Energia Escura e Matéria Escura
A física chegou à conclusão que a velocidade de expansão do Universo está acelerando e, para explicar essa aceleração, criou a energia escura. Ao mesmo tempo, para explicar a velocidade do Sol na sua órbita em torno do centro da Via-Láctea, que é de 220 Km/s, ao invés de 160 Km/s, determinada teoricamente utilizando a lei gravitacional de Newton, deduziu a existência da matéria escura.
Deduções Lógicas interpreta essa dedução de duas maneiras:
1º) Esses resultados são devidos à interpretações erradas da física ao medir a luz que nos chega das supernovas, que não confere com os resultados previstos teoricamente pela lei de Hubble, e daí concluiu a existência da energia escura.
E como não é possível determinar com exatidão a órbita do Sol em torno do centro da Via-Láctea, considerou-a como circular, no entanto, se essa órbita for elíptica com uma excentricidade semelhante a do planeta Júpter, explicaria a diferença de 160 Km/s para 220 Km/s entre a velocidade calculada e a medida.
Deduções Lógicas explica esses erros de interpretação da seguinte maneira:
Aceleração da velocidade de expansão (Antigravidade Cosmológica)
Como a Ciência propôs a existência da matéria escura
2º) Se a Ciência estiver certa e realmente existir a matéria e a energia escura, Deduções Lógicas, a partir da sua explicação sobre a materialização da energia emanada do Big Bang, pode explicar a existência da matéria e da energia escura.
A energia escura seria quanta de energia emanada do Big Bang que não uniu a outros quanta por terem se distanciado rapidamente, não dando tempo para a gravidade agir. Assim, esses quanta hoje orbitam em torno das galáxias.
Já a matéria escura seria partículas dos primeiros níveis que não uniram a outras partículas e que hoje também orbitam em torno das galáxias. Por serem partículas que não chegaram a formar átomos, não emitem luz, por isso, constituem hoje a matéria escura.
Níveis de formação de partículas a partir do Big Bang

Os quanta de energia fundamental Q foram ejetados da grande explosão na idade do Universo T0 =0. Cada um desses quanta Q na idade T1, quando terminou a fase de aceleração do Universo, possuía a sua velocidade de expansão no Universo. Eles se uniram aos pares pela gravidade para materializar a partícula A na idade T2. Duas dessas partículas A se uniram para formar um 2° nível de partículas B em T3, que, por sua vez, foram encontrar com uma outra partícula B já formada, gerando a partícula C em T4, e assim por diante, criando partículas em níveis cada vez mais complexos, passando pelos átomos, pelos gases, até chegar às nebulosas, na idade T5, e depois nas galáxias, no tempo T6, cujas velocidades de expansão (Ve), adquiridas durante a fase de aceleração, são proporcionais às distâncias dessas ao centro do Universo.
Todas as galáxias tiveram origem no caldo primordial de energia proveniente do Big Bang. Elas se afastam com velocidades uniformes, que são proporcionais às distâncias de cada uma delas ao centro do Universo. Quando as galáxias são formadas a partir das nebulosas, tendo em vista as grandes distâncias que as separam, a força gravitacional entre elas já não é forte o suficiente para fazê-las fundir numa estrutura ainda maior. Sendo assim, surgem apenas aglomerados de galáxias ligadas pela gravidade, porém distantes entre si. Esses aglomerados, por sua vez, formam os superaglomerados.
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