Para entender melhor a dinâmica da luz

Um observador no referencial de A

 Em um referencial de uma fonte de luz A, que tem os corpos B1, B2 e B3 parados, eqüidistantes de A, um observador nesse referencial vê essa fonte emitir raios de luz em todas as direções com a velocidade c. Os raios emitidos na direção desses corpos os alcançarão em um tempo t, cujos fótons percorrerão a distância D, com velocidade c.

(observador no referencial de A ao invés de R)

Um observador no espaço absoluto

O fóton

(observador no espaço absoluto no lugar de S e no referencial de A no lugar de R)

Esse observador verá em um tempo t:

     - A, B1, B2 e B3 irem até A´1, B´1, B´2 e B´3 com velocidade V, percorrendo a distância E;

    - os fótons emitidos de A em direção a B1, B2 e B3 tomarem as direções de B´1, B´2 e B´3 com suas respectivas
      velocidades c1, c2 e c3, devido à influência da velocidade V de A, percorrendo as trajetórias de comprimento L1, L2 e L3,
      de tal maneira que:

           c1 = V + c;

           c2 = V + c;

           c3 = V + c
.

Vemos, a partir das igualdades acima, que as velocidades c1, c2 e c3 dependerão da direção que os fótons tomarem para atingir B1, B2 e B3, respectivamente.

     - os fótons, ao chegarem a B´1, B´2 e B´3, devido às velocidades V de B1, B2 e B3 e ao Efeito de Aberração, modificarão
        as suas velocidades:

           - de c1 para c;

           - de c2 para c;

          - e de c3 para c , como se tivessem partidos de A´,

            onde:

                     - c = c1 -V;

                     - c = c2 -V;

                     - c = c3 -V.

 O raio de luz

Durante cada intervalo de tempo DT, a fonte A emitirá fótons que percorrerão trajetórias paralelas a L1, L2 e L3. Quando os primeiros fótons chegarem a B´1, B´2 e B´3, os outros fótons emitidos por A, durante o seu percurso AA´, estarão alinhados entre A´, B´1 , B´2 e B´3, formando os raios de luz entre A’B1’, A´B´2 e A´B´3.

 O observador no espaço absoluto verá os raios de luz propagarem-se sempre de A em direção aos seus destinos B1, B2 e B3 com velocidade c, como no exemplo do corpo B1 da figura acima.

 Afirmamos que:

    A verdade das trajetórias dos fótons e suas velocidades são diferentes para um observador no referencial de A e para um observador no referencial do espaço absoluto.

   O observador no referencial de A vê os fótons irem da fonte até os receptores B1, B2 e B3 descrevendo uma trajetória de comprimento D, com a velocidade c, enquanto o observador no espaço absoluto vê estes mesmos fótons irem da posição A do espaço absoluto até as posições B´1, B´2 e B´3 descrevendo as trajetórias L1, L2 e L3, com as velocidades c1, c2e c3.

    Enquanto o observador em A, que pensa estar parado, vê o raio de luz crescer na direção dos receptores, com a velocidade c, o observador no espaço absoluto, que conhece a velocidade V da fonte A, vê o raio de luz ser arrastado com a velocidade V por esta fonte enquanto cresce na direção dos receptores com a velocidade c.

 

Conheça a inexistência da força e aceleração centrípeta e a existência real da força e aceleração centrífuga


 

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