O deslocamento de um fóton entre o sol e a Terra
Para um observador no referencial absoluto
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| Este observador conhece a velocidade b de expansão no universo, da nossa galáxia, que contém o Sol e a Terra, e vê sempre um raio de luz ligando estes dois astros, com fótons emitidos pelo Sol na direção da Terra com velocidade da luz c. Por saber a existência da velocidade de expansão b do Sol, este observador conhece a influência desta velocidade b sobre a velocidade c dos fótons emitidos pelo Sol na posição Bn, influência essa que causa uma mudança de direção e módulo da velocidade c de emissão destes fótons, para Ce2. Ao chegar a Terra, cada um destes fótons, devido à velocidade de expansão b da Terra e ao efeito de aberração, muda novamente a sua velocidade em direção e módulo, voltando a ter a velocidade c como se estivesse sido emitido pelo Sol estacionado no foco do periélio. |
Assim, cada fóton entre o Sol e a Terra funciona como se fosse emitido da projeção do sol estacionado na posição Bn e chega a Terra com a velocidade c como se viesse do Sol verdadeiro estacionado no foco do periélio.
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Na figura ou na animação, acima, vemos que a verdadeira trajetória e velocidade dos fótons emitidos pelo Sol e que chegam até nós na Terra, só são conhecidas por um observador criado pela nossa imaginação, colocado no referencial do espaço absoluto. Vemos, também, que cada fóton emitido pelo Sol virtual, estacionado na posição Bn, em direção à Terra virtual (projeções do Sol e da Terra verdadeiros, na hora de emissão), vai dessa posição Bn até a terra verdadeira com a velocidade c2 , estes fótons estão sempre entre o Sol e Terra virtuais que têm suas velocidades V paralelas, fazendo o Sol ir da posição Bn até o foco do periélio. |
Para nós, que observamos este mesmo evento do referencial da Terra, a nossa verdade é diferente, pois não conhecemos a velocidade b de expansão no universo, do Sol e da Terra.
Um observador como nós, no referencial da Terra, só conhece o movimento de translação dela na sua órbita, porque Galileu teve a coragem de ir contra o conhecimento dos donos da ciência daquela época, a igreja, quando afirmou que a Terra não era o centro do universo e que orbitava em torno do Sol.
Tamanha discordância com o ensinamento dos doutores de sua época fez com que ele fosse condenado a ser queimado, só não foi para a fogueira porque se retratou do que dizia.
Hoje, só não sou condenado, pelos sábios atuais, à fogueira, porque os tempos são outros, quando afirmo que a velocidade de emissão dos fótons sofre a influência da velocidade da fonte, ou alego que não existe a força centrípeta e que a lua não cai na Terra graças à existência real da força centrifuga, contra dizendo os ensinamentos de Einstein e de Newton.
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