Efeito Maurício
Como é possível termos o Universo Visível dentro do Universo Verdadeiro?
Graças ao "Efeito Maurício", que é a propriedade de expansão do Universo que explica a mágica do funcionamento de como um observador numa galáxia vê todas as outras afastando-se dele com velocidades Va proporcionais às suas distâncias.
Um par de galáxias qualquer do Universo Verdadeiro P e L, com velocidades de expansão uniformes formam o triangulo OLP que cresce com a idade do Universo, gerando sempre triângulos semelhantes. Sendo assim, um observador em uma delas, como por exemplo, em L, verá a sua companheira sempre no mesmo ângulo de visada B. Esse observador, na sua verdade, acha que está parado, e vê a outra galáxia afastando-se dele com a velocidade Va uniforme, já que, nos triângulos semelhantes, os lados são sempre proporcionais, e portanto, como os lados OL e OP aumentam uniformemente com a idade do Universo, conseqüentemente, o lado LP crescerá também com velocidade uniforme, dando a impressão ao observador em L, que a sua galáxia companheira P afasta-se dele com velocidade Va uniforme. Essa é a ilusão que engana a Ciência, que não sabe explicar porque o nosso planeta é o centro do nosso Universo Visível.
Como a relatividade acabou com o referencial absoluto da física newtoniana, torna-se impossível chegar a essa conclusão.
Caro leitor, acabamos de demonstrar o funcionamento da dinâmica do nosso modelo de Universo e vamos demonstrar matematicamente a sua consistência com os dados observacionais fornecidos pela Astronomia. Não se assuste com a matemática que usamos, pois ela é de uma simplicidade tal que, até mesmo um aluno, que esteja finalizando o 1° grau pode compreendê-la. Então, não deixe de acompanhar gradativamente os cálculos aqui apresentados na elaboração das duas planilhas, pois eles são as provas fundamentais da veracidade do nosso modelo do Universo Lógico.
Com o objetivo de desarmar os espíritos daqueles que leram até esse ponto, acreditando que as teorias de Deduções Lógicas são contra a Relatividade, principalmente os físicos, informamos, muito pelo contrário, que o que fizemos foi confirmar como os fótons para os observadores nos referenciais em movimentos, aparentemente não sofrem a influência das velocidades das suas fontes, como considera a Relatividade.
Também, ao deduzirmos a mesma fórmula do tempo, usando apenas um relógio em vez de dois, como feito por Einstein, mostramos que a matemática relativística continua explicando o funcionamento daqueles fenômenos que ela sempre explicou e, ao mesmo tempo, acabamos com o seus absurdos como:
- a dilatação do tempo;
- a contração dos espaços;
- a quarta dimensão;
- a dependência da massa com a velocidade.
Satisfazendo assim, uma parte dos físicos que foram obrigados a aceitar esses absurdos, à contragosto.
Por outro lado, trazemos Newton para o lugar que ele merece ter na Física, ao restabelecer o referencial absoluto e provar que a partir dele um observador é capaz de ver a influência da velocidade expansão do Universo e das fontes de luz sobre os fótons emitidos por elas, conforme os ditames da física Newtoniana. Salientemos que, ao contrário do que diz a Ciência, ela é aplicada nas altas velocidades da expansão do Universo; enquanto que a física relativista é usada pelos observadores dos referenciais em movimento onde os fótons têm sempre a velocidade da luz c. Na gravidade lógica, damos uma certa razão ao Newton, onde a luz e a gravidade, são transmitidas, aparentemente de uma maneira instantânea.
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