Uma maneira de fazer o Brasil voltar a crescer, por Geraldo Antunes Cacique - Fevereiro/2003

Uma maneira de fazer o Brasil voltar a crescer

Um país em desenvolvimento, como o Brasil, precisa de bancos fortes e capitalizados para poder financiar as micro e pequenas empresas, que são as maiores fontes de emprego.

Os financiamentos em questão não podem ser feitos pelos bancos estatais, pois sofreriam influência dos políticos e assim os empréstimos seriam desvirtuados para favorecer aos cabos eleitorais. Dessa forma, só os bancos privados dariam os resultados satisfatórios ao país.

Atualmente, os bancos brasileiros não estão funcionando como bancos incentivadores do desenvolvimento ou ajudando a criar empregos, mas sim, como especuladores. Especulam, quase que exclusivamente, financiando o governo que paga juros altíssimos e sem nenhum risco, pois, até hoje, o governo tem conseguido ou pagar, ou prorrogar os seus empréstimos.

Dívida Interna

O governo precisa modificar as regras do jogo, estabelecendo novas normas para o mercado financeiro:

- estabilizar os juros em tais patamares que seja mais atraente para os investidores aplicarem seus capitais nos meios produtivos do que nos meios financeiros, como os juros dos países desenvolvidos;

- acabar com os empréstimos compulsórios fortalecendo os bancos, para que esses possam financiar as empresas privadas, principalmente as micros e pequenas empresas;

- o governo ficar proibido de solicitar empréstimos com objetivo de sanar dívidas, as quais só devem ser amortizadas com os superávits do mesmo, ou com o adiamento junto aos próprios credores, com juros iguais aos dos países civilizados e com prazos compatíveis com a capacidade de pagamento do governo. É preciso lembrar que isso não será conseguido numa mesa de negociação, pois ninguém concordaria em abaixar os seus fabulosos lucros para lucros normais, como são os obtidos através dos investimentos nos paises desenvolvidos. Isso só será obtido através de decisões unilaterais do governo, o que ele tem condições de fazer, pois é quem dita as regras do jogo.

Um ajuste como o expressado não significa "dar um calote" nos investidores, é, simplesmente, igualar as condições brasileiras às condições normais de financiamento dos paises com quem estamos concorrendo nesse mundo globalizado; é fazer com que os investidores brasileiros ganhem o que realmente tem direito e deixem de auferir ganhos fabulosos às custas das classes produtoras, impedindo o crescimento delas e, por conseqüência, o do Brasil; é diminuir a diferença entre os ricos e os pobres.

Por sua vez, mudando as regras do jogo, os bancos teriam que se adaptar a estas novas regras:

- voltar a figura tradicional do gerente que conhece as pessoas da comunidade e sabe avaliar a capacidade de administração das mesmas no lançamento de novos empreendimentos. Os atuais gerentes são moças de boa aparência e recém formadas cuja principal função é atrair depositantes para o banco;

- transformar os seus ativos em capitais para que possam desenvolver plenamente as suas funções, como incrementar o progresso do país. Não é função dos bancos serem proprietários ou acionistas de empresas;

Devemos, no futuro, nos orgulharmos de termos grandes bancos responsáveis pelo desenvolvimento do país e não os bancos de maiores lucros do planeta.

Dívida Externa

Ela não é um problema tão grande como a interna, e deve ser tratada de uma maneira diferente.

Primeiro, as regras do jogo, nesse setor, não são feitas pelo governo brasileiro, e sim, pelo mercado internacional de capitais, e precisam ser negociadas.

Segundo, os juros não são tão extorsivos quanto os praticados pela dívida interna, o que os encarece é o risco Brasil. Esse risco é caro em virtude do tamanho de nossa dívida interna somada à externa. Assim que o Brasil determinar juros razoáveis para a dívida interna e prorrogá-los, certamente o nosso risco diminuirá. Então, será hora de renegociar as dívidas externas no mercado financeiro mundial.

O país deve procurar pagar sua dívida com o saldo da balança de exportações e continuar a tomar empréstimos para investir em obras, educação, saúde, etc.

Entidades de Engenharia Mineiras que apóiam as "Deduções Lógicas".

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Veja aqui a versão completa da página ==>> Versão Completa.

INEC
Instituto Nacional de Engenharia Civil.

IMEC
Instituto Mineiro de Engenharia Civil.
cursos@imec.org.br
SINGEO
Sindicato dos Geólogos.
singeomg@singeomg.org.br.
ABENC
Associação Brasileira de Engenheiros Civis/MG.
SMEA
Sociedade Mineira de Engenheiros Agrônomos.

Relação de proeminentes engenheiros mineiros que após reunirem com Geraldo Cacique na casa deste ou em salas do edifício do CREA MG na Av.Raja Gabaglia, Belo Horizonte, Minas Gerais, apóiam as interessantes teorias de Deduções Lógicas existentes no site “Deduções Lógicas” :

Declarações:

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PROLEGÔMENOS

“Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.

Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.

Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.

Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.

Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:

“NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
In. Haydn Amaral Fernandez

Veja aqui a declaração completa: Declaração Completa

Haydn Amaral Fernandez
Engenheiro Civil
Professor Universitário
haydnfernandez@ig.com.br

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Após estudo da planilha da Relatividade do Tempo e da Gravidade que foram desenvolvidas pelo eng. Geraldo Antunes Cacique, estou convencido que é a melhor forma para o entendimento destas questões. Portanto solicito a todas as pessoas estudiosas desta matéria que tenham pelo menos a curiosidade de verificar o conteúdo desta planilha, entrando na página “A Órbita dos Planetas”, que é o sexto item do menu principal que onde estão todas as páginas do site de Deduções Lógicas.

Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física
manganao24@gmail.com

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Caríssimo Cacique, saudações.

Gostaria de agradecer pelo belo presente que você me proporcionou. Sendo engenheiro, eu tenho uma certa adoração pela física e você com esta atitude me mostrou uma nova metodologia de vislumbrar a física de uma forma prazerosa e simples. Seu livro parece vivo. Os conhecimentos, ali explicitados explicam o funcionamento da natureza e do universo. Suas deduções lógicas são tão fascinantes que poderão dar aos cientistas condições uma nova dimensão para o futuro da humanidade.

Parabéns por esta deliciosa loucura.

Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil
Get1@ig.com.br

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Fiquei muito bem impressionado com os novos conceitos de física propostos pelo colega, Eng. Civil Geraldo Cacique. Sua matemática simples, sem precisar nem mesmo de usar uma derivada ou uma integral, introduziu um novo olhar sobre as tradicionais teorías da dilatação do tempo e da força centrifuga.

Ao deduzir a fórmula da força gravitacional a partir do tempo que esta partícula leva para percorrer uma determinada distância entre dois corpos, partícula que denominou "energétron", propõe uma nova visão para o funcionamento da força de gravidade.

Esta aí uma grande oportunidade para que nossas autoridades invistam no potencial científico da juventude brasileira.

Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
ideiaprojetos@oi.com.br

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- Odair Santos Junior - Engenheiro Civil
odairsantosjunior@yahoo.com.br

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Se o conhecimento e a ciência tivessem ficado dependentes dos ignorantes, que nada sabem e nem querem saber, ou mesmo dos auto-suficientes, que pensam que sabem tudo e não têm o que aprender, estaríamos mais próximos das eras primitivas do que do mundo moderno atual.

A contestação, a pesquisa e a inovação foram e continuarão sendo as responsáveis por todos os progressos da ciência e do conhecimento em todos os campos da vida.

Por isso, acredito que as persistentes "deduções lógicas" do Geraldo Cacique poderão trazer mais avanços naqueles campos que todas as honrarias que são dedicadas - com toda a justiça, diga-se logo -aos que trouxeram contribuições até o presente mas, deitaram-se nos louros das conquistas e não conseguiram ou puderam prosseguir.

- Marcos Sant'Anna ( Engenheiro e Empresário)
marvsan08@gmail.com

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