Elaboração da planilha do universo verdadeiro Conhecemos:- a velocidade da luz no vácuo: [1] c 300.000 Km/s ( ou uma unidade de velocidade = 1); - a idade atual do universo fornecido pela NASA em 2003: [2] T = 13,7 bilhões de anos; - a freqüência e o comprimento de onda de emissão da luz (veja: A dualidade do fóton). Veja na animação acima, e também nas outras do site, que o espaçamento ? entre os fótons permanece constante, independentemente do valor c1 da fonte (veja: Onda Linear): [3] f = 5,454545 x 1014 Hz; [4] ? = 5,500000 x 10-7 m. Entramos com as variáveis:- a velocidade de expansão da Terra: [5] Vt = 0,5; - a velocidade de expansão da galáxia P: [6] Vp = 1,0; - o ângulo formado entre as direções de expansão da Terra e da galáxia P no triângulo OLP: [7] Ô = 25,104880. Calculamos:- a distância OL entre o centro do universo e a Terra atualmente: [8] A = Vt x T ; - a distância OP entre o centro do universo e a galáxia P atualmente: [9] B = Vp x T ; - a distância LP entre a Terra e a galáxia P atualmente: [10] - o tempo gasto para o fóton alcançar a Terra vista por um observador no referencial da galáxia P: [11] * Lembramos que a velocidade do fóton é sempre c para o observador no referencial da fonte, e que no tempo T2: · a Terra vai da posição L1 até L com velocidade Vt; · a galáxia P vai de P1 até P com velocidade Vp; · o fóton vai de P1 até L, percorrendo a distância D2 com a velocidade c2, visto pelo observador S no espaço absoluto; · o fóton percorre a distância D3 , indo de P até L, com velocidade c, visto pelo observador em P; · o fóton percorre a distância D1 com velocidade c1, indo de P1 até L1, visto pelo observador no referencial da Terra. - a idade do universo na época em que o fóton foi emitido: [12] T1 = T - T2; - o ângulo formado entre a direção OP de expansão da galáxia P, e a direção de afastamento LP da mesma no triângulo OLP: [13] âng. M : - o ângulo formado entre a direção OL de expansão da Terra e a direção LP de afastamento da galáxia P no triângulo OPL: [14] âng. B : - a soma dos ângulos internos do triângulo OLP (para a verificação da consistência dos cálculos): [15] Soma 1 = âng.O + âng.M + âng.B - a distância de O até P1: [16] b = Vp x T1 ; - a distância de P1 até P: [17] b1 = Vp x T2 ; - a trajetória verdadeira percorrida pelo fóton P1L, vista pelo observador S, no espaço absoluto: [18] - o ângulo formado entre a direção OL de expansão da Terra e a trajetória verdadeira do fóton P1L, no triângulo OLP1: [19] âng. A : - o ângulo formando entre a direção OP1de expansão da galáxia P e a trajetória do fóton P1L, no triângulo OLP1: [20] âng. L : - a soma dos ângulos internos do triângulo OLP1 (para verificação de consistência de cálculos): [21] Soma 2 = âng.O + âng.A + âng L; - a distância de L1 ao centro do universo OL1: [22] a = Vt x T1 ; - a distância entre L1 e L: [23] a1= Vt x T2; - a distância entre P1 e L1 no triângulo OLP1: [24] - a velocidade do fóton na sua trajetória verdadeira D2: [25] - a velocidade de aproximação do fóton à Terra entre P1 e L1 para o observador na Terra: [26] - o suplemento do ang.B: [27] âng. B1 = 180 âng. B; - o ângulo da mudança de direção do fóton na sua emissão: [28] âng E1 = âng.L - âng. M ; - a velocidade de afastamento entre P e L devido à velocidade Vp (veja detalhe 01 na figura 03): [29] V1 = Vp x cos M ; - a velocidade de afastamento entre P e L devido à velocidade Vt (veja detalhe 02 na figura 03): [30] V2 = Vt x cos B ; - a velocidade de afastamento entre a galáxia P e a Terra: [31] Va = V1 + V2 ; - a soma dos ângulos internos do triângulo P1L1L (para verificação da consistência dos cálculos): [32] Soma 3 = âng. A + âng. B1 + âng E1 ; - a velocidade de um fóton fictício para o observador S, no espaço absoluto, entre a galáxia P e a Terra: [33] * Para o observador S, a trajetória verdadeira do fóton é P1L, com velocidade c2. No entanto, se um fóton fictício fosse de P até L, com velocidade c4, em um tempo T2, poderíamos resolver o triângulo PP1L e achar o valor de c4 que será sempre c4 = 1; porém, para o observador na galáxia P, esta é a trajetória verdadeira do fóton com a velocidade c = 1. Isso é mais uma prova de consistência da nossa planilha, sendo c4 c. - o ângulo de aberração do fóton ao chegar na Terra: [34] âng. E = âng. B - âng. A ; * Veja que resultado interessante [28] âng
E1 = [34] âng E. Isso significa que o
ângulo de modificação da direção do fóton, na sua
emissão de c para c2, é o mesmo da
modificação do fóton na sua chegada à Terra quando
c2 modifica-se para c1, para
qualquer galáxia P independentemente do valor de
sua velocidade Vp
- outra maneira de calcular c1 ,
considerando o triângulo
P1L1L: [35] - outra maneira de calcular a velocidade c,
considerando o observador na Terra (para ele, a
galáxia P afasta com velocidade Va e o fóton
emitido com a velocidade c aproxima na mesma
direção): [36] * Verificamos os valores [26] c1 = [35]
c1a = [36] c1b. Isso é uma
prova de consistência da nossa planilha. - a constante de Hubble: [37] - a soma dos ângulos internos do triângulo
PP1L (para verificação da consistência
dos cálculos): [38] soma 4 = âng.E + âng. M + ( 180 - âng L
); - o redshift da galáxia P: [39] - a freqüência da luz ao chegar na Terra: [40] - outra maneira de calcular f: [41] * Os valores [40] f= [41] f1 (
comentário) - o valor máximo do âng. O: [42] âng. O = arc sen |
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