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Como o professor Dulcídio Braz Júnior é enganado pelas interpretações erradas da força centrífuga
Porque a física acredita na existência da força centrípeta
Como a professora Beatriz Alvarenga é enganada pelas interpretações erradas da Força Centrífuga
A física interpreta mal as forças da natureza induzindo os professores a ensiná-la erradamente. Ensinei a interpretação certa do funcionamento da força centrífuga para os meus colegas da turma de engenharia de 1963 da UFMG:
- José Mário Rago Campos;
- Pascoal Perrela;
- Walter Nabuco,
que aceitaram a minha interpretação como certa. E, para colaborar na divulgação de minha interpretação, eles propuseram que procurássemos a professora que nos ensinou física na escola de engenharia da UFMG para que ela endossasse essa nova interpretação da física. Com isso, teríamos um respaldo de um profissional conceituado, como é a Beatriz, que lecionou para a maioria dos engenheiros de Belo Horizonte formados até o final do ano 2000.
Ela nos recebeu atenciosamente. Ao explicarmos a minha interpretação para o funcionamento da força centrífuga, ela reagiu com todo físico, tentanto, antes mesmo de ouvir, provar que eu estava errado nos vários exemplos que eu tentava explicar.
Por fim, ela pegou um dos vários brinquedos que ela usa para explicar os fenômenos da física. Ela pegou um carrinho, colocando-o em uma mesa que andava movido por uma pilha, arrastando uma corrente. Essa corrente estava presa à parte lateral do brinquedo. De repente, ela prendeu a corrente com o seu dedo num ponto A da mesa.
Se a corrente tivesse presa na parte traseira do carro, ele continuaria com a força do seu motor (pilha) a tentar ir para frente. Com a corrente presa no ponto A, o carrinho não conseguiria sair do lugar, fazendo as duas rodas motoras deslizarem, criando uma força F na direção do deslocamento do carro e uma tensão T na corrente que equilibraria a força F.
Como a corrente estava presa na lateral do carro, a tensão T na corrente, com a força motora de deslocamento F do carro, obrigou o carro a mudar de sua trajetória retilínea para uma trajetória curvilínea.

Aí ela me deu um cheque-mate e interpretou que aquele movimento curvo existe porque apareceu uma força centrípeta na direção do centro da curva que existe em todos os movimentos circulares.

Nesse momento, ela não deu chances para contestações, convidando-nos para um café com bolinhos de queijo que ela havia preparado para a nossa visita.
Como eu já tinha sido insistente em todos aqueles exemplos em que eu tentava provar para a professora que não existe a força centrípeta e como ela deu sinais de que não queria continuar a discussão, ficou encerrada ali a discussão. E com a professora Beatriz cheia da felicidade achando que me convenceu da existência da força centrípeta, fomos então para o café relembrar o nosso tempo de faculdade.
Agora, aproveito este espaço para explicar de maneira correta que nesse exemplo do carrinho não apareceu nenhuma força centrípeta, pois ela não existe. Quando o carrinho mudou para uma trajetória curva, o que apareceu foi uma força real centrífuga, empurrando o carrinho de dentro para fora da curva, que criou uma tensão T1 na corrente.
Na trajetória curva aparece uma aceleração centrifuga ac que mantém a velocidade tangencial v constate. Esta aceleração é
, onde
v = velocidade tangencial do carrinho;
r = raio da curva.
Essa é a fórmula da aceleração centrífuga que aparece nos movimentos circulares.
A interpretação dada, erroneamente, pela Ciência e pela professora Beatriz é que a aceleração real que aparece nos movimentos circulares é a aceleração centrípeta responsável pela força centrípeta Fc, que puxa o carrinho para dentro da curva.
A interpretação certa é que a força que apareceu no carrinho é uma força real centrifuga Fc que empurra o carrinho para fora da curva e que é anulada pela tensão T1 que apareceu na corrente. Essas duas forças Fc e T1 se equilibram e a única força que permanece atuando no carrinho é a força motora do carrinho que é sempre perpendicular ao raio da curva.Esta força motora F nas rodas do carrinho o manteve com a velocidade v constante tanto na sua trajetória reta como na sua trajetória curva.
Esta força motora é responsável de manter o carrinho na sua trajetória curva do raio r e em sua trajetória reta quando o raio de curva r =
Se desligarmos a pilha do carrinho, ele para.
Se a professora Beatriz tirar o dedo que prende a corrente no ponto no ponto A da mesa, ele volta a ter uma trajetória reta.
Portanto caro internauto, tire a sua própria conclusão.
Força real que aparece nos movimentos circulares é?
- A FORÇA CENTRÍPETA como pensa a física Beatriz Alvarenga, da maneira que ela aprendeu na escola e ensinou à todos seus alunos durante toda a sua vida.
- A FORÇA CENTRÍFUGA como afirmo nas minhas teorias. Veja na pagina www.deducoeslogicas.com/forcas/centrifuga.html.
Posteriormente, a professora Beatriz me afirmou que um corpo em movimento circular tem a tendência de sair pela tangente. Outro erro de interpretação que ela aprendeu na física e continua ensinando aos seus alunos como me ensinou no ano de 1960, quando foi minha professora.
A interpretação certa seria: Um corpo em um movimento curvilíneo tem a tendência de sair para fora do movimento na direção do raio deste movimento, empurrado por uma força real centrífuga e só não sai porque aparece uma força real que equilibra a força centrífuga e que no caso do carrinho é uma força de tensão na corrente.
Essa interpretação errada dos físicos vem do raciocínio que se cessar a força centrífuga o corpo em movimento curvilíneo sai pela tangente. De fato, sai pela tangente.
Porque no momento em que deixar de existir a força centrífuga deixa de existir também, a força opositora à essa força centrífuga e no momento que soltarmos a corrente do carrinho só existirá a força motora da pilha que fará com que ele sai pela direção da sua velocidade neste momento.
Interessante o debate....
Estava pela Internet e acabei chegando aqui e observei a discussão. Neste site é mencionado que a força centrífuga é derivada da inércia e que a tendência de um objeto em movimento curvilíneo é ser arremessado radialmente e não tangencialmente. No entanto em exemplos práticos quando cessa a tensão que prende o objeto em movimento circular ao centro ele sempre sai pela tangente... No exemplo do carrinho ele sairia pela tangente pelo fato do motor empurrá-lo para frente... Mas e no caso da pedra?! Porque o objeto também sai pela tangente afinal ele não tem rodinhas, motor... Vou forçar a barra... Uma força pura é vetorial (reta) e tende ser sempre reta devido a inércia (MRU) se não manifestar um movimento reto é porque existe uma tensão a qual é mencionada pelo "Cacique" que pode ser material, gravitacional, eletro-magnética, que prende a um determinado centro... Quando cessa esta tensão o objeto sai pela tangente porque naquele momento era exatamente este o movimento (reta tangencial) que o objeto estava executando. Então até me convence a não existencia da força centrípeta mas não consigo crer nesta força que empurra o objeto de forma radial... Para mim é tangencial!
Re "interessante debate"
Comentário 07-02-2008 Meu caro visitante; No caso da pedra, quando ela for solta, imediatamente desaparece o movimento curvilíneo e também a força centrifuga que a empurrava para fora do movimento e conseqüentemente a força de tensão que equilibrava a força centrifuga. Neste instante, a pedra que estava com uma velocidade tangencial v continuará, por inércia, com a mesma velocidade v perpendicular ao raio do movimento. Chamo a atenção para a existência de duas forças de inércia: - Quando a pedra estiver presa, a força de inércia existente é perpendicular ao movimento que é a força centrifuga. - No momento em que a pedra for solta, a força inercial se transforma em uma força de inercia tangencial fazendo com que a pedra saia pela tangente ao movimento com a velocidade v
Agradecimentos
O O autor O autor disse que não existe Força centrípeta, mas sim uma força centrifuga. Não modificou as três leis de Newton, de onde se deduzem todos os resultados dos casos particulares O autor disse que não existe força centrípeta, mas sim uma da Mecânica, o que significa que concorda com tais leis. A força centrípeta é um resultado da 2 ª lei de Newton aplicada ao movimento circular uniforme. Primeiro- As teorias de Deduções Lógicas propõem uma mudança na física, dando novas interpretações para os conceitos existentes. Enquanto a física atual é interpretada pelo observador no referencial da Terra, Deduções Lógicas é interpretada por um observador no referencial do espaço absoluto. Veja: http://www.deducoeslogicas.com/criacao/observador.html http://www.deducoeslogicas.com/criacao/referenciais.htm Segundo- Deduções Lógicas propõem que as leis da física valem para todos os referenciais. Mas, precisam ser interpretadas conforme o referencial do seu observador. Não existem diferença entre os referenciais inerciais e não inerciais. Isto, foi uma criação dos físicos para explicar a existência de uma força inexistente, a força centrípeta. Usando o exemplo do movimento circular uniforme abordado pelo autor: Primeiramente, as leis de Newton nos levam aos mesmos resultados em todos os referenciais inerciais, ou, as leis de Newton são as mesmas em todos os referenciais inerciais. A aplicação da 2ª lei de Newton nos leva à dedução de uma força centrípeta agindo sobre uma partícula em movimento circular uniforme. Terceiro- A teoria para a definição das forças que aparecem nos corpos em movimentos curvilíneos para Deduções Lógicas, é baseada no novo conceito de espaço absoluto que permitiu a dedução do universo verdadeiro e do universo visível cujas planilhas comprovam a influencia da velocidade das galáxias sobre os fótons emitidos por elas. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/universo/verdadeiro.html http://www.deducoeslogicas.com/universo/universo_visivel.html As forças que atuam nos corpos em movimentos curvilíneos alem de embasarem na gravidade Lógica são demonstradas em exemplos práticos. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/o_que_e.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/calculo.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html O autor não pode me ignorar dizendo que usei a Física que contesta para provar que o mesmo está errado. Mesmo porque não fiz isso, simplesmente usei a “lógica” em cima do fato de o autor aceitar as leis de Newton mas negar um resultado delas! Além do mais, existem exaustivas comprovações experimentais (as próprias leis do movimento foram formuladas por Newton em cima dos experimentos) de tudo o que foi afirmado aqui, e por isso, nem mesmo adianta tentar modificar as leis de Newton visando corrigir os erros lógicos, porque a “teoria” continuará errada! No caso da Relatividade Restrita faz o caminho inverso, muda os postulados mas ao mesmo tempo aceita a equação E=mc^2, aplicando-a em alguns casos específicos de sua “teoria”. Ora, essa equação é um resultado dos postulados da Relatividade Restrita de Einstein! Quarto- Deduções Lógicas mostra que a matemática da relatividade restrita esta certa ao chegar na mesma formula da relatividade do tempo de uma maneira diferente, mas dando ume interpretação nova do aquela formalizada por Einstein. Provando o absurdo da existência da dilatação temporal. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/relatividade/logica.html http://www.deducoeslogicas.com/importante/relatividade/comparacao.html Para ficar mais claro: O autor coloca aqui uma lista do que chama de “absurdos” da Relatividade de Einstein, dizendo que estes são eliminados em sua “teoria”. Nos dois casos discutidos aqui o autor comete erros “lógicos” de mesma natureza (contradição)! Quinto- Deduções Lógicas afirma que é um absurdo a dilatação do tempo mas chega a mesma formula E=mc^2 , quando propõem que as partículas fundamentais são formadas por duas outras partículas de nível inferior. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/gravidade/materializacao.html http://www.deducoeslogicas.com/fisica/energia_atomica.html . O autor disse que não existe Força centrípeta, mas sim uma força centrifuga. Não modificou as três leis de Newton, de onde se deduzem todos os resultados dos casos particulares O autor disse que não existe força centrípeta, mas sim uma da Mecânica, o que significa que concorda com tais leis. A força centrípeta é um resultado da 2 ª lei de Newton aplicada ao movimento circular uniforme. Primeiro- As teorias de Deduções Lógicas propõem uma mudança na física, dando novas interpretações para os conceitos existentes. Enquanto a física atual é interpretada pelo observador no referencial da Terra, Deduções Lógicas é interpretada por um observador no referencial do espaço absoluto. Veja: http://www.deducoeslogicas.com/criacao/observador.html http://www.deducoeslogicas.com/criacao/referenciais.htm Segundo- Deduções Lógicas propõem que as leis da física valem para todos os referenciais. Mas, precisam ser interpretadas conforme o referencial do seu observador. Não existem diferença entre os referenciais inerciais e não inerciais. Isto, foi uma criação dos físicos para explicar a existência de uma força inexistente, a força centrípeta. Usando o exemplo do movimento circular uniforme abordado pelo autor: Primeiramente, as leis de Newton nos levam aos mesmos resultados em todos os referenciais inerciais, ou, as leis de Newton são as mesmas em todos os referenciais inerciais. A aplicação da 2ª lei de Newton nos leva à dedução de uma força centrípeta agindo sobre uma partícula em movimento circular uniforme. Terceiro- A teoria para a definição das forças que aparecem nos corpos em movimentos curvilíneos para Deduções Lógicas, é baseada no novo conceito de espaço absoluto que permitiu a dedução do universo verdadeiro e do universo visível cujas planilhas comprovam a influencia da velocidade das galáxias sobre os fótons emitidos por elas. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/universo/verdadeiro.html http://www.deducoeslogicas.com/universo/universo_visivel.html As forças que atuam nos corpos em movimentos curvilíneos alem de embasarem na gravidade Lógica são demonstradas em exemplos práticos. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/o_que_e.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/calculo.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html O autor não pode me ignorar dizendo que usei a Física que contesta para provar que o mesmo está errado. Mesmo porque não fiz isso, simplesmente usei a “lógica” em cima do fato de o autor aceitar as leis de Newton mas negar um resultado delas! Além do mais, existem exaustivas comprovações experimentais (as próprias leis do movimento foram formuladas por Newton em cima dos experimentos) de tudo o que foi afirmado aqui, e por isso, nem mesmo adianta tentar modificar as leis de Newton visando corrigir os erros lógicos, porque a “teoria” continuará errada! No caso da Relatividade Restrita faz o caminho inverso, muda os postulados mas ao mesmo tempo aceita a equação E=mc^2, aplicando-a em alguns casos específicos de sua “teoria”. Ora, essa equação é um resultado dos postulados da Relatividade Restrita de Einstein! Quarto- Deduções Lógicas mostra que a matemática da relatividade restrita esta certa ao chegar na mesma formula da relatividade do tempo de uma maneira diferente, mas dando ume interpretação nova do aquela formalizada por Einstein. Provando o absurdo da existência da dilatação temporal. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/relatividade/logica.html http://www.deducoeslogicas.com/importante/relatividade/comparacao.html Para ficar mais claro: O autor coloca aqui uma lista do que chama de “absurdos” da Relatividade de Einstein, dizendo que estes são eliminados em sua “teoria”. Nos dois casos discutidos aqui o autor comete erros “lógicos” de mesma natureza (contradição)! Quinto- Deduções Lógicas afirma que é um absurdo a dilatação do tempo mas chega a mesma formula E=mc^2 , quando propõem que as partículas fundamentais são formadas por duas outras partículas de nível inferior. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/gravidade/materializacao.html http://www.deducoeslogicas.com/fisica/energia_atomica.html . O autor disse que não existe Força centrípeta, mas sim uma força centrifuga. Não modificou as três leis de Newton, de onde se deduzem todos os resultados dos casos particulares O autor disse que não existe força centrípeta, mas sim uma da Mecânica, o que significa que concorda com tais leis. A força centrípeta é um resultado da 2 ª lei de Newton aplicada ao movimento circular uniforme. Primeiro- As teorias de Deduções Lógicas propõem uma mudança na física, dando novas interpretações para os conceitos existentes. Enquanto a física atual é interpretada pelo observador no referencial da Terra, Deduções Lógicas é interpretada por um observador no referencial do espaço absoluto. Veja: http://www.deducoeslogicas.com/criacao/observador.html http://www.deducoeslogicas.com/criacao/referenciais.htm Segundo- Deduções Lógicas propõem que as leis da física valem para todos os referenciais. Mas, precisam ser interpretadas conforme o referencial do seu observador. Não existem diferença entre os referenciais inerciais e não inerciais. Isto, foi uma criação dos físicos para explicar a existência de uma força inexistente, a força centrípeta. Usando o exemplo do movimento circular uniforme abordado pelo autor: Primeiramente, as leis de Newton nos levam aos mesmos resultados em todos os referenciais inerciais, ou, as leis de Newton são as mesmas em todos os referenciais inerciais. A aplicação da 2ª lei de Newton nos leva à dedução de uma força centrípeta agindo sobre uma partícula em movimento circular uniforme. Terceiro- A teoria para a definição das forças que aparecem nos corpos em movimentos curvilíneos para Deduções Lógicas, é baseada no novo conceito de espaço absoluto que permitiu a dedução do universo verdadeiro e do universo visível cujas planilhas comprovam a influencia da velocidade das galáxias sobre os fótons emitidos por elas. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/universo/verdadeiro.html http://www.deducoeslogicas.com/universo/universo_visivel.html As forças que atuam nos corpos em movimentos curvilíneos alem de embasarem na gravidade Lógica são demonstradas em exemplos práticos. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/o_que_e.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/calculo.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html O autor não pode me ignorar dizendo que usei a Física que contesta para provar que o mesmo está errado. Mesmo porque não fiz isso, simplesmente usei a “lógica” em cima do fato de o autor aceitar as leis de Newton mas negar um resultado delas! Além do mais, existem exaustivas comprovações experimentais (as próprias leis do movimento foram formuladas por Newton em cima dos experimentos) de tudo o que foi afirmado aqui, e por isso, nem mesmo adianta tentar modificar as leis de Newton visando corrigir os erros lógicos, porque a “teoria” continuará errada! No caso da Relatividade Restrita faz o caminho inverso, muda os postulados mas ao mesmo tempo aceita a equação E=mc^2, aplicando-a em alguns casos específicos de sua “teoria”. Ora, essa equação é um resultado dos postulados da Relatividade Restrita de Einstein! Quarto- Deduções Lógicas mostra que a matemática da relatividade restrita esta certa ao chegar na mesma formula da relatividade do tempo de uma maneira diferente, mas dando ume interpretação nova do aquela formalizada por Einstein. Provando o absurdo da existência da dilatação temporal. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/relatividade/logica.html http://www.deducoeslogicas.com/importante/relatividade/comparacao.html Para ficar mais claro: O autor coloca aqui uma lista do que chama de “absurdos” da Relatividade de Einstein, dizendo que estes são eliminados em sua “teoria”. Nos dois casos discutidos aqui o autor comete erros “lógicos” de mesma natureza (contradição)! Quinto- Deduções Lógicas afirma que é um absurdo a dilatação do tempo mas chega a mesma formula E=mc^2 , quando propõem que as partículas fundamentais são formadas por duas outras partículas de nível inferior. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/gravidade/materializacao.html http://www.deducoeslogicas.com/fisica/energia_atomica.html . O autor disse que não existe Força centrípeta, mas sim uma força centrifuga. Não modificou as três leis de Newton, de onde se deduzem todos os resultados dos casos particulares O autor disse que não existe força centrípeta, mas sim uma da Mecânica, o que significa que concorda com tais leis. A força centrípeta é um resultado da 2 ª lei de Newton aplicada ao movimento circular uniforme. Primeiro- As teorias de Deduções Lógicas propõem uma mudança na física, dando novas interpretações para os conceitos existentes. Enquanto a física atual é interpretada pelo observador no referencial da Terra, Deduções Lógicas é interpretada por um observador no referencial do espaço absoluto. Veja: http://www.deducoeslogicas.com/criacao/observador.html http://www.deducoeslogicas.com/criacao/referenciais.htm Segundo- Deduções Lógicas propõem que as leis da física valem para todos os referenciais. Mas, precisam ser interpretadas conforme o referencial do seu observador. Não existem diferença entre os referenciais inerciais e não inerciais. Isto, foi uma criação dos físicos para explicar a existência de uma força inexistente, a força centrípeta. Usando o exemplo do movimento circular uniforme abordado pelo autor: Primeiramente, as leis de Newton nos levam aos mesmos resultados em todos os referenciais inerciais, ou, as leis de Newton são as mesmas em todos os referenciais inerciais. A aplicação da 2ª lei de Newton nos leva à dedução de uma força centrípeta agindo sobre uma partícula em movimento circular uniforme. Terceiro- A teoria para a definição das forças que aparecem nos corpos em movimentos curvilíneos para Deduções Lógicas, é baseada no novo conceito de espaço absoluto que permitiu a dedução do universo verdadeiro e do universo visível cujas planilhas comprovam a influencia da velocidade das galáxias sobre os fótons emitidos por elas. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/universo/verdadeiro.html http://www.deducoeslogicas.com/universo/universo_visivel.html As forças que atuam nos corpos em movimentos curvilíneos alem de embasarem na gravidade Lógica são demonstradas em exemplos práticos. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/o_que_e.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/calculo.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html http://www.deducoeslogicas.com/forca_centrifuga/lua.html O autor não pode me ignorar dizendo que usei a Física que contesta para provar que o mesmo está errado. Mesmo porque não fiz isso, simplesmente usei a “lógica” em cima do fato de o autor aceitar as leis de Newton mas negar um resultado delas! Além do mais, existem exaustivas comprovações experimentais (as próprias leis do movimento foram formuladas por Newton em cima dos experimentos) de tudo o que foi afirmado aqui, e por isso, nem mesmo adianta tentar modificar as leis de Newton visando corrigir os erros lógicos, porque a “teoria” continuará errada! No caso da Relatividade Restrita faz o caminho inverso, muda os postulados mas ao mesmo tempo aceita a equação E=mc^2, aplicando-a em alguns casos específicos de sua “teoria”. Ora, essa equação é um resultado dos postulados da Relatividade Restrita de Einstein! Quarto- Deduções Lógicas mostra que a matemática da relatividade restrita esta certa ao chegar na mesma formula da relatividade do tempo de uma maneira diferente, mas dando ume interpretação nova do aquela formalizada por Einstein. Provando o absurdo da existência da dilatação temporal. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/relatividade/logica.html http://www.deducoeslogicas.com/importante/relatividade/comparacao.html Para ficar mais claro: O autor coloca aqui uma lista do que chama de “absurdos” da Relatividade de Einstein, dizendo que estes são eliminados em sua “teoria”. Nos dois casos discutidos aqui o autor comete erros “lógicos” de mesma natureza (contradição)! Quinto- Deduções Lógicas afirma que é um absurdo a dilatação do tempo mas chega a mesma formula E=mc^2 , quando propõem que as partículas fundamentais são formadas por duas outras partículas de nível inferior. Vejam: http://www.deducoeslogicas.com/gravidade/materializacao.html http://www.deducoeslogicas.com/fisica/energia_atomica.html .
Ora, se a força centrífuga existe, e não a força centrípeta, então as leis de Newton devem estar erradas. Como o autor de tal “teoria” aceita as leis de Newton e ao mesmo tempo diz que a aceleração centrípeta não existe, mas sim a centrífuga, temos uma clara contradição aqui!
Obs: Centrípeta – para o centro, centrífuga – para fora do centro (fuga do centro).
A força centrífuga aparece num referencial que se move junto com a partícula que está em movimento circular uniforme, ou seja, num referencial não inercial, uma vez que a partícula está acelerada. Nesse caso as leis de Newton nos levam a resultados diferentes dos obtidos nos referenciais inerciais. Nesse referencial não inercial, como existe uma força de tração no fio que prende a partícula (na direção radial para dentro), as experiências indicarão que existe uma força dirigida radialmente para fora (força centrífuga) com a mesma intensidade da força de tração, pois a partícula está em repouso e a resultante das forças sobre ela deve ser nula. A força centrífuga é muitas vezes chamada de “força fictícia” ou “força de inércia”, pois a partir dos referenciais inerciais (sobre os quais as leis de Newton foram formuladas), se o fio arrebentar, as observações indicarão que a partícula em movimento circular uniforme foge do centro da trajetória por causa da sua inércia e não por causa de uma força.
A afirmação de que a força centrífuga é “real” porque as leis valem em todos os referenciais (aqui o autor admite existir a força centrífuga em referenciais inerciais e não inerciais) é falsa, pois as leis valem em todos os “referenciais inerciais”, e não em inerciais e não inerciais.
Obs: O autor diz que a matemática (a equação) da força centrífuga foi roubada pela força centrípeta, o que mostra que o mesmo está ignorando o caráter vetorial da força, pois a força centrípeta terá direção de um vetor unitário dirigido para o centro da trajetória, ao passo que a força centrífuga terá a direção de um vetor unitário dirigido para fora do centro da trajetória. Isso implica que a equação da força centrípeta tem sinal contrário ao da equação da força centrífuga! Na linguagem do autor: “cada força tem sua matemática!”
Nunca teríamos a mesma equação para a força centrífuga e para a força centrípeta, pois assim as duas seriam a mesma coisa!
A Matemática é rigorosa o suficiente para expressar a realidade física e por isso é a ferramenta da Física. Não existe nesse caso discutido aqui tal coisa como a afirmada pelo autor: “...a matemática do problema está certa mas a física está errada.”
Além disso, afirma que a força centrífuga é anulada pela força de tração e existe uma força tangencial à trajetória da partícula, no mesmo sentido de sua velocidade, a qual é responsável pela mudança da direção da velocidade da partícula e não do seu módulo (!!!!!) – pela 2ª lei de Newton sabemos que uma força que causa esse efeito deve ser sempre perpendicular à trajetória da partícula! Ora, uma vez que a força resultante na direção radial é nula, teremos aqui uma partícula em movimento retilíneo acelerado! Isso significa que nunca teremos um movimento circular uniforme com esse modelo proposto pelo autor!
Entre esses “absurdos” está o da dependência da massa da partícula com a sua velocidade relativa ao referencial de onde é observada.
Está nítido aqui que o autor não sabe que a “famosa” equação E=mc^2 é deduzida a partir do conhecido “teorema do trabalho-energia” da Mecânica, onde no lugar da taxa de variação do momento “clássico” com o tempo (2ª lei de Newton na forma dp/dt) é colocada a taxa de variação do momento relativístico com o tempo, o qual corrige o momento “clássico” através do abandono da massa invariante que tem seu lugar tomado pela massa dependente da velocidade (massa relativística).
Considera a massa relativística um “absurdo” e ao mesmo tempo aceita a equação que existe devido à descoberta da própria!
Aqui, no mínimo, temos novamente uma contradição!
Ora, se a força centrífuga existe, e não a força centrípeta, então as leis de Newton devem estar erradas. Como o autor de tal “teoria” aceita as leis de Newton e ao mesmo tempo diz que a aceleração centrípeta não existe, mas sim a centrífuga, temos uma clara contradição aqui!
Obs: Centrípeta – para o centro, centrífuga – para fora do centro (fuga do centro).
A força centrífuga aparece num referencial que se move junto com a partícula que está em movimento circular uniforme, ou seja, num referencial não inercial, uma vez que a partícula está acelerada. Nesse caso as leis de Newton nos levam a resultados diferentes dos obtidos nos referenciais inerciais. Nesse referencial não inercial, como existe uma força de tração no fio que prende a partícula (na direção radial para dentro), as experiências indicarão que existe uma força dirigida radialmente para fora (força centrífuga) com a mesma intensidade da força de tração, pois a partícula está em repouso e a resultante das forças sobre ela deve ser nula. A força centrífuga é muitas vezes chamada de “força fictícia” ou “força de inércia”, pois a partir dos referenciais inerciais (sobre os quais as leis de Newton foram formuladas), se o fio arrebentar, as observações indicarão que a partícula em movimento circular uniforme foge do centro da trajetória por causa da sua inércia e não por causa de uma força.
A afirmação de que a força centrífuga é “real” porque as leis valem em todos os referenciais (aqui o autor admite existir a força centrífuga em referenciais inerciais e não inerciais) é falsa, pois as leis valem em todos os “referenciais inerciais”, e não em inerciais e não inerciais.
Obs: O autor diz que a matemática (a equação) da força centrífuga foi roubada pela força centrípeta, o que mostra que o mesmo está ignorando o caráter vetorial da força, pois a força centrípeta terá direção de um vetor unitário dirigido para o centro da trajetória, ao passo que a força centrífuga terá a direção de um vetor unitário dirigido para fora do centro da trajetória. Isso implica que a equação da força centrípeta tem sinal contrário ao da equação da força centrífuga! Na linguagem do autor: “cada força tem sua matemática!”
Nunca teríamos a mesma equação para a força centrífuga e para a força centrípeta, pois assim as duas seriam a mesma coisa!
A Matemática é rigorosa o suficiente para expressar a realidade física e por isso é a ferramenta da Física. Não existe nesse caso discutido aqui tal coisa como a afirmada pelo autor: “...a matemática do problema está certa mas a física está errada.”
Além disso, afirma que a força centrífuga é anulada pela força de tração e existe uma força tangencial à trajetória da partícula, no mesmo sentido de sua velocidade, a qual é responsável pela mudança da direção da velocidade da partícula e não do seu módulo (!!!!!) – pela 2ª lei de Newton sabemos que uma força que causa esse efeito deve ser sempre perpendicular à trajetória da partícula! Ora, uma vez que a força resultante na direção radial é nula, teremos aqui uma partícula em movimento retilíneo acelerado! Isso significa que nunca teremos um movimento circular uniforme com esse modelo proposto pelo autor!
Entre esses “absurdos” está o da dependência da massa da partícula com a sua velocidade relativa ao referencial de onde é observada.
Está nítido aqui que o autor não sabe que a “famosa” equação E=mc^2 é deduzida a partir do conhecido “teorema do trabalho-energia” da Mecânica, onde no lugar da taxa de variação do momento “clássico” com o tempo (2ª lei de Newton na forma dp/dt) é colocada a taxa de variação do momento relativístico com o tempo, o qual corrige o momento “clássico” através do abandono da massa invariante que tem seu lugar tomado pela massa dependente da velocidade (massa relativística).
Considera a massa relativística um “absurdo” e ao mesmo tempo aceita a equação que existe devido à descoberta da própria!
Aqui, no mínimo, temos novamente uma contradição!
Ora, se a força centrífuga existe, e não a força centrípeta, então as leis de Newton devem estar erradas. Como o autor de tal “teoria” aceita as leis de Newton e ao mesmo tempo diz que a aceleração centrípeta não existe, mas sim a centrífuga, temos uma clara contradição aqui!
Obs: Centrípeta – para o centro, centrífuga – para fora do centro (fuga do centro).
A força centrífuga aparece num referencial que se move junto com a partícula que está em movimento circular uniforme, ou seja, num referencial não inercial, uma vez que a partícula está acelerada. Nesse caso as leis de Newton nos levam a resultados diferentes dos obtidos nos referenciais inerciais. Nesse referencial não inercial, como existe uma força de tração no fio que prende a partícula (na direção radial para dentro), as experiências indicarão que existe uma força dirigida radialmente para fora (força centrífuga) com a mesma intensidade da força de tração, pois a partícula está em repouso e a resultante das forças sobre ela deve ser nula. A força centrífuga é muitas vezes chamada de “força fictícia” ou “força de inércia”, pois a partir dos referenciais inerciais (sobre os quais as leis de Newton foram formuladas), se o fio arrebentar, as observações indicarão que a partícula em movimento circular uniforme foge do centro da trajetória por causa da sua inércia e não por causa de uma força.
A afirmação de que a força centrífuga é “real” porque as leis valem em todos os referenciais (aqui o autor admite existir a força centrífuga em referenciais inerciais e não inerciais) é falsa, pois as leis valem em todos os “referenciais inerciais”, e não em inerciais e não inerciais.
Obs: O autor diz que a matemática (a equação) da força centrífuga foi roubada pela força centrípeta, o que mostra que o mesmo está ignorando o caráter vetorial da força, pois a força centrípeta terá direção de um vetor unitário dirigido para o centro da trajetória, ao passo que a força centrífuga terá a direção de um vetor unitário dirigido para fora do centro da trajetória. Isso implica que a equação da força centrípeta tem sinal contrário ao da equação da força centrífuga! Na linguagem do autor: “cada força tem sua matemática!”
Nunca teríamos a mesma equação para a força centrífuga e para a força centrípeta, pois assim as duas seriam a mesma coisa!
A Matemática é rigorosa o suficiente para expressar a realidade física e por isso é a ferramenta da Física. Não existe nesse caso discutido aqui tal coisa como a afirmada pelo autor: “...a matemática do problema está certa mas a física está errada.”
Além disso, afirma que a força centrífuga é anulada pela força de tração e existe uma força tangencial à trajetória da partícula, no mesmo sentido de sua velocidade, a qual é responsável pela mudança da direção da velocidade da partícula e não do seu módulo (!!!!!) – pela 2ª lei de Newton sabemos que uma força que causa esse efeito deve ser sempre perpendicular à trajetória da partícula! Ora, uma vez que a força resultante na direção radial é nula, teremos aqui uma partícula em movimento retilíneo acelerado! Isso significa que nunca teremos um movimento circular uniforme com esse modelo proposto pelo autor!
Entre esses “absurdos” está o da dependência da massa da partícula com a sua velocidade relativa ao referencial de onde é observada.
Está nítido aqui que o autor não sabe que a “famosa” equação E=mc^2 é deduzida a partir do conhecido “teorema do trabalho-energia” da Mecânica, onde no lugar da taxa de variação do momento “clássico” com o tempo (2ª lei de Newton na forma dp/dt) é colocada a taxa de variação do momento relativístico com o tempo, o qual corrige o momento “clássico” através do abandono da massa invariante que tem seu lugar tomado pela massa dependente da velocidade (massa relativística).
Considera a massa relativística um “absurdo” e ao mesmo tempo aceita a equação que existe devido à descoberta da própria!
Aqui, no mínimo, temos novamente uma contradição!
Ora, se a força centrífuga existe, e não a força centrípeta, então as leis de Newton devem estar erradas. Como o autor de tal “teoria” aceita as leis de Newton e ao mesmo tempo diz que a aceleração centrípeta não existe, mas sim a centrífuga, temos uma clara contradição aqui!
Obs: Centrípeta – para o centro, centrífuga – para fora do centro (fuga do centro).
A força centrífuga aparece num referencial que se move junto com a partícula que está em movimento circular uniforme, ou seja, num referencial não inercial, uma vez que a partícula está acelerada. Nesse caso as leis de Newton nos levam a resultados diferentes dos obtidos nos referenciais inerciais. Nesse referencial não inercial, como existe uma força de tração no fio que prende a partícula (na direção radial para dentro), as experiências indicarão que existe uma força dirigida radialmente para fora (força centrífuga) com a mesma intensidade da força de tração, pois a partícula está em repouso e a resultante das forças sobre ela deve ser nula. A força centrífuga é muitas vezes chamada de “força fictícia” ou “força de inércia”, pois a partir dos referenciais inerciais (sobre os quais as leis de Newton foram formuladas), se o fio arrebentar, as observações indicarão que a partícula em movimento circular uniforme foge do centro da trajetória por causa da sua inércia e não por causa de uma força.
A afirmação de que a força centrífuga é “real” porque as leis valem em todos os referenciais (aqui o autor admite existir a força centrífuga em referenciais inerciais e não inerciais) é falsa, pois as leis valem em todos os “referenciais inerciais”, e não em inerciais e não inerciais.
Obs: O autor diz que a matemática (a equação) da força centrífuga foi roubada pela força centrípeta, o que mostra que o mesmo está ignorando o caráter vetorial da força, pois a força centrípeta terá direção de um vetor unitário dirigido para o centro da trajetória, ao passo que a força centrífuga terá a direção de um vetor unitário dirigido para fora do centro da trajetória. Isso implica que a equação da força centrípeta tem sinal contrário ao da equação da força centrífuga! Na linguagem do autor: “cada força tem sua matemática!”
Nunca teríamos a mesma equação para a força centrífuga e para a força centrípeta, pois assim as duas seriam a mesma coisa!
A Matemática é rigorosa o suficiente para expressar a realidade física e por isso é a ferramenta da Física. Não existe nesse caso discutido aqui tal coisa como a afirmada pelo autor: “...a matemática do problema está certa mas a física está errada.”
Além disso, afirma que a força centrífuga é anulada pela força de tração e existe uma força tangencial à trajetória da partícula, no mesmo sentido de sua velocidade, a qual é responsável pela mudança da direção da velocidade da partícula e não do seu módulo (!!!!!) – pela 2ª lei de Newton sabemos que uma força que causa esse efeito deve ser sempre perpendicular à trajetória da partícula! Ora, uma vez que a força resultante na direção radial é nula, teremos aqui uma partícula em movimento retilíneo acelerado! Isso significa que nunca teremos um movimento circular uniforme com esse modelo proposto pelo autor!
Entre esses “absurdos” está o da dependência da massa da partícula com a sua velocidade relativa ao referencial de onde é observada.
Está nítido aqui que o autor não sabe que a “famosa” equação E=mc^2 é deduzida a partir do conhecido “teorema do trabalho-energia” da Mecânica, onde no lugar da taxa de variação do momento “clássico” com o tempo (2ª lei de Newton na forma dp/dt) é colocada a taxa de variação do momento relativístico com o tempo, o qual corrige o momento “clássico” através do abandono da massa invariante que tem seu lugar tomado pela massa dependente da velocidade (massa relativística).
Considera a massa relativística um “absurdo” e ao mesmo tempo aceita a equação que existe devido à descoberta da própria!
Aqui, no mínimo, temos novamente uma contradição!
DEDUÇÕES LÓGICAS
Prezados Senhores, Este espaço é reservado para tirar as dúvidas que as pessoas possam ter sobre as teorias de Deduções Lógicas. Não vou aqui discuti-las, aquelas pessoas que não querem aceitá-las, por não acreditarem ser possível que um brasileiro possa achar erros nas interpretações da relatividade de Einstein ou na gravidade de Newton. Estarei à disposição para discutir a possibilidade de que elas estejam ou não certas, através do e-mail: centro@deducoeslogicas.com ou melhor através da Internet no sistema áudio-visual do Skype.
Como faço para aumentar o módulo da velocidade do carrinho?
Senhor Geraldo, no exemplo do carrinho acima, há um equilíbrio entre a tensão na corrente e a "força centrífuga". Resta então a força de tração do carrinho, devido ao seu motor, força esta que mantém o módulo da velocidade do carrinho constante. Como faço então para acelerar o carrinho (aumentar o módulo da velocidade)?
Além disso, no seu modelo, não há influência nenhuma de forças de atrito?
Junior.
Velocidade tangencial do carrinho
Caro Junior, Desculpe-me pelo atraso da resposta a este comentário. Terei o maior prazer em te responder quando a sua dúvida for a respeito do funcionamento das teorias de Deduções Lógicas. Quando você quiser contestar as minhas teorias, comparando-as com a física que você estudou e conhece, não use este espaço. Por favor, me telefone à cobrar pelo numero que lhe enviei pelo seu e-mail. Para aumentar a velocidade v do carrinho, você fará como você faz em qualquer carro, dando mais potencia ao seu motor. Quando aumentar a velocidade v do carrinho, você estará aumenta a força centrifuga de acordo com a formula da força centrifuga que a física usa para calcular erroneamente a força centrípeta. Neste momento aumentará a força que opõe à força centrifuga, que é a tensão na corrente. Neste exemplo, do carrinho, consideramos a corrente como rígida, ela não cede à força centrífuga e a tensão na corrente aumentará para equilibrar esta força centrifuga quando aumentar o modulo da velocidade do carrinho. Assim, não aparecerá nenhuma força de atrito. No caso, de haver uma mola no meio da corrente, ela tenderia a ceder e apareceria uma força de atrito que não deixaria o carrinho afastar do centro do movimento. Assim, a força centrifuga seria equilibrada pela soma desta força de atrito com a tensão na corrente e se a corrente não agüentar o aumento do modulo da velocidade tangencial v do carrinho, ela se arrebentará e neste momento nada obrigará o carinho ter uma trajetória curva fazendo com que desaparecem a tensão, a força centrifuga e a força de atrito. Tornando a sua trajetória retilínea com uma velocidade uniforme proporcionada pela potência do seu motor de seu motor.
sobre a velocidade tangencial do carrinho...
Senhor Geraldo, em resumo, devemos dizer que é necessária uma força tangencial diferente de zero para manter a velocidde V do carrinho. Se a força centrífuga e a tensão na corrente se equilibram, a força tangencial Ft (devida ao motor do carrinho) é a única que não tem uma força oposta para "equilibrar", já que não há atritos.
Então, digamos que o carrinho gire no sentido horário. No sentido RADIAL do movimento do carrinho, temos 2 forças que se equilibram: força centrífuga (Fc) e força da tensão (T) da corrente. No sentido TANGENCIAL ao movimento do carrinho (sentido perpendicular ao raio r da curva), temos apenas a força F do motor do brinquedo, que "aponta" para o sentido horário do movimento. No sentido anti-horário do movimento não há nenhuma força.
Vamos colocar números em suas teorias. Imaginemos os seguinte dados para o movimento do brinquedo:
velocidade v do carrinho = 10 m/s
raio r da curva = 1,0 m
massa m do carrinho = 0,1 kg
por estes dados, podemos calcular Fc, pela fórmula da força centrífuga:
Fc = m*v*v/r, logo
Fc = 0,1*10*10/1
Fc = 10 N
Se há equilíbrio entre Fc e T, naturalmente a tensão na corrente será T = 10 N (mesmo valor de Fc)
Suponhamos então que eu seja um fabricante deste brinquedo, e deseje que ele desenvolva uma velocidade constante de 10 m/s. Qual deve ser o valor de Ft (a força tangencial que age sobre o carrinho, devido à ação de seu motor), de forma que ele mantenha sempre esta mesma velocidade v = 10 m/s? Como faço para calculá-la? Qual a expressão matemática desta força?
É claro que a expressão para calcular Ft deve levar em conta o valor da velocidade v do carrinho, haja visto ser a própria força Ft responsável por manter o carrinho sempre em movimento com velocidade de 10 m/s, esteja o carrinho em movimento retilíneo ou circular.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Se esta força (ft) provém apenas do motor do brinquedo, ela não deve depender do raio da curva. Além disso, como a força centrífuga depende do raio r, não posso estabelecer uma relação matemática entre estas duas forças (por exemplo, afirmando simplesmente que Ft seja igual a Fc, ou que haja uma proporcionalidde entre elas, pois direta ou indiretamente o valor do raio r sempre estaria relacionado a Ft)
Agradeço a atenção.
Júnior.
Resposta à Junior
Caro Junior, a velocidade do carrinho é definida de acordo o motor usado pelo fabricante do carrinho. O carrinho já sai da loja montado com o motor. Assim, para calcular a sua velocidade v, você mede o tempo t que ele leva para percorrer uma distancia d em uma trajetória reta em um plano horizontal. Conhecendo d e t você calcula avelocidade v do carrinho. Cohecendo v, o tamanho d da corrente e a massa m do carrinho você calcula como fez no seu exemplo a força centrifuga Fc e a tensão T na corrente.
Sobre o motor do carrinho (jr)
Senhor Geraldo, como o fabricante sabe o valor da força necessária para projetar e construir o motor do carrinho, de forma que este se mantenha com velocidade constante de 10 m/s?
Cada sistema eletromecânico fornece uma determinada força, e isso depende das dimensões das engrenagens, caractetísicas dos circutos elétricos e outros detalhes do sistema em questão (o motor). Mas, para dimensionar as engrenagens e todo o restante, o fabricante precisa saber o valor de força que vai ser produzida pelo futuro motor.
Se fosse para fazer uma cadeira com 4 pernas para suportar o peso de uma pessoa de 80 kg, eu saberia dimensionar cada perna da cadeira (comprimento, área da seção transversal, material das pernas), pois tenho como calcular valor da força que ela vai suportar: basta fazer o produto da massa m da pessoa (80 kg) pela gravidade local g (digamos, 10 m/s/s), ou seja
F = m*g
F = 80*10 = 800 N
Do mesmo modo, para fazer um elevador de uma pessoa de 80 kg, tenho como calcular a força que o motor do elevador terá de fazer (o cálculo é o mesmo acima)
Assim, para construir o motor do carrinho, preciso saber a força que ele vai ter que fazer, de forma que o carrinho sempre se mantenha com uma velocidade constante de 10 m/s.
Qual a fórmula matemática que me permite calcular o valor desta força, sabendo que eu tenho os valores de massa e velocidade do carrinho?
Abraços.
Junior.
sobre o motor do carrinho
Caro Junior, se você quiser realmente tirar suas duvidas sobre as minha teorias, peço mais uma vez telefonar-me pelo numero que te passei pelo e-mail ou através do Skype. Agradecido.
Deve ser outra pessoa (JR)
Sr Geraldo, houve uma confusão de sua parte como os nomes. O "Junior" a quem se refere deve ser outro, pois não tenho seu telefone, mas tenho seu e-mail. Em breve lhe enviarei materiais sobre a física, para que o senhor possa se esclarecer sobre alguns pontos.
Peço que confirme seu e-mail para contato: centro@deducoeslogicas.com - é este mesmo?
Abraço.
Junior.
E-mail para Junior e para aqueles que desejarem comunicar comigo
Sim, está certo. Terei a melhor boa vontade em comunicar com você.
Sugestao
Caro Geraldo você escreveu
"A interpretação certa seria: Um corpo em um movimento curvilíneo tem a tendência de sair para fora do movimento na direção do raio deste movimento, empurrado por uma força real centrífuga e só não sai porque aparece uma força real que equilibra a força centrífuga e que no caso do carrinho é uma força de tensão na corrente."
Muito do que vejo nas discussoes aqui são mal entendidos, como aquela piadas dos dois surdos:
"- Vamos pescar hoje?",
"-Não posso hoje eu vou pescar.
" Eu sugiro que voce faca um "java applet" do carrinho (ou uma pedra presa a um barbante) em movimento mostrando o que aconteceria se o barbane fosse cortado.
Acho que a pedra presa ao barbante seria melhor porque no caso do carrinho tem um fator complicante que é o atrito com a superficie. Se achar boa a ideia gostaria que me escreve qdo estiver pronto o java applet.
(joaoabril@yahoo.com.br) Joao
Resposta à João
Caro João,
No caso do carrinho em cima da mesa, no momento em que a professora Beatriz tirar o dedo da corrente, fazendo com que ele não seja mais obrigado a descrever uma trajetória curva, desaparece a força centrifuga e tensão na corrente, fazendo ele sair pela tangente com a velocidade v proporcionada pelo motor do carrinho.
- a força centrifuga e a componente horizontal da tensão na corda que equilibrava esta força centrífuga.
- a componente vertical da tensão na corda que obrigava a pedra manter o seu nível estabelecido durante a trajetória curva. - a componente tangencial da corda responsável de manter a velocidade da pedra durante a sua trajetória curva. Com o desaparecimento destas três componentes a pedra sairá pela tangente da curva numa trajetória descendente parabólica.
Veja, no nosso site, o funcionamento da tensão em uma corda provocada por um corpo em movimento circular.
Re: sugestao
Mas em sua "interpretacao certa" vc diz que que o movimento sera na direcao do raio e nao na direcao tangente a curva!
Joao
Segunda resposta à João
Caro João,
Sim, afirmo que em todo movimento circular de um corpo aparece uma força que empurra este corpo de dentro para fora na direção do raio do movimento até que uma força contraria equilibra a força centrifuga. Esta força pode ser:
- a gravidade ( Lua na órbita da Terra );
A força centrífuga é uma pseudoforça e viola a 3ª Lei de Newton
Caro professor Geraldo,
Antes de mais nada, gostaria de parabenizá-lo pelo seu esforço em "repensar a física". Sou professor de Física, e gostaria que meus alunos tivessem este interesse ou esta iniciativa. Entretanto, suas colocações levantam outras questões, e uma delas é clara:
"A força centrífuga, como o senhor afirma existir, viola a Terceira Lei de Newton"
Podemos definir força como um fenômeno ou efeito devido à interação entre dois ou mais corpos. Observe que isto leva naturalmente à conclusão de que "se o corpo A produz uma força em B, o corpo B deve produzir uma força de mesmo módulo, direção e sentido contrário em A". Esta Lei, das mais simples de ser compreendida pelos alunos de ensino médio, foi exaustivamente testada em laboratórios, e tem sua validade confirmada. Para comprová-la, basta tentar mover uma mesa, que será possível "sentir" a força que a mesa exerce em quem tentar empurrá-la. É graças a esta Lei que um foguete pode ser lançado ao espaço (a força dos motores sobre os gases da combustão - para baixo - fazem estes mesmos gases exercerem uma força nos motores e, consequentemente, no foguete - para cima). Nestes exemplos (e em muitos outros) vemos claramente que as forças aqui não "nascem do nada", mas são exercidos por corpos (foguetes, gases, mesa, pessoa). Assim sendo, se a força centrífuga é realmente uma força (como o senhor afirma, uma força inercial), ela deve ter seu par de ação (ou reação). A primeira pergunta então é a seguinte:
"Onde está o par de ação (ou reação) desta possível força inercial?"
A segunda questão também simples. Forças não dependem do estado de repouso ou movimento dos corpos. um exemplo ilustra isto: um carro, viajando em uma rua plana, esteja acelerado, com velocidade constante ou mesmo em repouso sempre está sujeito à força gravitacional ou normal do solo. No caso da força centrífuga, por que ela se manifesta somente em situações onde a velocidade está variando (movimentos acelerados)?
Ficarei grato por esclarecimentos.
Júnior.
A força centrífuga não viola a lei de Newton
Caro Professor Junior,
A força centrifuga, como afirmo existir, não viola nenhuma lei de Newton. Quando em um movimento curvilíneo, aparece uma força centrifuga, aparece ao mesmo tempo uma força real contraria à essa força centrifuga que pode ser uma tensão, uma gravidade ou uma força de reação normal de uma superfície. Nunca uma força centrípeta, porque, esta não existe.
Em todo movimento curvilíneo de um corpo, existe sempre uma velocidade tangencial efeito de uma força motora ou de uma força tangencial, que não provoca uma aceleração, mas sim, a mudança na direção deste corpo por ser; sempre perpendicular ao raio do movimento curvilíneo.
Esta força centrifuga é calculada pela formula:
Fc = m.v²/r onde
Fc = Força centrifuga;
m = massa do corpo;
v = velocidade tangencial do corpo;
r = raio da curva do movimento.
Exemplos de movimentos dados neste site
CARROSSEL –
-Força de reação à força centrifuga = componente horizontal da tensão da corda que segura a cadeirinha do carrossel.
-Velocidade tagencial = fornecida pelo motor do carrossel.
GLOBO DA MORTE –
- Força de reação à força centrifuga = componente da reação normal oferecida pela superfície do globo onde rola os pneus da motocicleta. Essa força varia de um Maximo quando a motocicleta esta na parte baixa do globo a um mínimo quando a motocicleta esta na parte alto do globo.
- Velocidade tangencial = velocidade fornecida pelo motor da motocicleta.
LUA MOVENDO ENTORNO DA TERRA
- Força de reação à força centrifuga = componente radial da força de gravidade.
- Velocidade tangencial = provocada pela componente tangencial da gravidade, esta força é a responsável de manter a lua na sua órbita. Ela não provoca uma aceleração por ser sempre perpendicular ao raio da órbita da lua, mas, provoca a mudança de direção dessa órbita. Por não considerar o movimento da terra na dedução da formula da força da gravidade entre a terra e a lua, a força de gravidade de Newton atua na direção do eixo Terra-Lua. sendo assim, ele não sabia da existência da componente tangencial da gravidade, que é a força que explica por que a Lua permanece na sua órbita, não conhecendo esta força, ele criou uma força inexistente, a força centrípeta para explicar a função exercida pela componente tangencial da gravidade e estendeu a força centrípeta como ela existisse em todos os movimentos curvilíneos.
Na dedução da aceleração existente nos movimentos curvilíneos, a pessoa que fez essa dedução, para justificar a existência da força centrípeta, acabou optando em denominá-la de aceleração centrípeta, assim a matemática da força centrifuga foi roubada para ser a matemática da força centrípeta, acabando a dar a essa força centrípeta, a veracidade que é da força centrifuga durante quase dois séculos. Agora, estamos fazendo justiça. Devolvendo à sua verdadeira dona, a força centrifuga, esta matematica.
MAQUINA DE LAVAR ROUPA
- Força da reação à força centrifuga = força de reação normal igual e contraria exercida pela parede vertical do tambor da maquina.
- Velocidade tangencial = velocidade proporcionada pela força motora da maquina. Neste exemplo, vemos claramente que a força que aparece primeiro nos movimentos curvilíneos, é a força centrifuga, que inicia vencendo o atrito entre a roupa e o piso do motor. E só, depois de empurrar a roupa pela parede do tambor, é que vai aparecer à força normal oferecida pela reação da parede do cilindro que vai opor à força centrifuga.
CARRINHO DA PROFESSORA BEATRIZ
-Força de reação à força centrifuga = força de tensão na corrente que segura o carrinho.
-Velocidade tangencial = Velocidade proporcionada pelo motor à pilha ao carrinho.
Assim, meu caro Prof. Junior, espero que se convença do que eu estou afirmando neste site sobre a força centrifuga e faça uma declaração para que possa passar para historia da física como um dos físicos que colaborou em fazer justiça à força centrifuga.
Fique atento ao enunciado
Caro Geraldo, gostaria que ficasse atento aos detalhes do enunciado: a 3º Lei diz claramente que se "um corpo A" faz força em "um corpo B", o "corpo B" também faz força no "corpo A", sendo estas forças de mesmo módulo, direção e sentidos contrários! Veja que, de acordo com a 3º Lei, as forças de ação e reação ATUAM EM CORPOS DIFERENTES (CORPO A E CORPO B). Nos exemplos dados, vemos que:
No GLOBO DA MORTE, ambas as forças (FORÇA NORMAL e "FORÇA CENTRÍFUGA") atuam NO MESMO CORPO, ou seja, A MOTO. Sendo assim, estas duas forças não podem ser par de ação e reação.
No caso da LUA E DA TERRA, a "componente radial da força da gravidade", assim como a "força centrífuga", atuam NO MESMO CORPO, ou seja, A LUA. Logo, estas duas forças não podem ser um par de ação e reação.
Na MÁQUINA DE LAVAR ROUPAS, a força de reação normal exercida pela parede vertical do tambor da máquina e a "força cetrífuga" atuam NO MESMO CORPO, ou seja, NA ROUPA. Sendo assim, estas duas forças não podem ser um par de ação e reação.
No CARRINHO DA PROFESSORA BEATRIZ, a força de tensão na corrente que segura o carrinho e a "força centrífuga" também atuam NO MESMO CORPO, ou seja, O CARRINHO! Logo, estas duas forças não podem ser um par de ação e reação.
Caro Geraldo, em todos os casos as duas forças citadas atuam no mesmo corpo, o que claramente não está de acordo com o enunciado da 3ª Lei.
Pode-se incluir uma observação que, embora não conste na 3ª Lei, é um fato observável: PARES DE AÇÃO E REAÇÃO SÃO FORMADOS POR FORÇAS DE MESMA NATUREZA. Por exemplo, a reação a uma força gravitacional DEVE SER TAMBÉM uma força gravitacional, a reação a uma força elétrica DEVE SER TAMBÉM uma força elétrica, a reação a uma força normal DEVE SER TAMBÉM uma força normal. Mas, nos exemplos acima, vemos que isto não ocorre com as forças que que o senhor citou como pares de ação e reação.
Além do mais, de acordo com a 2ª Lei, uma força resultante (por menor que seja!) vai provocar uma aceleração em um corpo, e esta aceleração terá a mesma direção, sentido e será proporcional a esta força resultente. No caso do PAR TERRA-LUA, se o senhor afirma que há uma força resultante (componente tangencial da gravidade) atuando na Lua, esta deveria acelerar (de acordo com a 2ª Lei!!!). Diferente disto, o senhor afirma que não há aceleração nenhuma, mas afirma existir esta componente tangencial da força gravitacional, que claramente é uma força resultante. Sendo assim, há uma violação da 2ª Lei!
Veja, senhor Geraldo, que temos duas hipóteses: ou seu modelo mecânico para descrever os movimentos está em desacordo com as Leis de Newton (ou seja, seu modelo mecânico é falso, sendo as Leis de Newton verdadeiras), ou as Leis de Newton estão erradas e o senhor está correto!
Particularmente, senhor Geraldo, dentro de seus limites clássicos, não vejo nenhuma inconsistência na mecânica newtoniana, o que me obriga a rejeitar seu modelo para descrição da natureza!
Júnior.
carrinho da prof Beatriz
É só uma questão de referencial! Se você estiver dentro do carrinho (referencial não inercial), surge uma força te puxando "para fora" do centro = FORÇA CENTRÍFUGA. Se você for um observador fixo fora do carrinho ( referencial inercial ) a força exercida no carrinho é "para dentro" da curva apontada para o centro = FORÇA CENTRÍPETA se não, ele não faria a curva! Elementar meu caro ! E básico !
Carrinho da professora Beatriz
Veja a resposta deste comentario na pagina Porque a física acredita na existência da força centrípeta .
Carrinho da Prof. Beatriz
Caro Geraldo,
Preste atenção ao que andas dizendo.
Aceleração é um vetor que depende da mudança do vetor velocidade, portanto há duas maneiras de se produzir aceleração:
1) Mudando a magnitude da velocidade
2) Mudando a direção da velocidade
O carrinho da professora Beatriz, enquanto girava, não alterava a magnitude de sua velocidade, porém, variava continuamente a direção de sua velocidade, afinal o vetor velocidade é sempre tangente ao caminho do carrinho e perpendicular ao raio da trajetória circular. Como a = dv/dt temos a na direção de dv, que aponta para o centro da tragetória. Isso é indiscutível. É fato. Portando a força (F = ma) está na mesma direção. Não fosse assim o carrinho não descreveria a curva.
Caro internauta, O que
Caro internauta,
O que estou mostrando é que a física está errada. Não existe a força centrípeta. O que existe é a força centrífuga conforme mostrei em todos os exemplos de força centrífuga deste site. O que você está me mostrando é a verdade da física atual. Você está mostrando que a força (F = m.a) é a força centrípeta da física. Se isso fosse verdade, a corrente da animação do carrinho não ficaria esticada. Ela está esticada porque a força que atua é a centrífuga, que empurra o carrinho para fora da curva criando uma tensão na corrente. E o carrinho está em movimento curvilíneo movido pela força de sua pilha, que é sempre perpendicular ao raio. Tanto na trajetória curva quanto na trajetória reta o responsável pela velocidade v do carrinho é a força do seu motor, a pilha.
Força centrífuga???
Cara... Tô lendo tua publicação e não posso ficar indiferente... Acho que precisa fazer um curso de Física pra entender essas coisas a fundo.... Não há nada de lógico em suas deduções... Se não houvesse força centrípeta NÃO HAVERIA MOVIMENTO CIRCULAR!!!! Põe isto na tua cabeça.... A força resultante é para centro, por isso o móvel descreve uma trajetória circular... Se a tal força centrífuga fosse a resultante o objeto seria arremessado para fora, radialmente e não tangencialmente, como acontece na realidade... Tens que se ligar, estás colocando coisas na rede para outras pessoas verem... E muitos vão achar que isso poderia ser alguma coisa séria... Então, não fales do que não sabes, ok????
Professora Beatriz
Prezado Anônimo,
Entendo perfeitamente que você deve ser um físico ou estudante de física e que não pode ficar indiferente com o que está lendo neste site. Deduções Lógicas é a coisa mais séria que você já viu na internet. Essas teorias estão na internet para que as pessoas possam ler, refletir e entender que a física é muito simples e que o homem, as vezes, por interpretar erroneamente os fenômenos da natureza, complicou-a. Se você leu, refletiu, talvez ainda não teve a capacidade de enxergar o óbvio.
Vejamos:
Em nenhum lugar falo que a força centrífuga seja uma resultante de forças. Falo que ela é uma força de inércia, real, que tende a afastar um corpo para fora de uma trajetória curvilínea. Só não afasta porque aparece uma outra força real igual e contrária à força centrifuga.
Esta força pode ser:
- a componente radial de uma tensão;
- a componente radial da gravidade;
- uma força de reação de uma superfície quando a força centrífuga empurra o corpo contra uma parede, etc.
Também afirmo que nos movimentos curvilíneos não aparece nenhuma força centrípeta. Para um corpo ficar em uma trajetória curvilínea é necessário a existência de uma força tangencial, perpendicular ao raio do movimento, que seja responsável em manter a trajetória curvilínea do corpo, modificando a sua velocidade a todo instante.
No caso específico do carrinho da professora Beatriz:
- Quando o carrinho entra em uma trajetória curva, aparece a força real centrífuga Fcf que empurra o carrinho para fora da curva.
- No mesmo momento, aparece uma força real de reação T1 na corrente igual e contrária à força centrífuga que anula a força centrífuga.
- Então, a força tangencial perpendicular ao raio da curva, que não acelera o carrinho, mas obriga ele a mudar de direção a todo instante, é a força motriz do carrinho.
Portanto, prezado Anônimo, não critique apressadamente aquilo que você leu a não refletiu. Se refletiu e não entendeu é porque não teve a capacidade de enxergar o óbvio.
Você, a minha querida e respeitada Professora Beatriz e os atuais físicos aprenderam de uma maneira errada o funcionamento das forças nos movimentos curvilíneos e não aceitam que estão errados.
Assim, peço respeitosamente que reveja todos os exemplos de funcionamento da força centrifuga que estão no site.
Atenciosament,
Geraldo A. Cacique
Dúvida do internauta Fernando Paim
O internauta Fer