeito Mariana
4.26 O Efeito Luiza
4.27 O Efeito Daniel
4.28 O Efeito Paula

5 - Animações sobre a luz

5.1 A luz entre duas naves
5.2 A influência da velocidade da fonte sobre os fótons
5.3 O fóton é uma onda
5.4 Os energétrons no fóton
5.5 Reflexão da luz

6 - Sub Menu Relatividade

6.1 O impasse entre o Universo Lógico e a Teoria da Relatividade
6.2 A Relatividade
6.3 A Relatividade Restrita
6.4 A nova fórmula do Tempo
6.5 A Relatividade Lógica
6.6 O que é a Relatividade?
6.7 Gravidade e Tempo ( como a ciência é iludida do tempo mudar com a Gravidade )
6.8 Comparação entre a Relatividade Restrita e a Relatividade Lógica
6.9 Erro do postulado de Einstein
6.10 Experiência de Michelson - Morley
6.11 Universo de Einstein
6.12 Efeito Camila
6.13 A ilusão da Relatividade
6.14 A Relatividade e os GPS
6.15 A Relatividade e os Relógios Atômicos
6.16 O tempo de vida útil do muon
6.17 Os Aceleradores de Partículas
6.18 Em construção
6.19 O Paradoxo dos Gêmeos
6.20 O Paradoxo da Massa do fóton
6.21 Como a ciência é enganada pelos efeitos da luz

7 - Animações sobre a Relatividade Lógica

7.1 O trem de Maria
7.2 Relatividade Lógica
7.3 Relatividade Lógica v = 0
7.4 Relatividade Lógica v = c
7.5 Relatividade para um observador no espaço absoluto ou parado em relação a um referencial em movimento da uma fonte de luz

8 - Sub Menu Universo

8.1 Conceitos sobre o Universo
8.2 A dinâmica entre duas galáxias P e L
8.3 As ilusões que enganam a Ciência
8.4 O Universo Verdadeiro
8.5 Universo Visível
8.6 O Efeito Maurício
8.7 Planilha da dinâmica do Universo Visível
8.8 Elaboração da Planilha do Universo Visível
8.9 Elaboração da planilha do Universo Verdadeiro
8.10 Uma nova maneira de calcular a constante de Hubble
8.11 A Órbita dos Planetas
8.12 Radiação de Fundo
8.13 Conceitos sobre a dinâmica da luz e da gravidade
8.14 A gravidade não influencia as velocidades uniformes de expansão das galáxias
8.15 Aceleração da velocidade de expansão (Antigravidade Cosmológica)
8.16 Consistência entre as planilhas do Universo Visível e Verdadeiro
8.17 Os dados de uma planilha do Universo Visível não dependem da velocidade de expansão Vt da Terra (módulo e sentido), conforme o efeito Mariana da luz
8.18 Como criei as Teorias de Deduções Lógicas
8.19 O Eixo Bruna
8.20 Escala Espaço-Tempo do Universo Visível

9 - Sub Menu Animações

Uma animação vale por mais de mil palavras.

Tendo isso em vista, organizamos uma série de animações através dos quais os internautas poderão compreender melhor as nossas teorias.

Como Deduções Lógica praticamente é baseada em um novo conceito para o funcionamento da luz, aconselhamos que, antes de verificar as animações, o internauta se intere da dinâmica do fóton e do raio de luz.

9.1 Na Luz
9.2 Relatividade Lógica
9.3 Gravidade Lógica

10 - Sub Menu Criador

10.1 O Criador e o Big Bang
10.2 O observador
10.3 Os referenciais
10.4 Funcionamento da luz
10.5 O Universo é Newtoniano
10.6 Prova da veracidade de nossas planilhas quando apresentam o seus dados comparados com os dados da Astronomia

11 - Sub Menu Gravidade

11.1 A Gravidade Lógica
11.2 Conceitos
11.3 Linha de Gravidade
11.4 O segredo Gravidade
11.5 Sutilezas da Gravidade
11.6 Campo Gravitacional
11.7 Dedução da fórmula da Gravidade
11.8 Força de Gravidade Fg que um corpo A exerce sobre um corpo B parados no mesmo referencial
11.9 Força de gravidade entre dois corpos A e B quando existe uma velocidade relativa v entre eles
11.10 Relatividade da Gravidade
11.11 Como a Gravidade transforma-se na força forte responsável pela coesão entre as partículas subatômicas
11.12 A linha da Gravidade real e a linha da Gravidade virtual entre duas partículas de massa iguais que orbitam em torno do centro
11.13 A gravidade entre a Terra e os astros para um observador na Terra
11.14 O Equilíbrio da Natureza
11.15 Influência das Forças de Gravidade e Força Centrífuga Sobre um Corpo na Terra
11.16 A Gravidade Lógica e a Materialização da Energia
11.17 A Gravidade Lógica explica porque as partículas como o fóton e as radiações são emitidas na velocidade da luz
11.18 Por que as órbitas dos életrons são determinadas e não existem órbitas intermediárias
11.19 A Gravidade não enfluencia nas velocidades uniformes de expansão das galáxias
11.20 A Gravidade lógica é a teoria da super simetria
11.21 A Gravidade lógica explica a matéria e antimatéria
11.22 A Gravidade lógica explica a mágica de como toda a matéria do Universo coube no ponto que deu origem ao Big Bang

12 - Animações sobre Gravidade lógica

12.1 O efeito Barnett
12.2 O balde de Newton

13 - Sub Menu Brasil

13.1 Brasil
13.2 Um vice cara de pau
13,3 A mentira da transposição do rio São Francisco - Novembro/2005. Transposição do Rio São Francisco III
13.4 Situação atual da economia brasileira (maio de 2005)
13.5 A reforma da previdência
13.6 O mito da catástrofe
13.7 Como abaixar os juros bancários
13.8 Estatística Transposição do São Francisco
13.9 Os enganos da ciência (Publicação no Estado de Minas na sessão Opinião em 13 de março de 2001)
13.10 A Economia Brasileira - Junho/2003
13.11 Artigo sobre Direitos Adquiridos, por Geraldo Antunes Cacique - Fevereiro/2004
13.12 Uma maneira de fazer o Brasil voltar a crescer, por Geraldo Antunes Cacique - Fevereiro/2003
13.13 Os bancos brasileiros poderiam e deveriam ser os maiores do mundo
13.14 Inflação (maio de 2005)
13.15 Importância da Internet II (maio de 2005)
13.16 Artigo sobre a Transposição do São Francisco, por Geraldo Antunes Cacique - Maio/2001
13.17 Artigo sobre a Transposição do São Francisco, por Geraldo Antunes Cacique - Outubro/2003

14 - Sub Menu Força Centrífuga

14.1 Como Geraldo Cacique acaba com o paradigma da existência da força centrípeta como professa a física
14.2 Como o professor Dulcídio Braz Júnior é enganado pelas interpretações erradas da força centrífuga
14.3 Como a professora Beatriz Alvarenga é enganada pelas interpretações erradas da Força Centrífuga
14.4 Como o Professor e Mestre em Física Luiz Ferraz Netto, Léo para os íntimos, deve passar para história da física
14.5 Um físico com a matemática que disse ser da aceleração centrípeta tenta provar a existência da força centrípeta
14.6 O que é força centrífuga e o seu funcionamento
14.7 Calculo de aceleração centrífuga nos moviementos curvilíneos
14.8 Porque a motocicleta não cai quando está no alto do globo da morte
14.9 O movimento das roupas numa máquina de lavar
14.10 O efeito anti-gravitacional provocado pela força centrífuga em um avião
14.11 A componente tangencial da tensão de um corpo pendurado por uma corda em movimento
14.12 Aberração da força de gravidade
14.13 Porque a Lua não cai na Terra

15 - Sub Menu Divulgação

15.1 Como Deduções Lógicas esta sendo vista no mundo.
15.2 Experiências de vida que levaram Geraldo Cacique a formular as teorias de Deduções Lógicas
15.3 Galeria de fotos do centro de deduções lógicas
15.4 E-mails de internautas que aprovam Deduções logicas
15.5 Biografia de Geraldo Antunes Cacique
15.6 Centro de Deduções lógicas
15.7 Venda de Livro
15.8 Palestras
15.9 livro contesta Einstein

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