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A dinâmica da luz entre uma fonte e um receptor parados em um mesmo referencial
O Fóton
Visto do referencial absoluto
Considere o exemplo de Maria, uma lâmpada que ilumina uma régua. Para um observador no espaço absoluto, o fóton emitido da posição A0, na direção da régua em B0, com velocidade c, sofre a influência da velocidade V de expansão no Universo da Terra, modificando sua direção e seu módulo de c para c2, onde c2 = c + v.
Ao chegar na régua, na posição Bn, devido à velocidade V da régua e ao Efeito de Aberração, modifica-se novamente a velocidade do fóton como se estivesse chegando da lâmpada na posição An, com a velocidade c.
Esse Efeito de Aberração anula a influência da velocidade da fonte sobre o fóton. Esta é uma das mágicas que ilude a Ciência, fazendo acreditar que o fóton percorre a distância entre dois corpos com a velocidade c.
Visto no referencial de Maria
Agora, considere um observador na Terra. Maria, que desconhece sua velocidade de expansão V, não pode conhecer a verdadeira velocidade c2 do fóton; logo, a sua verdade já é outra. Ela observa que os fótons emitidos da lâmpada A percorrem a trajetória entre a lâmpada e a régua, que estão em repouso sobre a Terra, com velocidade c. Portanto, não importa a velocidade V de expansão da Terra.
Observação: Quando falamos da velocidade V de expansão do Universo, que pode ser da ordem de grandeza da velocidade da luz, estamos considerando apenas a velocidade que as partículas que compõem os objetos adquiriram na época do Big Bang, onde desprezamos as outras velocidades que os objetos possuem, como a de rotação em torno do planeta, em torno do Sol etc.
O raio de luz
Visto no referencial absoluto

Os fótons emitidos pela lâmpada, durante a sua trajetória A0 An, sofrerão as mesmas influências, devido a velocidade V de expansão do Universo, tendo cada um deles sua trajetória própria, formando um raio de luz que está sempre entre a lâmpada A e a régua B.
O raio de luz se desloca ou é arrastado horizontalmente com a velocidade V de sua fonte, enquanto, por outro lado, ele evolui com a velocidade c na direção do seu destino.
Visto do referencial de Maria
Vemos que, para Maria, o raio de luz evolui com a velocidade c dos seus componentes, que são os fótons.
Cada fóton que chega em B é substituído por um novo fóton emitido por A, permanecendo sempre ligado da fonte ao receptor.
Das duas figuras acima vemos que tanto Maria quanto o observador no espaço absoluto vê sempre o mesmo raio de luz ligando a fonte A e o receptor B. A ilusão de Maria é que ela acredita que cada fóton deste raio vai de A até B com a velocidade c, pois ela não conhece a velocidade real do fóton que é c2, por estar com a mesma velocidade V de expansão no Universo.
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