Como criei as Teorias de Deduções Lógicas

Como criei as Teorias de Deduções Lógicas

Pelas consistências apresentadas nas planilhas dos Universos Verdadeiro e Visível:
- interna;
- entre si;
- com os dados apresentados pela Astronomia: o cálculo da constante de Hubble e a Radiação de Fundo.

Podemos considerar que elas estejam corretas, isso significa que os conceitos utilizados em suas elaborações também estejam certos. Sendo assim, os fótons sofrem a influência das velocidades de suas fontes para o observador no espaço absoluto, existiu o Big Bang, não existe um limite de velocidade para os corpos (galáxias), pois se houvesse tal limite, não seria possível a existência dos universos visíveis.

Deve-se lembrar que a luz das estrelas é sempre emitida da mesma maneira por qualquer delas, isto é:
- com a velocidade constante c;
- com a mesma freqüência f = 5,8928 x 1014 Hz;
- com o mesmo comprimento de onda l = 5,0905 x 10-7 m.

Na transmissão da luz, o comprimento de onda é mantido sempre constante. Na sua chegada, tanto a velocidade quanto freqüência variam em função da velocidade de afastamento da fonte. Portanto, como esses novos conceitos contrapõem aqueles já estabelecidos pela Física, chegamos a seguinte conclusão: "Os princípios básicos da Ciência são verdadeiros, comprometendo as nossas conclusões ou as teorias de "Deduções Lógicas" são corretas, estando a Física errada."

Tendo em vista essa conclusão, como autor de "Deduções Lógicas" não tive outra alternativa a não ser procurar as deficiências nas teorias da Física a fim de torná-las compatíveis com meu modelo de Universo. Sendo assim, apesar de não ser físico, precisei de ter contato com a Relatividade pela primeira vez com o propósito de encontrar as deficiências nessa teoria, estabelecendo uma posição definitiva sobre quem deveria estar certo, ou eu ou Einstein.

Usando o raciocínio simples e lógico, torna-se possível explicar melhor o funcionamento da luz, compreendendo a sua dualidade, ou seja, a possibilidade da luz ser transmitida no espaço, sendo onda e partícula ao mesmo tempo, o que ainda não foi explicado convincentemente pela Ciência. Com base nos novos conceitos sobre a luz, ficou fácil de dar uma nova interpretação para a experiência de Michelson-Morley, que sustenta a teoria da Relatividade, confirmando que a velocidade da luz não depende da velocidade da sua fonte. Tal experiência feita para comprovar a existência do éter, provou que ele não existe. No entanto, ela foi aproveitada posteriormente para comprovar que a velocidade da luz é sempre constante, não sendo influenciada pela velocidade da Terra. Para "Deduções Lógicas", a experiência só poderia dar esse resultado, pois o experimentador, o aparelho usado e a sua fonte de luz estavam todos num mesmo referencial, que é a Terra. Essa influência do movimento da Terra sobre a velocidade da luz das fontes localizadas nela, só poderia ser detectada por um observador no referencial do espaço absoluto. Confirmando ainda mais a minha convicção do erro da Relatividade. Quando consegui deduzir a mesma fórmula para o tempo da Relatividade,

porém, usando apenas um único relógio, verifiquei que todas as experiências que comprovavam aparentemente a veracidade da dilatação do tempo estão certas, porém a interpretação dada pela teoria de Einstein é que está incorreta. O tempo é absoluto. Na fórmula da Relatividade, o tempo t maior que t0 não é devido ao fato de que o relógio, que marcou o tempo t, andar mais rápido do que aquele que marcou t0 em movimento. A correta interpretação para tal efeito é que a velocidade (v) da fonte de luz na fórmula mencionada faz com que o comprimento da trajetória do fóton seja maior do que aquele em que a fonte esteja em repouso.

Por exemplo:

A Relatividade e os Relógios Atômicos

Os relógios atômicos são controlados ou comparados por centrais através de ondas de rádio. NIST nos Estados Unidos, LPTF na França e PTB na Alemanha.

 

Para a Ciência

A Ciência afirma que esta diferença, calculada teoricamente da maneira acima, será igual a diferença lida na prática entre os dois relógios R1 e R2.

Com certeza, isto acontecerá quando os relógios atômicos tiverem uma precisão tal que permita medir esta diferença. Hoje, eles ainda não são tão precisos.

A Ciência afirma, também, que a gravidade influencia nesta diferença Dt.

 

Para a Deduções Lógicas

O tempo é absoluto.

A diferença entre a física atual e "Deduções Lógicas" é apenas na interpretação dos fatos.

Nesse exemplo dos relógios atômicos, t > to, não é porque um relógio anda mais devagar do que outro como afirma a relatividade, mas simplesmente porque a trajetória L percorrida pela onda, quando v é diferente de 0, é maior do que a trajetória D, quando v = 0. Sendo assim: se L >D teremos t > to.

Deduções Lógicas também afirma que a gravidade influencia em Dt.

A interpretação da diferença Dt entre dois relógios atômicos para a Ciência é acumulativa, pois os relógios movimentam sempre com velocidades diferentes. Já para Deduções Lógicas, esta diferença não é acumulativa. Assim sendo, relógios atômicos situados em diferentes latitudes e altitudes acertados uma vez, em relação a um padrão universal de tempo, continuarão sempre certos. Se não acontecesse dessa maneira seria impossível termos um padrão de tempo pois todos os relógios movimentariam de maneiras diferentes em função de suas velocidades que variam de acordo com a latitude, altitudes e também conforme o planeta que estiverem localizados.

Portanto os físicos em um futuro próximo, quando muitos veículos terão pilotos automáticos e rotas a serem descritas com grande precisão nas viagens interplanetárias, podem ficar despreocupados que eles terão um padrão preciso de tempo para guiarem as suas naves, coisa bastante complicada se a relatividade estivesse certa.

Por favor, caro internauta, pare e pense e veja qual a interpretação é mais convincente.

1) Existe uma dilatação do tempo?

ou

2) O tempo t > t0 porque L > D.

Lembremos ainda que:
- em Deduções Lógicas a luz ou ondas eletromagnéticas, para um observador no mesmo referencial, no caso a Terra, funciona sempre com a mesma velocidade c igual na Relatividade.
- a fórmula do tempo da Relatividade,

foi deduzida sobre um triângulo retângulo, assim ela só será válida quando aplicado um triângulo retângulo.

Como nesse caso dos relógios atômicos, tive que dar interpretações convincentes para todos aqueles fenômenos resolvidos pela Relatividade usando a dilatação do tempo, provando que:
- o tempo é absoluto
- a matemática da Relatividade está certa, o errado é a interpretação da Relatividade fazendo o uso da dilatação do tempo.

Com a fórmula do tempo, para um só relógio, eu simplesmente aperfeiçoei a Relatividade, eliminando um dos seus absurdos, que é a dilatação do tempo. Conseqüentemente, simplificou a Física ao eliminar também a contração do espaço e a quarta dimensão no que se denomina "espaço-tempo". Além disso, retirei a dependência da massa com a velocidade. Com tudo isso, tornei a Física compatível com o meu modelo de Universo.

Quando fiz a suposição de que a energia gravitacional é transmitida da mesma maneira que a energia luminosa, criando o energétron como sendo a partícula mediadora da gravidade que se propaga também com a velocidade da luz c, resolvi um problema pendente na minha teoria. Esse problema consistia em explicar como as velocidades de expansão das galáxias são uniformes e não eram influenciadas pela gravidade das outras, conforme será explicado adiante.

Como os energétrons sofrem a influência das velocidades das suas fontes na emissão, e devido ao efeito de aberração e à velocidade dos seus receptores, eles modificam a direção de atuação da força de gravidade entre os corpos quando existe um movimento relativo entre eles, o que difere da força gravitacional Newtoniana, que atua sempre na mesma direção do eixo que une o centro de gravidade dos corpos.

Força de gravidade entre dois corpos A e B quando existe um movimento relativo v entre eles.

Para Deduções Lógicas

Para Newton

Essa idéia permitiu a abertura de um novo horizonte que possibilitou encontrar soluções para várias questões que a Ciência ainda não respondeu, como, por exemplo, a materialização da energia para formar as partículas fundamentais; a explicação para as forças fictícias que são responsáveis pelo movimento circular no equilíbrio entre força gravitacional e centrífuga nas órbitas dos planetas e entre partículas subatômicas.

Com o objetivo de compatibilizar o meu modelo de Universo com a Física e sem ter a princípio a pretensão de reformá-la, usando princípios lógicos, promovi uma reforma radical na Ciência. Essa reforma, por lançar mão de uma ferramenta matemática simples, vai tornar a Física acessível e atraente para todos aqueles que ainda não dispõem de um refinado conhecimento matemático. Além disso, um melhor conhecimento dos princípios básicos que regem o funcionamento das leis da Natureza proporcionará o desenvolvimento de uma série de inovações tecnológicas como nunca antes imaginado.

 

A grande resistência dos doutores da Ciência para o Novo

A minha maior dificuldade não foi na elaboração da teoria sobre o Universo e nem tão pouco na reformulação da Física com o propósito de compatibilizá-la com o meu modelo de Universo; o grande obstáculo é fazer com que os doutores da Ciência, os físicos, leiam as teorias de "Deduções Lógicas". Isso ocorre, pois, já no início da leitura, ao tomar conhecimento de que a luz sofre a influência da velocidade da sua fonte, imediatamente surge uma atitude reacionária por parte desses leitores que estão tremendamente condicionados aos valores já estabelecidos e consagrados. Só em cogitarem na possibilidade e na veracidade de que a luz sofra a influência da velocidade da sua fonte, tudo já concebido nas suas mentes, entra em colapso, pois se aceitarem essa premissa, eles sabem que como conseqüência a Relatividade estaria errada, e isto não é possível devido à quantidade de experimentos que comprovam a sua veracidade. Logo, fica mais cômodo negligenciar tal possibilidade, chegando naturalmente a uma conclusão simplória de que a partir daquele ponto, tudo que é dito não passa de um monte de inutilidade. Sendo assim, eles não querem ter o trabalho de perder tempo ao ler aquilo que a priori eles já têm a certeza de ser uma inverdade.

No entanto, se eles continuassem a ler, veriam que eu simplesmente aperfeiçoei a Relatividade, demonstrando que a fórmula do tempo está certa, e que pode ser deduzida, considerando apenas o observador no referencial da fonte de luz, fazendo com que use apenas um relógio na fórmula. Com isto, elimina-se a dilatação do tempo, a contração dos espaços, a quarta dimensão e a massa dependente da velocidade.

Já que a fórmula do tempo é certa, isto explica o resultado de todas os experimentos que comprovam a veracidade da Relatividade; o que está errado é a interpretação dada para os resultados obtidos pela Relatividade. Com as novas explicações dadas por mim, de uma maneira muito mais convicta do que aquelas, certamente os físicos convenceriam da veracidade de Deduções Lógicas. Portanto, o problema é fazer com que eles leiam Deduções Lógicas, pois o convencimento se dará pelo conteúdo do trabalho.

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