12 - A existência de velocidade maior do que a velocidade da luz no Universo

12 - A existência de velocidade maior do que a velocidade da luz no Universo

No meu modelo de Universo, para que haja universos visíveis dentro do Universo Verdadeiro, se faz necessário a existência de galáxias com velocidades superiores a da luz.
As planilhas elaboradas por mim para calcular a dinâmica das galáxias e a luz entre elas fornecem resultados numéricos que são consistentes com aqueles dados observacionais fornecidos pela Astronomia. Essas planilhas consideravam:

– que os fótons sofrem influência das velocidades de suas fontes;
– a existência do Big Bang;
– galáxias com velocidades V de expansão do Universo maiores do que a da luz.
Como as planilhas provaram que o nosso modelo de Universo estava correto, isso prova também que todos aqueles conceitos utilizados nas suas elaborações estão certos.
A influência da velocidade das fontes sobre os seus fótons e a existência do Big Bang já foram explicadas e comprovadas anteriormente. Explicaremos agora como é possível as galáxias possuírem velocidades superluminais.
Através da Relatividade Gravitacional, mostramos que, quando aceleramos uma partícula, as forças internas que mantém a sua coesão cresce com a fórmula, , onde:

F0 = Força Gravitacional forte com a partícula parada;
Fv = Força Gravitacional forte com a partícula com velocidade v.
Assim, quando a velocidade v da partícula tende para c, a força tende para infinito, ou seja, não é possível acelerar uma partícula até a velocidade da luz. Isso acontece nos aceleradores de partículas, onde toda a energia usada para acelerar a partícula é transformada no aumento dessa força Fv de coesão.
No entanto, durante a aceleração dos quanta de energia na fase de aceleração do Big Bang, por ainda não existirem materialização dessa energia, foi possível que esses quanta adquirissem velocidades muito superiores à velocidade da luz, já que não tinham força de coesão interna, que existe nas partículas fundamentais já materializadas.
Assim, os quanta que já adquiriram essas velocidades superluminais constantes começaram a se unir uns aos outros formando as primeiras partículas fundamentais que, após vários níveis de materialização, formaram os átomos, que deram origem às nebulosas e daí as atuais galáxias, que mantiveram as suas velocidades superluminais dos seus quanta originais.
Dessa forma, explicaremos de maneira simples e lógica a existência de velocidades maiores que a velocidade da luz no Universo. Entretanto, não é possível obter velocidades dessas grandezas depois que a energia foi materializada em partículas.
Qual é a maior velocidade possível de existir na Terra para uma partícula?
É uma velocidade próxima de c. Vimos que não é possível acelerar uma partícula até alcançar a velocidade da luz, pois toda energia que fornecemos à partícula para acelerá-la quando esta estiver próxima à velocidade da luz será usada para aumentar a força gravitacional forte de coesão interna dessa partícula. No entanto, é possível que a própria Terra tenha uma velocidade de expansão no Universo várias vezes a velocidade da luz, adquirida durante o Big Bang pelos quanta de energia que darão origem à Terra. Mas, como nós estamos na Terra, pensamos que estamos parados, e portanto não há como conhecer a nossa velocidade de expansão no Universo. Além disso, não temos uma maneira de compará-la com as velocidades de expansão de outras galáxias pois, graças ao Efeito Maurício, todas elas estão se afastando de nós, que enxergamos somente aquelas galáxias que pertencem ao nosso Universo Visível, afastando-se no máximo com uma velocidade bem próxima a da luz.

E qual é a maior velocidade da luz que podemos conhecer?
Se a fonte de luz estivesse no referencial da Terra, para nós aqui na Terra, a luz teria sempre uma velocidade constante e igual a c,mas, se sua fonte estivesse num referencial com uma velocidade relativa v em relação à Terra, então, para nós que conhecemos a velocidade v, os fótons adquirem as suas velocidades de emissão c mais a velocidade v da fonte, isto é, c + v. Assim, quando construímos uma nave capaz de viajar com velocidade , os fótons emitidos por ela na mesma direção e sentido de sua velocidade terão uma velocidade resultante de c +  = 450.000 Km/s. Aqueles fótons emitidos em sentidos contrário à velocidade v da nave apresentarão para nós velocidade c-v, ou seja, nesse caso, c -  = 150.000 Km/s.
Para nós aqui na Terra, as naves que existem atualmente, viajando em direção à Lua, com v ≈ 8,3 Km/s, um fóton emitido dessas naves nessa mesma direção alcançará a Lua com velocidade de aproximadamente 300.008,3 Km/s.

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