Dinâmica dos fótons e do Raio de Luz

Dinâmica dos fótons e do Raio de Luz

O Fóton

- é a partícula que transmite a energia luminosa;

- é emitido sempre com a velocidade c ≈ 300.00 Km/s;

- carrega dentro de si mesmo as suas propriedades de ondas eletromagnéticas;

- sofre a influência da velocidade de sua fonte. Essa influência não é observada pelo observador no mesmo referencial da fonte;

- sofre a influência da velocidade do seu receptor, essa influência não é observada pelo observador no referencial do receptor.

O Raio de Luz

- é a seqüência de fótons que liga uma fonte de luz a um receptor dessa luz;

- é arrastado pela velocidade de sua fonte e evolui com a velocidade c. Um observador no referencial da fonte, por não conhecer a esta velocidade, vê apenas a evolução do raio de luz com a velocidade c.

A Luz Entre Dois Pontos Fixos num mesmo referencial (Terra)

O Fóton para um Observador S, no Referencial do Espaço Absoluto


Figura 7

Visto por um observador hipotético no referencial do espaço absoluto

V = velocidade de expansão da Terra no Universo, sendo observada do espaço absoluto (referencial do Big Bang);

c2 = velocidade do fóton observada somente no espaço absoluto pelo observador S;

c = velocidade de emissão do fóton;

S = observador hipotético no referencial do espaço absoluto.

O fóton sofre a influência da velocidade V de expansão do universo, percorrendo a sua trajetória verdadeira A0Bn ,com a velocidade c2 = c + V.

Devido à velocidade V de expansão do universo no referencial S (velocidade da Terra no espaço absoluto), observa-se a trajetória verdadeira A0Bn; no entanto, para Maria observa-se a trajetória AnBn do fóton com velocidade c.

O Fóton para um Observador (Maria) no Referencial da sua Fonte


Figura 8

Visto por Maria, no referencial da fonte de luz

O fóton não sofre a influência da velocidade V de expansão do Universo. É nesse sentido que a experiência de Michelson-Morley deveria ser corretamente interpretada. A velocidade do fóton é c em condições especiais, isto é, no referencial da fonte da luz ou o referencial de Maria.

Este observador (Maria) desconhece a velocidade (c2) da luz.

O Raio de Luz para o Observador S no Referencial do Espaço Absoluto


Figura 7a

Visto por um observador no referencial do espaço absoluto

O raio de luz é arrastado horizontalmente com velocidade V da sua fonte, enquanto que, por outro lado, ele evolui com a velocidade c na direção do seu destino (receptor).

O Raio de Luz, para o Observador no Referencial da sua Fonte


Figura 8a

Visto por Maria no referencial da fonte de luz

Vemos que o raio de luz evolui com a velocidade c.

 

Efeito da Aberração ou do Carro na Chuva

 

É a mudança da velocidade Vc dos pingos da chuva devido à velocidade do carro Vca para Vc1, onde:

Vc1 = Vc + Vca;

Esse mesmo efeito de aberração ocorre de maneira análoga com os fótons.

Assim, concluímos:

Para um observador dentro de um carro, na sua verdade, a velocidade desse modifica a velocidade dos pingos de chuva e faz este observador acreditar que eles estão vindo de uma direção completamente diferente das suas trajetórias verdadeiras que são horizontais.

Este mesmo efeito acontece no espaço entre os fótons em relação aos receptores deles. Assim, os fótons que chegam na Terra oriundos de uma galáxia.

Terra parada

 

Terra em movimento

Da mesma maneira de como acontece com os pingos da chuva, também podemos concluir:
A velocidade V de expansão do Universo para um observador na Terra faz com que a velocidade dos fótons modifiquem-se de c2 para c1 e que eles estão chegando de uma direção completamente diferente da sua trajetória verdadeira.
Assim sendo, tudo que vemos no Universo não passa de uma ilusão, pois a direção verdadeira de chegada dos fótons não é aquela que acreditamos ser.
Mas, por incrível que pareça, esta é uma ilusão verdadeira, que vem enganando a ciência. Se num espetáculo de teatro fica, às vezes difícil descobrirmos os truques ilusórios praticados pelso mágicos, imaginem-se a dificuldade se estas ilusões forem verdadeiras.
Lembremos, que estamos falando de aberrações devido a velocidade V de expansão do Universo, que não conhecemos. Nós na Terra, na nossa verdade, estamos parados conhecemos as velocidades de rotação e translação porque a ciência deduziu a existência delas e temos nos livros estas afirmações. Sobre a velocidade V nossa a expansão do universo a ciência, até hoje, ainda não chegou a nenhuma conclusão e quando ela fala em aberração se refere as velocidades de translação da ordem de 29 km/s e de rotação de 4,6 Km/s no equador, que são desprezíveis, já que a nossa velocidade V de expansão do Universo é da ordem da velocidade c da luz.
Como demonstraremos nesse trabalho.



Animações:

Na Luz

Relatividade Lógica

Na Cosmologia

Na Gravidade Lógica

Conheça a inexistência da força e aceleração centrípeta e a existência real da força e aceleração centrífuga

"Uma animação vale por mais de mil palavras".

Tendo isso em vista, organizamos uma série de animações através dos quais os internautas poderão compreender melhor as nossas teorias. Como Deduções Lógica praticamente é baseada em um novo conceito para o funcionamento da luz, aconselhamos que, antes de verificar as animações, o internauta se intere da dinâmica do fóton e do raio de luz.

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