Como o professor Dulcídio Braz Júnior é enganado pelas interpretações erradas da força centrífuga
Como o Professor e Mestre em Física Luiz Ferraz Netto, Léo para os íntimos, deve passar para história da física
Como os físicos são enganados pela matemática da força centrifuga que eles, erroneamente, atribuem ser da força centrípeta
Um físico com a matemática que disse ser da aceleração centrípeta tenta provar a existência da força centrípeta
Porque a física acredita na existência da força centrípeta
Como o professor Dulcídio Braz Júnior é enganado pelas interpretações erradas da força centrífuga
A matemática da física é certa, mas, muitas vezes, ela é interpretada erroneamente e os físicos, por não conhecerem a interpretação certa dos fenômenos da natureza, ensinam os seus alunos também de forma errada. Com exemplo mostrarei o Blog que está na Internet, no endereço http://fisicamoderna.blog.uol.com.br, chamado “Física na veia!”, do professor e físico Dulcídio Braz Júnior, da cidade de São João da Boa Vista, em São Paulo. Comentarei as explicações dadas por ele, apontando os seus erros na interpretação da força centrípeta, que ele ainda não descobriu que não existe. Comprovarei que a força real existente nos movimentos circulares é a força centrífuga, que ele descreve como se fosse uma força virtual.

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Certo
1 – Certo
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2 – Aqui temos uma interpretação errada. Na máquina de lavar roupas o que aparece é uma aceleração centrífuga e uma força real também centrífuga de dentro para fora. Essa força centrífuga, aplicada nas moléculas de água existentes nas roupas, expulsa essas moléculas, fazendo com que a água saia do tambor através de vários furos existentes na parede. Devido à força real centrífuga, a roupa fica grudada na parede do tambor. A matemática está certa. O erro está na interpretação, onde o professor Dulcídio considera ac como sendo a aceleração centrípeta. A interpretação certa é que ac é a aceleração centrífuga. Assim, a figura ao lado está errada, pois toda a roupa existente no tambor teria que estar colada na parede. Para comprovar o que estou falando, basta as pessoas observarem a lavagem de roupas na máquina de casa. Se a força real que aparece no movimento de rotação da máquina de lavar roupas fosse como o professor indica na figura, mostrando a direção de aceleração centrípeta, as roupas se concentrariam no centro do tambor e os fabricantes fariam um furo no assoalho para retirar a água contida na roupa molhada. No entanto, os furos foram feitos na parede vertical no tambor da máquina. As moléculas de água são expulsas pela força real centrífuga que atua nelas do centro para fora, fazendo com que elas atravessem a parede do cilindro através dos vários furos existentes nela.
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1 – Certo, mas temos que interpretar que essa força não é fictícia, é uma força real.
2 – Você, dentro da máquina de lavar, não “parece” estar sendo empurrado contra a parede, você realmente está sendo empurrado por uma força real, que é a força centrífuga, que atua de dentro para fora, devido ao seu movimento de rotação imprimido pela máquina.
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Quando você está dentro de um ônibus que movimenta em linha reta, a inércia faz aparecer uma força real que empurra você para traz quando o ônibus acelera e para frente quando o ônibus diminui a velocidade. Quando você está em um movimento curvilíneo, essa força real provocada pela inércia te empurra para fora do ônibus, na direção do raio da curva, de dentro para fora. Esta é a força centrífuga.
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Certo
- Certo 1 e 2. Parece não. Você realmente é empurrado para traz por uma força real de inércia contrária à aceleração do ônibus. E, empurra, para frente quando o ônibus é freado.
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 Caso 3 – Certo.
Caso 4 – Certo.
Certo.
- Este conceito de força da física, que exige sempre a interação entre dois corpos para que um deles exerça uma força sobre outro, está errado. A inércia exerce uma força real sobre um corpo quando tentamos modificar o estado de repouso, de movimento retilíneo ou curvo deste corpo.
- Certo
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Caso 1 – Quando um ônibus está parado e acelera para movimentar-se, esta aceleração faz aparecer uma força de inércia real nos passageiros do ônibus, empurrando-os para traz.
Caso 2 – No caso de um ônibus em movimento uniforme retilíneo, quando acontece uma freada mais brusca a inércia faz aparecer uma força real que joga os passageiros para frente.
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Caso 3 e 4 – No caso de um ônibus em movimento durante uma curva, a inércia faz aparecer sobre os passageiros uma aceleração centrífuga de dentro para fora da trajetória do raio da curva do ônibus. Esta aceleração centrifuga é a responsável por uma força real centrifuga que empurra o ônibus e os passageiros para fora do raio da curva.
Conclusão: Esta força centrifuga é verdadeira e existe para observadores em qualquer referencial. Ela é verdadeira para um observador colocado fora do ônibus, mas apenas o observador em movimento circular dentro do ônibus sente o efeito da força centrífuga. A ciência e o professor Dulcídio, por não terem uma explicação certa para o funcionamento da gravidade de Newton, não entendem porque a Lua não cai sobre a Terra. Por isso a necessidade de uma força centrípeta que é a responsável em manter a Lua na sua trajetória. E, por fim, manteve em todos os movimentos curvilíneos essa força real, que não existe, denominando-a de FORÇA CENTRÍPETA. Eu provo, nas minhas teorias que estão no site www.deducoeslogicas.com/forcas/centrifuga.html, que não existe a força centrípeta. O que realmente existe é a FORÇA CENTRÍFUGA e a força de gravidade não tem a direção do eixo Terra-Lua. A força de gravidade entre a Terra e a Lua faz um pequeno ângulo com este eixo, sendo que a componente radial da gravidade é compensada pela força centrífuga da trajetória da órbita da Lua e a componente tangencial da gravidade é responsável, a todo instante, pela mudança desta trajetória retilínea para uma trajetória curva. Daí a necessidade que a Ciência tem da existência da força centrípeta para demonstrar que ela é a responsável pela trajetória curva da Lua, estendendo a existência dela em todos os movimentos curvilíneos. A ciência também, não sabe que em todos os movimentos curvilíneos existem sempre uma força tangencial, perpendicular ao raio da curva que é a responsável de mudar a todo instante, a trajetória da curva. E, para contrabalançar a força centrifuga os físicos inventaram uma força que não existe, denomina de Força Centrípeta o que contra balanceia a força centrifuga é uma força real que pode ser uma tensão, a componente radial da força gravitacional etc., conforme o caso, como nos exemplos do nosso site www.deducoeslogicas.com/forcas/centrifuga.html .
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Certo.
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 Certo – A gravidade não é zero, ela simplesmente foi anulada.
Todos os cálculos ao lado estão certos. A força de gravidade da Terra exerce uma força atrativa sobre um satélite ou sobre quem estiver dentro do satélite ou ao seu lado, ou mesmo sobre a Lua ou sobre quem estiver na Lua.
Esta analogia entre uma pessoa dentro de um elevador para explicar como tudo flutua no espaço é um erro da Ciência.
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 Certo
Certo
Se o elevador estiver parado, a força N exercida pelos cabos que sustentam o elevador faz com que a velocidade do elevador seja V = 0, então P = N.
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 Se o elevador estiver subindo, a força exercida pelos cabos no elevador será N > P .
Assim: N = m ( g + a )
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Se o elevador estiver descendo, a força exercida pelos cabos no elevador será N
N < P
Assim N = m ( g - a )
Se os cabos que sustentam o elevador arrebentarem, o elevador e os passageiros cairão em queda livre, tendo a sensação de estar flutuando. Essa sensação de imponderabilidade dos passageiros não é porque a gravidade foi anulada, mas porque a força que sustentava o elevador acabou quando os cabos arrebentaram, tornando N = 0 ou seja N = m ( g – g ) = 0 de tal maneira que os passageiros e o elevador caíram com a mesma velocidade, dando a sensação de imponderabilidade aos passageiros do elevador.
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A nasa tem simulado uma sensação de imponderabilidade para treinamento dos seus astronautas e deleite dos seus convidados quando leva-os, dentro de um avião até a altitude máxima que este avião consegue alcançar e deixa o avião cair em queda livre, fazendo com que todas aquelas pessoas que estão dentro do avião tenham a sensação de imponderabilidade durante os minutos em que o avião estiver em queda livre na vertical. Este avião retorna a uma rota horizontal de segurança para depois pousar. Esta sensação é análoga à sensação que um passageiro sentiria dentro de um elevador se os cabos arrebentassem. No entanto, um passageiro dentro de um satélite, como o ISS, que órbita a Terra sente esta mesma imponderabilidade que não tem nenhuma analogia com o que acontece dentro do elevador em queda livre. O que realmente acontece é que um satélite em órbita é empurrado para fora de sua órbita pela força centrifuga real provocada pela curva da órbita deste satélite. A componente vertical da força de gravidade que atua em um satélite em órbita é anulada pela força centrifuga, fazendo com que os tripulantes deste satélite tenham a sensação de imponderabilidade. A componente horizontal da força de gravidade é a responsável pela velocidade do satélite e pela mudança, a todo instante, da direção da órbita dos satélites. Assim um satélite artificial ou natural como a Lua mantém a sua velocidade e a sua órbita estável graças à força de gravidade. As órbitas dos satélites dos planetas e as órbitas dos planetas em torno das estrelas são estáveis graças ao equilíbrio da força gravitacional com a força centrífuga. Se um meteoro da magnitude daquele que colidiu com o planeta Júpiter há pouco tempo colidisse com a Lua, certamente tiraria ela de sua órbita. No entanto, se o desvio da Lua fosse na direção da terra, ela aproximaria da Terra ameaçando a nossa existência. Mas, ao aproximar da Terra, ela seria puxada com mais força pela gravidade. Aumentando a gravidade pela a aproximação da Terra aumentaria também a velocidade tangencial da força de gravidade, o que faria com que a velocidade na sua órbita também aumentasse. Se isso acontecesse, a força centrifuga também aumentaria fazendo com que a órbita da Lua voltasse ao seu ponto de equilíbrio que é a sua órbita atual. Este mesmo equilíbrio faria ela voltar outra vez à sua órbita de equilíbrio se a suposta colisão relatada aqui tivesse afastado a Lua da Terra. Caros internautas, Quem está certo? Deduções Lógicas ou professor Dulcídio e a física atual.
Se você for aluno do professor Dulcídio, discuta com ele esta nova proposta de nossas teorias. Ele certamente não terá argumento para defender a física atual.
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