Dinâmica entre 3 galáxias para um observador no referencial absoluto, do Big Bang
A animação 06 mostra a dinâmica das 3 galáxias (incluindo a Via Láctea - Terra), vistas por um observador no referencial do Big Bang (espaço absoluto).
A animação 6a é dada para o observador no referencial da Terra L (Via Láctea).
O internauta ficará surpreendido com a coerência e sincronia entre essas duas animações que podem ser vistas ocorrendo simultaneamente. Portanto, faremos uma breve narrativa das duas dinâmicas, a saber:
Na animação 06:
- a Terra percorre OL no tempo T ( idade atual do universo ), sendo "O"o centro do Big Bang. As galáxias P e Q afastam-se simultaneamente do mesmo centro O. Quando P estiver em P1 e Q em Q1, no tempo T1, cada uma dessas galáxias emite um fóton com velocidade c que vem em direção a Terra no ponto L1, no momento da emissão. Devido às velocidades de expansão Vp e Vq, esses fótons modificam as suas velocidades de c para c2, onde c2 = c + Vp e c2 = c + Vq. Logo, formam-se os triângulos OL1P1 e OL1Q1 no tempo T1, conforme animação;
- como as galáxias P e Q têm velocidade de expansão constantes Vp e Vq, concluímos que os triângulos OL1P1 e OL1Q1, dados no tempo T1, continuam crescendo de maneira a formar triângulos semelhantes, até que no tempo atual ( T ≈ 13,7 bilhões de anos ) tenhamos os triângulos OLP e OLQ respectivamente, semelhantes aos anteriores. Esse crescimento que se dá através de triângulos semelhantes é denominado de "Efeito Maurício".
Na animação 6a:
- simultaneamente ao ocorrido na animação 06, vista pelo observador no espaço absoluto, a animação 6a ocorre para o observador no referencial da Terra (L) que se considera parado. No tempo T1, ele vê a galáxia P em P1 e Q em Q1, estando ele na posição L1 da animação 06, mas sem saber disso, pois desconhece os triângulos OL1P1 e OL1Q1. Ele simplesmente vê as galáxias P e Q afastando-se dele sempre na mesma direção.
- no tempo T ( idade atual do universo ), o triângulo LP1Q1 já cresceu de maneira a formar, finalmente, o triângulo LPQ na época atual, estando o mesmo em L ( Terra - Via Láctea ). Portanto, esse observador na Terra não tem conhecimento dos triângulos formados nos planos que passam pelos pontos OLP e OLQ. Somente no espaço absoluto é possível ver esses dois triângulos.
Pode-se ver agora, por comparação, a consistência entre as duas animações simultâneas para os dois observadores considerados em 06 e 6a.
Essa simplicidade lógica para o nosso modelo do universo, que é visto nas duas animações (06 e 6a), estando também apoiado nas planilhas do universo visível e verdadeiro, com uma coerência inquestionável entre elas e também entre alguns dados importantes fornecidos pela astronomia, só seria possível se a luz sofresse a influência das velocidades de suas fontes, o que naturalmente vai contra a teoria da relatividade restrita.
Concluímos, tendo em vista a veracidade do nosso modelo do universo visto nas animações, que se faz necessário o ajustamento da relatividade a esse modelo, o que deve ser feito através de novas interpretações para as inúmeras experiências as quais são mal interpretadas pela relatividade, a saber:
- a dilatação do tempo;
- a contração do espaço.
O nosso objetivo será eliminar os dois absurdos acima propostos pela relatividade. Por exemplo, para eliminarmos o absurdo da dilatação do tempo - veja Relatividade Lógica - onde usamos apenas um relógio para medirmos os tempos t e t0 ao invés de dois como é feito na relatividade restrita.
Finalmente, toda essa formulação a ser proposta colocará o pensamento de Newton no seu verdadeiro lugar, já que a luz deve sofrer influência da velocidade de sua fonte quando observada também do espaço absoluto.
A contemporização do nosso modelo do universo com a relatividade, em virtude da coerência das nossas planilhas do universo e com os dados da astronomia, é motivada, essencialmente, pela prova de que a luz funciona como afirmamos no nosso modelo, sendo também uma prova da existência do Big Bang.
Veja também:
Exercícios sobre galáxias para fixação e aprendizagem, usando os números para o universo.
Paradoxos provocados por desconhecimento do funcionamento da luz.
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