Dedução da Fórmula da Força de Gravidade que um corpo A exerce sobre um corpo B

 

Dedução da Fórmula da Força de Gravidade que um corpo A exerce sobre um corpo B

Influência da velocidade dos energétrons sobre a quantidade Q1 de mini-energétrons de uma linha de gravidade que chega a um corpo

Um corpo A está sempre ligado a um corpo B por linhas de gravidade.

 

Um observador no referencial do corpo A, vendo uma linha de gravidade que liga o corpo A ao corpo B

Os energétrons são emitidos com a velocidade c pelos corpos. Os mini - energétrons são emitidos pelos energétrons com velocidade c. Assim, um observador no referencial de um energétron pensa que está parado e vê os mini - energétrons com a velocidade c.

Já um observador no referencial do corpo pensa que está parado e vê os energétrons com velocidade c e os mini - energétrons com velocidade c+c.

 

Da figura acima podemos concluir:

1º) As linhas de gravidade emitidas pelo corpo A é composta por energétrons que são emitidos com velocidade c na unidade de tempo.

A quantidade P de energétrons de uma linha que chega ao corpo B é proporcional a velocidade de emissão c, ou seja, P a c.

2º) Por sua vez, estes energétrons emitem mini-energétrons na unidade de tempo, com velocidade c, que ao chegarem ao corpo B exercem uma força de gravidade f na direção de chegada dos mini-energétrons.

A quantidade J de mini-energétrons que chegam ao corpo B é proporcional a velocidade c de emissão destes, ou seja, J a c.

3º) Assim, podemos dizer que a quantidade Q1 de mini-energétrons emitidos pelo corpo A que chega ao corpo B é proporcional ao produto P x J, ou seja, Q1 a c x c, ou Q1 a c2.

Influência do número de linhas de gravidade emitidos por um corpo A de massa M que chega a um corpo B, devido a distância entre eles

Linhas de gravidade emitidas por um corpo de massa M

4º) Um corpo A de massa Ma emite uma quantidade M de linhas de gravidade que chega a um corpo B. M é proporcional ao número de massivos de massa unitária contidos nesse corpo A, ou seja, M a Ma.

 

Linhas de gravidade que chegam a um corpo de massa m

5º) A quantidade de linhas de gravidade emitida de um corpo A que chega a um corpo B de massa Mb é proporcional à quantidade N de massivos unitários contidos nesse corpo de massa Mb, isto é, N a Mb.

 

Influência da distância entre dois corpos A e B sobre a quantidade de linhas de gravidade que são emitidas pelo corpo A na direção de B

A quantidade L de linhas emitidas por um corpo A que chega a uma superfície S de uma esfera de raio R que envolve o corpo A é a mesma que chega a uma superfície S1 de uma esfera de raio R1.

Uma superfície DS da esfera de superfície S1 de raio R1 receberá a quantidade K1 de linhas de gravidade, onde , ou DS L = S1K1.

Uma superfície Ds da esfera de superfície S de raio R receberá a quantidade K de linhas de gravidade, onde , ou DS L = SK.

assim,

A área da superfície

A área da superfície

Sendo assim, temos

onde:

6º) A quantidade de linhas K de energétrons emitida por um corpo que chega ao outro corpo é inversamente proporcional ao quadrado da distância R entre eles, ou seja,

 

Quantidade de mini-energétrons

7º) A partir das 3º ,4º ,5º e 6º conclusões, a quantidade Q de mini - energétrons que chegam ao corpo B, procedente de A é igual a :

Força de gravidade

Conclusão final:

A força de gravidade Fg que um corpo A de massa Ma exerce sobre um corpo B de massa Mb é a soma das forças unitárias f de cada mini - energétron do corpo A que chega ao corpo B.

Sendo Q a quantidade desses mini - energétrons, temos:

ou então, tendo em vista a 7ª conclusão, obtemos

 

Fg
força de gravidade que o corpo A exerce sobre o corpo B
Ma
massa de A;
Mb
massa de B;
c
velocidade dos energétrons em uma linha de gravidade, para um observador no referencial do corpo A e dos mini-energétrons para um observador no referencial de um energétron;
c + c
velocidade dos mini-energétrons para um observador no referencial do corpo A;
R
distância entre o corpo A e o corpo B;

f

constante gravitacional.

 

Fazendo f = G' temos:

E fazendo , onde G = constante universal da gravidade temos:

 

onde G = 6,6725985 x 10-11 Nam2/Rg2, que é a constante gravitacional universal.

De onde concluímos que a força de gravidade Fg que um corpo A exerce sobre um corpo B parado no campo gravitacional do corpo A é idêntica a força gravitacional de Newton.

Na fórmula

Como R = c x t, onde t = tempo que o energétron leva para ir do corpo A até o corpo B, teremos:

,

ou seja,

onde

Assim podemos expressar a força de gravidade que o corpo A exerce sobre o corpo B em função do tempo t que um energétron vai do corpo A até o corpo B com a velocidade c.

Acabamos de definir a força que as linhas de gravidade emitidas por um corpo de massa Ma exerce sobre outro corpo de massa Mb. Assim, podemos considerar:

F1 = força gravitacional que o corpo de massa Ma exerce sobre o corpo de massa Mb;

F2 = força gravitacional que o corpo de massa Mb exerce sobre o corpo de massa Ma;

Como o módulo dessas forças são iguais, temos,

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