Dinâmica do Universo Verdadeiro
Planilha do Universo Verdadeiro
Tendo por base o conceito de Newton, que diz que o fóton sofre influência da velocidade de sua fonte, o que está de acordo com "Deduções Lógicas" ao preconizar que o observador no referencial espaço absoluto vê o funcionamento completo da luz, enxergando os movimentos verdadeiros no Universo, desenvolvemos uma planilha matemática, onde possamos simular a dinâmica de duas galáxias quaisquer e também o movimento do fóton e do raio de luz entre elas.
Caro leitor, não se intimide com os cálculos que apresentaremos, pois usaremos uma matemática simples na planilha. Se você, na tua época de estudante chegou até o 4º ano ginasial, o que equivale ao ensino fundamental II atualmente, então, você mesmo será capaz de compreender toda a matemática aqui apresentada. Em suma, basta saber calcular os seis elementos de um triângulo, isto é, os 3 lados e os 3 ângulos, quando se conhece 3 desses 6 dados fornecidos. Fizemos tudo isso de uma maneira clara e elucidativa a fim de fazer você relembrar naturalmente o que foi esquecido.
Para podemos simular a dinâmica entre duas galáxias quaisquer, precisamos definir as suas atuais posições no universo:
Assim, vamos considerar uma galáxia qualquer P e outra L. Para facilitar vamos considerar a galáxia L como a Via Láctea, ou melhor, que seja a Terra.
Como sabemos a idade da Terra T, para localizá-los no Universo, basta saber as suas velocidades de expansão Vp e Vt e o ângulo Ô que estas duas fizeram na sua origem, o Big Bang.
A Ciência sabe da:
- velocidade da luz: c = 300.000 Km/s;
- idade da Terra T = 13.7 bilhões de anos.
Deduções Lógicas determina:
- a freqüência da emissão da luz f = 5.8928 x 1014 Hz;
- o comprimento da onda na emissão da luz ? = 5,0909 x 10-7m.
Primeiramente, com os dados das duas galáxias a serem simuladas P e Q e com o centro do Universo O, encontraremos o triangulo OPL no plano fornecido pela direção das duas galáxias, onde temos:
- P = posição atual da galáxia P;
- L = posição atual da galáxia L (Terra);
- O = centro do universo, local do Big Bang.
Considerando as posições P1 e L1 das galáxias P e L, quando o fóton que chega hoje à L (Terra) foi emitido, assim, além do triangulo OPL, teremos os triângulos OP1L1, OL1P1, P1L1L, e P1LP.
Desenvolvendo esses 5 triângulos, obtivemos todos os dados, na simulação da dinâmica entre as galáxias P e L (Terra) e fóton entre elas.
Para resolver esses triângulos, montamos a planilha abaixo para serem calculados em computador.
Elaboração da planilha do universo verdadeiro

Montagem da planilha
Conhecemos:
[1] A velocidade da luz no vácuo:
c = 300.000 Km/s ( ou uma unidade de velocidade = 1);
[2] A idade atual do universo, fornecida pela NASA em 2003:
T = 13,7 bilhões de anos;
[3] A freqüência de emissão da luz:
f = 5,8928 x 1014 Hz;
[4] O comprimento de onda da emissão da luz:
l = 5,0909 x 10-7 m.
Entramos com as variáveis:
[5] A velocidade de expansão da Terra:
Vt.
[6] A velocidade de expansão da galáxia P:
Vp.
[7] O ângulo formado entre as direções de expansão da Terra e da galáxia P no triângulo OLP:
Ang Ô.
Calculamos:
[8] A distância atual A entre o centro do Universo O e a Terra L:
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A = Vt x T
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[9] A distância B entre o centro do universo O e a galáxia P atualmente:
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B = Vp x T
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[10] A distância atual D entre a Terra L e a galáxia P é conhecida, resolvendo o triângulo OLP:
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[11] O tempo T2 gasto para o fóton alcançar a Terra vista por um observador no referencial da galáxia P:
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- Lembremos que a velocidade do fóton é sempre c para o observador no referencial da fonte, e que num tempo T2:

a Terra vai da posição L1 até L com velocidade Vt;
a galáxia P vai de P1 até P com velocidade Vp:
o fóton vai de P1 até L, percorrendo a distância D2 com a velocidade c2, visto pelo observador S no espaço absoluto:
o fóton percorre a distância D, indo de P até L, com velocidade c, visto pelo observador em P;
o fóton percorre a distância D1 com velocidade c1, indo de P1 até L1, visto pelo observador no referencial da Terra.
[12] A idade do Universo na época em que o fóton foi emitido:
T1 = T - T2;
[13] O ângulo M formado entre a direção OP de expansão da galáxia P e a direção de afastamento LP da mesma no triângulo OLP, ao resolvê-lo, é :
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[14] O ângulo B formado entre a direção OL de expansão da Terra e a direção LP de afastamento da galáxia P no triângulo OPL, ao resolver o triângulo OPL, é:
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[15] A soma 1 dos ângulos internos do triângulo OLP (para a verificação da consistência dos cálculos):
No triângulo OLP:
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[16] A distância b de O até P1:
| b = Vp x T1 | ![]() |
[17] A distância b1 de P1 até P:
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b1 = Vp x T2
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[18] A trajetória verdadeira D2 percorrida pelo fóton de P1 até L vista pelo observador S no espaço absoluto, é obtida resolvendo o triângulo OP1L:
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[19] O ângulo  formado entre a direção OL de expansão da Terra e a trajetória verdadeira do fóton P1L, no triângulo OLP1:
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[20] O ângulo L formado entre a direção OP1 de expansão da galáxia P e a trajetória do fóton P1L, é obtida resolvendo no triângulo OLP1:
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[21] A soma 2 dos ângulos internos do triângulo OLP1 (para verificação da consistência de cálculos):
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[22] A distância "a" da Terra em L1 ao centro do universo O:
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[23] A distância a1 percorrida pela Terra da posição L1 até L:
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[24] A distância D1 entre P1 e L1 no triângulo OLP1:
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[25] A velocidade do fóton c2 na sua trajetória verdadeira D2:
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[26] A velocidade de aproximação do fóton c1 à Terra entre P1 e L1 para o observador na Terra:
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[27] O suplemento do âng.B:
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[28] O ângulo da mudança de direção do fóton na sua emissão, devido a velocidade Vp de expansão da galáxia P.
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[29] A velocidade de afastamento V1 entre P e L devido à velocidade Vp, que é a projeção de Vp sobre o eixo LP.
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[30] A velocidade de afastamento V2 entre P e L devido à velocidade Vt que é a projeção de Vt no eixo LP:
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[31] A velocidade de afastamento Va entre a galáxia P e a Terra, para um observador na Terra que se considera parado:
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[32] A soma 3 dos ângulos internos do triângulo P1L1L (para verificação da consistência dos cálculos):
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[33] A velocidade de um fóton c4 fictício para o observador S, no espaço absoluto, entre a galáxia P e a Terra:
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(o sinal positivo que aí aparece se deve ao valor do cos L, que é negativo, onde deveríamos usar o suplemento do ângulo L);
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Para o observador S, a trajetória verdadeira do fóton é P1L, com velocidade c2. No entanto, se um fóton fictício fosse de P até L, com velocidade c4, em um tempo T2, poderíamos resolver o triângulo PP1L e achar o valor de c4 que será sempre c4 = 1; entretanto, para o observador na galáxia P, esta é a trajetória verdadeira do fóton com a velocidade c = 1. Isso é mais uma prova de consistência da nossa planilha, pois para qualquer galáxia P o calculo de c4 é sempre c4 = 1.
[34] O ângulo de aberração E do fóton ao chegar na Terra:
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* Veja que resultado interessante [28] âng E1 = [34] âng E. Isso significa que o ângulo de modificação da direção do fóton, na sua emissão de c para c2, é o mesmo da modificação do fóton na sua chegada à Terra quando c2 modifica-se para c1, para qualquer galáxia P, independentemente do valor de sua velocidade Vp.
[35] Outra maneira de calcular c1, considerando a mudança de c2 para c1 devido a velocidade Vt de expansão da Terra (L) e ao efeito de aberração:
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[36] Outra maneira de calcular a velocidade c, considerando o observador na Terra (para ele, a galáxia P afasta com velocidade Va e o fóton emitido de P1 com a velocidade c):
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* Verificamos os valores [26] c1 = [35] c1a = [36] c1b. Isso é uma prova cabal de consistência interna da nossa planilha.
[37] A constante de Hubble H0 é, por definição, a velocidade de afastamento Va da galáxia P dividida pela distância D dela até a Terra, percorrida pelo fóton com velocidade c, vista pelo observador P:
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[38] A soma 4 dos ângulos internos do triângulo PP1L (para verificação da consistência dos cálculos):
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[39] O redshift Z da galáxia P, definida pela ciência, através da fórmula abaixo:
[40] A freqüência da luz f’ ao chegar na Terra, calculado pela fórmula do efeito Doppler:
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[41] Outra maneira de calcular f’, pela fórmula de v = l x f da velocidade da onda:
onde v = c1,
Sendo:
c1= velocidade real de chegada do fóton;
f ' = frequência de chegada da luz.
Veja os valores [40] f´ = [41] f´1, que é mais uma prova de consistência interpretada de nossa planilha.
[42] O valor máximo do âng. O, para que a galáxia P esteja dentro do universo visível da Terra.
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Observação: O angulo O' neste exemplo não foi calculado pois Vt<c









































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