Campo Gravitacional
Para um observador no referencial de um corpo
Os massivos que compõem um corpo A qualquer emitem linhas de gravidade retas que crescem com velocidade c desde as suas existências no início do Universo, na época do Big Bang, para observadores nos referenciais desses massivos.
Esses massivos, ao se unirem para comporem o corpo A, uniram também os referenciais dos observadores posicionados neles. Esta união aconteceu com o movimento dos massivos para comporem o corpo A. Assim, aqueles observadores, na suas verdades, estiveram sempre parados, vendo o movimento dos outros. Num instante, se viram no mesmo local, fazendo parte do corpo A.
Essas sutilezas da natureza nos permitem afirmar:
1º) Um observador no referencial de um corpo A, vê este corpo emitir linhas de gravidade retas, que crescem com a velocidade da luz c em todas as direções, desde o Big Bang, formando um campo de força gravitacional, que atrai em sua direção qualquer corpo posicionado neste campo.
2º) Este campo de força gravitacional tem a mesma velocidade V de expansão do Universo do referencial do corpo A. Nesse referencial, ele é representado por uma esfera que possui no dia de hoje um raio equivalente á 13,7 bilhões de anos luz.

Para um observador no referencial do espaço absoluto, quando se trata do funcionamento da Gravidade entre as galáxias
Já vimos que a Gravidade não influencia nas velocidades uniformes de expansão no Universo das galáxias. A não ser naquelas que estão muito próximas umas das outras, que acabam formando conglomerados sob a influência da gravidade, apesar do centro de gravidade desses conglomerados continuarem com as suas velocidades uniformes de expansão no Universo.
Assim, tratando-se apenas de galáxias, o observador no espaço absoluto vê o campo gravitacional de sua galáxia formar uma esfera que cresce com a velocidade c desde o Big Bang, como já explicamos no início do texto.

Campo gravitacional de um corpo dentro de uma galáxia visto por um observador no espaço absoluto
Esta é mais uma das sutilezas do funcionamento do Universo. O observador dentro de uma galáxia não conhece a sua velocidade de expansão no Universo, portanto, na sua verdade, não tem como saber a influência dessa velocidade sobre o seu campo gravitacional, que é uma esfera que cresce a partir desse corpo com velocidade c. Já o observador no espaço absoluto conhece a velocidade V de expansão no Universo da referida galáxia e sabe da influência da velocidade sobre o campo gravitacional de um objeto no interior dessa galáxia.
Isso porque a velocidade dos energétrons sofre essa influência, transformando de c para c2, onde c2 = V + c, fazendo com que o campo gravitacional desse objeto modifique de uma esfera para um elipsóide. Essa elipsóide denominamos de Gravitóide.

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Campo Gravitacional, em forma de uma esfera, de um corpo A localizado em uma galáxia com velocidade V de expansão no Universo, para um observador no referencial desse corpo. Velocidade dos energétrons = c |
Campo Gravitacional, em forma de um Gravitóide, de um corpo A localizado em uma galáxia com a velocidade V de expansão no Universo, para um observador no espaço absoluto. Velocidade dos energétrons = V + c |
Os corpos da galáxia sob a influência da gravidade modificam as suas posições procurando novos pontos de equilíbrio dinâmico. Por exemplo, a órbita de um planeta, como a Terra em torno do Sol, seria uma circunferência. No entanto, ela modificou-se para uma elipse. Mas, para o observador no referencial da Terra, o seu campo gravitacional continuaria sendo o mesmo, com as linhas de gravidade crescendo em todas as direções com velocidade c. O que modificou com a velocidade V de expansão no Universo da galáxia foram as posições dos astros dessa galáxia que se acomodaram em novas posições de equilíbrio dinâmico.
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