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A Gravidade não influencia nas velocidades uniformes de expansão das galáxias
A gravidade funciona de maneira análoga à luz, tendo como partícula mediadora da força de gravidade o energétron, que equivale ao fóton. Todo Universo Visível é formado por aquelas galáxias que se afastam do observador no centro, com velocidades menores que c. Essas mesmas galáxias são as únicas que exercem influência gravitacional sobre a galáxia localizada no centro, pois os energétrons emitidos pelas galáxias que se afastam com velocidades maiores que c sofrem a influência dessas velocidades e nunca alcançarão a galáxia central, não exercendo sobre ela nenhuma força gravitacional. Isso implica que um Universo Visível é também o Universo de influência gravitacional.
O Universo Visível é uma esfera com a galáxia do seu observador no centro. Se dividirmos essa esfera em duas partes, devido à densidade uniforme do Universo em macro-escala, cada uma dessas partes terá massas iguais com os centros de massa simétricos em relação ao centro da esfera.
Então, a influência gravitacional de uma parte compensará a da outra, sendo que a resultante de todas as forças gravitacionais vindas do Universo com essa simetria esférica será zero. Logo, de acordo com a 1ª Lei de Newton, se a resultante das forças que atuam sobre um corpo (uma galáxia) for nula, esse corpo (galáxia) está parado(a) ou com movimento retilíneo uniforme (MRU).
Finalmente, concluímos que, como o Universo está em expansão, isso só pode significar que a galáxia não está parada, e sim com movimento retilíneo uniforme. Assim, fica provado que a influência gravitacional sobre qualquer galáxia escolhida é a exercida pelo seu Universo Visível sendo que a resultante dessas forças será sempre nula. Isso significa que todas as galáxias terão sempre velocidades uniformes adquiridas na ocasião do Big Bang.



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