Carta à Sociedade Brasileira de Física - SBF


Se você tem raciocínio próprio e não quer continuar sendo enganado pela ciência "clique aqui"

Como o professor Dulcídio Braz Júnior é enganado pelas interpretações erradas da força centrífuga

Como o Professor e Mestre em Física Luiz Ferraz Netto, Léo para os íntimos, deve passar para história da física

Como os físicos são enganados pela matemática da força centrifuga que eles, erroneamente, atribuem ser da força centrípeta

Um físico com a matemática que disse ser da aceleração centrípeta tenta provar a existência da força centrípeta

Porque a física acredita na existência da força centrípeta

Para ter uma palavra oficial da Sociedade Brasileira de Física- SBF, sobre os argumentos que tenho usado para explicar as forças que surgem nos movimentos curvilíneos. Escrevi a carta anexada abaixo mostrando através de vários exemplos que nestes movimentos aparecem uma força de inércia de dentro para fora dos referidos movimentos denominada de força centrífuga. E as forças que se opõe a essa força centrífuga é uma força de fora para dentro do movimento que conforme o exemplo pode ser a componente radial de uma tensão ou a componente radial da gravidade ou mesmo a reação normal de uma superfície quando a força centrífuga atua sobre ela.

Mas em nenhum caso aparece, como a Ciência explica, uma força de fora para dentro denominada de força centrípeta. Os exemplos dados nesse artigo são tão contundentes que os físicos da Sociedade Brasileira de Física não tem como discordar.  

Belo Horizonte, 30 de abril 2008

Ao presidente da Sociedade Brasileira de Física – SBF, Prof. Dr. Alaor Silvério Chaves,     

       Estou levando ao conhecimento do senhor e dos demais representantes da SBF, o resultado do meu trabalho e estudos sobre força centrífuga, para apreciação e parecer dessa entidade, que é a responsável pelo estudo e divulgação da Física no Brasil.

 O que Isaac Newton não sabia

Na época de Newton, ele não sabia e nem poderia saber que a velocidade de transmissão da gravidade é igual velocidade da luz c. Para ele a transmissão da gravidade era instantânea.

Assim, Newton, como um observador no referencial da Terra, considerou-a parada, emitindo linhas de gravidades em todas as  direções formando um campo gravitacional que atrai instantaneamente todos os corpos que movimentam neste campo.

Eu posso imaginar o que veria um observador parado em relação ao movimento entre a Terra e a Lua.

                Este observador, na sua verdade, veria a Terra emitir as linhas de gravidade que vão atrair a Lua quando a Terra estava na posição A do espaço.

 


Depois de mais ou menos 1,5 segundo em quanto as partículas medidoras da força da gravidade iriam da posição A ate a posição B a Lua iria da posição A1 até a posição B1

No momento que as partículas mediadoras chegavam na posição B¹ atraindo a Lua para a posição A, a Terra  já ocupava a posição B, então, a força da gravidade que a Terra atraia Lua faz um ângulo a com o eixo Terra-Lua.


Esse pequeno ângulo a permite decompor o vetor força gravitacional Fg  no vetor radial Fg1 na direção do eixo Lua-Terra e no vetor tangencial F perpendicular do eixo Lua-Terra.


O desconhecimento da existência destes dois vetores levou Newton raciocinar que não era possível a existência de uma força que aparece nos movimentos circulares de dentro para fora do movimento, ou seja, não era possível a existência da força centrifuga pois esta  anularia a força da gravidade fazendo com que a Lua não aproximasse e nem afastasse da Terra.

A teoria da gravidade concebida por ele, naquela época previa que se a resultante das forças externas atuantes em um corpo não podia ser nula, pois se fosse assim este corpo estaria em movimento retilíneo com velocidade uniforme ou parado. Desta maneira, para explicar o movimento da Lua em sua órbita, ele teve a necessidade de criar uma força de fora para dentro do movimento circular responsável pelo movimento curvilíneo da Lua. Concluindo que esta força que denominou de força centrípeta era uma força real que aparece em todos os movimentos curvos.

E para dar veracidade a esta interpretação, a matemática da ciência atribui à aceleração calculada nos movimentos curvilíneos como se fosse  uma aceleração de fora para dentro do movimento que foi denominada de aceleração centrípeta. Todavia, na dedução desta aceleração os físicos partiram do conhecimento da velocidade de um corpo num movimento em uma circunferência. Calculando o tamanho desta circunferência e o tempo que um corpo demoraria em percorrê-la, chegaram a uma aceleração.  Só, que nada indicava o sentido desta aceleração se era para ou dentro ou para fora do movimento.

Então, para justificar a força centrípeta, consideraram que essa aceleração seria uma aceleração centrípeta, ou melhor, de fora para dentro. Esta opção errônea deu veracidade a força centrípeta.

Revendo hoje os exemplos práticos das forças que atuam nos movimentos circulares de uma máquina de lavar roupa concluímos que a primeira força que aparece no movimento circular  do tambor da maquina é uma força de dentro para fora, força centrifuga, que empurra a roupa depositada no assoalho da maquina para fora até a parede do cilindro fazendo com que ela exerça uma pressão na parte interna do tambor rotativo da máquina. Neste momento aparece uma força de reação da parede sobre as roupas.

Agora, podemos concluir, que no caso da maquina de lavar a força que aparece no movimento circular do seu tambor é uma força centrifuga e não uma força centrípeta como professa a física. Sendo, que a força que vai reagir na parede do cilindro para neutralizar a força centrifuga é uma força normal de reação.

Revendo todos os exemplos práticos dos movimentos circulares só podemos concluir:

1º - Que a força de inércia que aparece em todos os movimentos circulares é a força centrifuga, de dentro para fora dos movimentos.

2º - Não existe a força centrípeta e a força de reação à força centrífuga é uma força que pode ser de tensão, de gravidade ou uma reação normal de uma superfície conforme o caso.

3º - Que a força responsável pelos movimentos circulares é uma força real que pode ser uma força motora, a componente tangencial de uma tensão ou da gravidade conforme o caso.

Exemplos práticos de movimentos circulares

 Corpo girando em torno de um ponto preso por uma corda.

Força de inércia que aparece neste movimento:

                               Força centrífuga;

Força que equilibra a força centrífuga:

                               Componente horizontal da tensão na corda;

Força que equilibra o peso do corpo:

                               Componente vertical da tensão;

Força responsável pelo movimento do corpo:

                               Componente tangencial da força de tensão;

Lua movimentando-se em torno da Terra.

                Força de inércia que aparece neste movimento:

                               Força centrífuga;

                Força que equilibra a força centrífuga

                               Componente radial da força de gravidade;

                Força responsável pelo movimento da Lua na sua órbita em torno da Terra:

                               Componente tangencial da força de gravidade;

Motocicleta no globo da morte.

                Força que aparece no movimento da moto:

                               Força centrífuga;

                Força de reação a está força centrífuga:

                               Força normal de reação na superfície interna do globo;

                Força responsável pelo movimento da motocicleta:

                               Força do motor da motocicleta;

Máquina de lavar roupas.

                Força que aparece no movimento circular da roupa dentro do cilindro da máquina:

                               Força centrífuga

                Força que ira equilibrar esta força centrífuga:

Força de reação normal que a parede interna do cilindro reage sobre a roupa;

                Força responsável pelo movimento circular do cilindro e da roupa:

                               Força do motor da máquina;

Carrinho da Professora Beatriz Alvarenga.

                Força que aparece na corrente que prende o carrinho a um ponto fixo:

                               Força centrífuga;

                Força que equilibra a força centrífuga:

                               Força de tensão na corrente;

                Força responsável pelo movimento do carrinho:

                               Força elétrica do motor do carrinho;

 

Assim, a Sociedade Brasileira de Física – SBF, não há porque discordar sobre o meu raciocínio a respeito da existência real da força centrífuga e a reação a esta força em todos os movimentos curvilíneos como demonstrado ao longo desde trabalho.

Espero, sinceramente e ansiosamente, a retificação de um erro que a Física vem cometendo desde meados do século XVIII, ou seja, desde Newton e seus contemporâneos.

E também, que a SBF não deixe de responder esta carta, considerando que a mesma logo será publicada em meu site de divulgação, onde milhares de estudantes brasileiros e estrangeiros que acreditam em minhas teorias gostariam de uma opinião oficial dessa Sociedade sobre a existência ou não da força centrípeta.

Atenciosamente,

 

sobre a aceleração centripeta.

Professor tenho respeito a suas analises , porém gostaria de salientar 2 fatores básicos, que tornam irrelevantes a sua analise para a sociedade cientifica. A 1° e mais importante observação é que:
- uma teoria só é valida enquanto não houver teorias mais consistentes provando algo alem do que já foi exposto. Um dia podem concluir sim que Newton estava errado - isso tomando a analise apenas ao nivel de conhcimento da Física classica-.Enquanto isso não acontece a teoria dele é a valida e aceita por toda a comunidade cientifica.
Isto prova que talvez o senhor seja uma pessoa sem bases de pesquisa ou no minimo uma pessoa muito interessada em agusar as pessoas a uma reflexão construtiva, o que tomado por este ambito é plenamente louvavel, mas continua não provando nada do que quis dizer.
e o 2° fator revelante:
A física se preocupa em provar de maneira que lhe seja conviniente usando de mecanismos como a matematica que de auxilio...não existe "SE" a direção da força tangencial "FOSSE", estas palavras são sinonimos de incerteza em fisica, e incerteza é algo que não cabe em ciencias exatas.

Gravidade

Prezado professor Geraldo Antunes Cacique,

Louvo a preocupação em colocar suas idéias em discussão, no mais autêntico espírito científico de quem procura a melhor resposta, ainda que não definitiva, para os mistérios do Universo.

À sua consideração, e dos leitores de seu blog (entre os quais passo a me alinhar), uma modesta contribuição para o estudo da gravitação universal.

Gravidade: tudo parece se passar como se...

Resumo: neste trabalho procura-se mostrar, por meio de um processo gráfico simplificado, que a interação gravitacional, se for considerada conseqüência da curvatura do espaço-tempo tal como estabelecido na Teoria da Relatividade Geral, prescinde da ação de força e da correspondente partícula portadora, diferentemente das demais interações fundamentais.

Meus cumprimentos pelo seu blog, que passa a constar do meu, em "Vale a penas visitar"; abraços, G. G. da Silva
http://kosmologblog.blogspot.com/

EXPANSÃO DO UNIVERSO

Tenho 60 anos e sou muito curioso a respeito do universo. Estou sempre pesquisando alguma coisa a respeito.

Uma das minhas maiores curiosidades, que me deixa bastante intrigado é com respeito à teoria da expansão do universo. Assim sendo, gostaria de perguntar: de onde e para onde o universo está se expandindo e como isso pode ser feito?

Uma um corpo material, uma fonte de energia, para se expandir, tem que estar dentro de algum lugar, assim sendo, o universo não pode estar se expandindo para si mesmo.

Estranho...

Tudo o que Geraldo Antunes Cacique diz que demonstrou, na verdade nem perto de demonstração chegou!
Parece que nem mesmo sabe o que é "demonstrar" em Ciência.
Na sua teoria diz que demonstrou a equação E=mc^2. Na verdade somou duas quantidades (1/2)mc^2 para se chegar a E=mc^2. De onde tirou então as quantidades (1/2)mc^2? Isso é admitir, a "priori", que E=mc^2 já existe, assim apenas dividiu isso por 2 e somou novamente! Que absurdo é esse!?
Parece pior que criancinha aprendendo Física!
Sem comentários...

Interpretação da força centrípeta

Não entendo como um engenheiro da UFMG consegue fazer tal confusão na interpretação de algo tão simples (de ver e de deduzir logicamente). Sem falar que a Sua leitura é horrível e ainda começa com uma desconcordância nominal imperdoável para os parâmetros da língua portuguesa formal.

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