Conceitos sobre a dinâmica da luz e da gravidade

Conceitos sobre a dinâmica da luz e da gravidade

 

Tendo o internauta entendido a existência do espaço absoluto, através dos exemplos colocados, torna-se possível agora compreender melhor a natureza da luz no que diz respeito à distinção que precisamos fazer entre o fóton e o raio de luz (as trajetórias e velocidades).
Como existe o espaço absoluto, observa-se nele o verdadeiro movimento da luz. Sendo assim, é possível distinguir entre a trajetória dos fótons e a do raio de luz (seqüência de fótons), os quais diferem entre si quando observados do referencial do espaço absoluto, sem o qual é impossível fazer tal importante distinção, como acontece com a Ciência, por desconhecer a realidade do espaço absoluto. Fazer tão importante distinção desses conceitos através de "Deduções Lógicas" tornará possível fazer novas interpretações na própria teoria da Relatividade; assunto que será melhor explorado mais adiante.
Quem quiser entender o Universo, precisa entender primeiramente a dinâmica da luz. Para isso, não se faz necessário ser um grande matemático ou físico; basta apenas ter bom senso para não ser iludido pela magia da natureza, pois o Criador é um grande ilusionista que, para nos iludir ainda mais, cria ilusões verdadeiras.
A dinâmica de funcionamento da luz ocorre de maneira idêntica a da gravidade. Enquanto a luz é transmitida através de fótons, a gravidade se propaga através de partículas denominadas de energétrons.
Como todos os efeitos sofridos pelos fótons são os mesmos para os energétrons, então, compreendendo-se os mecanismos que regem o funcionamento da luz, estaremos automaticamente entendendo a natureza da gravidade. A diferença entre eles reside no fato de que, para a luz entre dois corpos, um é o emissor de fótons e o outro o receptor; enquanto que, para a gravidade, cada corpo funciona ao mesmo tempo como emissor e receptor de energétrons. Sendo assim, ao falarmos da dinâmica da luz, já estará subentendido que essa dinâmica também funciona para a gravidade; no entanto, enquanto os fótons são emitidos exclusivamente pelos átomos, os energétrons são emitidos por todos os quanta que compõem todas as modalidades de matéria do Universo, conforme o postulado de"Deduções Lógicas", a saber: "Qualquer porção de energia que emergiu do Big Bang tem a capacidade de emitir parte dessa energia na forma de energétrons, que ao alcançar qualquer outra quantidade de energia, exerce uma força atrativa (gravitacional) na direção de sua chegada."

Energia e matéria escura do Universo

Gostaríamos de chamar a atenção do internauta, que o postulado acima solucionaria os dois maiores enigmas da Ciência Moderna, que dizem respeito à energia e matéria escura no Universo. Se a energia escura realmente existisse, ela seria oriunda de parte dos quanta de energia emanada do Big Bang que não combinaram entre si para formar as partículas fundamentais de primeiro nível, mantendo as suas velocidades de expansão do Universo.

No caso da matéria escura, essa seria formada por aquelas partículas que, ao combinarem entre si, não alcançaram o nível dos átomos. Portanto, seriam matérias que, por não serem de natureza atômica, não emitiriam luz.
Vamos concluir que, tanto a energia quanto a matéria escura, se existissem, elas manteriam as suas velocidades originais de expansão do Universo, sendo que, hoje, exerceriam um efeito gravitacional sobre a dinâmica da matéria visível, orbitando em torno das galáxias.

Luz

A luz é a energia radiante em forma de partícula, sendo emitida sob certas circunstâncias pelos átomos com velocidade c ( 300.000 km/s), podendo ser detectada pela nossa retina.

O Quantum Luminoso

O quantum luminoso é uma energia que, ao ser emitida pelos átomos, não ocorre de uma maneira contínua, porém aos saltos, em pequenas quantidades denominadas quanta. Esse efeito é chamado de salto quântico pela Física Quântica .

O Fóton

Fóton é o quantum dessa energia quantizada radiante. Foi Einstein quem designou o termo fóton para representar o quantum da luz. Essa idéia deu a Einstein o Prêmio Nobel em 1921, e poucos sabem disso.

A Distribuição dos Fótons

Quando lançamos poucas moedas sobre uma mesa, pode acontecer de sair mais ou menos "caras" do que "coroas", o que depende do acaso. No entanto, se jogarmos uma tonelada ( 1.000 kg ) delas, teremos aproximadamente 500kg de "cara" e 500kg de "coroa". À medida que aumentamos o número de moedas jogadas, mais bem determinada será a distribuição de "caras" e "coroas", já que esta tende para ½ a ½. Sendo assim, eliminamos o efeito do acaso.
Agora, vamos dar outro exemplo, se jogarmos seis toneladas de dados aleatoriamente. Certamente, nesse caso, cada número de dados será representado por uma tonelada aproximadamente, pois temos de probabilidade para cada uma das seis faces. Tendo em vista os exemplos acima, o leitor pode entender a questão da emissão de fótons pelos átomos. Cada átomo de um corpo, que constitui uma fonte de luz, emite fótons aleatoriamente em todas as direções. Num filamento de uma lâmpada elétrica ou mesmo em uma estrela, existe uma enorme quantidade de átomos. Então, como temos um grande número de átomos numa fonte de luz, espera-se que, em qualquer direção escolhida, haja sempre uma mesma quantidade de fótons emitidos numa dada unidade de tempo.

Raio de luz

O raio de luz emitido de uma fonte é a seqüência de fótons que saem dessa fonte numa determinada direção.

Linha de Gravidade

Por analogia ao raio de luz, a linha de gravidade emanada de um corpo é dada pela seqüência de energétrons emitidos por ele numa determinada direção.


Devemos chamar a atenção do internauta para o fato de que a dimensão do energétron é tão pequena que o espaçamento entre os átomos ou mesmo entre os núcleos dos átomos e os elétrons, é visto como um meio de propagação para o mesmo, numa proporção semelhante àquela que existe entre os fótons e o sistema solar! Dessa, maneira, a gravidade atravessa os corpos tão facilmente que, por exemplo, durante um eclipse, a Terra (ou a Lua) se põem entre o Sol e a Lua (ou a Terra) respectivamente, sem interferir na força de gravidade que o Sol exerce sobre a Lua (ou a Terra).

A velocidade dos fótons considerados nesse site

c = de emissão;
c2 = de translado, só vista pelo observador S no espaço absoluto, onde c2 = c + Ve;
c1 = de chegada no receptor, onde c1 = c - Va ;
Ve = velocidade de expansão da galáxia emissora de fótons;
V = velocidade de expansão da galáxia receptora de fótons, geralmente é a velocidade da Via-Láctea (Terra);
Va = Velocidade de afastamento entre dois corpos (duas galáxias);
v = velocidade relativa entre dois corpos em um referencial em movimento.

Unidade de velocidade

Nesse site, as unidades das velocidade c, c1, c2, Ve, Va e V serão sempre c = 1, que equivale a c =300.000 km/s

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