A Gravidade Lógica e a Materialização de Energia

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A Gravidade Lógica e a Materialização de Energia

 

       Vimos no Segredo da Gravidade que ela é uma força magnética e só aparece se houver movimento. Portanto, a Gravidade nasceu com o Big Bang passando a atuar a partir daquele momento. Então, os quanta de energia  próximos uns dos outros, se atraíram pela Gravidade Lógica e entraram em órbita circular em torno do seu centro de gravidade. Assim, foram acelerando até encontrar um ponto de equilíbrio dinâmico com uma velocidade tangencial v e um diâmetro D. Foi assim que se materializaram as primeiras partículas fundamentais.
A alta velocidade tangencial v dos quanta nos dá a noção da materialização dessas primeiras partículas como numa hélice de motor de avião, em que, de forma similar, temos a noção da materialização, que torna impenetrável toda a sua área de movimentação. Com a Gravidade Lógica, essas partículas fundamentais combinaram-se com outros tipos de partículas, que depois de uma série de outras combinações, formaram os átomos e, finalmente, os materiais como os conhecemos.
       Dessa maneira, a lapiseira que uso neste momento para escrever não passa de energia movimentando-se em torno de energia das partículas fundamentais que deram origem a ela. Se, por acaso, rompesse o equilíbrio dinâmico dos seus quanta de energia, a lapiseira desapareceria e no seu lugar apareceria uma enorme quantidade de energia, E = m x c2.

 

A Gravidade Lógica explica vários níveis de materialização das partículas

Nível 1 de combinações

       Logo após o Big Bang, dois quanta de energia A e B se uniram através da Gravidade Lógica formando uma partícula fundamental C. Essa é a mais simples das materializações, que denominaremos de nível nº 1. Para o observador no espaço absoluto, a partícula C é uma onda eletromagnética que pode ser representada como duas cordas vibrantes e entrelaçadas.

Para um observador no referencial da partícula C

 

Para um observador no referencial do espaço absoluto

 

Nível 2 de combinações

       Duas partículas do nível 1, C e D se unem através da Gravidade Lógica formando partículas mais complexas E e F. Para o observador no espaço absoluto, a partícula C é uma onda eletromagnética que pode ser representada como duas cordas vibrantes entrelaçadas, em que cada uma é formada pelo entrelaçamento de partículas do nível 1.

Para um observador no referencial da partícula E

 

Para um observador no referencial do espaço absoluto

 

Nível 3 de combinações

       Duas partículas E e F se combinam como nos níveis anteriores formando partículas G. Para o observador no espaço absoluto, a partícula G é uma onda eletromagnética que pode ser representada por duas cordas vibrantes entrelaçadas, onde cada uma é formada pelo entrelaçamento de partículas do nível inferior  2.

Para um observador no referencial da partícula G

 

Para um observador no referencial do espaço absoluto

 

Nível dos átomos

As partículas do nível anterior se unem para formar partículas mais complexas, que são os átomos, os quais se constituem de um núcleo e um certo número de elétrons. Para o observador no espaço absoluto, o átomo é uma onda eletromagnética que pode ser representada por cordas vibrantes. A trajetória do núcleo oscila em função das forças de gravidade F2 dos elétrons que atuam sobre ele. As trajetórias dos elétrons são ondas helicoidais. Os planos das suas órbitas são diferentes, podendo ser representados por cordas (ondas) oscilantes em torno da trajetória do núcleo.

 

Para um observador no referencial do átomo

 

Para um observador no referencial do espaço absoluto

 

Nível das estrelas

Uma estrela e seu sistema de planetas também podem ser representados por cordas vibrantes. Para o observador no espaço absoluto, as trajetórias dos planetas são ondas eletromagnéticas helicoidais que podem ser representadas por cordas vibrantes em torno da trajetória da estrela.

Para um observador no referencial da estrela

 

Para um observador no referencial do espaço absoluto

       Vimos que as dimensões reais do Universo são sempre em número de três. Não existindo a 4ª dimensão, como sugere a Teoria da Relatividade, a qual não podemos sequer imaginar.

       A dimensão na teoria das cordas deve significar somente a distância que separa as partículas que se combinam. 

       O primeiro nível ou dimensão, como fala a teoria das cordas, seria o diâmetro de união dos quanta de energia da ordem de 1040 m. Esse é um numero imaginado apenas como exemplo de grandeza, talvez, os físicos possam conhecê-lo precisamente.

       O diâmetro de cada nível cresce, chegando ao nível das estrelas e seus planetas, da ordem de alguns minutos luz.

Obs: Chamamos a atenção para o funcionamento do micro e do macro mundo, que são idênticos, obedecendo as mesmas leis da natureza. Assim, como as partículas subatômicas são ondas eletromagnéticas, a trajetória da Terra também é representada por uma onda eletromagnética, onde o campo magnético da Terra e do Sol são campos magnéticos dessas ondas, para um observador no espaço absoluto.

Sugestão para a devida credibilidade...

Sr. Geraldo, seria muito interessante que deduzisse, a partir de sua teoria unificada que descreve o micro e o macro-cosmo, as massas do próton, do elétron e do nêutron, que têm sido determinadas exaustivamente pelos físicos experimentais. Isso é de fundamental importância para qualquer teoria de partículas que se preze, e como sua teoria é unificada, deverá automaticamente concordar com os resultados experimentais da física de partículas.
Em âmbito mais fundamental, seria de extrema importância o Sr. demonstrar também a partir de sua teoria porque ocorre a "difração" de um feixe de elétrons ao passar por uma fenda dupla. E a partir disso determinar as larguras das franjas de interferência para o bem conhecido experimento de Davison e Germer da dupla fenda para um feixe de elétrons, para assim confirmar que os resultados obtidos da sua teoria condizem com aqueles obtidos por Davison e Germer.

Abraço.

(Fábio)

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