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Polarização da luz e velocidades do cólor
Até agora descrevemos sempre o fóton que se movimenta no plano xz. No entanto, cada fóton se movimenta em planos xz’, fazendo ângulos genéricos q em relação ao plano xz. Assim, dentre os inúmeros fótons de um raio de luz, se selecionarmos através de um filtro somente aqueles que apresentam o mesmo ângulo q , estaríamos fazendo a polarização da luz no laboratório.
Velocidade U do cólor no sentido de translação do fóton (eixo x)

c = velocidade de translação do fóton para um observador no referencial da fonte, ou seja, parado em relação ao fóton.
v = velocidade tangencial dos cólores A e B na órbita em torno do centro de gravidade deles.
u = projeção da velocidade v no eixo x, onde u = v x cos a.
U = c + u, que representa a velocidade de translação do cólor no eixo x.
Chegada de um cólor num anteparo

Um cólor no plano xz chega num anteparo numa faixa de comprimento P1P2 que equivale ao diâmetro do fóton, chegando na posição genérica P com velocidade U, onde U varia de c - v até c + v, quando chega no anteparo nas posições P2 e P1 respectivamente.
A Ciência sabe que a luz funciona como onda e como partícula, de acordo com seus resultados práticos. No entanto, ela não sabe como se dá esse funcionamento. Usando a simplicidade, que considera o fóton formado por dois cólores, Deduções Lógicas consegue explicar convincentemente o porquê da luz ser ondas e partículas ao mesmo tempo. E, para comprovar ainda mais a consistência desse raciocínio simples, explica porque o cólor violeta, com velocidade máxima c + v, por chegar numa placa de metal com mais velocidade e, portanto, com mais energia, o que não ocorre com a luz vermelha (c - v), consegue arrancar um elétron dessa placa metálica, explicando com clareza e simplicidade, como ainda não foi feito pela Ciência, o efeito fotoelétrico.
Onda eletromagnética
Para cada fóton, existem duas ondas eletromagnéticas idênticas referentes ao cólor do tipo A e ao cólor do tipo B, que apresentam uma diferença de fase entre si de 180º.
- comprimento de onda l = 5,02 x 10-7 m (constante) , igual ao l da onda linear.

Velocidade dos cólores na emissão

Velocidade dos cólores na chegada

O comprimento de onda l é a distância entre dois cólores do mesmo tipo, que apresentam a mesma polarização, tanto para o observador na fonte de luz quanto para o observador no receptor.
A velocidade do cólor é U, sendo na sua emissão U = c + u, onde U varia de c - v até c + v.
Na chegada ao receptor:
U = c1 + u
variando de c1 - v até c1 + v,
sendo
U = v cos a,
c1 = c - Va,
onde a é o ângulo formado entre a direção da velocidade tangencial v e a direção de translação do fóton.
A freqüência de emissão f
f = U/ l
A freqüência de chegada f’
f’ = U/ l
Lembremos que o comprimento de onda l de uma onda eletromagnética não é como a Ciência define ao considerar a distância entre os vales de uma mesma onda.

Medição do comprimento da onda de luz feita pelos físicos
Os físicos, para medirem o comprimento de onda de um raio de luz, que chega de uma galáxia, fazem este passar por uma fenda e logo em seguida através de uma rede de difração, direcionando os fótons desse raio de luz em direções diferentes conforme os vários ângulos de difração, que variam em função do comprimento de onda de cada fóton. Assim, eles obtêm vários espectros desse raio de luz, fornecendo as características dos átomos dos elementos químicos que deram origem a esse raio.
Espectroscopia do Ferro para o raio de luz que chega
Figura
Espectroscopia do Ferro em repouso no laboratório
Figura
Conhecendo os valores de l´ e l, calcula-se o redshift Z para esse raio de luz, onde
Tendo o valor de Z, finalmente, obtém-se o valor da velocidade de afastamento Va da galáxia que emitiu o raio de luz, através da fórmula:
Para os físicos, o raio de luz é constituído por uma imensidade de fótons, cada um deles possuindo uma freqüência e um comprimento de onda intrínsecos, viajando sempre na mesma velocidade c.
Então, através da fórmula f=c/ l, eles calculam a freqüência de cada um desses fótons, considerando a velocidade de todos os fótons constante e igual a c.
Na luz emitida pelas galáxias, considerando a velocidade c constante, os físicos modificam o comprimento de onda l dessa luz e conseqüentemente a sua freqüência f através da fórmula f = c/ l .
Através dos comprimentos de onda l e l’, obtidos por espectroscopia de um elemento para o raio de luz que chega de uma galáxia e do mesmo elemento em repouso no laboratório, e através da fórmula
c = lf,
obtêm-se as freqüências f’ e f. Então, usando esses valores na fórmula do efeito Doppler:
eles obtém de outra maneira o valor da velocidade de afastamento Va da fonte de luz emissora.
Na realidade, o que acontece de fato é que, na onda linear dos fótons, eles chegam sempre com o mesmo comprimento de onda l, porém com velocidade c1 = c - Va, onde Va é dada em função da velocidade de afastamento da fonte.
Para as fontes no nosso referencial na Terra, cujas velocidades de afastamento são desprezíveis comparadas com a velocidade da luz, teremos Va = 0 e portanto c1 = c. Assim, podemos usar a fórmula da física ondulatória v = l f, fazendo v = c e com isso obtemos c = l f, válida para a luz emitida por todas as fontes que apresentam Va » 0.
Já, no caso da luz emitida pelas galáxias cujas velocidades de afastamento são significativas, com valores variando até aqueles bem próximos de c, teremos c1 = l f’,e como l é sempre constante, então a freqüência f’ de chegada da luz varia em função da própria velocidade c1 de chegada dos fótons.
No caso da onda dos colores, usamos os mesmos resultados espectrográficos, dando outra interpretação, a saber:
O que os físicos interpretam como fóton é na realidade um cólor desse fóton. Cada cólor chega na rede de difração com a velocidade U = c1+u, variando de c1 - v até c1 + v e sofrendo uma mudança de direção na rede de difração conforme a velocidade de chegada do cólor e a lei de refração. Cada um desses ângulos para cada direção definirá um comprimento de onda e conseqüentemente uma freqüência, de acordo com o que já é estabelecido pela Física. Em resumo, os físicos pensam que um raio de luz é constituído por fótons que possuem sempre a velocidade constante c, variando seus comprimentos de onda e suas respectivas freqüências; mas, na realidade, as velocidades dos fótons variam com as velocidades de afastamento das suas fontes, sendo que os físicos não detectam os fótons, e sim os seus cólores, que são representados por ondas cujas velocidades de translação variam de c1 - v até c1 + v.
Como o comprimento de onda é o espaçamento entre dois fótons de mesma polarização ou entre duas ondas de cólor, sendo sempre constante, então, para cada velocidade do cólor que varia entre c1 - v a c1 + v, teremos uma freqüência f’ de chegada dada pela fórmula f’ = c1/ l .
Daí concluímos que, embora o formalismo matemático utilizado pelos físicos esteja correto, a interpretação precisa ser reavaliada da seguinte maneira:
Ao invés de considerarmos que a luz seja composta por vários fótons diferentes, cada um com diferente comprimento de onda e freqüência, devemos considerar que a luz é composta por fótons idênticos, cada um composto por dois cólores iguais que chegam como onda eletromagnética no espectrógrafo com velocidades diferentes, levando à ângulos diferentes na rede de difração conforme a lei da refração. Como as ondas dos cólores apresentam sempre o mesmo comprimento de onda l, vamos obter todas as freqüências do espectro da luz visível, através da fórmula
onde
f’ = freqüência de chegada da luz;
l = comprimento de onda, que é sempre constante;
U = velocidade de chegada do color, sendo U = c1 + u;
c1 = velocidade de chegada dos fótons = c - Va , onde
u = v cos a, onde
v = velocidade orbital do cólor, e
a = o ângulo formado entre a direção da velocidade v e a direção x de translação do fóton.
Podemos considerar o valor de l aquele que os físicos calculam para o caso da luz solar, já que se pode pensar que a velocidade de afastamento do sol seja aproximadamente zero, isto é, Va » 0.
Para Va = 0, de acordo com Deduções Lógicas, temos que:
c1 = c - Va,
então,
c1 = c.
Na onda linear, temos que c1 = lf. No caso da luz solar, onde Va = 0, teremos
c = lf,
que é a mesma fórmula da física ondulatória, que fornece o valor de l e f, sendo
l = 5,02 x 10-7 m,
f = 5,976096 x 1041 Hz.
Sendo assim, como esse valor de l é fixo, então a velocidade c1 varia em função somente da variação da freqüência.
Consistência de Deduções Lógicas com os dados da física clássica
A fim de mostrarmos a consistência do que está sendo dito, tomemos o exemplo numérico, a saber:
A galáxia CLASXS 509 tem o redshift Z= 1,016 de acordo com os dados astronômicos.
Para este valor de Z, a ciência calcula a velocidade de afastamento pela fórmula:
.
Então, obtemos:
,
Va = 0,605075257.
Sabendo que os fótons são emitidos sempre com a mesma freqüência f e o mesmo comprimento de onda l, cujos valores são:
f = 5,976096 x 1014 Hz,
l = 5,02 x 10-7 m,
e que a velocidade de translação do fóton é sempre c =1 para o observador na sua fonte, então, podemos calcular a freqüência f’ de chegada do raio de luz dessa galáxia, aplicando a fórmula do efeito Doppler, onde:
Assim, calculamos
f’ = 5,976096 x 1014 x (1 - 0,6057075257)
f’ = 2,360108 x 1014 Hz
Conhecendo o valor de Va1 e de f’ do raio de luz da galáxia CLASX 509, Deduções Lógicas pode calcular a velocidade c1 real que os fótons emitidos por esta galáxia chegam até nós, de duas maneiras, a saber:
Primeira: considerando a influência da velocidade Va sobre a velocidade desses fótons,
c1 = c - Va,
c1 = 1 - 0,605075257,
c1 = 0,3949247436.
Segunda: Usando a fórmula da física ondulatória v = lf’ teremos:
v = 5,02 x 10-7 x 2,360108 x 1014;
v = 0,39492477.
Dos resultados obtidos acima, observamos que c1 = v, o que nos mostra a consistência do que Deduções Lógicas afirma, isto é, c1 = c - Va, com a fórmula da física ondulatória v = lf’.
O internauta pode verificar que tal consistência se dá para qualquer galáxia.
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