Linha de Gravidade

Linha de Gravidade

 

Os energétrons emitidos por um corpo numa mesma direção formam uma linha de gravidade. Estes energétrons emitem mini-energétrons, que mantém a coesão dessa linha. Aqueles mini-energétrons que ligam dois energétrons consecutivos é que são responsáveis por essa coesão.

Linha de gravidade entre dois massivos parados num referencial com velocidade V de expansão do Universo

A velocidade de expansão do Universo influencia a linha de gravidade.

Seja A um massivo da cadeira onde estou sentado neste momento, e B um massivo do quadro pendurado na parede à minha frente. Estamos com velocidade de expansão do universo V. Como a velocidade de expansão do universo é muito superior aos nossos movimentos de rotação, translação e qualquer outro movimento, podemos considerar nos nossos cálculos apenas este movimento de expansão no Universo.
Em qualquer referencial que eu estiver, pensarei que estou parado não conhecendo nenhuma velocidade desse referencial.

Um observador no referencial do espaço absoluto veria um energétron saindo do massivo na posição A, com velocidade c2, onde c2 = c + V, chegando ao massivo B quando ele estivesse na posição Bn, descrevendo a trajetória ABn de comprimento RA. Esse energétron, ao chegar no massivo B, na posição Bn, devido à velocidade V de B e ao Efeito de Aberração, modificará a sua velocidade c2 para c, onde c = c2 - V, como se estivesse chegado da posição An. Todos os outros energétrons que saíssem de A em direção a B, durante o percurso AAn, percorreriam as trajetórias A1Bn+1, A2Bn+2...AnBm, paralelas a ABn. Esses energétrons estarão sempre entre o massivo A e B, formando uma linha de gravidade que cresce com a velocidade c na direção de B e é arrastada pela velocidade V do massivo A. Essa linha de gravidade exercerá sobre B uma força de gravidade F1 na direção de A.

 

Linha de gravidade de sentido duplo vista por um observador no espaço absoluto

No mesmo tempo em o massivo A emite uma linha de gravidade que vai chegar ao massivo B, esse massivo B emite uma linha de gravidade que vai chegar ao massivo A, com a velocidade c´2, percorrendo a trajetória RB. Esses energétrons estarão sempre entre o massivo B e A, formando uma linha de gravidade que cresce com a velocidade c na direção de A e é arrastada pela velocidade V do massivo B, exercendo uma força de gravidade F2 na direção de A.

Linha de gravidade de sentido duplo vista por um observador no referencial dos massivos

 

R
comprimento da trajetória entre A e B;
RA
comprimento das trajetórias dos energétrons emitidos por A;
RB comprimento das trajetórias dos energétrons emitidos por B;
V velocidade de expansão do Universo;
c2 velocidade dos energétrons na trajetória RA;
c`2 velocidade dos energétrons na trajetória RB;
c velocidade dos energétrons na trajetória R, em ambos os sentidos, c = 1;
Dt espaço de tempo entre as emissões de energétrons;
F1 força de gravidade que A exerce sobre B;
F2 força de gravidade que B exerce sobre A.

 

Para quaisquer observadores, a linha de gravidade entre dois massivos será sempre reta e dupla.

A linha de gravidade dos energétrons emitidos pelo massivo A exerce uma força de atração F1 sobre o massivo B.

A linha de gravidade dos energétrons emitidos pelo massivo B exerce uma força de atração F2 sobre o massivo A.

O observador no referencial dos massivos pensa que está parado, não conhecendo a velocidade de expansão no Universo V deles nem a trajetória verdadeira dos energétrons, com velocidades c2 e c´2. Na sua verdade, os energétrons das linhas de gravidade têm sempre a velocidade c na direção que foram emitidos.

 

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