
Um corpo B parado no campo gravitacional do corpo A está ligado a este corpo através da linha de gravidade AB. Assim, o corpo B é atraído em direção ao corpo A pela força de gravidade Fg, onde
ou
Fg = Força de gravidade que o corpo A exerce sobre o corpo B;
Ma = Massa do corpo A
Mb = Massa do corpo B
D = Distância entre o corpo A e o corpo B
t = tempo que o energétron vai de A até B com velocidade c
G = constante gravitacional universal
G´= constante gravitacional, sendo
Um observador no referencial de A vê um energétron desta linha de gravidade AB percorrer a trajetória AB de comprimento D em um tempo t com velocidade c.
Para um observador no espaço absoluto
Um observador no espaço absoluto que está enxergando a mesma linha de gravidade AB que um observador no referencial de A enxerga, vê um energétron da linha de gravidade AB ser emitido pelo corpo A no momento em que o corpo A ocupa a posição A0 e o corpo B a posição B0 do referencial absoluto. Este energétron chega ao corpo B quando este ocupa a posição Bn e o corpo A a posição An do referencial absoluto.

A partir desta figura, um observador no espaço absoluto conclui:
1º) Os energétrons da linha de gravidade AB sofrem a influência da velocidade V de expansão no Universo do referencial de A, modificando a sua velocidade c de emissão para c2, onde c2 = c + V.
2º) Em um tempo t:
- Os corpos A e B vão das posições A0 e B0 às posições An e Bn, percorrendo as trajetórias A0An e B0Bn, de comprimento E, com velocidade V, onde E = V.t.
- O energétron vai da posição A0 até a posição Bn, percorrendo a sua verdadeira trajetória, de comprimento L, com a velocidade c2, onde L = c2.t.
3º) Este energétron, ao chegar no corpo B, na posição Bn, devido a sua velocidade c2, a velocidade V do corpo B e ao efeito de aberração, modifica a sua velocidade de c2 para c, onde c = c2 – V, e sua direção de chegada, como se estivesse percorrido a trajetória AnBn, exercendo sobre o corpo B a força de Gravidade Fg na direção de An.
4º) A linha de gravidade é arrastada pela velocidade V de expansão no Universo do corpo A, ao mesmo tempo que cresce com velocidade c, exercendo a força de gravidade Fg em direção ao corpo A.
5º) A linha de gravidade está sempre entre o corpo A e B, nas várias posições que ela ocupa no referencial absoluto.
6º) Nenhum fóton percorreu a trajetória AnBn. Todos eles se moveram na direção da velocidade c2.
7º) No mesmo momento em que o energétron chega na posição Bn, o corpo B também alcança esta posição e o corpo A chega na posição An. Isto só seria possível se a gravidade funcionasse de maneira instantânea. Este fenômeno chamamos de Efeito Cristina na gravidade.
Podemos considerar também que o observador esteja no referencial de B, já que A e B estão no mesmo referencial.
Assim, todo raciocínio acima vale para o funcionamento da força de gravidade Fg que o corpo B exerce sobre o corpo A.

A linha de gravidade BA do campo gravitacional do corpo B exerce sobre o corpo A a força de gravidade Fg.
O energétron da linha de gravidade BA, ao chegar no corpo A, na posição An, devido à sua velocidade c2´, à velocidade V do corpo B e ao efeito de aberração, modifica a sua velocidade c2´ para c, onde c=c2´- V, e sua direção de chegada, como se estivesse percorrido a trajetória BnAn, exercendo sobre o corpo A a força de gravidade Fg na direção de B.
Agora, podemos resumir:
- Haverá entre dois corpos A e B, parados num mesmo referencial, com a distância D entre eles, duas linhas de gravidade pertencentes ao campo gravitacional de cada corpo, exercendo uma força gravitacional Fg na direção do outro corpo.




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