Porque a física acredita na existência da força centrípeta

 

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Como o professor Dulcídio Braz Júnior é enganado pelas interpretações erradas da força centrífuga

Como o Professor e Mestre em Física Luiz Ferraz Netto, Léo para os íntimos, deve passar para história da física

Como os físicos são enganados pela matemática da força centrifuga que eles, erroneamente, atribuem ser da força centrípeta

Um físico com a matemática que disse ser da aceleração centrípeta tenta provar a existência da força centrípeta

Porque a física acredita na existência da força centrípeta

Porque a física acredita na existência da força centrípeta

 

Um visitante do nosso site comentou

carrinho da prof Beatriz
On outubro 26th, 2007 Visitante says:
É só uma questão de referencial! Se você estiver dentro do carrinho (referencial não inercial), surge uma força te puxando "para fora" do centro = FORÇA CENTRÍFUGA. Se você for um observador fixo fora do carrinho ( referencial inercial ) a força exercida no carrinho é "para dentro" da curva apontada para o centro = FORÇA CENTRÍPETA se não, ele não faria a curva! Elementar meu caro ! E básico !

Meu caro visitante do dia 26/10/2007

Um dos postulado da física atual diz “As leis da física são as mesmas, para um observador em qualquer referencial”
Certo.
Assim temos que aplicar uma mesma lei tanto para um observador num referencial do carrinho como para um observador no referencial fora do carrinho. Só seria possível se os fenômenos fossem idênticos para estes dois observadores.
E são idênticos. O que aparece no carrinho para estes dois observadores é a força centrífuga de dentro para fora da curva. A diferença é que observador no carrinho também esta fazendo a curva, neste caso, ele também sente a força centrifuga da mesma maneira que ela atua no carrinho enquanto que o observador fora do carrinho está parado. Assim ele não tem como sentir a força centrífuga que empurra o carrinho e seu ocupante para fora do carrinho. O que acabo de explicar está completamente de acordo com a física, ou seja, os dois observadores estão vendo o mesmo fenômeno e portanto, vendo a mesma força centrífuga mas só o observador no carrinho é que sente a força.
No momento que aparece a força centrífuga aparece também uma força de tensão na corda igual e contrária a força centrífuga. Assim, estas duas forças se anulariam. De acordo Newton o carrinho estaria parado ou em movimento retilíneo uniforme. O que não acontece, assim a única força que obriga o carro a estar em movimento circular é a força tangencial provocada pelo motor, à pilha, do carrinho. Se o carrinho da professora Beatriz fosse teleguiado, no momento em que virasse a direção ele ficaria da mesma maneira, em curva aparecendo a mesma força centrífuga que empurraria - o para fora da curva.
Mas apareceria uma força de atrito entre os pneus e o piso que não deixaria o carro derrapar para fora da sua trajetória curva. Mas, se aumentasse a velocidade, fazendo aumentar a força centrífuga, certamente ele sairia da sua trajetória, quando a força centrifuga fosse maior que a força de atrito.
O visitante ao site de Deduções Lógicas apesar de tantos exemplos óbvios que coloquei no site, mostrando que não existe a força centrípeta e a força que aparece nos movimentos circulares é a força centrífuga mostrando também que em todos os movimentos circulares tem uma força tangencial perpendicular ao raio da curva que é a força responsável por manter um corpo neste movimento circular, este visitante, não acredita nisso?
Por quê?
Porque desde a época de Newton os professores de física vem ensinando sobre a existência da força centrípeta. E, parece impossível que durante tanto tempo, os gênios da ciência não deram por este erro da física!
O que aconteceu, é que a gravidade de Newton é baseada no referencial do homem na Terra e neste referencial ele não leva em conta a influência da velocidade da Terra na força de gravidade que esta exerce sobre a Lua. E não é assim que a gravidade funciona. Quando leva em conta esta velocidade vemos que a direção da gravidade faz um pequeno ângulo a  com o eixo Terra-Lua. Sendo assim podemos deduzir a existência de duas componentes para força de gravidade:
Gravidade radial que anularia a força centrífuga que existe e tende a afastar a Lua da Terra.
Gravidade tangencial que é a força perpendicular ao eixo Terra-Lua sendo a força responsável por manter a Lua na sua órbita. Ela muda a sua direção de atuação a cada instante quando muda o raio do movimento da Lua, ou seja, o eixo Terra-Lua.
Por não conhecer o detalhe do ângulo a, nem Newton e nem a física atual tem como saber da existência da gravidade tangencial.
Então, inventaram a força centrífuga, que não existe, como sendo a força responsável por manter a Lua na sua órbita. Estendendo a abrangência desta força, como sendo a responsável de manter a órbita de todos os corpos que estão em órbitas circulares.
Veja: Porque a Lua não cai na Terra 
E para completar a crença da existência da força centrípeta, toda vez que usamos a matemática da força centrípeta ela confirma com os dados obtidos das experiências nos movimentos curvilíneos, que as forças existente nestes movimentos é a força centrípeta.
Isto acontece, porque os físicos fizeram um erro de interpretação na dedução da fórmula da aceleração centrípeta.
Veja: Cálculo de aceleração centrífuga nos movimentos circulares
 

Lembremos que nos movimentos curvilíneos aparece de imediata uma força de inércia que é a força centrífuga, no mesmo instante aparece uma reação à esta força que é real, podendo ser uma força de tensão, da gravidade ou normal etc., conforme o caso. É esta reação que a física denomina de força centrípeta. Como sendo a foca responsável pelo movimento curvilíneo dos corpos.
Reiteramos aqui: Mais uma vez que uma força responsável pelos movimentos curvilíneos é uma força radial existente em todos os movimentos curvilíneos inclusive na gravidade entre os astros, força esta, que não consta na gravidade de Newton. Daí a necessidade que a física teve de inventar uma força responsável para explicar as órbitas dos astros, que foi a força centrípeta. 

Espero que o nosso ilustre visitante do dia 26/10/2007e os internautas que vieram a ler a resposta que dei ao comentário do visitante entendam de uma vez por todas, porque não existe as forças centrípetas.  

Força Centrífuga, Centro do Universo, etc ...

Firmo-me como instrutor de Lógica Nuclear e autodidata legítimo ... Se tudo isso for sincero, e não tem interesse que não seja esclarecimento então posso fazer um comentário: A percepção humana e o modo de ver são de fato extraordinários, podem nos dar "ilusões" corretíssimas, digo isso pois já tive a mesma postura perceptiva sobre a força centrífuga defendida por nosso parceiro na busca do conhecimento; contudo o maior entrave do cientista é postar-se em teima, isso é tão drástico quanto a ignorância. A vaidade e arrogância também são problemas sérios para a mentalidade do que se propõe como investigador ( nós devemos ter a mesma ingenuidade e sagacidade do infante). O fato é que se está discutindo úma questão já completamente superada, sem dizer que não se está dando conta aí que a própria Física está prestes a modificar totalmente o seu acervo de leis ... os aspectos da Física Núclear estão se desenrolando em tal grau de simplicidade e complexidade que vamos ter simplificações e extrapolações inimagináveis para tudo que pensávamos antes. Atingimos um grau de consciência e começamos a entrar mais que na franja dos fenômenos espaciais, portanto, até mesmo nomear hoje qualquer posição como "lógica" já está como que complicado, pois um parâmetro, ou margens, de intrincados paradoxos dispõem-se na maneira de ser e operar da Natureza. Tudo isso que pude dizer está em experiência hoje no que tenho estado a apresentar no CBPF, e posso dizer: É melhor contarmos com indícios de soluções e mostrarmos um mínimo de prova que seja do que repisarmos equívocos. Vamos adiante ... é o que recomendo ... em prol do que temos que mostrar aos alunos ... Haddammann

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