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O equilíbrio da Natureza
Todos os corpos do Universo possuem duas velocidades principais. A velocidade uniforme de expansão no Universo, adquirida no Big Bang, só vista por um observador no espaço absoluto. E a velocidade circular, que é responsável pelo equilíbrio da natureza.
Neste equilíbrio, a componente radial da gravidade equilibra com a força centrífuga que aparece nos movimentos circulares dos corpos e a componente tangencial da gravidade é responsável pelo movimento circular dos corpos.

Na figura, para um observador no referencial do movimento de A e B, dois corpos A e B, de massas iguais, em equilíbrio dinâmico, movimentam-se em uma órbita circular em torno do centro de gravidade O entre eles.
Um observador no referencial do corpo A pensa estar parado vendo o corpo B orbitar em torno dele, a uma distância D, com a velocidade v. No corpo B, a força de gravidade F2, devido aos energétrons emitidos pelo corpo A, decompõe-se na força gravitacional tangencial F5 e na força gravitacional radial F6, onde a força F6 equilibra com a força centrífuga que aparece no corpo B, devido ao movimento circular do corpo B, sendo F5 a força responsável por este movimento circular do corpo B em torno do corpo A.
Da mesma maneira, um observador no referencial do corpo B pensa estar parado vendo o corpo A orbitar em torno dele, a uma distância D, com a velocidade v. No corpo A, a força de gravidade F1, devido aos energétrons emitidos pelo corpo B, decompõe-se na força gravitacional tangencial F3 e na força gravitacional radial F4, onde a força F4 equilibra com a força centrífuga que aparece no corpo A, devido ao movimento circular do corpo A, sendo F3 a força responsável por este movimento circular do corpo A em torno do corpo B.
Vemos a animação da figura anterior. Observamos nela que os energétrons têm trajetórias retas e a linha gravitacional formada por eles tem a forma curva, para um observador em um dos corpos.
O equilíbrio da natureza nos astros, considerando uma órbita circular
Para Deduções Lógicas, a força centrífuga Fc é uma força real que equilibra com a componente radial da força de gravidade lógica Fg1; enquanto que a componente tangencial Fg2, que é sempre perpendicular ao eixo Terra-Lua, mantém a Lua girando em torno da Terra, onde:

sendo
sen a=
Fg0 = Força de gravidade se não houvesse velocidade relativa entre a Terra e a Lua, ou seja, v = 0.
Fg = Força de gravidade lógica.
Fg1= Fg cos a.
Fg2 = Fg sen a.
Fc = força centrífuga exercida sobre a Lua.
M,Terra = massa da Terra
MLua = massa da Lua
D = distância entre os centros da Terra e da Lua
D1 = Distância entre a Lua e o centro de gravidade do conjunto Terra-Lua
G = constante gravitacional
a = ângulo que Fg faz com o eixo Terra-Lua
Fg1 = componente radial de Fg
Fg2 = componente tangencial de Fg
Na figura, vemos o diagrama das forças que atuam entre a Terra e a Lua. Esta figura explica também o movimento entre a Terra e a Lua, onde o movimento da Lua em torno da Terra dura um mês.
O equilíbrio da natureza nas partículas sub atômicas
Duas partículas A e B subatômicas de massas iguais são mantidas em equilíbrio dinâmico quando a componente radial F4 e F6 das forças gravitacionais fortes, aplicada numa partícula, provocada pelos energétrons emitidos pela outra, equilibra com a força centrífuga Fc que aparece devido ao movimento circular das partículas. As componentes tangenciais F3 e F5 das forças gravitacionais fortes são responsáveis pelas velocidades v dessas partículas.
Na figura, vemos a linha gravitacional azul curva formada pelos energétrons emitidos por B, que exerce a força gravitacional forte F1 na partícula A e a linha gravitacional vermelha curva formada pelos energétrons emitidos por A, que exerce a força gravitacional forte F2 na partícula B.
O equilíbrio da natureza entre o elétron e o núcleo dos átomos
A força elétrica entre dois corpos parados que estão eletrizados é dada pela fórmula
- Q1 é a carga do elétron
- Q2 é a carga do núcleo
- D é a distância entre os dois corpos
- K0 é a constante dielétrica do vácuo
Onde, Feo seria a força elétrica entre o núcleo e o elétron se não existisse um movimento entre eles, ou seja, v = 0.
O elétron está em equilíbrio na sua órbita em torno do núcleo do átomo quando a componente radial da força elétrica Fev1 equilibra com a força centrífuga elétrica Fce que aparece devido ao movimento do elétron em torno do seu núcleo, sendo a componente tangencial Fe2 da força elétrica responsável pelo movimento circular do elétron.
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