Inflação (maio de 2005)

Os preços das mercadorias e serviços são determinados pela oferta e procura dos mesmos. Assim, por exemplo, na safra do tomate, a quantidade de tomate ofertado aumenta. Por ser um produto perecível, não podendo ser estocado, ele precisa ser imediatamente consumido, aumentando portanto a sua oferta. Isso leva a uma redução do seu valor.

No período da entre-safra, a produção cai e conseqüentemente o seu valor é aumentado, mostrando uma flutuação nos preços. Assim, a população consome mais tomate na época de mais oferta, substituindo o tomate por outros alimentos na época de menos oferta. Isto faz com que o preço do tomate não aumente tanto.
A quantidade de dinheiro que circula no país é controlada pelo Banco Central. Quando o valor em dinheiro arrecadado pelo governo para pagar suas contas é insuficiente, ele tem as seguintes soluções:


- aumentar impostos,
- tomar emprestado,
- ou simplesmente imprimir mais cédulas.


Se o governo optar pela última solução, então, ele simplesmente se utiliza de papéis sem valor para imprimir dinheiro, e com ele paga as suas dívidas ou faz suas obras. Que milagre é esse que faz com que um simples pedaço de papel após tingido passe a ter valor?! A resposta é simples. Esses papéis tingidos, ao passarem pelos caixas do governo, aumentam o meio circulante da nação. Sendo assim, de maneira análoga ao caso dos tomates, essa maior oferta de dinheiro disponível no mercado desvaloriza todo o dinheiro existente, ou seja, cada nota passa a valer menos e por conseguinte, o mesmo valor em dinheiro passa a ter menos poder de compra. Para compreender melhor essa questão, imaginemos uma sociedade fechada, que possui 1000 notas em circulação. Se o governo dessa sociedade imprime mais 100 notas para fazer suas despesas, esse aumento para 1100 notas continua valendo o mesmo que as 1000 notas iniciais de acordo com a lei da oferta e procura. Assim, um país emite dinheiro sem o conhecimento da nação para substituir impostos que ele não pode aumentar, o que indiretamente acabam sendo pagos proporcionalmente por cada um dos habitantes de acordo com a quantidade de dinheiro que ele possui. Essa situação ocorreu no Brasil quando o governo obrigou o Banco Central a emitir dinheiro para cobrir as despesas, criando inflações galopantes conforme o grau de necessidade do governo para pagar as suas contas. Por isso, em muitos países, o Banco Central é independente a fim de que os governantes não usem esse procedimento ilícito de cobrar impostos.
No Brasil, tanto dinheiro foi emitido em determinadas épocas, criando uma inflação tão acentuada que traumatizou os brasileiros.

Inflação de demanda

Inflação de demanda ocorre quando a procura por um bem é maior do que a sua oferta.
Quando os bancos aumentam a disponibilidade de crédito, aumenta também o poder aquisitivo da população, ocasionando uma inflação de demanda, pois a população com mais dinheiro disponível leva ao aumento da procura pelos bens sem aumentar os estoques dos fornecedores. Então, estes aproveitam o aumento da procura para aumentar seus preços.

Controle da Inflação

Uma das funções do Banco Central é administrar a inflação. Ele faz isso, controlando a emissão de papel moeda e também a oferta e procura por empréstimos através das taxas de juros cobrados pelos bancos.

Taxa SELIC

Taxa SELIC é o valor da taxa de juros definido pelo governo através do Banco Central para remunerar os investidores que aplicam nos papéis do governo brasileiro. Então, seu valor é definido pela necessidade de captação de recursos pelo governo para pagar as suas dívidas.

Essa taxa não tem nada a ver com disponibilidade de créditos oferecida pelos bancos para a população, pois essa só tem acesso a empréstimos através das taxas dos juros bancários. Por exemplo, hoje, dia 28/04/2005, a taxa SELIC tem um valor determinado pelo Banco Central de 19,5% ao ano, enquanto os juros bancários disponíveis para a população variam ao bel prazer dos bancos de 60% até na ordem de 200% ao ano, sem nenhum controle por parte do Banco Central. Portanto, o controle da taxa SELIC determina apenas a remuneração aos investidores que aplicam nos papéis do governo, ou seja o custo que o governo tem para rolar sua dívida; salientamos, que atualmente no nosso país, os empréstimos são feitos exclusivamente para saldar dívidas.

A teoria econômica que prediz que, ao aumentar os juros que a população usa nos seus empréstimos para adquirir bens e serviços está correta; o que não está certo é o Banco Central aumentar o valor da dívida brasileira através da taxa SELIC, usando o malicioso argumento de que está combatendo a inflação. Tal argumento é imediatamente aceito por uma população já traumatizada pelas galopantes inflações que têm ocorrido no país. O controle da inflação só se firmaria através da administração dos juros bancários.

Quando o Banco Central varia a taxa SELIC de +- 0,5% sobre uma taxa de 19,5% ao ano como se estivesse controlando a inflação, o sistema bancário acrescenta também +- 0,5% sobre as taxas bancárias para ludibriar as autoridades financeiras como se as taxas bancárias dependessem da taxa SELIC.

A taxa SELIC não tem nada a ver com o controle da inflação; tanto isso é verdade que o governo levou o valor da taxa de 25% ao ano para 16% ao ano sem que houvesse nenhuma modificação significativa nos índices de inflação, e ela poderia chegar até na ordem de 3% ao ano sem afetar em nada os índices de inflação. No entanto, por interesses que não são aqueles da população, alegando um combate fictício à inflação, voltou a elevar as taxas SELIC para o valor de 19,5% ao ano. Lembremos que, para um país que deve quase 1 trilhão de reais, cada 1% no aumento da taxa SELIC significa o aumento da dívida do governo em 10 bilhões de reais por ano. Logo, se o Brasil tivesse uma taxa SELIC como a dos países civilizados, da ordem de 2% ao ano ao invés da taxa atual de 19,5% anual, nosso país faria uma economia de 175 bilhões de reais anuais. Os juros é o nosso maior problema!

O Brasil está passando por várias dificuldades financeiras por falta de verbas para:
- saúde,
- educação,
- energia,
- transporte,
- segurança pública, etc.

Mas se houvesse uma taxa SELIC justa, teríamos condições de resolver todas as dificuldades acima, e uma taxa SELIC justa só depende da boa vontade do governo, que só não a implementa, porque os seus integrantes foram convencidos por aqueles economistas que decoram as leis da Economia e usa-as sem lógica, como aquela que afirma que a inflação é combatida com o aumento dos juros; mas que, ao aplicá-la, interpreta-a erroneamente, em vez de ser sobre os juros bancários, faz os juros definidos pela taxa SELIC. Este mero erro de interpretação fez com que a nossa dívida do início do governo FHC pulasse de 60 bilhões de reais para o trilhão de reais que estarão sendo alcançados nos próximos meses além dos bilhões gastos com amortizações neste mesmo período. Todo este dinheiro foi jogado fora pelo governo, à título de uma luta contra a inflação, enquanto os brasileiros assistiam pacificamente por acreditarem piamente nos seus economistas.

A LÓGICA É A MÃE DE TODAS AS CIÊNCIAS.

Entidades de Engenharia Mineiras que apóiam as "Deduções Lógicas".

Clique nas imagens para ampliá-las(Reproduções)


Veja aqui a versão completa da página ==>> Versão Completa.

INEC
Instituto Nacional de Engenharia Civil.

IMEC
Instituto Mineiro de Engenharia Civil.
cursos@imec.org.br
SINGEO
Sindicato dos Geólogos.
singeomg@singeomg.org.br.
ABENC
Associação Brasileira de Engenheiros Civis/MG.
SMEA
Sociedade Mineira de Engenheiros Agrônomos.

Relação de proeminentes engenheiros mineiros que após reunirem com Geraldo Cacique na casa deste ou em salas do edifício do CREA MG na Av.Raja Gabaglia, Belo Horizonte, Minas Gerais, apóiam as interessantes teorias de Deduções Lógicas existentes no site “Deduções Lógicas” :

Declarações:

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PROLEGÔMENOS

“Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.

Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.

Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.

Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.

Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:

“NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
In. Haydn Amaral Fernandez

Veja aqui a declaração completa: Declaração Completa

Haydn Amaral Fernandez
Engenheiro Civil
Professor Universitário
haydnfernandez@ig.com.br

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Após estudo da planilha da Relatividade do Tempo e da Gravidade que foram desenvolvidas pelo eng. Geraldo Antunes Cacique, estou convencido que é a melhor forma para o entendimento destas questões. Portanto solicito a todas as pessoas estudiosas desta matéria que tenham pelo menos a curiosidade de verificar o conteúdo desta planilha, entrando na página “A Órbita dos Planetas”, que é o sexto item do menu principal que onde estão todas as páginas do site de Deduções Lógicas.

Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física
manganao24@gmail.com

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Caríssimo Cacique, saudações.

Gostaria de agradecer pelo belo presente que você me proporcionou. Sendo engenheiro, eu tenho uma certa adoração pela física e você com esta atitude me mostrou uma nova metodologia de vislumbrar a física de uma forma prazerosa e simples. Seu livro parece vivo. Os conhecimentos, ali explicitados explicam o funcionamento da natureza e do universo. Suas deduções lógicas são tão fascinantes que poderão dar aos cientistas condições uma nova dimensão para o futuro da humanidade.

Parabéns por esta deliciosa loucura.

Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil
Get1@ig.com.br

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Fiquei muito bem impressionado com os novos conceitos de física propostos pelo colega, Eng. Civil Geraldo Cacique. Sua matemática simples, sem precisar nem mesmo de usar uma derivada ou uma integral, introduziu um novo olhar sobre as tradicionais teorías da dilatação do tempo e da força centrifuga.

Ao deduzir a fórmula da força gravitacional a partir do tempo que esta partícula leva para percorrer uma determinada distância entre dois corpos, partícula que denominou "energétron", propõe uma nova visão para o funcionamento da força de gravidade.

Esta aí uma grande oportunidade para que nossas autoridades invistam no potencial científico da juventude brasileira.

Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
ideiaprojetos@oi.com.br

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- Odair Santos Junior - Engenheiro Civil
odairsantosjunior@yahoo.com.br

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Se o conhecimento e a ciência tivessem ficado dependentes dos ignorantes, que nada sabem e nem querem saber, ou mesmo dos auto-suficientes, que pensam que sabem tudo e não têm o que aprender, estaríamos mais próximos das eras primitivas do que do mundo moderno atual.

A contestação, a pesquisa e a inovação foram e continuarão sendo as responsáveis por todos os progressos da ciência e do conhecimento em todos os campos da vida.

Por isso, acredito que as persistentes "deduções lógicas" do Geraldo Cacique poderão trazer mais avanços naqueles campos que todas as honrarias que são dedicadas - com toda a justiça, diga-se logo -aos que trouxeram contribuições até o presente mas, deitaram-se nos louros das conquistas e não conseguiram ou puderam prosseguir.

- Marcos Sant'Anna ( Engenheiro e Empresário)
marvsan08@gmail.com

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