O efeito Cristina é a propriedade da luz que permite que ela funcione como se fosse transmitida instantaneamente.
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O fóton emitido pela lâmpada na posição A0 chega, após um tempo t, na régua que está na posição Bn com velocidade c2 = c + V. Devido à velocidade de expansão V no Universo e ao Efeito de Aberração, estes fótons têm o seu módulo e a sua direção de emissão modificados de c para c2, onde, No exato momento em que o fóton chega na posição Bn, a lâmpada A chega na posição An. Daí, concluímos que, para o fóton ser emitido pela lâmpada em An e chegar ao mesmo tempo ao seu destino, na posição Bn, teria que possuir a capacidade de se deslocar instantaneamente. Assim, podemos afirmar que a luz funciona como se fosse transmitida instantaneamente. |
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Na verdade de Maria, o fóton foi da lâmpada até a régua com a velocidade c.
Ela não sabe que, na realidade, no instante em que o fóton chega ao seu destino, a lâmpada e a régua chegam nas suas posições A e B. Então, isto só seria possível se o fóton se deslocasse com uma velocidade instantânea. Assim, a luz funciona como se fosse transmitida instantaneamente. |
Avião visto por um observador no espaço absoluto e visto por Pedro
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Quando observamos um avião, a luz da sua imagem funciona como se os fótons chegassem na nossa retina no exato momento em que foram refletidos na superfície do avião.
Assim, podemos afirmar que a luz funciona como se fosse transmitida instantaneamente. |
Galáxia vista por um observador no referencial do espaço absoluto
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Para um observador no espaço absoluto, um fóton, ao ser emitido de uma galáxia P que ocupava a posição P1, na direção da nossa galáxia L, a Via Láctea, que ocupava a posição L1, sofre a influencia da velocidade Vp de expansão no Universo da galáxia P emissora de luz, fazendo com que o fóton modifique a sua velocidade de emissão para c2, onde c2 = Vp + c.
Este fóton, ao chegar hoje até nós, na posição L, com a velocidade c2, vindo da posição P, devido a nossa velocidade de expansão Vt no Universo e ao Efeito de Aberração, modifica a sua velocidade de chegada para c1, onde c1 = c2 – Vt, dando-nos a ilusão de que ele veio da posição P. Para que o fóton e a Terra (galáxia L) cheguem na posição L, no exato momento em que a galáxia P chegar na posição P, tendo este fóton percorrido a trajetória PL, como é a nossa ilusão, seria preciso que se ele possuísse a capacidade de se mover instantaneamente. Assim, podemos afirmar que a luz funciona como se fosse transmitida de maneira instantânea. |
Galáxia vista por um observador no referencial da Terra
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No caso do observador no referencial da Terra, que não conhece:
- a velocidade Vt, No entanto, ele tem a ilusão, orientado pela Ciência, de que o fóton percorreu a distância D com a velocidade c. Mas, só seria possível o fóton deslocar da posição P até a posição L, chegando no exato momento em que a Terra e a galáxia P chegam em suas respectivas posições L e P, se a velocidade da luz fosse instantânea. Assim, podemos afirmar que a luz funciona como se fosse transmitida instantaneamente. Veja caro leitor, como a luz tem a capacidade de nos enganar, como enganou a Ciência até hoje. Tudo o que enxergamos é uma ilusão quando consideramos o sentido de chegada dos fótons na nossa retina. Nenhum fóton descreveu a trajetória diretamente do objeto que visualizamos até a nossa retina pois eles nos chegam de uma direção completamente diferente daquela que pensamos que estão chegando. Daí, tudo o que vemos é uma ilusão. No entanto, essa ilusão passa a ser verdadeira, pois, no exato momento em que visualizamos um objeto, ele acaba de chegar no local onde pensamos que ele está. Explicamos aqui o que é uma ilusão verdadeira. |
Visão do nosso Universo Visível
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O Efeito Cristina ou a instantaneidade da luz nos proporciona a mágica de enxergarmos todo o nosso Universo Visível nas posições reais em que os seus astros ocupam no momento em que os observamos, como se os fótons tivessem a capacidade de se mover de maneira instantânea. Sabemos que uma galáxia P qualquer do nosso Universo Visível, através da constante de Hubble, está a uma distância D bilhões de anos luz de nós, cujos fótons levaram D bilhões de anos para chegarem até nós. Devido ao fato de que, no exato momento em que a sua luz chega na Terra, esta chega na sua posição L e a galáxia P na sua posição P, distante D bilhões de anos luz, podemos afirmar que a luz funciona como se fosse transmitida de maneira instantânea. |




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