O universo é Newtoniano
O universo só pode ser conhecido através do "olhar" de um observador hipotético que possui uma visão global e instantânea, estando esse no referencial do espaço absoluto.
O próprio Newton acreditava no espaço absoluto como sendo o ponto de partida para todos os movimentos.
Newton também afirmava que "os fótons sofrem a influência da velocidade da luz", estando de acordo com a teoria de "Deduções Lógicas" aqui proposta, portanto, estamos apenas trazendo de volta o conceito de luz já definido por Newton.
A luz sofre a influência da velocidade de sua fonte, de fato, é dessa forma que ela funciona, mas somente para um observador hipotético que assiste a todos os movimentos do referencial do espaço absoluto que é o único que está realmente parado e é capaz de enxergar esta influência.
Já no caso de um observador em qualquer outro referencial que não seja o absoluto, ele está sempre em movimento, sendo assim, ele só vai enxergar os movimentos de maneira relativa, já que ele não pode tomar conhecimento da sua velocidade de expansão no Universo, por isso, não pode conhecer também os verdadeiros movimentos dos fótons emitidos por fontes que estão no seu referencial e que sofrem a influência dessa velocidade de expansão que ele desconhece..
A dinamica entre duas galáxias P e L e o fóton entre elas
Para observador no referencial absoluto
| O Fóton visto por um observador S no espaço absoluto, ou seja, no referencial do Big Bang. | |
![]() |
Ele conhece as velocidades:
vp = de expansão no Universo da galáxia P; Vt = de expansão no Universo da galáxia L; Ô = angulo formado pelo afastamento das galaxias devido as Este observador verá, na idade T1 do universo, que dos fótons emitidos pela galáxia P, na posição P1 de sua trajetória, que um deles foi emitido na direção da galáxia L, que naquele momento ocupava a posição L1 de sua trajetória. Esse fóton sofre a influência da velocidade Vp, modificando a sua velocidade c para c2, e também a sua trajetória de P1L1 para P1L, conforme a figura. |
| Esta é a trajetória verdadeira do fóton, que só é vista por esse observador.
Em um tempo T2 ele verá: - a galáxia P ir de P1 até P com velocidade Vp; - a galáxia L ir de L1 até L com velocidade Vt; - o fóton ir de P1 até L com velocidade c2, descrevendo a sus trajetópria verdadeira, que só pode ser vista pelo Esse observador também vê uma galáxia se afastar da outra com velocidade uniforme de afastamento Va. Sendo a idade atual do Universo T = 13,7 bilhões de anos, tal que T = T1 + T2, então esse fóton estará chegando ao seu destino na galáxia L, sendo que devido à velocidade Vt desta e ao efeito aberração, a sua velocidade é modificada de c2 para c1, como se tivesso percorrido a trajetória PL com a velocidade c1 = c - Va. |
|
| Para observador no referencial da galáxia P, emissora dos fótons | |
![]() |
Esse observador, que pensa estar parado, vê a galáxia L, afastando-se dele com velocidade Va, e também o fóton emitido por ela, alcançar a galáxia L hoje, tendo percorrido a trajetória PL com velocidade c.
Essa trajetória é a verdadeira para esse observador e é virtual para o observador S( espaço absoluto). |
| Para observador no referencial da galáxia L, receptora dos fótons | |
![]() |
Esse observador, que pensa estar parado, vê a galáxia P se afastar dele com velocidade Va e emitir o fóton em sua direção na idade T1 do universo, na posição P1.
Esse fóton se aproxima dele com velocidade c1 = c - Va, chegando hoje até o mesmo. A ciência, quando mede a frequência da luz que chega até nós das galáxias, está medindo a velocidade de chegada destes fótons pela fórmula Uma galáxia(estrela) emite luz sempre da mesma maneira: - com a mesma velocidade c; - com a mesma frequência f = 5,8928 x 1014 Hz; - com o mesmo comprimento de onda Isso tudo acontece independente da distância entre a Terra e a galáxia da qual é medida a frequência da luz. |
O raio de luz entre duas galáxias, P e L
| O raio de luz visto por um observador S no referencial do espaço absoluto | |
|
Os fótons emitidos pela galáxia P, durante a sua trajetória P1P, estarão sempre entre as duas galáxias, formando um raio de luz que liga a galáxia P à galáxia L, conforme figura. |
|
![]() |
O observador verá que esse raio tem dois movimentos: - o movimento Vp de sua fonte, como se o raio fosse - a evolução do seu tamanho que aumento na velocidade |
| Nenhum fóton percorre a trajetória PL, e o seu comprimento pode ser calculado como se um fóton virtual a percoresse em um tempo T2 com velocidade c. | |
| Para observador no referencial da galáxia P. | |
![]() |
Esse observador que acredita estar parado verá o raio de luz com velocidade c, num tempo T2, alcançar a galáxia L1, que se afasta dele com velocidade Va. |
| Para observador no referencial da galáxia L. | |
![]() |
Esse observador verá o raio de luz aproximar-se com velocidade c1 = c - va a partir do ponto P1, de onde foi emitido num tempo T2, estando com velocidade c1 = c - Va, enquanto a galáxia se afasta com a velocidade Va, indo na posição P1 até P. |
As ilusões que enganam a ciência
![]() |
Un fóton proveniente de uma galáxia P, vindo da posição P1, tem sua velocidade modificada pela influência da velocidade de expansão no universo Vp, da galáxia P. Ao chegar na terra, ocupando atualmente a posição L, devido à velocidade de expansão no universo Vt, da Terra e ao efeito de aberração, o fóton modifica a sua velocidade e a sua direção de chegada, como se tivesse vindo da posição P em que a galáxia emissora dos fótons ocupa no momento em que ela alcança a terra. Logo, na verdade, estamos vendo uma ilusão, pois não há nenhuma ligação direta da galáxia P na sua atual posição com a da Terra hoje. E ainda para confundir a Ciência, tal ilusão é aparentemente verdadeira, já que mostra que, nesse exato momento, a galáxia P ocupa a posição P. |
|
Isso tudo que acabamos de dizer não é coincidência, pois as leis da dinâmica do universo faz com que esse fenômeno ocorra para todas as galáxias cuja luz chegue até nós. O mesmo acontece quando simulamos qualquer para de galáxias na nossa planilha do universo. Isso faz com que tudo que enxergamos no universo seja uma ilusão, pois nenhum fóton vem da direção de onde foi emitido, entretanto, trata-se de uma ilusão que passa a ser verdade. Desde que uma galáxia P na posição P0 foi formada, ela emitiu fótons em todas as direções. Destes fótons, os emitidos na direção da galáxia L, nossa via Láctea, que ocupava naquele momento a posição L0, sofrem a influência da velocidade de expansão no universo Vp, da galáxia P, modificando a sua direção e velocidade. O primeiro destes fótons chega na Terra depois de um certo tempo T2, quando a Via Láctea ocupa a posição L1. Durante esse tempo T2; - A Terra foi da posição L0 até L1 e a galáxia P da posição P0 até a posição P1. Todos os fótons emitidos por P durente o seu percurso P0P1 sofreram a mesma influência sofrida pelo primeiro fóton, e cada um deles percorre uma trajetória própria, paralela à do primeiro. A partir do momento em que este primeiro fóton chega à L em L1, todos os outros estão alinhados formando um raio de luz que liga a galáxia P em P1 à Terra na posição L1. |
|
O Raio de luz
![]() |
É importante salientarmos que nenhum desses fótons percorre a trajetória PL do raio de luz. A partir daí, o raio de luz estará sempre entre a sua galáxia de origem e a Terra na Via Láctea L, sendo arrastado pela velocidade Vp de expansão da galáxia P, crescendo com velocidade c e aproximando da terra com velocidade c1. Enquanto isso, os fótons formadores desse raio continuam sempre suas trajetórias particulares, com suas velocidades c2. |
| Para enfatizar a questão da ilusão verdadeira que vem enganando os astrônomos, imaginemos que a galáxia P na posição P’ tenha explodido por alguma razão, na época em que a Terra ocupava a posição L’.
Algum tempo após dessa explosão, quando a Terra ocupava a posição L, um observador na Terra estaria vendo a galáxia P na posição P como se ela não tivesse explodido, e continuaria vendo-a até o momento em que o ultimo fóton emitido pela galáxia P em P’ chegar à Terra na posição L’’. Logo, nesse exato momento, ele verá a galáxia explodindo como se estivesse na posição P’’. |
|










There are no comments for "O universo é Newtoniano".