Efeito Luiza

Efeito Luiza

É a propriedade da luz que nos permite ver o fóton emitido por uma fonte de luz A, com a velocidade v, sempre vindo da mesma posição, independente do módulo de v.

 

Funcionamento da luz

Uma fonte de luz A emite raios de luz em todas as direções, que cresce com a velocidade c. Cada raio dessa fonte é caracterizado pelo ângulo a que a direção desse raio faz com a vertical da fonte.

 

 

Enquanto os raios de luz são arrastados pela velocidade v da fonte, os fótons de cada raio de luz tem a velocidade c2, onde  c2 = c + v, fazendo com que as suas trajetórias sejam diferentes das trajetórias dos seus raios.

Se uma fonte de luz tem um movimento de velocidade v, um observador no referencial dessa fonte não tem como saber a sua velocidade v. Só o observador parado em relação a esse movimento é que conhece essa velocidade v.
Assim, este observador parado vê que a fonte arrasta consigo todos os raios de luz emitidos por ela, fazendo com que os fótons tenham duas velocidades:
- c, que é a velocidade de emissão dos fótons que compõem os raios desta fonte;
- v, que é a velocidade de deslocamento da fonte.
A composição dessas duas velocidades faz com que cada um dos fótons emitidos por esta fonte tenha uma velocidade própria c2, onde  c2 = c + v. Essas velocidades dos fótons e suas trajetórias verdadeiras não são conhecidas pelo observador no referencial da fonte. Ele só conhece a velocidade de emissão dos fótons c, pois ele pensa que está parado e, portanto, não pode conhecer a componente da velocidade v dos fótons.
Nós, aqui no referencial da Terra, não temas como saber as várias velocidades que a Terra possui, como as velocidades de rotação, de translação, de expansão do Universo, etc.
Portanto, não conhecemos as verdadeiras trajetórias e velocidades dos fótons das fontes de luz situação na Terra. Só um observador parado em relação a essas velocidades é que poderia conhecer as verdadeiras velocidades e trajetórias desses fótons. Dessa maneira, a nossa Ciência é enganada por não conhecer o verdadeiro funcionamento da luz, onde os raios de luz são arrastados pelas velocidades v das fontes, enquanto os seus componentes, os fótons, têm trajetórias e velocidades c2 diferentes da trajetória e do crescimento dos raios de luz, que tem a velocidade c.

 

Fonte Parada

Um observador no referencial do corpo B vê várias posições A, A1, A2,..., An,  do seu referencial. Uma fonte de luz parada em qualquer dessas posições genéricas An é ligada ao corpo B por um raio de luz caracterizado pelo seu ângulo a.
Tanto o observador no referencial B, quanto os observadores parados nas posições genéricas An verão o mesmo por estarem no mesmo referencial. Assim, cada um deles e o observador no referencial de B verão o seu raio de luz emitido por uma fonte nas suas posições genéricas An atingir o corpo B. Os fótons de cada um desses raios de luz percorrerão a distância D0,com a velocidade c,  em um tempo t0, onde t0 varia conforme o tamanho da sua trajetória D0 de cada raio.

Uma fonte de luz parada na posição A0 está ligada ao corpo B por um raio de luz caracterizado pelo seu ângulo a. Um observador no referencial de B vê os fótons que compõe esse raio de luz  chegarem da posição A0 com a velocidade c depois de percorrer a trajetória de A0 até B, de comprimento D0, em um tempo t0.

 

Fonte com movimento de velocidade v

Um observador no referencial de uma fonte, que tem uma velocidade v constante, pensa que está parado. Em cada uma das posições genéricas An que ele ocupar, ele verá o raio de luz que atingirá o corpo B da mesma maneira que ele veria se realmente estivesse parado. Assim, no momento que ele passa pela posição A2, ele vai ver o raio de luz emitido desta posição, caracterizado pelo ângulo a de sua emissão, crescer da posição A até a posição B, com a velocidade c, em um tempo t2, enquanto nesse mesmo tempo t2 ele vai da posição A2 até a posição A.

Já um observador parado no referencial de B, que conhece a velocidade v da fonte, veria os fótons dessa fonte sofrer a influência da velocidade v, fazendo com que a velocidade do fóton modifique de c para c2, onde c2 = c + v, vendo esse fóton emitido da posição A2 ir, na sua trajetória particular, da posição A2 até a posição B, com a velocidade c2, em um tempo t2. No instante que este fóton chega na posição B, a fonte chega na posição A e todos os fótons emitidos da fonte enquanto ela foi da posição A2 até a posição A terão percorrido as suas trajetórias próprias, com a velocidade c2, compondo um raio de luz virtual que liga a fonte na posição A até o corpo na posição B.
Este raio não é verdadeiro, pois nenhum fóton desse raio virtual descreveu a trajetória AB. O único fóton deste raio emitido por esta fonte que chegou no corpo B, quando a fonte está nessa posição A, foi aquele que saiu da posição A2, chegando na posição B como se tivesse vindo da posição A.

 

À direita da figura, vemos os esquemas das velocidades v, c e c2.

Em um tempo t2:
- A fonte vai da posição A2 até a posição A, com a velocidade v, percorrendo a distância E, onde E = v x t2;
- O fóton vai, na sua trajetória verdadeira, da posição A2 até a posição B, com a velocidade c2, percorrendo a distância L;
- O raio de luz cresce com a velocidade c, sendo arrastado pela velocidade v, indo da posição A até a posição B, para o observador no referencial de A que, na sua verdade, pensa estar parado.

Nós, que estamos vendo como a figura foi feita, sabemos que o raio de luz cresceu a distância D enquanto a fonte ia da posição A2 até a posição A. Sabemos também que esse raio chega na posição A no mesmo momento que ele está passando pela posição B, dando a impressão que ele foi transmitido instantaneamente entre a posição A e B, de acordo com o Efeito Cristina. O único fóton desse raio que chegou em B deu a impressão que chegou com a velocidade c vindo da posição A e que nenhum fóton desse raio percorreu a distância AB.

Assim, para qualquer velocidade v da fonte, quando ela passar pela posição A, o observador em B verá essa fonte como se a luz dela tivesse vindo da posição A, em um tempo tn, que seria o mesmo tempo que a fonte iria da posição An até a posição A. Esse fóton teria sido emitido da posição An, na direção a e iria da posição An até a posição B, com a velocidade cn, descrevendo a trajetória AnB, onde cn = c + , sendo a nova velocidade v da fonte.
Então, a verdadeira posição de A, para o observador em B, estaria na direção de A, mas a uma distância D = c x tn.

 

Fonte com velocidade 2 v

Se a fonte tiver uma velocidade que é o dobro da velocidade v, ou seja, 2 v, o raio que chega no corpo B será aquele mesmo raio que faz um ângulo a com a vertical e um ângulo b´ com a trajetória da fonte. Esse raio existe desde que essa luz foi acesa, na posição An e o fóton dele que chega ao ponto B é aquele emitido da posição A4. A sua verdadeira direção é 2, onde 2 = c + 2 v.

No mesmo tempo t:

- O fóton percorrerá a sua trajetória verdadeira, de comprimento L´, com a velocidade c´2;
- A fonte vai, na sua trajetória E´, de A4 até A, com a velocidade 2v;
- Um observador na posição A, na sua verdade, pensa estar parado, vendo o fóton indo do ponto A até o ponto B, com a velocidade c, percorrendo a trajetória D´. Cada fóton desse raio terá a velocidade c´2, onde 2 = c + 2 v.

Assim, teremos do lado direito da figura, um novo esquema de velocidades, onde:

Em um tempo t:

- A fonte vai da posição A4 até a posição A, com a velocidade v, percorrendo a distância E´, onde E´ = 2v x t;
- O fóton vai da posição A4 até a posição B, com a velocidade c´2, onde 2 = c + 2 v, percorrendo a distância L´;
- O raio de luz cresce com a velocidade c, sendo arrastado pela velocidade 2v, indo da posição A até a posição B, para o observador no referencial da fonte que, na sua verdade, pensa estar parado.

Um observador no referencial de B vê o fóton emitido por uma fonte A parada na posição A0 chegar até ele com a velocidade c, depois de percorrer a trajetória A0B, de comprimento D0, em um tempo t0. Se essa fonte estiver com uma velocidade v qualquer, o fóton percorrerá a sua trajetória verdadeira A2B, de comprimento L, com a velocidade c2, em um tempo t, enquanto a fonte vai da posição A2 até A, percorrendo a distância E, onde E = v x t. Mas, esse fóton, ao chegar no corpo B, dará a impressão que veio da posição A, com a velocidade c, percorrendo a distância D, em um tempo t, enganando o observador no referencial de B.
Com qualquer outra velocidade da fonte, como por exemplo 2 v, o fóton chegará da posição A4, percorrendo a distância L´, com a velocidade 2, onde 2 = c + 2 v, em um tempo t. Enquanto isso, a fonte vai da posição A4 até a posição A, percorrendo a distância E´, com velocidade 2 v, em um tempo t. Esse fóton, ao chegar no corpo B, dará a impressão, para o observador no referencial de B, que veio da posição A, percorrendo a trajetória AB, de distância D, com a velocidade c, em um tempo t, iludindo o observador em B.
Lembremos que nenhum fóton percorreu essa trajetória ilusória AB.
Cada fóton desse raio ilusório AB foi da posição que a fonte ocupava no momento de sua emissão, quando a influência da velocidade v da fonte fez com que a velocidade c mudasse para c2,onde c2 = c + v, percorrendo a trajetória própria paralela à direção A2B, até a sua posição no raio de luz AB. Isto no caso da velocidade da fonte ser igual a v.
No caso de qualquer outra velocidade da fonte, como no exemplo em que sua velocidade é 2 v, cada fóton desta trajetória ilusória AB foi emitido da posição que a fonte ocupava no momento da sua emissão, quando a influência da velocidade 2 v da fonte fez com que a velocidade c mudasse para 2, onde 2 = c + 2 v, percorrendo a trajetória própria paralela à direção A4B, até a sua posição no raio de luz AB.

 

Concluímos que o observador no referencial de B é enganado pelo funcionamento da luz, pois ele não conhece as velocidades de chegada dos fótons no exemplo dado c2 e 2, pensando que os fótons vieram da posição A, cuja direção é a mesma de A0, percorrendo a trajetória AB, de distância D, com a velocidade c, em um tempo t, para qualquer velocidade v da fonte A.

 

 

Conheça a inexistência da força e aceleração centrípeta e a existência real da força e aceleração centrífuga

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    INEC
    Instituto Nacional de Engenharia Civil.

    IMEC
    Instituto Mineiro de Engenharia Civil.
    cursos@imec.org.br
    SINGEO
    Sindicato dos Geólogos.
    singeomg@singeomg.org.br.
    ABENC
    Associação Brasileira de Engenheiros Civis/MG.
    SMEA
    Sociedade Mineira de Engenheiros Agrônomos.

    Relação de proeminentes engenheiros mineiros que após reunirem com Geraldo Cacique na casa deste ou em salas do edifício do CREA MG na Av.Raja Gabaglia, Belo Horizonte, Minas Gerais, apóiam as interessantes teorias de Deduções Lógicas existentes no site “Deduções Lógicas” :

    Declarações:

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    PROLEGÔMENOS

    “Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.

    Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.

    Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.

    Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.

    Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:

    “NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
    In. Haydn Amaral Fernandez

    Veja aqui a declaração completa: Declaração Completa

    Haydn Amaral Fernandez
    Engenheiro Civil
    Professor Universitário
    haydnfernandez@ig.com.br

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    Após estudo da planilha da Relatividade do Tempo e da Gravidade que foram desenvolvidas pelo eng. Geraldo Antunes Cacique, estou convencido que é a melhor forma para o entendimento destas questões. Portanto solicito a todas as pessoas estudiosas desta matéria que tenham pelo menos a curiosidade de verificar o conteúdo desta planilha, entrando na página “A Órbita dos Planetas”, que é o sexto item do menu principal que onde estão todas as páginas do site de Deduções Lógicas.

    Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
    Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física
    manganao24@gmail.com

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    Caríssimo Cacique, saudações.

    Gostaria de agradecer pelo belo presente que você me proporcionou. Sendo engenheiro, eu tenho uma certa adoração pela física e você com esta atitude me mostrou uma nova metodologia de vislumbrar a física de uma forma prazerosa e simples. Seu livro parece vivo. Os conhecimentos, ali explicitados explicam o funcionamento da natureza e do universo. Suas deduções lógicas são tão fascinantes que poderão dar aos cientistas condições uma nova dimensão para o futuro da humanidade.

    Parabéns por esta deliciosa loucura.

    Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil
    Get1@ig.com.br

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    Fiquei muito bem impressionado com os novos conceitos de física propostos pelo colega, Eng. Civil Geraldo Cacique. Sua matemática simples, sem precisar nem mesmo de usar uma derivada ou uma integral, introduziu um novo olhar sobre as tradicionais teorías da dilatação do tempo e da força centrifuga.

    Ao deduzir a fórmula da força gravitacional a partir do tempo que esta partícula leva para percorrer uma determinada distância entre dois corpos, partícula que denominou "energétron", propõe uma nova visão para o funcionamento da força de gravidade.

    Esta aí uma grande oportunidade para que nossas autoridades invistam no potencial científico da juventude brasileira.

    Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
    ideiaprojetos@oi.com.br

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    - Odair Santos Junior - Engenheiro Civil
    odairsantosjunior@yahoo.com.br

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    Se o conhecimento e a ciência tivessem ficado dependentes dos ignorantes, que nada sabem e nem querem saber, ou mesmo dos auto-suficientes, que pensam que sabem tudo e não têm o que aprender, estaríamos mais próximos das eras primitivas do que do mundo moderno atual.

    A contestação, a pesquisa e a inovação foram e continuarão sendo as responsáveis por todos os progressos da ciência e do conhecimento em todos os campos da vida.

    Por isso, acredito que as persistentes "deduções lógicas" do Geraldo Cacique poderão trazer mais avanços naqueles campos que todas as honrarias que são dedicadas - com toda a justiça, diga-se logo -aos que trouxeram contribuições até o presente mas, deitaram-se nos louros das conquistas e não conseguiram ou puderam prosseguir.

    - Marcos Sant'Anna ( Engenheiro e Empresário)
    marvsan08@gmail.com

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