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A linha de gravidade real e a linha de gravidade virtual entre duas partículas de massas iguais que orbitam em torno do centro de gravidade formado entre elas
Energétrons emitidos pela partícula A
Duas partículas A e B orbitam em torno do centro de gravidade O formado entre elas. Quando a partícula A ocupa a posição A0, a partícula B está na posição B0, movimentando no campo magnético de A.
Em um determinado tempo t, a partícula B vai da posição B0 até a posição B´0 na sua órbita circular, com a velocidade tangencial v.
Nesse mesmo tempo t, um energétron da linha de gravidade A0B´0, do campo gravitacional de A, vai da posição A0 até B´0 exercendo na sua chegada uma força de gravidade Fv no corpo B, na direção de A0, enquanto o corpo A vai da posição A0 até a posição A´0.
O próximo energétron será emitido quando a partícula A ocupar a posição A1 e a partícula B ocupar a posição B1. E esse energétron do campo gravitacional de A percorrerá a linha gravitacional A1B´1, exercendo uma força de gravidade Fv no corpo B na direção de A1. Na chegada do energétron na posição B´1, a partícula A estará na posição A´1.
Assim, para cada posição que o corpo A ocupar no seu trajeto A0A´0,corresponderá à uma posição diametralmente oposta à partícula B, no seu trajeto B0B´0. Da mesma maneira, para cada posição do campo gravitacional de A, haverá uma linha de gravidade reta atraindo a partícula B em direção à A de tal maneira que enquanto a partícula A vai da posição A0 até a posição A´0, a partícula B vai da posição B0 até a posição B´0.
A partir daí concluímos que a força de gravidade funciona através de linhas de gravidade retas. Vemos também que os energétrons emitidos por A que alcançarão o corpo B enquanto este vai da posição B´0 até a posição B´10, estarão formando uma linha de gravidade curva entre a posição B´0A´0. Na figura, esses energétrons são representados pela cor azul escuro. Essa linha é uma linha virtual pois cada um desses energétrons pertencem à linhas retas diferentes do campo gravitacional de A e nenhum desses energétrons percorrerá a trajetória curva A´10B´0.
Energétrons emitidos pela partícula B
O mesmo raciocínio aplicado quando os energétrons são emitidos pela partícula A, aplica-se quando os energétrons são emitidos pela partícula B.
Assim, concluímos:
1º) Entre duas partículas existem sempre 2 linhas curvas virtuais.
2º) No exato momento que o energétron emitido da partícula A, na posição A0, chega na partícula B, na posição B´0, essa partícula B acaba de chegar na posição B´0 e a partícula A acaba de chegar na posição A´0. Isso só é possível graças ao Efeito Cristina na Gravidade.
Assim, um observador na partícula A, na posição A´0, vê que naquele momento a força de gravidade que A exerce sobre B faz um ângulo a com o eixo A´0B´0 que as partículas ocupam nesse momento, sendo tang a = .
3º) Vemos que nenhum energétron ligou as duas partículas através dos eixos diametrais que unem as partículas A e B.
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