Prova da veracidade de nossas planilhas quando têm seus dados comparados com os dados da Astronomia
Constante de Hubble
Para a ciência
A Ciência sabe muito pouco sobre a Cosmologia. Ela conhece:
- a velocidade da luz c = 300.00 Km/s;
- o afastamento das galáxias; ou seja, suas velocidades através do efeito Doppler (mudança de freqüência da luz com a velocidade Va de afastamento de cada uma delas);
- as distâncias percorridas pela luz das galáxias até nós, através da constante de Hubble (H0). Essa constante foi estimada pelo astrônomo Erdwin Hubble (1929) que chegou à conclusão observacional de que as velocidades de afastamento das galáxias são proporcionais às distâncias da Terra, isto é, H0 = Va / D, sendo D a distância de uma certa galáxia com velocidade Va até a Terra.
Com o aprimoramento dos telescópios, foi possível obter atualmente um valor mais preciso para H0 , com uma pequena margem de erro, sendo aproximadamente H0 = 71Km/s/Mpc.
De acordo Deduções Lógicas
É possível calcularmos o valor da constante de Hubble através da planilha do Universo Verdadeiro.
Entramos com os dados fixos do Universo:
[1] Velocidade da Luz: c = 1
[2] Idade do Universo: T = 13,7 bilhões de anos
[3] Freqüência da luz na emissão: f = 5,8928E+14 Hz
[4] Comprimento da onda da luz (sol) amarela : l = 5,09090E-07 m
Com os dados de 2 galáxias quaisquer para as quais desejamos simular as suas dinâmicas e da luz entre elas.
Para determinarmos o par de galáxias, entramos na planilha com as suas velocidades de expansão Vt e Vp das galáxias L e P respectivamente e o ângulo Ô que a direção dos vetores dessas velocidades fazem entre si a partir do Big Bang. Para facilitar, consideramos que a galáxia L seja a nossa Via Láctea, onde a Terra está localizada. Lembramos também conforme já demonstrado no item anterior, que os dados de um Universo Visível não dependem de sua velocidade de expansão. Sendo assim, podemos considerar qualquer valor para a velocidade Vt da Terra.
Logo, entramos na planilha do Universo Verdadeiro com os dados das galáxias L e P:
[5] Velocidade de expansão da Terra: Vt = 1,2 c
[6] Velocidade de expansão da galáxia P: Vp = 1,8 c
[7] Ângulo que a direção da Terra faz com a direção da galáxia P: ang Ô = 25º
Com os dados acima, obtemos a planilha do Universo Verdadeiro de nº 6.

Nessa planilha, obtemos os dados das galáxias L(Terra) e da galáxia P:
[8] Distância da Terra, hoje, ao centro do Universo:
A = 16,44 bilhões de anos luz
[9] Distância da galáxia P, hoje, ao centro do Universo:
B = 24,66 bilhões de anos luz
[10] Distância entre a Terra e a galáxia P atualmente:
D = 11,980650862 bilhões de anos luz
[31] Velocidade de afastamento entre a galáxia P e a Terra:
Va = 0,874500063 c
[37] Constante de Hubble:
H0 = 71,386861314 Km/s/Mpc
Com os dados acima e os dados fornecidos para as galáxias L e P:
[5] Velocidade de expansão da Terra: Vt = 1,2 c
[6] Velocidade de expansão da galáxia P: Vp = 1,8 c
[7] Ângulo que a direção da Terra faz com a direção da galáxia P: ang Ô = 25º
Obtemos a figura abaixo:

onde a galáxia P está dentro do Universo Visível de L(Terra).
O importante dos dados acima é o valor da constante de Hubble H0= 71,386861314 Km/s/Mpc, obtida da divisão de H0=Va/D= 0,874500063/11,980650862 = 71,386861314. Este valor confere com o obtido na prática pela Ciência. H0 = 71 Km/s/Mpc.
E O MAIS IMPORTANTE: Este valor de H0 permanece constante na simulação de qualquer par de galáxias do Universo. O internauta pode fazer o download da planilha e testar para si mesmo.
Mas alguém pode chamar a atenção para o fato de que, ao saber a idade do Universo T, podemos calcular a constante de Hubble H0 , já que também temos: H0 = 1/T.
Isso também está certo, pois uma galáxia que possui a velocidade de afastamento Va = 1c estará distante da Terra D = Va x T.
Assim, H0 = Va / D = Va / (Va x T) = 1/T
Só que não usamos esta fórmula H0= 1/T para chegarmos ao valor de H0.
Usamos a idade T do Universo para calcularmos:
- o valor de A, distância percorrida pela galáxia L (Terra) do início do Universo até hoje, A = Vt x T.
- o valor de B, distância percorrida pela galáxia P do início do Universo até hoje, B = Vp x T.
Calculamos Va , que não depende de T, mas sim de Vp e Vt.
Calcularmos no triângulo OPL o valor de D e então chegarmos a: H0 = Va / D
Para exemplificarmos melhor.
No exemplo anterior, vamos variar o valor do ângulo Ô de 25º para 70º. Obteremos a planilha de nº 7.

E obtemos a figura:

Vemos, pela figura, que a galáxia P está fora do Universo Visível da galáxia L (Terra), sendo que através da planilha, vimos que muito dos seus dados não fecham ou não podem ser calculados.
Com a soma dos ângulos:
[21] Soma2: Soma2 = 256,76281º
[32] Soma3: Soma3 = 256,76281º
[37] Soma4: Soma4 = 103,23719º
Números negativos que não são possíveis:
[12] Tempo gasto para a galáxia P alcançar o ponto P1:
T1 = -10,816772907 bilhões de anos
[16] Distância de P1 ao centro do Universo:
b = -19,470191233 bilhões de anos luz
[22] Distância de L1 ao centro do Universo:
a = -12,980127488 bilhões de anos luz
[36] Outra maneira de calcular c1, considerando o observador na Terra:
c1b = -0,789545468 c
[40] Freqüência da luz ao chegar na Terra:
f’ = -4,652633532E+14 Hz
No entanto, o triângulo da figura OLP é calculado certo, quanto ao tamanho dos seus lados e a soma dos seus ângulos.
Ou seja, o lado [9] B = 24,66 bilhões de anos luz está certo.
E a velocidade [31] Va = 1,789545468 c também está certa.
Logo [37] H0 = Va / D = 71,386861314 também está certo ao conferir com o valor normal de H0.
ISTO SIGNIFICA: que a constante de Hubble H0 é válida para qualquer par de galáxias do Universo Verdadeiro, mesmo para aquelas galáxias que não estão no mesmo Universo Visível; como, por exemplo, no desenho acima, onde a galáxia P não está no Universo Visível da galáxia L e vice-versa.
Radiação de Fundo
De acordo com a Cosmologia moderna aceita pelos físicos, o Universo, aproximadamente 300.000 anos depois da sua criação (o Big Bang), era formado por uma sopa de partículas e radiação, estando essa última aprisionada no meio às partículas fundamentais; ou seja, a radiação não conseguia escapar para além do raio do universo naquela época, pois, devido à alta temperatura daquele caldo de partículas, os fótons da radiação estavam fortemente acoplados à matéria (elétrons), ficando impossível de escapar.
A partir de um dado momento, quando o caldo começou a esfriar, os fótons da radiação tiveram a liberdade de escapar devido à redução da temperatura, ocasionando um desacoplamento entre fótons e matéria. Sendo assim, os fótons estavam livres para viajar pelo espaço, podendo chegar facilmente na retina do observador. Por isso, a Ciência diz que o Universo ficou transparente à observação somente com o resfriamento daquele caldo de partículas, cuja radiação emitida nos alcança hoje na faixa de freqüência de microondas denominada de radiação de fundo. Essa radiação foi descoberta em 1965 por dois americanos Wilson e Penzias, observando que ela vinha de toda a parte ou qualquer direção do espaço, sempre com uma mesma intensidade, estando na faixa de freqüências de microondas, oriundas do limite do Universo, com velocidade c, provenientes do Big Bang.

A Ciência conhece:
- todas as galáxias e quasares afastam-se da Terra com velocidades Va , que são possíveis de serem conhecidas através do efeito Doppler.
- através da constante de Hubble (H0) , as distâncias entre a Terra e as galáxias.
- que as radiações de fundo são provenientes do limite do nosso Universo, vindas de todas as direções do espaço.
- que essas radiações têm origem das proximidades do Big Bang.
Logo, ela concluiu que a explosão inicial (Big Bang) foi uma explosão especial que se deu em todos os pontos da esfera limite do Universo, conforme a figura acima.
Daí, ela afirma que o Universo não tem centro, pois se houvesse, o seu centro seria no local do Big Bang; mas, pela própria figura acima, o Big Bang está delocalizado, não havendo um local definido para ele.
Conforme " Deduções Lógicas "
O nosso Universo Visível é homogêneo em grande escala; sendo assim, a distribuição de galáxias é uniforme. Ele é composto pelas galáxias que se afastam de nós com velocidades de afastamento Va menores do que a velocidade da luz. O seu limite é representado pelas galáxias que tem Va muito próxima à da luz, como Va = 0,99998 c.
Quando observamos uma galáxia através dos telescópios, estamos vendo-a no passado remoto, pois temos de levar em conta o tempo em que a luz (fótons) levou para percorrer as suas trajetórias até nós.
Vamos simular em nossa planilha do Universo Visível de número 8 uma galáxia P que tem o Va = 0,999978 c, obtendo os dados abaixo:

A planilha acima dá origem à figura abaixo:

Com base na planilha e na figura, quando observamos uma galáxia P no limite do nosso Universo Visível, vemos:
- que os fótons provenientes dessa galáxia, que nos alcançam hoje, foram emitidos quando a galáxia ocupava a posição P1 que distava [10] D1 = 301.393 anos luz.
Na idade do Universo [12]T1 = 301.400 anos, ele era composto de átomos. Então, estamos recebendo os fótons que foram emitidos pelos átomos que deram origem à galáxia P, viajando na direção dos átomos que originaram a Terra, com a velocidade [9]c1 = 0,000022 c, durante o tempo [8]T2 = 13,699698600 bilhões de anos, percorrendo a distância D1.
Essa radiação chega na Terra com a freqüência [16] f’ = 12,964309 GHz, que está enquadrada na faixa de freqüência de microondas.
- um observador na Terra vê a galáxia P ir da posição P1 até sua atual posição P, com a velocidade [5]Va = 0,99978 c , durante um tempo [8]T2 = 13,699698600 bilhões de anos, percorrendo a distância [11]D3 = 13,699397207 bilhões de anos luz.
- um observador no referencial da galáxia P, desde a época em que ela era um conjunto de átomos na posição P1 , acreditando que está parado de acordo com a sua verdade, vê o conjunto de átomos que daria origem à Terra no futuro, na distância [10]D1 , afastando-se dele com [5]Va. Aqueles fótons emitidos de P na posição P1 , com velocidade c alcançam hoje a Terra, depois de terem percorrido a distância [7]D = 13,699698600 bilhão de anos luz.
Com base no raciocínio exposto por "Deduções Lógicas" , acabamos de descrever, de maneira simples e convincente a radiação de fundo que tem origem numa galáxia genérica P. Devido à homogeneidade da distribuição das galáxias, encontraremos sempre uma galáxia P em qualquer ponto situado na esfera limite do nosso Universo, que se expande com uma velocidade muito próxima de c. Sendo assim, temos a explicação lógica de como recebemos radiação de fundo vinda de todas as direções, vista por um observador no referencial da Terra.
- Para um observador no espaço absoluto que vê o conjunto de átomos que formam a galáxia P e a Terra com velocidades de expansão Vp e Vt respectivamente, conforme a figura abaixo:

Ele vê os fótons, emitidos pelos átomos de P na posição P1 em direção aos átomos da Terra na posição L1 , sofrerem a influência da velocidade Vp da galáxia P, modificando a velocidade c para c2 em módulo e em direção, onde c2 = c + Vp.
Devido à velocidade Vt de expansão da Terra e ao efeito de aberração, esses fótons, ao chegarem hoje na Terra, modificam suas velocidades de c2 para c1 , sendo c2 = c1 + Vt , como se tivessem sido originados na posição atual da galáxia P, lembrando que c1 nos alcança dentro da faixa de freqüência de microondas; só que, agora, estamos analisando esse efeito sob o ponto de vista do observador no espaço absoluto.
Como já sabe, devido à homogeneidade da distribuição de galáxias no Universo, a radiação de fundo chega na Terra aparentemente de todas as direções, pois, na verdade, nenhum desses fótons vieram das atuais posições das galáxias genéricas P como afirma a Ciência. Todos eles vieram de uma esfera de átomos que se afastavam com velocidades muito próximas de c dos átomos que deram origem à Terra, estando localizados bem próximo do local do Big Bang. Isso explica a ilusão da Ciência em pensar que o Big Bang se deu de maneira delocalizada em todos os pontos situados na esfera limite do Universo Visível.
CARO LEITOR, PELO QUE FOI RELATADO ATÉ AQUI, VOCÊ MESMO PODE CONCLUIR SOBRE A VERACIDADE DO NOSSO MODELO SIMPLES E LÓGICO PARA A DINÂMICA DO UNIVERSO, MEDIANTE A COMPATIBILIDADE DOS RESULTADOS DAS NOSSAS PLANILHAS COM OS DADOS OBSERVACIONAIS DA ASTRONOMIA:
- A CONSTANTE DE HUBBLE;
- A RADIAÇÃO DE FUNDO.
E TAMBÉM PELA CONSISTÊNCIA INTERNA E ENTRE SI DAS PLANILHAS DOS UNIVERSOS VERDADEIRO E VISÍVEL.
PARA VER DETALHES DE RADIAÇÃO DE FUNDO, CLIQUE AQUI
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