A Economia Brasileira - Junho/2003
A regra básica de qualquer ciência é a lógica. Vamos demonstrar que a economia brasileira está sendo conduzida sem o emprego da mesma.
Juros baixos em defesa do Brasil
O maior problema do Brasil atualmente é a imensa transferência de riquezas daqueles que as produzem, industriais e trabalhadores, para os ricos. Não é coincidência que o Brasil tenha taxas de desemprego recordes e os bancos, simultaneamente, tenham os maiores lucros de toda a história do país. O fato é que, quanto maior o lucro dos bancos menor a produção e a renda dos industriais e dos trabalhadores. É preciso interromper essa transferência de renda com urgência.
Para interromper essa transferência não há outra forma que não a redução da taxa de juros e a conseqüente redução de despesas com os pagamentos das dívidas públicas. No Brasil, temos uma situação em que, por causa das dívidas públicas, o capital produtivo é penalizado com impostos altos, juros altos e leis trabalhistas onerosas. Por outro lado, o capital especulativo é premiado com os maiores juros do mundo, com dívidas protegidas contra a inflação e garantia de pagamento mesmo às custas do patrimônio da União.
Há um falso consenso entre os analistas de mercado e os setores da mídia de que o país entrará em dificuldades com a redução dos juros. Mas quais seriam essas dificuldades? Esses analistas e “pregoeiros do apocalipse” enumeram as seguintes:
1) Volta da inflação;
2) fuga de capitais estrangeiros;
3) inadimplência.
Os três argumentos são falsos, como demonstrarei.
1) sobre a inflação
Não há risco da volta da inflação. É sabido por todos que o aumento dessa, vivido no final do governo FHC, nada tem a ver com a inflação de demanda, pois os preços que subiram foram os preços administrados. O culpado pela inflação é o aumento do dólar e das tarifas públicas. Não há como reputar a culpa ao consumo.
Como os fundamentalistas do mercado acham que a inflação é de demanda, por causa de um consumo pretensamente maior, teimam em manter os juros altos para conter o consumo e, conseqüentemente, a produção. Mas com isso geram recessão, desemprego e desindustrialização.
Além disso, o argumento se mostra falso, porque todos sabem que a inflação é devida à expansão da base monetária e esta está sob estrito controle do Banco Central que a diminui, por exemplo, através do compulsório sobre os depósitos bancários e da reduzida emissão de papel moeda. Hoje, não há risco de inflação por expansão da base monetária no Brasil.
Também não há risco de inflação de demanda por aumento de consumo, pois a taxa de juros praticada pelo comércio, para crédito direto ao consumidor, pouco ou nada tem a ver com a taxa estipulada pelo Copom, a verdadeira vilã que deve ser combatida.
2) sobre a fuga de capitais
Não há possibilidade de saída do capital estrangeiro aplicado na produção, pois ele está imobilizado em ativos reais e foi aplicado com a finalidade de se obter lucro com a produção e não com a especulação. Já o capital volátil, de curto prazo, é que pode vir a sair do Brasil com a queda da taxa de juros. Mas mesmo essa situação pode ser evitada com o controle do fluxo de capitais e o alongamento da dívida. Essa opção foi usada, por exemplo, pela Coréia do Sul e pela Malásia, para saírem da crise cambial na Ásia.
3) inadimplência
A inadimplência, como causa dos juros altos, também é um argumento falso. As financeiras e os bancos justificam esses juros por causa de altos índices de inadimplência. A mesma se combate com empréstimos bem estudados e bons fichas cadastrais, não com juros altos.
Esses três argumentos fajutos foram incutidos de tal forma na mente dos brasileiros, que em qualquer roda de prosa todos falam que os juros estão altíssimos, mas, se falar em baixar os mesmos, ninguém concorda.
Outros argumentos usados pelos economistas:
A dívida interna não precisa ser paga. Ela poderá sempre ser rolada, portanto os juros têm que ser altos para que haja condições de se fazer essa rolagem.
Isso seria possível se ela tivesse determinado tamanho. Quem empresta quer receber juros, ainda que seja uma parte dos mesmos. Hoje, a dívida é uma bola de neve, beirando oitocentos bilhões de reais, com juros reais a 14,5% ao ano (26,5% menos uma inflação de 12% ao ano), o que significa um aumento anual de 116 bilhões de reais por ano.
Como será paga está dívida?
Ela já é impagável.
Então, o Brasil vai quebrar? Não como uma pessoa física ou jurídica. Quando estes não pagam ou não rolam as suas dívidas, ficam sem crédito, param de funcionar, ficam sem rendas, perdem seus patrimônios.
Um país, quando não paga ou não rola suas dívidas, não perde totalmente as suas receitas nem os seus patrimônios vão a leilão. Algum imposto continua sendo arrecadado. Mas os que emprestaram para o governo acabam perdendo tudo. O movimento produtivo do país diminui, cai o PIB, aumenta o desemprego, há diminuição dos salários. O resultado é a fome, o caos e a revolta.
E isso acontecerá com o Brasil?
Claro, se os juros continuarem como estão.
Quando? Quando não conseguirem rolar as dívidas. Veja a agitação do mercado toda semana em que o país tem que rolar empréstimos maiores.
A usura de quem empresta para o país, através dos papéis do governo, é muito grande.
Eles só emprestam por causa dessa usura, mas todos estão atentos. A qualquer sinal que o Brasil demonstrar de não ter condições de saldar os seus compromissos, haverá uma corrida para resgatar esses papéis e eles sabem que só os primeiros conseguirão salvar alguma coisa.
Então não há solução para o nosso país?
Talvez, se o governo tomar as medidas certas, enquanto é tempo.
E quais são essas medidas?
Abaixar imediatamente os juros para patamares civilizados, talvez 3% ao ano, junto a outras medidas, como decretar o alongamento da dívida por algumas décadas.
Ao abaixar os juros, todos os credores tentarão resgatar os seus papéis e o governo não terá como honrar seus compromissos, por isso, os juros estão nestes patamares, para convencer os credores a continuar emprestando. O governo toma esse dinheiro emprestado num dia para, no outro, pagar as dívidas a esses mesmos investidores dos títulos que estão vencendo.
Tomar empréstimo para construir uma estrada, um hospital ou uma universidade é diferente de tomar dinheiro para pagar dívidas é transferir dinheiro de quem trabalha para aquele que especula.
É um absurdo! E mais absurdo ainda é que os governantes não enxergam o que de fato está acontecendo, principalmente, para quem se elegeu dizendo e prometendo acabar com isso.
É necessário, hoje, baixar os juros para os patamares da realidade e decretar o alongamento da dívida por algumas décadas.
Mas isso não é calote? Não, porque os credores terão chances de receber ao longo dos anos as suas dívidas, diga-se de passagem, patrimônio feito graças a esses juros pagos pelos governos durante os últimos 20 ou mais anos. É o melhor que pode acontecer com os mesmos. Se houver uma corrida para resgatar aqueles papéis, todos os credores perderão tudo.
Então, deliberadamente, o governo trará prejuízo aos brasileiros? Não: 1/3 da dívida está com os bancos, 1/3 com os fundos e 1/3 na mão de uma minoria rica. Essa medida não afetará a maioria dos brasileiros.
E os bancos, os fundos e os ricos especuladores quebrarão? Não, ninguém quebrará. Eles simplesmente deixarão de ganhar tanto, como vêm ganhando nos últimos anos.
É preciso completar essa medida com outras, como, por exemplo, proteger os bancos contra uma corrida aos seus ativos líquidos. Não é dar dinheiro para os mesmos, pois eles têm patrimônios que poderão ser convertidos em dinheiro para saldar os seus compromissos.
Um país precisa de bancos fortes para ajudar a alavancar o progresso, mas que funcionem como bancos. Hoje, eles simplesmente se interessam em emprestar fundos apenas para o governo, porém, tendo nome de banco, são obrigados a emprestar para outros setores para continuarem a ser de chamados de bancos.
O gerente, aquela pessoa que conhecia todos de sua comunidade, que sabia estudar os projetos dos tomadores de empréstimos, para emprestar apenas para aqueles que demonstrassem ser rentáveis, desapareceu dos bancos. É um funcionário caro e desnecessário. Os bancos, hoje, não financiam nenhum projeto que venha a produzir empregos, fonte de impostos ou riqueza para o país, simplesmente, porque eles sabem que nenhum negócio suporta pagar os juros cobrados. Os gerentes foram substituídos por moças recém-formadas, de boa aparência e fino trato, com salários baixos e com a principal finalidade de conseguir clientes novos. Os empréstimos estão à disposição de qualquer um, a qualquer hora. São definidos pelos computadores, que, através da renda de cada um dos clientes e de estatísticas, calculam a sua capacidade de pagamento para esses juros absurdos.
É necessário que os bancos voltem a ser os alavancadores do progresso.
Para se ter bancos fortes é preciso ter dinheiro para emprestar, então, será necessário acabar com o compulsório.
Mas abaixando-se os juros, a inflação de demanda não voltará com força total?
Claro que não.
Como não?
Nós estamos falando dos juros determinados pelo Banco Central, a taxa Selic. Esses juros quebram o país, os estados e os municípios. Há outros tipos de juros que não influenciam no governo e que talvez sejam mais prejudiciais ao país, pois implicam diretamente no aumento do desemprego.
Que juros são esses?
Os juros bancários que são completamente desvinculados da taxa Selic e são praticados pelos bancos, agiotas e lojas.
Como esse tipo de juro influencia no progresso do nosso país?
Através do desemprego gerado sob os seguintes pontos:
Primeiro: Capital de giro
A maior fonte de emprego se dá através de micro empresas. Quantos milhares de micro empresas deixaram de existir ou não foram criadas devido à falta de capital de giro?
Em outros países (ou no Brasil de outras épocas) os bancos privados, através dos seus gerentes, analisam e financiam micro empresas. Hoje, no Brasil, não existem esses instrumentos de financiamento e alavancadores do progresso. Os bancos não financiam mais porque sabem que nenhum negócio suporta pagar os juros cobrados e os milhares de pequenos empreendedores sabem que, se forem financiados pelos bancos, eles falem.
Segundo: a inibição de indústrias
Um brasileiro precisa comprar uma geladeira, mas não tem como comprar a vista. Entra no crediário para adquiri-la.
Com os juros do crediário, ele acaba pagando o valor de duas geladeiras ou mais. Um tanto para pagar a geladeira, o restante para pagar os juros. Se, no Brasil, fossem praticados juros decentes, como em outros países, esse brasileiro, com o mesmo valor gasto em crediário, compraria, além da geladeira, uma televisão e um liquidificador, dando mais emprego, pagando mais impostos, etc. Quantos milhares de geladeiras, tvs, pares de sapatos e metros de panos deixaram de ser produzidos nos últimos 20 anos?
Quantos empregos deixaram de ser criados?
Os juros em questão são os maiores responsáveis pela alta taxa de desemprego do Brasil.
Então esses tipos de juros também devem ser contidos?
Claro.
E como se pode fazer isso?
É só regulamentar o que já está na constituição. Os juros reais não podem ser maiores que 12% ao ano.
Mas, ao abaixarem-se esses juros, a inflação não voltará?
Sim, mas inflação de demanda. Abaixando-se os mesmos, aumenta a venda de tudo o que existe nos estoques, fazendo com que os preços aumentem.
É a oportunidade dos fabricantes de bens de consumidos pelas pessoas ganharem com o aumento dos preços. Assim, eles contratarão mais funcionários, aumentarão os turnos de trabalho, e em pouco tempo os estoques estarão refeitos e a concorrência entre eles fará com que os preços voltem aos seus patamares iniciais. Nesse intervalo, aparecem mais empregos no país e arrecada-se mais impostos, com o aumento da produção. Vemos que a inflação de demanda, a médio prazo, tem índice zero. Os preços sobem para logo em seguida caírem.
Não existe uma maneira de combater esta inflação de demanda?
É possível ao governo criar alguns mecanismos para amainar os efeitos momentâneos da inflação de demanda, como limitar a venda total dos estoques, limitar o prazo das vendas, e várias outras maneiras.
E como ficam as teorias econômicas e os economistas, com uma mudança tão brusca na economia?
O que funciona em qualquer ciência é a lógica. Tudo o que está escrito acima é pura lógica. Agora, a economia praticada no Brasil é uma economia lógica para os especuladores, os banqueiros, mas não para o povo brasileiro. Basta ver a grandeza dos números. A dívida interna brasileira passou de 60 bilhões de reais, na posse de Fernando Henrique, no Ministério da Fazenda, para quase um trilhão de reais. E quanto através de impostos foram desviados para pagamento dessa dívida nesse período? 200 bilhões, 400 bilhões ou muito mais.
Se o Fernando Henrique tivesse bom senso e optasse por uma política real de juros, o Brasil certamente seria outro.
Mas o lobby dos especuladores o convenceu de que o caminho certo era o que interessava aos ricos e não ao Brasil, como está acontecendo novamente com Luís Inácio Lula da Silva.
Não podemos falar que o aumento da dívida, neste período, foi porque o Brasil tomou dinheiro emprestado para construir estradas, hospitais, escolas ou barragens. Nada disso. Foi exclusivamente para rolar a dívida, que acabou virando uma bola de neve.
Podemos afirmar que as teorias econômicas aplicadas no Brasil, até agora, são para beneficiar a classe especuladora, e não o Brasil como um todo.
Está na hora dos políticos aplicarem a regra máxima de qualquer ciência: a lógica.
Abandonar essa política econômica e usar a lógica para beneficiar o Brasil.
Para gerir uma casa, uma empresa ou um país, as regras básicas da economia são as mesmas. Só diferem na grandeza de números.
Sabe-se que uma pessoa ou firma que deve a agiotas se continuar tomando dinheiro emprestado de outros para pagar os primeiros, não tem outro destino a não ser a falência.
O mesmo acontece com os países.
Portanto, a lógica indica que só há um caminho. Dívidas só são viáveis se puderem ser pagas com diferença entre arrecadação e despesas.
O problema principal do Brasil é este: "Os Juros Internos". Se o governo Lula não tomar, imediatamente, providências simples e lógicas, como parar de pagar esses juros, será a maior frustração para todos os brasileiros, mesmo para aqueles que não votaram nele, mas têm esperanças de um Brasil melhor. Será uma frustração, porque ele não cumprirá as suas promessas, pois não terá dinheiro para nada: combater a violência, melhorar a saúde e a educação, criar os 10 milhões de empregos da promessa de sua campanha, ou seja, ele não fará nada, nem mesmo o seu projeto "Fome Zero". Acabará levando o país à falência, ao caos e à revolta.
O Brasil espera que os seus políticos voltem a ser lógicos.
Responder
Entidades de Engenharia Mineiras que apóiam as "Deduções Lógicas".
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Veja aqui a versão completa da página ==>> Versão Completa.
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INEC Instituto Nacional de Engenharia Civil. |
IMEC Instituto Mineiro de Engenharia Civil. cursos@imec.org.br |
SINGEO Sindicato dos Geólogos. singeomg@singeomg.org.br. |
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ABENC Associação Brasileira de Engenheiros Civis/MG. |
SMEA Sociedade Mineira de Engenheiros Agrônomos. |
Relação de proeminentes engenheiros mineiros que após reunirem com Geraldo Cacique na casa deste ou em salas do edifício do CREA MG na Av.Raja Gabaglia, Belo Horizonte, Minas Gerais, apóiam as interessantes teorias de Deduções Lógicas existentes no site “Deduções Lógicas” :
Declarações:
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PROLEGÔMENOS
“Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.
Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.
Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.
Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.
Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:
“NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
In. Haydn Amaral Fernandez
Veja aqui a declaração completa: Declaração Completa
Haydn Amaral Fernandez
Engenheiro Civil
Professor Universitário
haydnfernandez@ig.com.br
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Após estudo da planilha da Relatividade do Tempo e da Gravidade que foram desenvolvidas pelo eng. Geraldo Antunes Cacique, estou convencido que é a melhor forma para o entendimento destas questões. Portanto solicito a todas as pessoas estudiosas desta matéria que tenham pelo menos a curiosidade de verificar o conteúdo desta planilha, entrando na página “A Órbita dos Planetas”, que é o sexto item do menu principal que onde estão todas as páginas do site de Deduções Lógicas.
Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física
manganao24@gmail.com
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Caríssimo Cacique, saudações.
Gostaria de agradecer pelo belo presente que você me proporcionou. Sendo engenheiro, eu tenho uma certa adoração pela física e você com esta atitude me mostrou uma nova metodologia de vislumbrar a física de uma forma prazerosa e simples. Seu livro parece vivo. Os conhecimentos, ali explicitados explicam o funcionamento da natureza e do universo. Suas deduções lógicas são tão fascinantes que poderão dar aos cientistas condições uma nova dimensão para o futuro da humanidade.
Parabéns por esta deliciosa loucura.
Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil
Get1@ig.com.br
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Fiquei muito bem impressionado com os novos conceitos de física propostos pelo colega, Eng. Civil Geraldo Cacique. Sua matemática simples, sem precisar nem mesmo de usar uma derivada ou uma integral, introduziu um novo olhar sobre as tradicionais teorías da dilatação do tempo e da força centrifuga.
Ao deduzir a fórmula da força gravitacional a partir do tempo que esta partícula leva para percorrer uma determinada distância entre dois corpos, partícula que denominou "energétron", propõe uma nova visão para o funcionamento da força de gravidade.
Esta aí uma grande oportunidade para que nossas autoridades invistam no potencial científico da juventude brasileira.
Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
ideiaprojetos@oi.com.br
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- Odair Santos Junior - Engenheiro Civil
odairsantosjunior@yahoo.com.br
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Se o conhecimento e a ciência tivessem ficado dependentes dos ignorantes, que nada sabem e nem querem saber, ou mesmo dos auto-suficientes, que pensam que sabem tudo e não têm o que aprender, estaríamos mais próximos das eras primitivas do que do mundo moderno atual.
A contestação, a pesquisa e a inovação foram e continuarão sendo as responsáveis por todos os progressos da ciência e do conhecimento em todos os campos da vida.
Por isso, acredito que as persistentes "deduções lógicas" do Geraldo Cacique poderão trazer mais avanços naqueles campos que todas as honrarias que são dedicadas - com toda a justiça, diga-se logo -aos que trouxeram contribuições até o presente mas, deitaram-se nos louros das conquistas e não conseguiram ou puderam prosseguir.
- Marcos Sant'Anna ( Engenheiro e Empresário)
marvsan08@gmail.com
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