Porque a Lua não cai na Terra

O que Isaac Newton não sabia:

    Na época de Newton, ele não sabia e nem poderia saber,  que a velocidade de transmissão da gravidade é igual velocidade da luz = 300.000 km/s.

    Para ele, a transmissão da gravidade era instantânea.

    Assim, Newton, como um observador no referencial da Terra, considerou-a parada, emitindo linhas de gravidade em todas as direções, formando um campo gravitacional que atrai instantaneamente todos os corpos que movimentam neste campo.

    Eu posso imaginar o que veria um observador parado em relação ao movimento entre a Terra e a Lua. Este observador, na sua verdade, vê a Terra emitir as linhas de gravidade que vão atrair a Lua, quando a Terra estava na posição A do espaço.

    Depois de mais ou menos 1,5 segundos, enquanto as partículas medidoras da força da gravidade iriam da posição A até a posição B1, a Lua iria da posição A1 até a posição B1.

    No momento em que as partículas mediadoras da força de gravidade chegavam na posição B1,  atraindo a Lua para a posição A, a Terra já ocupava a posição B, então, a força da gravidade que a Terra atrai a Lua faz um ângulo com o eixo Terra-Lua.  

 

  Esse pequeno ângulo permite decompor o vetor força gravitacional , no vetor radial ,  na direção do eixo Lua-Terra e no vetor tangencial , perpendicular ao eixo Lua-Terra.

   O desconhecimento da existência destes dois vetores, levou Newton a raciocinar que não era possível a existência desta força que aparece nos movimentos circulares, de dentro para fora do movimento, ou seja, não era possível a existência da força centrífuga, pois essa, anularia a força da gravidade, fazendo com que a Lua não se aproximasse e nem se afastasse da Terra.

   A teoria da gravidade concebida por ele, naquela época, previa que a resultante das forças externas, atuantes em um corpo, não poderia ser nula, pois se assim fosse, esse corpo estaria em movimento retilíneo, com velocidade uniforme ou parado.

      Desta maneira, para explicar o movimento da Lua em sua órbita, e por desconhecer a componente da gravidade, ele teve a necessidade de criar uma força , de fora para dentro do movimento circular , que seria a responsável pelo movimento curvilíneo da Lua, concluindo que essa força, que denominou de força centrípeta, era uma força real e que aparece em todos os movimentos curvos.

       E para dar veracidade a essa interpretação, a matemática da ciência atribui à aceleração calculada nos movimentos curvilíneos, uma aceleração, como se fosse de fora para dentro do movimento, denominando-a de aceleração centrípeta.

     Todavia, na dedução dessa aceleração, os físicos partiram do conhecimento da velocidade de um corpo num movimento em uma circunferência. Calculando o tamanho dessa circunferência e o tempo que um corpo demoraria para percorrê-la, chegaram a uma aceleração. Só que nada indicava o sentido dessa aceleração, se era para dentro ou para fora do movimento, conforme a figura da próxima página.

      Então, para justificar a força centrípeta, consideraram que essa aceleração seria uma aceleração centrípeta, ou melhor, de fora para dentro. Essa opção errônea deu veracidade a força centrípeta.

     Revendo hoje os exemplos práticos das forças que atuam nos movimentos circulares, como os em uma máquina de lavar roupas, concluímos que a primeira força que aparece no movimento circular do tambor da máquina é uma força de dentro para fora, força centrífuga.  Essa é a força que empurra a roupa depositada no assoalho da máquina para fora, até a parede do cilindro, fazendo com que ela exerça uma pressão na parte interna do tambor rotativo da máquina. Neste momento aparece uma força de reação da parede sobre as roupas. 

 

        Agora, podemos concluir, que no caso da máquina de lavar, a força que aparece no movimento circular do seu tambor é uma força centrífuga e não uma força centrípeta como professa a física. A força que vai reagir na parede do cilindro para neutralizar a força centrífuga é uma força normal de reação.

       Assim, devido a todos os exemplos dos movimentos circulares, só podemos concluir que:

           1º -  A força de inércia que aparece em todos os movimentos circulares é a FORÇA 
                   CENTRÍFUGA, de dentro para fora dos movimentos.

           2º - Não existe a FORÇA CENTRÍPETA, a força de reação à FORÇA CENTRÍFUGA é uma
                  força que pode ser de tensão, de gravidade ou uma reação normal de uma superfície conforme
                 o caso.

           3º - Que a força responsável pelos movimentos circulares, é uma força real, que pode ser uma força
                  motora, a componente tangencial de uma tensão ou da gravidade conforme o caso e não a força
                  centrípeta como afirma a ciência.

      Todas as explicações dadas até esse momento, incluindo o motivo que levou Newton a afirmar
que a FORÇA CENTRÍPETA é a responsável pelos movimentos curvilíneos dos corpos,  são mais
que suficiente para que as pessoas acreditem na existência real da FORÇA CENTRÍFUGA e da não
existência da FORÇA CENTRÍPETA.

      Entretanto, é necessário explicar melhor o ângulo , que é o vetor que a força de gravidade faz com o eixo Terra-Lua,  no momento em que a Lua é atraída pela gravidade da Terra.

     Essa explicação só deveria ser dada depois que as pessoas aceitassem plenamente as conclusões
aqui demonstradas,  sobre a existência real da FORÇA CENTRÍFUGA,  porque  a aceitação dessa
existência ,seria uma prova dos muitos conceitos que as teorias de Deduções Lógicas estão propondo
modificar na física atual.

EXISTÊNCIA DO ÂNGULO  

    Gravidade entre a Terra e a Lua conforme Newton

     
      Sendo:

M Terra = Massa da Terra;

M Lua   = Massa da Lua;

G = Constante gravitacional universal;

D = Distancia Terra-Lua.

      Newton não considerou o movimento relativo da velocidade ,  da órbita da Lua em torno da Terra,  e da órbita da Terra em torno da Lua.

       Para Newton, a gravidade era transmitida instantaneamente.  Hoje, a ciência sabe que ela é transmitida na velocidade da luz .

     O que venho propor é:

    Que a única força que aparece devido ao movimento curvilíneo, é a FORÇA CENTRÍFUGA Fc.  A força que vai reagir à FORÇA CENTRÍFUGA Fc é uma força que conforme o exemplo do movimento curvilíneo, pode ser:

         - uma Força normal N;

         - uma força motora;

         - a componente radial de uma tensão;

         - ou a componente radial de gravidade.

     Portanto, proponho a extinção da FORÇA CENTRÍPETA da física, substituindo-a pela força acima referida.

     E, para aumentar o equívoco da existência da FORÇA CENTRÍPETA, a física, para complicar o raciocínio daqueles que querem entender o funcionamento das forças que aparecem nos movimentos curvilíneos, inventou a existência do REFERENCIAL NÃO INERCIAL.

     Esse referencial deveria chamar-se REFERENCIAL SENSITIVO, pois uma pessoa nesse referencial, em movimento curvilíneo, sente a existência da FORÇA CENTRÍFUGA - Fc, como no caso do piloto da moto, enquanto que outra pessoa parada em um referencial ao lado do globo da morte, não sente a FORÇA CENTRÍFUGA - Fc, sentida pelo piloto. Mas isso, não quer dizer que a FORÇA CENTRÍFUGA - Fc, que atua no piloto, deixa de existir para a pessoa no referencial parado.

     A interpretação dada pela ciência é que a FORÇA CENTRÍFUGA - Fc sofrida pelo piloto, não existe para quem está parado ao lado do globo.  Ela existe sim, para os dois referenciais, de onde se conclui que o nome de REFERENCIAL SENSITIVO seria melhor do que o nome de REFERENCIAL NÃO INERCIAL, dado pela física.

    O equívoco da ciência que estou propondo correção é sobre o funcionamento das forças que aparecem nos movimentos curvilíneos.

    A ciência vem afirmando que a força real que aparece nesses movimentos é uma força de fora para dentro do movimento, chamada de Força Centrípeta, e que a FORÇA CENTRÍFUGA existe apenas para quem está no referencial do movimento curvilíneo, diferentemente do que vimos nos dois exemplos explicados aqui e em todos os exemplos que demonstro nas minhas teorias, que são:  a existência da FORÇA CENTRIFUGA - Fc e a inexistência da Força Centrípeta, força essa que será substituída pela força real que contrapõe a FORÇA CENTRÍFUGA. 

4 comments for "Porque a Lua não cai na Terra".

Resp. - Acho que que mais tem enviado por Geraldo
Acho que quem mais tem enviado por Visitante
Erros em Deduções Lógicas enviado por Geraldo
Há um erro aqui!!! enviado por Visitante

Entidades de Engenharia Mineiras que apóiam as "Deduções Lógicas".

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Veja aqui a versão completa da página ==>> Versão Completa.

INEC
Instituto Nacional de Engenharia Civil.

IMEC
Instituto Mineiro de Engenharia Civil.
cursos@imec.org.br
SINGEO
Sindicato dos Geólogos.
singeomg@singeomg.org.br.
ABENC
Associação Brasileira de Engenheiros Civis/MG.
SMEA
Sociedade Mineira de Engenheiros Agrônomos.

Relação de proeminentes engenheiros mineiros que após reunirem com Geraldo Cacique na casa deste ou em salas do edifício do CREA MG na Av.Raja Gabaglia, Belo Horizonte, Minas Gerais, apóiam as interessantes teorias de Deduções Lógicas existentes no site “Deduções Lógicas” :

Declarações:

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PROLEGÔMENOS

“Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.

Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.

Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.

Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.

Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:

“NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
In. Haydn Amaral Fernandez

Veja aqui a declaração completa: Declaração Completa

Haydn Amaral Fernandez
Engenheiro Civil
Professor Universitário
haydnfernandez@ig.com.br

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Após estudo da planilha da Relatividade do Tempo e da Gravidade que foram desenvolvidas pelo eng. Geraldo Antunes Cacique, estou convencido que é a melhor forma para o entendimento destas questões. Portanto solicito a todas as pessoas estudiosas desta matéria que tenham pelo menos a curiosidade de verificar o conteúdo desta planilha, entrando na página “A Órbita dos Planetas”, que é o sexto item do menu principal que onde estão todas as páginas do site de Deduções Lógicas.

Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física
manganao24@gmail.com

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Caríssimo Cacique, saudações.

Gostaria de agradecer pelo belo presente que você me proporcionou. Sendo engenheiro, eu tenho uma certa adoração pela física e você com esta atitude me mostrou uma nova metodologia de vislumbrar a física de uma forma prazerosa e simples. Seu livro parece vivo. Os conhecimentos, ali explicitados explicam o funcionamento da natureza e do universo. Suas deduções lógicas são tão fascinantes que poderão dar aos cientistas condições uma nova dimensão para o futuro da humanidade.

Parabéns por esta deliciosa loucura.

Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil
Get1@ig.com.br

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Fiquei muito bem impressionado com os novos conceitos de física propostos pelo colega, Eng. Civil Geraldo Cacique. Sua matemática simples, sem precisar nem mesmo de usar uma derivada ou uma integral, introduziu um novo olhar sobre as tradicionais teorías da dilatação do tempo e da força centrifuga.

Ao deduzir a fórmula da força gravitacional a partir do tempo que esta partícula leva para percorrer uma determinada distância entre dois corpos, partícula que denominou "energétron", propõe uma nova visão para o funcionamento da força de gravidade.

Esta aí uma grande oportunidade para que nossas autoridades invistam no potencial científico da juventude brasileira.

Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
ideiaprojetos@oi.com.br

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- Odair Santos Junior - Engenheiro Civil
odairsantosjunior@yahoo.com.br

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Se o conhecimento e a ciência tivessem ficado dependentes dos ignorantes, que nada sabem e nem querem saber, ou mesmo dos auto-suficientes, que pensam que sabem tudo e não têm o que aprender, estaríamos mais próximos das eras primitivas do que do mundo moderno atual.

A contestação, a pesquisa e a inovação foram e continuarão sendo as responsáveis por todos os progressos da ciência e do conhecimento em todos os campos da vida.

Por isso, acredito que as persistentes "deduções lógicas" do Geraldo Cacique poderão trazer mais avanços naqueles campos que todas as honrarias que são dedicadas - com toda a justiça, diga-se logo -aos que trouxeram contribuições até o presente mas, deitaram-se nos louros das conquistas e não conseguiram ou puderam prosseguir.

- Marcos Sant'Anna ( Engenheiro e Empresário)
marvsan08@gmail.com

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