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Como o professor Dulcídio Braz Júnior é enganado pelas interpretações erradas da força centrífuga
Porque a física acredita na existência da força centrípeta
Cálculo da aceleração centrífuga nos movimentos circulares

Em um objeto com movimento circular de raio r, com o centro em O, aparece uma força centrífuga Fcf real empurrando-o para fora da curva, na direção do raio. Para que este objeto não afaste do centro de sua trajetória curva, aparece uma força real e contrária à força centrífuga. Essa força pode ser uma tensão, a gravidade, uma força normal quando a força centrífuga empurra o objeto contra uma parede, como no caso da máquina de lavar roupas. Para que essa força real equilibre a força centrífuga, é necessário que ela seja igual e contrária à força centrífuga. Neste caso, a resultante dessas duas forças seria nula. E, de acordo com Newton, se a resultante das forças que atuam sobre um objeto for nula, esse objeto está parado ou em um movimento retilíneo constante. Então, para que um objeto esteja com movimento circular de raio r, não podendo nem aproximar nem afastar do centro de sua curva, é necessário a existência de uma terceira força atuando no objeto, que seja responsável por manter o objeto em movimento circular com a velocidade v constante. Essa força teria que ser perpendicular ao raio da curva, mudando a todo instante a trajetória do objeto. Ela não aumentaria a velocidade v do objeto, teria que ser uma força tangencial. Se o objeto demorar um tempo T para completar a circunferência de raio r, com velocidade v, podemos afirmar que T = (2 pr)/v [1] , onde: 2pr = o comprimento do percurso feito pelo objeto durante uma volta completa. Então podemos considerar uma aceleração a = (2pv )/T [ 2 ] de [ 1 ] e [ 2 ], teremos: a = 2pv/ ( 2pr/ v ), logo a = v2/r Esta é a fórmula de aceleração centrípeta usada pela física atual na expressão da força centrípeta Fcp, onde: Fcp = M. a > Fcp = M. v2/r Na dedução da aceleração centrípeta, a física usa: Observamos que na dedução dessa fórmula da aceleração nada indica qual é o sentido dessa força. A física optou erroneamente como se fosse a aceleração da força centrípeta, de fora para dentro do movimento circular. Como veremos em vários exemplos dados nesse site, a força real que aparece nos movimentos circulares é a força centrífuga, de dentro para fora do movimento circular. Então, a opção certa seria a física reconhecer que essa aceleração é da força centrífuga e isso automaticamente ela já usa na matemática dos movimentos circulares. Por exemplo: No cálculo para conhecer a massa da Terra, ela iguala a fórmula da força centrípeta com a da força de gravidade. Essa igualdade só pode ser feita se essas duas forças tiverem sentido contrário, ou seja a força centrifuga empurra a Lua enquanto a força de gravidade puxa a Lua fazendo com que ela nem afaste e nem aproxime da Terra, pois se não fosse assim a Lua seria puxada em direção à Terra pela força centrípeta e pela força de gravidade, fazendo com ela caísse na Terra.Assim, provamos que a física optou pelo sentido errado quando afirma a força real que aparece nos movimentos circulares é a força centrípeta. A força real que existe é a força centrífuga, que anula a gravidade.Assim, podemos fazer: Força centrífuga = Força de gravidade, ou seja, Fcf = MLua x v2/D [1] Fg = MTerra x MLua x G/ D2 [2] onde D = distância entre a Terra e a Lua. G = Constante Gravitacional. Fcf = Força centrifuga aplicada na Lua devido à sua trajetória curva. Fg = Força de gravidade que a Terra atrai a Lua. MTerra = Massa da Terra. MLua = Massa da Lua. Igualando [1] e [2] chegaremos à MLua x v2/D = MTerra x MLua x G/ D2 MTerra = D x v2/G Vemos que a física equacionou o problema erradamente quando considerou a força centrípeta como uma força real, mas ao resolver o problema, usou a matemática certa considerando que a força real é a força centrífuga. Assim, ela usa a matemática correta dos movimentos curvilíneos, mas interpretando errado quando fala que a força que aparece nos movimentos curvilíneos é a força centrípeta.
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