CD Eixo Bruna - Efeito Aberração

Efeito Aberração.

Esse efeito relacionado à luz é de suma importância para entendermos o funcionamento do Universo.

Para melhor compreensão do efeito de aberração, façamos uma comparação deste, com o que acontece com um observador dentro de um carro numa chuva sem vento.

Para um observador dentro de um carro, na sua verdade, a velocidade do carro modifica a velocidade dos pingos da chuva e faz este observador acreditar que eles estão vindo de uma direção completamente diferente das suas trajetórias verdadeiras, que são verticais.

Esse mesmo efeito, devido à velocidade de expansão no universo, da Terra, ocorre no espaço com os fótons que chegam até nós, oriundos de uma outra galáxia.

Carro parado.

Este observador verá os pingos de chuva caírem na vertical numa velocidade Vc.

V = 0.
Vc = velocidade dos pingos da chuva.

Carro em movimento com a velocidade v

Este observador verá a velocidade desses mesmos pingos ter o seu módulo e direção modificados, devido à velocidade v do carro, fazendo um ângulo θ com a direção vertical.

Quanto maior for a velocidade v do carro, maior será o valor do ângulo e maior será a velocidade de aproximação dos pingos Vc1.

Para uma velocidade do carro igual à velocidade da chuva, este ângulo será de 45° e o módulo da velocidade aumentará para 1,4142 Vc.

V = velocidade do carro.

Vc1 = velocidade dos pingos de chuva para o observador dentro de um carro em movimento.

Terra Parada

Se a Terra estivesse parada, os fótons chegariam até ela, oriundos de uma galáxia, depois de terem percorrido as suas trajetórias verdadeiras com a velocidade c2, que é a velocidade c de emissão dos fótons influenciada pela velocidade de emissão dos fótons influenciada pela velocidade Ve de expansão no universo, da galáxia onde tiveram origem.

Um observador na Terra veria a trajetória verdadeira desses fótons.

Terra em movimento

A Terra tem um movimento de expansão V no Universo adquirido no Big Bang.

Devido a este movimento e ao Efeito de Aberração, o módulo da velocidade c2, dos fótons, é modificado para c1, assim como a direção de sua chegada.


Da mesma maneira como acontece com os pingos da chuva, acontece também com os fótons, portanto, podemos concluir que a velocidade
V de expansão no Universo, da terra, para um observador na Terra, faz com que a velocidade dos fótons seja modificada de c2 para c1, fazendo com que eles cheguem de uma direção completamente diferente da sua trajetória verdadeira.

Sendo assim, tudo que vemos no Universo não passa de uma ilusão, pois a direção verdadeira de chegada dos fótons não é aquela que acreditamos ser. Acabamos de falar de aberração devido à velocidade V de expansão no Universo, da terra, a qual não conhecemos.

Nós na Terra, na nossa verdade, estamos parados e conhecemos as velocidades de rotação e translação, porque a Ciência deduziu a existência delas através de observação. Além disso, lemos nos livros essas afirmações.

O mesmo acontece com a velocidade de expansão

V no Universo, da terra, que não podemos medir diretamente, mas que podemos deduzir.

Quando a Ciência fala em aberração, ela se refere à velocidade de translação da Terra, de aproximadamente 29 km/s, e da sua velocidade de rotação, de 4,6 km/s no equador. Estas velocidades são desprezíveis em relação à velocidade
V de expansão no Universo, da Terra, que pode ser maior do que a velocidade da luz c, conforme demonstraremos.

Entendido os conceitos acima, demonstraremos a partir de agora o funcionamento da órbita de um planeta e a existência do Eixo Bruna.

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