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3 semanas 3 dias atrás
Agradecimentos
O O autor O autor disse que não existe Força centrípeta, mas sim uma força centrifuga. Não modificou as três leis de Newton, de onde se deduzem todos os resultados dos casos particulares O autor disse que não existe força centrípeta, mas sim uma da Mecânica, o que significa que concorda com tais leis. A força centrípeta é um resultado da 2 ª lei de Newton aplicada ao movimento circular uniforme. Primeiro- As teorias de Deduções Lógicas propõem uma mudança na física, dando novas interpretações para os conceitos existentes. Enquanto a física atual é interpretada pelo observador no referencial da Terra, Deduções Lógicas é interpretada por um observador no referencial do espaço absoluto. Veja: http://www.deducoeslogicas.com/criacao/observador.html http://www.deducoeslogicas.com/criacao/referenciais.htm Segundo- Deduções Lógicas propõem que as leis da física valem para todos os referenciais. Mas, precisam ser interpretadas conforme o referencial do seu observador. Não existem diferença entre os referenciais inerciais e não inerciais. Isto, foi uma criação dos físicos para explicar a existência de uma força inexistente, a força centrípeta. Usando o exemplo do movimento circular uniforme abordado pelo autor: Primeiramente, as leis de Newton nos levam aos mesmos resultados em todos os referenciais inerciais, ou, as leis de Newton são as mesmas em todos os referenciais inerciais. A aplicação da 2ª lei de Newton nos leva à dedução de uma força centrípeta agindo sobre uma partícula em movimento circular uniforme. Terceiro- A teoria para a definição das forças que aparecem nos corpos em movimentos curvilíneos para Deduções Lógicas, é baseada no novo conceito de espaço absoluto que permitiu a dedução do universo verdadeiro e do universo visível cujas planilhas comprovam a influencia da velocidade das galáxias sobre os fótons emitidos por elas. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/universo/verdadeiro.html http://www.deducoeslogicas.com/universo/universo_visivel.html As forças que atuam nos corpos em movimentos curvilíneos alem de embasarem na gravidade Lógica são demonstradas em exemplos práticos. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/o_que_e.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/calculo.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html O autor não pode me ignorar dizendo que usei a Física que contesta para provar que o mesmo está errado. Mesmo porque não fiz isso, simplesmente usei a “lógica” em cima do fato de o autor aceitar as leis de Newton mas negar um resultado delas! Além do mais, existem exaustivas comprovações experimentais (as próprias leis do movimento foram formuladas por Newton em cima dos experimentos) de tudo o que foi afirmado aqui, e por isso, nem mesmo adianta tentar modificar as leis de Newton visando corrigir os erros lógicos, porque a “teoria” continuará errada! No caso da Relatividade Restrita faz o caminho inverso, muda os postulados mas ao mesmo tempo aceita a equação E=mc^2, aplicando-a em alguns casos específicos de sua “teoria”. Ora, essa equação é um resultado dos postulados da Relatividade Restrita de Einstein! Quarto- Deduções Lógicas mostra que a matemática da relatividade restrita esta certa ao chegar na mesma formula da relatividade do tempo de uma maneira diferente, mas dando ume interpretação nova do aquela formalizada por Einstein. Provando o absurdo da existência da dilatação temporal. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/relatividade/logica.html http://www.deducoeslogicas.com/importante/relatividade/comparacao.html Para ficar mais claro: O autor coloca aqui uma lista do que chama de “absurdos” da Relatividade de Einstein, dizendo que estes são eliminados em sua “teoria”. Nos dois casos discutidos aqui o autor comete erros “lógicos” de mesma natureza (contradição)! Quinto- Deduções Lógicas afirma que é um absurdo a dilatação do tempo mas chega a mesma formula E=mc^2 , quando propõem que as partículas fundamentais são formadas por duas outras partículas de nível inferior. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/gravidade/materializacao.html http://www.deducoeslogicas.com/fisica/energia_atomica.html . O autor disse que não existe Força centrípeta, mas sim uma força centrifuga. Não modificou as três leis de Newton, de onde se deduzem todos os resultados dos casos particulares O autor disse que não existe força centrípeta, mas sim uma da Mecânica, o que significa que concorda com tais leis. A força centrípeta é um resultado da 2 ª lei de Newton aplicada ao movimento circular uniforme. Primeiro- As teorias de Deduções Lógicas propõem uma mudança na física, dando novas interpretações para os conceitos existentes. Enquanto a física atual é interpretada pelo observador no referencial da Terra, Deduções Lógicas é interpretada por um observador no referencial do espaço absoluto. Veja: http://www.deducoeslogicas.com/criacao/observador.html http://www.deducoeslogicas.com/criacao/referenciais.htm Segundo- Deduções Lógicas propõem que as leis da física valem para todos os referenciais. Mas, precisam ser interpretadas conforme o referencial do seu observador. Não existem diferença entre os referenciais inerciais e não inerciais. Isto, foi uma criação dos físicos para explicar a existência de uma força inexistente, a força centrípeta. Usando o exemplo do movimento circular uniforme abordado pelo autor: Primeiramente, as leis de Newton nos levam aos mesmos resultados em todos os referenciais inerciais, ou, as leis de Newton são as mesmas em todos os referenciais inerciais. A aplicação da 2ª lei de Newton nos leva à dedução de uma força centrípeta agindo sobre uma partícula em movimento circular uniforme. Terceiro- A teoria para a definição das forças que aparecem nos corpos em movimentos curvilíneos para Deduções Lógicas, é baseada no novo conceito de espaço absoluto que permitiu a dedução do universo verdadeiro e do universo visível cujas planilhas comprovam a influencia da velocidade das galáxias sobre os fótons emitidos por elas. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/universo/verdadeiro.html http://www.deducoeslogicas.com/universo/universo_visivel.html As forças que atuam nos corpos em movimentos curvilíneos alem de embasarem na gravidade Lógica são demonstradas em exemplos práticos. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/o_que_e.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/calculo.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html O autor não pode me ignorar dizendo que usei a Física que contesta para provar que o mesmo está errado. Mesmo porque não fiz isso, simplesmente usei a “lógica” em cima do fato de o autor aceitar as leis de Newton mas negar um resultado delas! Além do mais, existem exaustivas comprovações experimentais (as próprias leis do movimento foram formuladas por Newton em cima dos experimentos) de tudo o que foi afirmado aqui, e por isso, nem mesmo adianta tentar modificar as leis de Newton visando corrigir os erros lógicos, porque a “teoria” continuará errada! No caso da Relatividade Restrita faz o caminho inverso, muda os postulados mas ao mesmo tempo aceita a equação E=mc^2, aplicando-a em alguns casos específicos de sua “teoria”. Ora, essa equação é um resultado dos postulados da Relatividade Restrita de Einstein! Quarto- Deduções Lógicas mostra que a matemática da relatividade restrita esta certa ao chegar na mesma formula da relatividade do tempo de uma maneira diferente, mas dando ume interpretação nova do aquela formalizada por Einstein. Provando o absurdo da existência da dilatação temporal. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/relatividade/logica.html http://www.deducoeslogicas.com/importante/relatividade/comparacao.html Para ficar mais claro: O autor coloca aqui uma lista do que chama de “absurdos” da Relatividade de Einstein, dizendo que estes são eliminados em sua “teoria”. Nos dois casos discutidos aqui o autor comete erros “lógicos” de mesma natureza (contradição)! Quinto- Deduções Lógicas afirma que é um absurdo a dilatação do tempo mas chega a mesma formula E=mc^2 , quando propõem que as partículas fundamentais são formadas por duas outras partículas de nível inferior. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/gravidade/materializacao.html http://www.deducoeslogicas.com/fisica/energia_atomica.html . O autor disse que não existe Força centrípeta, mas sim uma força centrifuga. Não modificou as três leis de Newton, de onde se deduzem todos os resultados dos casos particulares O autor disse que não existe força centrípeta, mas sim uma da Mecânica, o que significa que concorda com tais leis. A força centrípeta é um resultado da 2 ª lei de Newton aplicada ao movimento circular uniforme. Primeiro- As teorias de Deduções Lógicas propõem uma mudança na física, dando novas interpretações para os conceitos existentes. Enquanto a física atual é interpretada pelo observador no referencial da Terra, Deduções Lógicas é interpretada por um observador no referencial do espaço absoluto. Veja: http://www.deducoeslogicas.com/criacao/observador.html http://www.deducoeslogicas.com/criacao/referenciais.htm Segundo- Deduções Lógicas propõem que as leis da física valem para todos os referenciais. Mas, precisam ser interpretadas conforme o referencial do seu observador. Não existem diferença entre os referenciais inerciais e não inerciais. Isto, foi uma criação dos físicos para explicar a existência de uma força inexistente, a força centrípeta. Usando o exemplo do movimento circular uniforme abordado pelo autor: Primeiramente, as leis de Newton nos levam aos mesmos resultados em todos os referenciais inerciais, ou, as leis de Newton são as mesmas em todos os referenciais inerciais. A aplicação da 2ª lei de Newton nos leva à dedução de uma força centrípeta agindo sobre uma partícula em movimento circular uniforme. Terceiro- A teoria para a definição das forças que aparecem nos corpos em movimentos curvilíneos para Deduções Lógicas, é baseada no novo conceito de espaço absoluto que permitiu a dedução do universo verdadeiro e do universo visível cujas planilhas comprovam a influencia da velocidade das galáxias sobre os fótons emitidos por elas. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/universo/verdadeiro.html http://www.deducoeslogicas.com/universo/universo_visivel.html As forças que atuam nos corpos em movimentos curvilíneos alem de embasarem na gravidade Lógica são demonstradas em exemplos práticos. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/o_que_e.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/calculo.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html O autor não pode me ignorar dizendo que usei a Física que contesta para provar que o mesmo está errado. Mesmo porque não fiz isso, simplesmente usei a “lógica” em cima do fato de o autor aceitar as leis de Newton mas negar um resultado delas! Além do mais, existem exaustivas comprovações experimentais (as próprias leis do movimento foram formuladas por Newton em cima dos experimentos) de tudo o que foi afirmado aqui, e por isso, nem mesmo adianta tentar modificar as leis de Newton visando corrigir os erros lógicos, porque a “teoria” continuará errada! No caso da Relatividade Restrita faz o caminho inverso, muda os postulados mas ao mesmo tempo aceita a equação E=mc^2, aplicando-a em alguns casos específicos de sua “teoria”. Ora, essa equação é um resultado dos postulados da Relatividade Restrita de Einstein! Quarto- Deduções Lógicas mostra que a matemática da relatividade restrita esta certa ao chegar na mesma formula da relatividade do tempo de uma maneira diferente, mas dando ume interpretação nova do aquela formalizada por Einstein. Provando o absurdo da existência da dilatação temporal. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/relatividade/logica.html http://www.deducoeslogicas.com/importante/relatividade/comparacao.html Para ficar mais claro: O autor coloca aqui uma lista do que chama de “absurdos” da Relatividade de Einstein, dizendo que estes são eliminados em sua “teoria”. Nos dois casos discutidos aqui o autor comete erros “lógicos” de mesma natureza (contradição)! Quinto- Deduções Lógicas afirma que é um absurdo a dilatação do tempo mas chega a mesma formula E=mc^2 , quando propõem que as partículas fundamentais são formadas por duas outras partículas de nível inferior. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/gravidade/materializacao.html http://www.deducoeslogicas.com/fisica/energia_atomica.html . O autor disse que não existe Força centrípeta, mas sim uma força centrifuga. Não modificou as três leis de Newton, de onde se deduzem todos os resultados dos casos particulares O autor disse que não existe força centrípeta, mas sim uma da Mecânica, o que significa que concorda com tais leis. A força centrípeta é um resultado da 2 ª lei de Newton aplicada ao movimento circular uniforme. Primeiro- As teorias de Deduções Lógicas propõem uma mudança na física, dando novas interpretações para os conceitos existentes. Enquanto a física atual é interpretada pelo observador no referencial da Terra, Deduções Lógicas é interpretada por um observador no referencial do espaço absoluto. Veja: http://www.deducoeslogicas.com/criacao/observador.html http://www.deducoeslogicas.com/criacao/referenciais.htm Segundo- Deduções Lógicas propõem que as leis da física valem para todos os referenciais. Mas, precisam ser interpretadas conforme o referencial do seu observador. Não existem diferença entre os referenciais inerciais e não inerciais. Isto, foi uma criação dos físicos para explicar a existência de uma força inexistente, a força centrípeta. Usando o exemplo do movimento circular uniforme abordado pelo autor: Primeiramente, as leis de Newton nos levam aos mesmos resultados em todos os referenciais inerciais, ou, as leis de Newton são as mesmas em todos os referenciais inerciais. A aplicação da 2ª lei de Newton nos leva à dedução de uma força centrípeta agindo sobre uma partícula em movimento circular uniforme. Terceiro- A teoria para a definição das forças que aparecem nos corpos em movimentos curvilíneos para Deduções Lógicas, é baseada no novo conceito de espaço absoluto que permitiu a dedução do universo verdadeiro e do universo visível cujas planilhas comprovam a influencia da velocidade das galáxias sobre os fótons emitidos por elas. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/universo/verdadeiro.html http://www.deducoeslogicas.com/universo/universo_visivel.html As forças que atuam nos corpos em movimentos curvilíneos alem de embasarem na gravidade Lógica são demonstradas em exemplos práticos. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/o_que_e.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/calculo.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html O autor não pode me ignorar dizendo que usei a Física que contesta para provar que o mesmo está errado. Mesmo porque não fiz isso, simplesmente usei a “lógica” em cima do fato de o autor aceitar as leis de Newton mas negar um resultado delas! Além do mais, existem exaustivas comprovações experimentais (as próprias leis do movimento foram formuladas por Newton em cima dos experimentos) de tudo o que foi afirmado aqui, e por isso, nem mesmo adianta tentar modificar as leis de Newton visando corrigir os erros lógicos, porque a “teoria” continuará errada! No caso da Relatividade Restrita faz o caminho inverso, muda os postulados mas ao mesmo tempo aceita a equação E=mc^2, aplicando-a em alguns casos específicos de sua “teoria”. Ora, essa equação é um resultado dos postulados da Relatividade Restrita de Einstein! Quarto- Deduções Lógicas mostra que a matemática da relatividade restrita esta certa ao chegar na mesma formula da relatividade do tempo de uma maneira diferente, mas dando ume interpretação nova do aquela formalizada por Einstein. Provando o absurdo da existência da dilatação temporal. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/relatividade/logica.html http://www.deducoeslogicas.com/importante/relatividade/comparacao.html Para ficar mais claro: O autor coloca aqui uma lista do que chama de “absurdos” da Relatividade de Einstein, dizendo que estes são eliminados em sua “teoria”. Nos dois casos discutidos aqui o autor comete erros “lógicos” de mesma natureza (contradição)! Quinto- Deduções Lógicas afirma que é um absurdo a dilatação do tempo mas chega a mesma formula E=mc^2 , quando propõem que as partículas fundamentais são formadas por duas outras partículas de nível inferior. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/gravidade/materializacao.html http://www.deducoeslogicas.com/fisica/energia_atomica.html .
Ora, se a força centrífuga existe, e não a força centrípeta, então as leis de Newton devem estar erradas. Como o autor de tal “teoria” aceita as leis de Newton e ao mesmo tempo diz que a aceleração centrípeta não existe, mas sim a centrífuga, temos uma clara contradição aqui!
Obs: Centrípeta – para o centro, centrífuga – para fora do centro (fuga do centro).
A força centrífuga aparece num referencial que se move junto com a partícula que está em movimento circular uniforme, ou seja, num referencial não inercial, uma vez que a partícula está acelerada. Nesse caso as leis de Newton nos levam a resultados diferentes dos obtidos nos referenciais inerciais. Nesse referencial não inercial, como existe uma força de tração no fio que prende a partícula (na direção radial para dentro), as experiências indicarão que existe uma força dirigida radialmente para fora (força centrífuga) com a mesma intensidade da força de tração, pois a partícula está em repouso e a resultante das forças sobre ela deve ser nula. A força centrífuga é muitas vezes chamada de “força fictícia” ou “força de inércia”, pois a partir dos referenciais inerciais (sobre os quais as leis de Newton foram formuladas), se o fio arrebentar, as observações indicarão que a partícula em movimento circular uniforme foge do centro da trajetória por causa da sua inércia e não por causa de uma força.
A afirmação de que a força centrífuga é “real” porque as leis valem em todos os referenciais (aqui o autor admite existir a força centrífuga em referenciais inerciais e não inerciais) é falsa, pois as leis valem em todos os “referenciais inerciais”, e não em inerciais e não inerciais.
Obs: O autor diz que a matemática (a equação) da força centrífuga foi roubada pela força centrípeta, o que mostra que o mesmo está ignorando o caráter vetorial da força, pois a força centrípeta terá direção de um vetor unitário dirigido para o centro da trajetória, ao passo que a força centrífuga terá a direção de um vetor unitário dirigido para fora do centro da trajetória. Isso implica que a equação da força centrípeta tem sinal contrário ao da equação da força centrífuga! Na linguagem do autor: “cada força tem sua matemática!”
Nunca teríamos a mesma equação para a força centrífuga e para a força centrípeta, pois assim as duas seriam a mesma coisa!
A Matemática é rigorosa o suficiente para expressar a realidade física e por isso é a ferramenta da Física. Não existe nesse caso discutido aqui tal coisa como a afirmada pelo autor: “...a matemática do problema está certa mas a física está errada.”
Além disso, afirma que a força centrífuga é anulada pela força de tração e existe uma força tangencial à trajetória da partícula, no mesmo sentido de sua velocidade, a qual é responsável pela mudança da direção da velocidade da partícula e não do seu módulo (!!!!!) – pela 2ª lei de Newton sabemos que uma força que causa esse efeito deve ser sempre perpendicular à trajetória da partícula! Ora, uma vez que a força resultante na direção radial é nula, teremos aqui uma partícula em movimento retilíneo acelerado! Isso significa que nunca teremos um movimento circular uniforme com esse modelo proposto pelo autor!
Entre esses “absurdos” está o da dependência da massa da partícula com a sua velocidade relativa ao referencial de onde é observada.
Está nítido aqui que o autor não sabe que a “famosa” equação E=mc^2 é deduzida a partir do conhecido “teorema do trabalho-energia” da Mecânica, onde no lugar da taxa de variação do momento “clássico” com o tempo (2ª lei de Newton na forma dp/dt) é colocada a taxa de variação do momento relativístico com o tempo, o qual corrige o momento “clássico” através do abandono da massa invariante que tem seu lugar tomado pela massa dependente da velocidade (massa relativística).
Considera a massa relativística um “absurdo” e ao mesmo tempo aceita a equação que existe devido à descoberta da própria!
Aqui, no mínimo, temos novamente uma contradição!
Ora, se a força centrífuga existe, e não a força centrípeta, então as leis de Newton devem estar erradas. Como o autor de tal “teoria” aceita as leis de Newton e ao mesmo tempo diz que a aceleração centrípeta não existe, mas sim a centrífuga, temos uma clara contradição aqui!
Obs: Centrípeta – para o centro, centrífuga – para fora do centro (fuga do centro).
A força centrífuga aparece num referencial que se move junto com a partícula que está em movimento circular uniforme, ou seja, num referencial não inercial, uma vez que a partícula está acelerada. Nesse caso as leis de Newton nos levam a resultados diferentes dos obtidos nos referenciais inerciais. Nesse referencial não inercial, como existe uma força de tração no fio que prende a partícula (na direção radial para dentro), as experiências indicarão que existe uma força dirigida radialmente para fora (força centrífuga) com a mesma intensidade da força de tração, pois a partícula está em repouso e a resultante das forças sobre ela deve ser nula. A força centrífuga é muitas vezes chamada de “força fictícia” ou “força de inércia”, pois a partir dos referenciais inerciais (sobre os quais as leis de Newton foram formuladas), se o fio arrebentar, as observações indicarão que a partícula em movimento circular uniforme foge do centro da trajetória por causa da sua inércia e não por causa de uma força.
A afirmação de que a força centrífuga é “real” porque as leis valem em todos os referenciais (aqui o autor admite existir a força centrífuga em referenciais inerciais e não inerciais) é falsa, pois as leis valem em todos os “referenciais inerciais”, e não em inerciais e não inerciais.
Obs: O autor diz que a matemática (a equação) da força centrífuga foi roubada pela força centrípeta, o que mostra que o mesmo está ignorando o caráter vetorial da força, pois a força centrípeta terá direção de um vetor unitário dirigido para o centro da trajetória, ao passo que a força centrífuga terá a direção de um vetor unitário dirigido para fora do centro da trajetória. Isso implica que a equação da força centrípeta tem sinal contrário ao da equação da força centrífuga! Na linguagem do autor: “cada força tem sua matemática!”
Nunca teríamos a mesma equação para a força centrífuga e para a força centrípeta, pois assim as duas seriam a mesma coisa!
A Matemática é rigorosa o suficiente para expressar a realidade física e por isso é a ferramenta da Física. Não existe nesse caso discutido aqui tal coisa como a afirmada pelo autor: “...a matemática do problema está certa mas a física está errada.”
Além disso, afirma que a força centrífuga é anulada pela força de tração e existe uma força tangencial à trajetória da partícula, no mesmo sentido de sua velocidade, a qual é responsável pela mudança da direção da velocidade da partícula e não do seu módulo (!!!!!) – pela 2ª lei de Newton sabemos que uma força que causa esse efeito deve ser sempre perpendicular à trajetória da partícula! Ora, uma vez que a força resultante na direção radial é nula, teremos aqui uma partícula em movimento retilíneo acelerado! Isso significa que nunca teremos um movimento circular uniforme com esse modelo proposto pelo autor!
Entre esses “absurdos” está o da dependência da massa da partícula com a sua velocidade relativa ao referencial de onde é observada.
Está nítido aqui que o autor não sabe que a “famosa” equação E=mc^2 é deduzida a partir do conhecido “teorema do trabalho-energia” da Mecânica, onde no lugar da taxa de variação do momento “clássico” com o tempo (2ª lei de Newton na forma dp/dt) é colocada a taxa de variação do momento relativístico com o tempo, o qual corrige o momento “clássico” através do abandono da massa invariante que tem seu lugar tomado pela massa dependente da velocidade (massa relativística).
Considera a massa relativística um “absurdo” e ao mesmo tempo aceita a equação que existe devido à descoberta da própria!
Aqui, no mínimo, temos novamente uma contradição!
Ora, se a força centrífuga existe, e não a força centrípeta, então as leis de Newton devem estar erradas. Como o autor de tal “teoria” aceita as leis de Newton e ao mesmo tempo diz que a aceleração centrípeta não existe, mas sim a centrífuga, temos uma clara contradição aqui!
Obs: Centrípeta – para o centro, centrífuga – para fora do centro (fuga do centro).
A força centrífuga aparece num referencial que se move junto com a partícula que está em movimento circular uniforme, ou seja, num referencial não inercial, uma vez que a partícula está acelerada. Nesse caso as leis de Newton nos levam a resultados diferentes dos obtidos nos referenciais inerciais. Nesse referencial não inercial, como existe uma força de tração no fio que prende a partícula (na direção radial para dentro), as experiências indicarão que existe uma força dirigida radialmente para fora (força centrífuga) com a mesma intensidade da força de tração, pois a partícula está em repouso e a resultante das forças sobre ela deve ser nula. A força centrífuga é muitas vezes chamada de “força fictícia” ou “força de inércia”, pois a partir dos referenciais inerciais (sobre os quais as leis de Newton foram formuladas), se o fio arrebentar, as observações indicarão que a partícula em movimento circular uniforme foge do centro da trajetória por causa da sua inércia e não por causa de uma força.
A afirmação de que a força centrífuga é “real” porque as leis valem em todos os referenciais (aqui o autor admite existir a força centrífuga em referenciais inerciais e não inerciais) é falsa, pois as leis valem em todos os “referenciais inerciais”, e não em inerciais e não inerciais.
Obs: O autor diz que a matemática (a equação) da força centrífuga foi roubada pela força centrípeta, o que mostra que o mesmo está ignorando o caráter vetorial da força, pois a força centrípeta terá direção de um vetor unitário dirigido para o centro da trajetória, ao passo que a força centrífuga terá a direção de um vetor unitário dirigido para fora do centro da trajetória. Isso implica que a equação da força centrípeta tem sinal contrário ao da equação da força centrífuga! Na linguagem do autor: “cada força tem sua matemática!”
Nunca teríamos a mesma equação para a força centrífuga e para a força centrípeta, pois assim as duas seriam a mesma coisa!
A Matemática é rigorosa o suficiente para expressar a realidade física e por isso é a ferramenta da Física. Não existe nesse caso discutido aqui tal coisa como a afirmada pelo autor: “...a matemática do problema está certa mas a física está errada.”
Além disso, afirma que a força centrífuga é anulada pela força de tração e existe uma força tangencial à trajetória da partícula, no mesmo sentido de sua velocidade, a qual é responsável pela mudança da direção da velocidade da partícula e não do seu módulo (!!!!!) – pela 2ª lei de Newton sabemos que uma força que causa esse efeito deve ser sempre perpendicular à trajetória da partícula! Ora, uma vez que a força resultante na direção radial é nula, teremos aqui uma partícula em movimento retilíneo acelerado! Isso significa que nunca teremos um movimento circular uniforme com esse modelo proposto pelo autor!
Entre esses “absurdos” está o da dependência da massa da partícula com a sua velocidade relativa ao referencial de onde é observada.
Está nítido aqui que o autor não sabe que a “famosa” equação E=mc^2 é deduzida a partir do conhecido “teorema do trabalho-energia” da Mecânica, onde no lugar da taxa de variação do momento “clássico” com o tempo (2ª lei de Newton na forma dp/dt) é colocada a taxa de variação do momento relativístico com o tempo, o qual corrige o momento “clássico” através do abandono da massa invariante que tem seu lugar tomado pela massa dependente da velocidade (massa relativística).
Considera a massa relativística um “absurdo” e ao mesmo tempo aceita a equação que existe devido à descoberta da própria!
Aqui, no mínimo, temos novamente uma contradição!
Ora, se a força centrífuga existe, e não a força centrípeta, então as leis de Newton devem estar erradas. Como o autor de tal “teoria” aceita as leis de Newton e ao mesmo tempo diz que a aceleração centrípeta não existe, mas sim a centrífuga, temos uma clara contradição aqui!
Obs: Centrípeta – para o centro, centrífuga – para fora do centro (fuga do centro).
A força centrífuga aparece num referencial que se move junto com a partícula que está em movimento circular uniforme, ou seja, num referencial não inercial, uma vez que a partícula está acelerada. Nesse caso as leis de Newton nos levam a resultados diferentes dos obtidos nos referenciais inerciais. Nesse referencial não inercial, como existe uma força de tração no fio que prende a partícula (na direção radial para dentro), as experiências indicarão que existe uma força dirigida radialmente para fora (força centrífuga) com a mesma intensidade da força de tração, pois a partícula está em repouso e a resultante das forças sobre ela deve ser nula. A força centrífuga é muitas vezes chamada de “força fictícia” ou “força de inércia”, pois a partir dos referenciais inerciais (sobre os quais as leis de Newton foram formuladas), se o fio arrebentar, as observações indicarão que a partícula em movimento circular uniforme foge do centro da trajetória por causa da sua inércia e não por causa de uma força.
A afirmação de que a força centrífuga é “real” porque as leis valem em todos os referenciais (aqui o autor admite existir a força centrífuga em referenciais inerciais e não inerciais) é falsa, pois as leis valem em todos os “referenciais inerciais”, e não em inerciais e não inerciais.
Obs: O autor diz que a matemática (a equação) da força centrífuga foi roubada pela força centrípeta, o que mostra que o mesmo está ignorando o caráter vetorial da força, pois a força centrípeta terá direção de um vetor unitário dirigido para o centro da trajetória, ao passo que a força centrífuga terá a direção de um vetor unitário dirigido para fora do centro da trajetória. Isso implica que a equação da força centrípeta tem sinal contrário ao da equação da força centrífuga! Na linguagem do autor: “cada força tem sua matemática!”
Nunca teríamos a mesma equação para a força centrífuga e para a força centrípeta, pois assim as duas seriam a mesma coisa!
A Matemática é rigorosa o suficiente para expressar a realidade física e por isso é a ferramenta da Física. Não existe nesse caso discutido aqui tal coisa como a afirmada pelo autor: “...a matemática do problema está certa mas a física está errada.”
Além disso, afirma que a força centrífuga é anulada pela força de tração e existe uma força tangencial à trajetória da partícula, no mesmo sentido de sua velocidade, a qual é responsável pela mudança da direção da velocidade da partícula e não do seu módulo (!!!!!) – pela 2ª lei de Newton sabemos que uma força que causa esse efeito deve ser sempre perpendicular à trajetória da partícula! Ora, uma vez que a força resultante na direção radial é nula, teremos aqui uma partícula em movimento retilíneo acelerado! Isso significa que nunca teremos um movimento circular uniforme com esse modelo proposto pelo autor!
Entre esses “absurdos” está o da dependência da massa da partícula com a sua velocidade relativa ao referencial de onde é observada.
Está nítido aqui que o autor não sabe que a “famosa” equação E=mc^2 é deduzida a partir do conhecido “teorema do trabalho-energia” da Mecânica, onde no lugar da taxa de variação do momento “clássico” com o tempo (2ª lei de Newton na forma dp/dt) é colocada a taxa de variação do momento relativístico com o tempo, o qual corrige o momento “clássico” através do abandono da massa invariante que tem seu lugar tomado pela massa dependente da velocidade (massa relativística).
Considera a massa relativística um “absurdo” e ao mesmo tempo aceita a equação que existe devido à descoberta da própria!
Aqui, no mínimo, temos novamente uma contradição!