Sutilezas da Gravidade

Sutilezas da Gravidade

Os energétrons funcionam da mesma maneira que os fótons. Assim, para entendermos o funcionamento da gravidade, teremos que aplicar nela todos aqueles efeitos que descobrimos no funcionamento da luz.
Vimos que a luz é mágica. Ela produz efeitos ilusórios que parecem verdadeiros, o que vem enganando a Ciência.

Efeito Cristina na Gravidade

O efeito Cristina é a propriedade da gravidade que permite que ela seja, aparentemente transmitida instantaneamente.

 

Gravidade entre dois corpos parados no mesmo referencial

Visto pelo observador no referencial do espaço absoluto

Dos energétrons emitidos pelo corpo A na posição A0, o que alcançará o corpo B será aquele emitido na direção da posição B0. Ele sofre a influência da velocidade V de expansão no Universo do referencial de A, modificando a sua velocidade de emissão de c para c2, onde c2 = c + V, que chega, após um tempo t, no corpo que está na posição Bn. Devido à velocidade de expansão V no Universo desse referencial e ao efeito de aberração, tem o seu módulo e a sua direção modificados de c2 para c, onde c = c2 - V, como se estivesse originado da posição An.
Vemos que os energétrons estão sempre entre o corpo A e o corpo B, formando uma linha de gravidade que cresce com a velocidade c e é arrastada pela velocidade V do corpo A. Essa linha não é uma linha real, é uma linha virtual, pois não tem nenhum energétron indo da posição An para a posição Bn. Todos eles foram emitidos das posições anteriores à posição An, seguindo trajetórias próprias, que são paralelas entre si.
No exato momento em que o energétron e o corpo B chegam na posição Bn, o corpo A chega na posição An. Daí concluímos que, para o energétron ser emitido pelo corpo A em An, e chegar ao mesmo tempo ao seu destino, na posição Bn, teria que possuir a capacidade de se deslocar instantaneamente. Assim, podemos afirmar que a gravidade funciona como se fosse transmitida instantaneamente.

Energétron visto no referencial da fonte

 

 

 

 

Na verdade de Maria, o energétron foi do corpo A até o corpo B com a velocidade c. Ela não sabe que, na realidade, no instante em que o energétron chega ao seu destino, o corpo A e o corpo B chegam nas suas posições A e B. Isto só seria possível se o energétron se deslocasse com uma velocidade instantânea.

Assim, a velocidade do energétron funciona como se fosse transmitida instantaneamente.

A linha de gravidade que Maria observa é a mesma que o observador no espaço absoluto vê, que é uma linha gravitacional virtual. Daí concluímos que o campo gravitacional de qualquer corpo é um campo virtual e que ele funciona como se a força de gravidade agisse instantaneamente para qualquer corpo localizado nesse campo gravitacional.

 

 

 

Gravidade entre duas galáxias

Vista por um observador no espaço absoluto

Para um observador no espaço absoluto, um energétron, ao ser emitido de uma galáxia P que ocupava a posição P1, na direção da nossa galáxia L, a Via-Láctea, que ocupava a posição L1, sofre a influência da velocidade Vp de expansão no Universo da galáxia P, que possui um campo gravitacional, fazendo com que o energétron modifique a sua velocidade de emissão para c2, onde c2 = Vp + c.

Este energétron, ao chegar hoje até nós, na posição L, com a velocidade c2, vinda da posição P1, devido a nossa velocidade de expansão Vt no Universo da Terra e ao efeito de Aberração, modifica a sua velocidade de chegada para c1, onde c1 = c2 - Vt, dando-nos a ilusão de que veio da posição P.

Para a galáxia P chegar na posição P no exato momento em que o energétron e a Terra (galáxia L) chegarem na posição L, tendo este energétron percorrido a trajetória da posição P até a posição L, como é a nossa ilusão, ele teria que possuir a capacidade de se mover instantaneamente. Assim, podemos afirmar que a gravidade funciona como se fosse transmitida de maneira instantânea, conforme o Efeito Cristina. A linha de gravidade que o observador em P vê sendo emitida na direção da Terra, com a velocidade c, é real para ele, no entanto, ela é virtual para qualquer outro observador pois ela é composta por energétrons emitidos pela mesma galáxia P em posições anteriores. Cada um desses energétrons tem trajetórias paralelas entre si diferentes das trajetórias da sua linha de gravidade. Nenhum dos energétrons se movimenta na direção de sua linha de gravidade.

Visto por um observador no referencial da Terra

 

 

 

 

Os físicos enxergam a galáxia P através dos telescópios. Eles sabem, pela freqüência da luz da galáxia, a velocidade de afastamento Va dessa galáxia e a distância D que ela estava quando emitiu essa luz, através da lei de Hubble.
Por não conhecerem o verdadeiro funcionamento da luz e da gravidade, eles não sabem que este funcionamento é mágico e, tanto a luz quanto a gravidade funcionam como se fossem transmitidas instantaneamente. Então, a distância que elas estão de nós, fornecida pela lei de Hubble, é a distância atual delas.

 

 

 

 

 

 

 

Universo Visível para um observador no referencial da Terra

 

O Universo que enxergamos daqui da Terra é uma ilusão que passa a ser verdadeira quando descobrimos que a luz e a gravidade funcionam como se fossem transmitidas instantaneamente, apesar de sabermos que, na realidade, os fótons - mediadores da energia luminosa, e os energétrons - mediadores da energia gravitacional, são emitidos na velocidade da luz c. Assim, qualquer galáxia do Universo ocupa hoje aquela distância que a lei de Hubble diz que ela tem quando foi emitida.

Assim, uma galáxia que para a Ciência emitiu luz quando estava há 12 bilhões de anos luz de nós, continuou afastando numa velocidade próxima à velocidade da luz e hoje, quando a luz dessa galáxia chega até nós, ela estaria há aproximadamente 24 bilhões de anos luz de nós. O que vai contra a própria Ciência, que afirma que o raio do Universo não é maior do que 14 bilhões de anos luz.

Efeito Mariana

O Efeito Mariana é a propriedade da gravidade que faz com que a velocidade que o energétron percorre a distância entre a sua e o receptor seja sempre c em qualquer referencial, independente da velocidade V de expansão do universo.

Portanto, o modo como a gravidade se comporta num referencial em movimento permite mudar o módulo e a direção da velocidade de expansão do universo, sem que haja qualquer mudança perceptível para um observador localizado neste referencial.
Explicando:
Dois corpos A e B, parados num referencial com velocidade V de expansão do universo.
O corpo A emite energétros em todas as direções com velocidade c.

Corpo A emitindo energétrons em todas as direções

 

Para um observador no referencial do espaço absoluto

 

O energétron que alcançará o corpo B na posição B será aquele emitido da posição A0 em direção a B0.
Num tempo t0:

- o corpo A vai da posição A0 até a posição A, com velocidade V.

- o corpo B vai da posição B0 até a posição B, com velocidade V.

- o energétron, devido à velocidade V de A, percorrerá a trajetória A0B, de comprimento L com velocidade c2, onde c2= V + c.

O energétron, ao chegar em B, na posição B, com velocidade c2, devido à velocidade V de B e ao efeito aberração, modificará sua velocidade para c como se estivesse percorrido a trajetória AB de comprimento D em um tempo t0, sendo c = c2 - V.

Para um observador no referencial dos corpos A e B

Esse observador não tem conhecimento da velocidade V de expansão do universo e, na sua verdade, pensa que está parado juntamente com os corpos A e B.

Num tempo t0, o observador vê o energétron emitido de A em direção a B percorrer a trajetória AB, de comprimento D, com velocidade c, de acordo com a sua verdade.


Se, no referencial de A e B, mudarmos a velocidade V de expansão do universo em direção e módulo para V1 ou V2, o observador no referencial do espaço absoluto veria as seguintes configurações:

 

Para o observador no referencial de A e B, esses corpos estão sempre parados e o energétron percorrerá a distância D entre A e B, com velocidade c, independente do módulo e direção da velocidade de expansão do Universo.

Assim, podemos deduzir o Efeito Mariana, a saber:

 

"A velocidade dos energétrons entre dois pontos situados em um mesmo referencial será sempre c, independente da velocidade V de expansão no Universo deste referencial."

Efeito Paula

O Efeito Paula é a propriedade da Gravidade que faz com que os energétrons das linhas de gravidade de um campo gravitacional que chegam a um corpo que movimenta neste campo forme uma linha de gravidade aparentemente curva.

 

 

A Terra movimenta no campo gravitacional do sol com a velocidade v. A cada momento ela intercepta uma das linhas gravitacionais deste campo, cujos energétrons chegam na Terra fazendo um ângulo a com o eixo Sol-Terra, devido à velocidade v da Terra e ao efeito de Aberração.

No momento em que os energétrons chegam na Terra quando ela está na posição A, os outros energétrons das outras linhas que chegarão na Terra, no percurso da posição A até a posição B, estarão formando uma linha de gravidade aparente, em forma de curva. Os energétrons das linhas de gravidade emitidas da Terra que chegarão ao Sol estarão formando um ângulo a com o eixo Terra-Sol. Quando a Terra vai da posição B1 até A, esses energétrons estarão formando uma linha de gravidade curva entre o Sol e a Terra, na posição A.
Lembramos que a gravidade funciona como se fosse transmitida instantaneamente.

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Consideração gerais. enviado por Visitante (não verificado(a))