A dinâmica da luz entre uma fonte A e um receptor B com movimento curvilíneo uniforme relativo v num mesmo referencial

A dinâmica da luz entre uma fonte A e um receptor B com movimento curvilíneo uniforme relativo v num mesmo referencial

Nesse tipo de movimento, o observador está sempre parado no centro do movimento.

O observador na fonte

 

Nesse caso, a fonte é o centro do movimento.

 

O fóton

 

Dos fótons emitidos pela fonte A, quando o corpo B estiver na posição B1, aquele que alcançará B descreverá a trajetória AB com velocidade c durante um tempo t. Nesse mesmo tempo t, o corpo B vai da posição B1 até B com velocidade tangencial v. Esse fóton, ao chegar em B, devido à velocidade v de B e ao Efeito de Aberração, modifica a sua direção de chegada de c para c3.

O raio de luz

 

Os fótons emitidos pela fonte A, que alcançarão o corpo B, durante o percurso do corpo B da posição B até B2, formarão um raio de luz curvo ligando A até o corpo B na posição B.


 

O observador no receptor

Nesse caso, o receptor é o centro do movimento.

O fóton

Dos fótons emitidos pela fonte na posição A1, aquele que vai chegar no corpo B quando a fonte estiver na posição A, percorrerá a trajetória A1B com velocidade c num tempo t. Nesse mesmo tempo t, a fonte vai da posição A1 até A.

O raio de luz

Os fótons emitidos pela fonte A enquanto ela vai da posição A1 até A formarão o raio de luz curvo, ligando o corpo B ao corpo A.

Quando os fótons que formarão um raio de luz a partir de uma fonte são emitidos sempre na mesma direção, eles produzem um raio de luz retilíneo; mas, se a direção de cada fóton for modificada, no caso de haver um movimento relativo entre o receptor e a fonte, o raio de luz passa a ser curvo de acordo com o Efeito Paula.

No entanto, devemos ter em mente que as trajetórias dos fótons são sempre linhas retas. O que faz curva é o raio de luz entre uma fonte e um receptor quando existe uma velocidade relativa entre eles que não seja uma velocidade de afastamento.

 

 

Conheça a inexistência da força e aceleração centrípeta e a existência real da força e aceleração centrífuga

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