Aceleração da Velocidade de Expansão do Universo do premio Nobel de física, divulgado em 06-10-2011.

Não podemos duvidar do trabalho árduo dos três fisicos que, depois de estudarem varias supernovas provaram que a freqüência da luz que nos chegam delas não obedecem a lei de hubble e ganharam premio Nobel de física em 06/10/2011.

Errada é a conclusão que eles chegaram deste trabalho ao afirmarem que a velocidade de expansão do universo está acelerando, quando na verdade não está.

A luz das galáxias nos chegam nas freqüências que obedecem a lei de hubble, inclusive, aquelas que possuem as supernovas estudadas por estes tres físicos, então como é possível a luz de todas galáxias obedecerem a lei de Hubble e a luz das supernovas não obedecerem?

Obedecem sim, antes de explodirem, depois da explosão não obedecem, porque a física não conhece o verdadeiro funcionamento da luz, não sabe que o fóton sofre a influência da velocidade da sua fonte.

Os físicos, ao medirem a freqüência da chegada da luz proveniente de estrelas supernovas e também as suas distâncias, através da intensidade de suas luminosidades, chegaram à conclusão de que os dados observacionais obtidos não conferem com os resultados previstos teoricamente pela Lei de Hubble, deduzindo que a expansão do Universo na sua idade remota sofreu uma aceleração.

Com o propósito de explicar satisfatoriamente a aceleração da expansão do Universo, os físicos lançaram mão da existência de uma energia escura que tem a propriedade de gerar uma anti-gravidade nas escalas cosmológicas.

Os físicos, quando se trata de leitura das freqüências da luz proveniente das super novas, poderiam explicar essa discrepância encontrada na Lei de Hubble, para isso, bastaria que eles aceitassem a influência da velocidade, causadas pela explosão das super novas, sobre os fótons por elas emitidos.

Para Deduções Lógicas, a velocidade da luz c é constante para um observador no referencial da sua fonte, pois esse observador, não conhecendo sua velocidade de expansão no Universo, pensa que está parado e por isso não pode saber a influência da velocidade de expansão do universo sobre os fótons
emitidos no seu referencial. Assim, nesse caso podemos aplicar a matemática relativística, porém, com a interpretação diferente daquela proposta por Einstein.

No caso do movimento entre a Terra e as galáxias, "Deduções Lógicas" usa o principio newtoniano para a luz, ou seja, ela afirma que a velocidade dos fótons sofre a influência da velocidade de suas fontes. Nesse caso, para nós aqui na Terra, de acordo com a nossa verdade, conhecendo a velocidade Va de afastamento das galáxias é possível saber a influência da velocidade Va sobre os fótons que nos alcançam, provenientes de uma determinada galáxia.

Se captássemos os fótons emitidos por uma supernova antes de sua explosão, eles chegariam com uma velocidade c1 onde: c 1= c - Va , onde Va é a velocidade de afastamento da supernova. Essa velocidade  estaria associada a uma frequência final de redshift consistente com a Lei de Hubble.

Na explosão da supernova, uma grande quantidade de matéria é ejetada em todas as direções do espaço com uma verta velocidade ve.

Aquele jato de matéria ejatado em nossa direção emite fótons com a velocidade c e que nos alcançam com a velocidade c'1  onde  c'1 = c - ( ve + Va),  associada a uma frequência maior do que aquela que nos alcançou antes da estrela explodir numa supernova, fornecendo um novo redshift que não reproduz o resultado teórico previsto pela Lei de Hubble.

Esse novo resultado ilude a ciência, fazendo os cientistas acreditarem que a Lei de Hubble não é valida para supernovas, levando-os à conclusão de que existe uma aceleração da velocidade de expansão do Universo e com isso, os americanos Saul Perlmutter, Brian P. Schmidt e Adam G. Riess são os ganhadores do Prêmio Nobel de Física 2011 pela descoberta da expansão acelerada do universo através da observação de estrelas supernovas distantes, aceleração essa que não existe, conforme demostrei aqui.

Do exposto acima podemos concluir que a velocidade de afastamento de uma supernova chega, depois da explosão, em uma freqüência que indica uma velocidade de afastamento Va) distorcida, como se ela estivesse se afastando mais rápida, contrariando a lei de hubble.

A Lei de Hubble.

Em 1923, o astrônomo Edwin Hubble, elaborou o mais importante trabalho da astronomia. Descobriu que as galáxias afastam uma das outras com velocidades que são proporcionais às suas distancias conforme a
constante de Hubble Ho, onde:

Ho =Va/ x, sendo Va = velocidade de afastamento entre duas galáxias;

X = distancia entre duas galáxias;

Ho = 71,386861314 km/s/Mpc, para idade atual do universo, 13,7 bilhoes de anos.

Hubble tratou o universo como ele possuindo 3 dimensões, neste caso, os físicos aceitam essa condição, sem impor a 5ª dimensão, como exigem quando tratam o universo. A luz que nos chega de todas as
galáxias obedecem a constante de Hubble

O nosso universo visível é a prova que a expansão do universo não esta acelerando. Os físicos conhecem as velocidades uniformes de afastamento de todas as galáxias e as suas distancias à Terra. Se
retroagirmos a idade do universo, elas chegarão todas ao mesmo tempo à Terra, que é o centro do nosso universo visível.

O Nosso Universo Visível.

O nosso Universo Visível é uma grande esfera de raio R= 13,7 bilhões de anos luz, com a Terra no seu centro, diferenciado do universo verdadeiro, apenas na forma de agrupamento das galáxias.

Todas as galáxias e quasares se afastam de nós com velocidades Va, cujos valores já são bem conhecidos pela Ciência através do Efeito Doppler, sendo também suas distâncias conhecidas pela Astronomia, através da constante de Hubble.

Há uma distribuição uniforme de quasares e galáxias dentro do nosso Universo Visível. No instante em que observamos tais galáxias, estamos, na verdade, enxergando-as no passado, além de vê-las na posição exata em que elas ocupam nesse momento, como se a luz fosse transmitida instantaneamente, como é explicado no

Efeito Cristina da luz. 

   

 

Retroagindo as galáxias até a Terra, a Via Láctea retroage até a sua origem o local do Big Bang, o centro do nosso universo verdadeiro

O Universo Verdadeiro

O Universo Verdadeiro é uma grande esfera, com um raio de 13,7 bilhões de anos luz cujo centro é o local do Big Bang. Todas as galáxias e quasares afastam-se do centro com velocidades de expansão no universo V uniformes que variam proporcionalmente às suas distâncias do centro.

Um observador em qualquer galáxia verá um universo visível cujo centro é a sua galáxia. Então, existe um universo visível para cada galáxia?

Sim, são ilusões verdadeiras para cada um desses observadores.

Mas, como é possível?

Graças ao efeito Mauricio da Luz.

O Efeito Maurício

Esse é o segredo do Universo que será revelado agora.

Através do Efeito Maurício, é possível que um observador numa galáxia veja todas as outras se
afastando dele com velocidades Va proporcionais às suas distâncias.

O par de galáxias P e L qualquer, com as suas velocidades Vp e Vt de expansão no universo, formam com o ponto O, local do Big Bang, o triângulo OLP, que cresce com a idade do Universo, gerando sempre triângulos semelhantes.  

   Sendo assim, um observador em uma delas, como por exemplo, em L, pensa estar parado, vendo a sua companheira, sempre, no mesmo ângulo de visada B

   Esse observador, na sua verdade, vê a outra galáxia afastando-se dele com a velocidade V uniforme, já que, nos triângulos semelhantes, os lados são sempre proporcionais. 

   Como os lados OL e OP aumentam uniformemente com a idade do universo, o lado LP crescerá também com velocidade uniforme, dando a impressão ao observador em L que a sua galáxia companheira P, afasta-se dele com velocidade Va uniforme.

Geraldo Cacique foi convidado para dar a palestra pelos engenheiros, conselheiros do CREA MG:

Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
Presidente do INEC Instituto Nacional de Engenharia Civil
ideiaprojetos@oi.com.b

Marcelo Fernandes Costa – Engenheiro Civil

progemias@hotmail.com

Haydn Amaral Fernandez - Engenheiro Civil - Professor Universitário

haydnfernandez@ig.com.br

Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física

manganao24@gmail.com

Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil

Get1@ig.com.br

Estes engenheiros acreditaram nas teorias de Deduções Lógicas.

Foto de Geraldo Cacique em 06/10/2011 falando no plenário do CREA MG sobre :

-        
A inexistência do paradigma da “dilatação do tempo”;

-        
A inexistência do paradigma da 
“força centrípeta”;

-        
A existência do novo paradigma “ A relatividade da gravidade
“.

    

2 comments for "Aceleração da Velocidade de Expansão do Universo do premio Nobel de física, divulgado em 06-10-2011.".

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Entidades de Engenharia Mineiras que apóiam as "Deduções Lógicas".

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Veja aqui a versão completa da página ==>> Versão Completa.

INEC
Instituto Nacional de Engenharia Civil.

IMEC
Instituto Mineiro de Engenharia Civil.
cursos@imec.org.br
SINGEO
Sindicato dos Geólogos.
singeomg@singeomg.org.br.
ABENC
Associação Brasileira de Engenheiros Civis/MG.
SMEA
Sociedade Mineira de Engenheiros Agrônomos.

Relação de proeminentes engenheiros mineiros que após reunirem com Geraldo Cacique na casa deste ou em salas do edifício do CREA MG na Av.Raja Gabaglia, Belo Horizonte, Minas Gerais, apóiam as interessantes teorias de Deduções Lógicas existentes no site “Deduções Lógicas” :

Declarações:

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PROLEGÔMENOS

“Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.

Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.

Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.

Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.

Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:

“NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
In. Haydn Amaral Fernandez

Veja aqui a declaração completa: Declaração Completa

Haydn Amaral Fernandez
Engenheiro Civil
Professor Universitário
haydnfernandez@ig.com.br

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Após estudo da planilha da Relatividade do Tempo e da Gravidade que foram desenvolvidas pelo eng. Geraldo Antunes Cacique, estou convencido que é a melhor forma para o entendimento destas questões. Portanto solicito a todas as pessoas estudiosas desta matéria que tenham pelo menos a curiosidade de verificar o conteúdo desta planilha, entrando na página “A Órbita dos Planetas”, que é o sexto item do menu principal que onde estão todas as páginas do site de Deduções Lógicas.

Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física
manganao24@gmail.com

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Caríssimo Cacique, saudações.

Gostaria de agradecer pelo belo presente que você me proporcionou. Sendo engenheiro, eu tenho uma certa adoração pela física e você com esta atitude me mostrou uma nova metodologia de vislumbrar a física de uma forma prazerosa e simples. Seu livro parece vivo. Os conhecimentos, ali explicitados explicam o funcionamento da natureza e do universo. Suas deduções lógicas são tão fascinantes que poderão dar aos cientistas condições uma nova dimensão para o futuro da humanidade.

Parabéns por esta deliciosa loucura.

Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil
Get1@ig.com.br

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Fiquei muito bem impressionado com os novos conceitos de física propostos pelo colega, Eng. Civil Geraldo Cacique. Sua matemática simples, sem precisar nem mesmo de usar uma derivada ou uma integral, introduziu um novo olhar sobre as tradicionais teorías da dilatação do tempo e da força centrifuga.

Ao deduzir a fórmula da força gravitacional a partir do tempo que esta partícula leva para percorrer uma determinada distância entre dois corpos, partícula que denominou "energétron", propõe uma nova visão para o funcionamento da força de gravidade.

Esta aí uma grande oportunidade para que nossas autoridades invistam no potencial científico da juventude brasileira.

Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
ideiaprojetos@oi.com.br

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- Odair Santos Junior - Engenheiro Civil
odairsantosjunior@yahoo.com.br

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Se o conhecimento e a ciência tivessem ficado dependentes dos ignorantes, que nada sabem e nem querem saber, ou mesmo dos auto-suficientes, que pensam que sabem tudo e não têm o que aprender, estaríamos mais próximos das eras primitivas do que do mundo moderno atual.

A contestação, a pesquisa e a inovação foram e continuarão sendo as responsáveis por todos os progressos da ciência e do conhecimento em todos os campos da vida.

Por isso, acredito que as persistentes "deduções lógicas" do Geraldo Cacique poderão trazer mais avanços naqueles campos que todas as honrarias que são dedicadas - com toda a justiça, diga-se logo -aos que trouxeram contribuições até o presente mas, deitaram-se nos louros das conquistas e não conseguiram ou puderam prosseguir.

- Marcos Sant'Anna ( Engenheiro e Empresário)
marvsan08@gmail.com

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