A órbita dos planetas
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Este trabalho visa apresentar aos estudantes e profissionais das ciências exatas a aplicação das teorias de Deduções Lógicas na órbita dos planetas.
Mostraremos que a teoria da relatividade restrita tem a sua matemática correta, porém a interpretação dos seus resultados pela física é incorreta, e que a partir da agora deverá ser dada a interpretação de Deduções Lógicas da fórmula do tempo da relatividade, t > to, porque a trajetória do fóton, quando a fonte e o receptor estão parados no mesmo referencial é menor que a trajetória do fóton, quando existe uma velocidade relativa v entre eles e não porque os ponteiros de um relógio em um referencial em movimento andam mais lentos do que os ponteiros de um relógio em um referencial parado, conforme professam os físicos, baseados na fórmula do tempo da relatividade.
Com a interpretação de Deduções Lógicas acabamos com o absurdo do paradigma da dilatação do tempo.
Mostraremos através das órbitas dos planetas que todos eles estão sempre em equilíbrio dinâmico, estável entre a força centrífuga e a gravidade, graças à existência do ângulo a entre a força de gravidade e o eixo e dos astros que orbitan e entre si. Ângulo a, descoberto por Geraldo Cacique na gravidade lógica.
Com isto, acabamos com outro paradigma existente há séculos, que a força centrípeta é a responsável por manter os astros em órbita.
Chamamos a atenção destes estudantes e profissionais que a física atual e a física de Deduções Lógicas são praticamente à mesma.
A física atual é a física do observador no referencial da Terra, enquanto, a física de Deduções Lógicas é a do observador no referencial absoluto, muito mais abrangente, com uma matemática simplificada. Nesta os fótons sofrem a influência da velocidade das suas fontes.
Portanto, não se pode fazer comparações entre as duas físicas, nem fazer uso dos conceitos da ciência atual para explicar a ciência do futuro.
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Na figura, da órbita circular do planeta, temos o triangulo OPSv constituído dos lados:
( O - P ) = a
trajetória de um energétron com a velocidade c em um tempo to, quando consideramos o Sol e o planeta P parados. Ao chegar em P, o energétron exerce uma força de gravidade Fg1 = Fo na direção do Sol estacionado no centro da órbita.
( O - Sv )
trajetória do Sol com a velocidade V de expansão no universo da nossa galáxia, a Via Láctea.
( Sv - P ) = yo trajetória de outro energétron com velocidade c em um tempo t, quando consideramos a velocidade V do Sol. Ao chegar em P o energétron exerce uma força de gravidade Fg = Fv na direção do Sol em Sv.
Portanto, podemos aplicar a relatividade do tempo e da gravidade neste triangulo OPSv.
Na órbita elíptica, temos o triangulo SpPSv constituído dos lados:
( Sp - P ) = r trajetória de um energétron com a velocidade c em um tempo t, quando consideramos o Sol e o planeta P parados. Ao chegar em P o energétron exerce uma força de gravidade Fg1 = Fo na direção do Sol em Sp, foco do periélio.
( Sp - Sv ) = x
trajetória do Sol com a velocidade V de expansão no universo da nossa galáxia, a Via Láctea.
( Sv - P ) = y
trajetória de outro energétron com velocidade c em um tempo t, quando consideramos a velocidade V do Sol. Ao chegar em P o energétron exerce uma força de gravidade Fg = Fv na direção do Sol em Sv.
Portanto, podemos aplicar a relatividade do tempo e da gravidade neste triangulo SpPSv.
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Comentários sobre os resultados planilha ( Terra ):
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Órbita circular para E = 60º
Item 31, to = a / c ............................................................................................... = 499,0052918 s
No item 34, t = yo / c....................................................................................................= 432,1512593 s
Calculamos os itens 31 e 34 (to e t), com a interpretação de Geraldo Cacique para a relatividade do tempo: to > t porque a trajetória a > yo e não porque os ponteiros de um relógio em movimento andam mais lentos, conforme professa os físicos, de acordo a formula do tempo da relatividade, ou mais rápidos de acordo com a nova formula do tempo da relatividade lógica.
Item 37, to = t / Raiz ( 1 - V2 / c2 ) …......................................….............………..........… = 499,0052918 s
Em seguida recalculamos to usando a nova fórmula da relatividade do tempo, os resultados idênticos para os itens 31 e 37 significa que a relatividade é usada nas órbitas circulares dos planetas.
Órbita elíptica para E= 60º
Item 63, to = r / c.........................................................................................................= 494,836444 s
Item 67, t = y / c.........................................................................................................= 424,5898066 s
Calculamos os itens 63 e 67 (to e t), com a interpretação de Geraldo Cacique para a relatividade do tempo: to > t porque a trajetória r >Y e não porque os ponteiros de um relógio em movimento andam mais lentos, conforme professa os físicos, de acordo a formula do tempo da relatividade, ou mais rápidos de acordo com a nova formula do tempo da relatividade lógica.
Item 65, to = t / Raiz( 1-V2 / c2 )…........................................……………………… = 494,836444 s
Em seguida recalculamos to usando a nova fórmula da relatividade do tempo, os resultados idênticos para os itens 63 e 65 significa que a relatividade é usada nas órbitas elípticas dos planetas.
As forças externas que atuam no planeta Terra
Órbita circular para E=60º
Item 39, Fc = Mterra * v2 / a (Força centrifuga)=.......................................................= 3,5429620E+22 N
Item 40, Fg1 = Msol * Mterra * G / a2 (F. gravidade Newton).......................................= 3,5429620E+22 N
Item 41, Fo = Msol * Mterra * G / to (Força de gravidade Cacique)..............................= 3,5429620E+22 N
Item 50, Fg1 = Fv * cos a (Força de gravidade Cacique).... ................................... .....= 3,5429620E+22 N
Os resultados iguais destes itens mostram a coerência das forças de gravidade Cacique com a força de gravidade de Newton e com a força centrífuga.
Item 42, Fv = Fo / ( 1 - V2 / c2 ) (Força de gravidade da Relatividade)......................... ... = 4,7239493E+22 N
item 44, Fv = Msol * Mterra * G’ / t2 (Força de gravidade de Cacique).............................= 4,7239493E+22 N
item 50, Fv = Fg1 / cos a (Força de gravidade da Relatividade).......................................= 4,7239493E+22 N
A igualdade dos resultados destes itens, significa que:
1º- que a relatividade da gravidade pode ser usada nas orbitas dos planetas.
2º- dão veracidade à gravidade de Geraldo Cacique e à relatividade da gravidade
Item 48, Fg2 = Fv * sen a (Força de gravidade tangencial) Cacique....................= 4,69344E+18 N, que é a componente tangencial da Fg de Geraldo Cacique e também, a Força responsável de manter os planetas nas suas órbitas.
Órbita elíptica para E=60º
Usei as fórmulas do livro “ ASTRONOMIA ESFÉRICA VETORIAL “ de Rodrigues Dias Társia, para calcular a distancia r entre o Sol no foco do periélio, até um determinado ponto da órbita elíptica de um planeta, e para calcular o ângulo v da anomalia verdadeira deste ponto.
Item 59, r = a * ( 1 - e * cos E ). (distancia do Sol, no foco do periélio, Sp, até um planeta)......= 1,48348E+11 m
Item 70, cos v = ( cos E - e ) / ( 1 - e * cos E ) (ângulo v da anomalia verdadeira)...................= 0,487362954 º
Forças Externas:
Item 76, Fc = Mterra * v2 / a (Força centrifuga)..................................................................= 3,60291E+22 N
Item 77, Fg1 = Msol * Mterra * G / a2 (F. gravidade Newton). ............................................. = 3,60291E+22 N
Item 78, Fo = Msol * Mterra * G’ / to2 (Força de gravidade Cacique)..................................... = 3,60291E+22 N
A igualdade dos resultados dos itens 76, 77 e78 mostram que o valor da força centrifuga, da Força de gravidade de Newton e da força de gravidade Cacique são idênticos .
Item 79, Fv = Fo / (1 - V2 / c2) (Força de gravidade da Relatividade).................................. = 4,80388E+22 N
Item 80, Fv = Msol * Mterra * G’ / t2 (Força de gravidade Cacique................................... = 4,80388E+22 N
Os resultados dos itens 79 e 80 mostram a coerência gravidade da relatividade com a gravidade de Cacique.
item 84, Fg2 = Fv * sen a (Força tangencial da gravidade Cacique).......................................= 4,79291E+18 N Esta é a componente tangencial Fg2 da força de gravidade Fg de Geraldo Cacique , é a responsável por manter os planetas em suas órbitas, acabando assim com o paradigma da existência da força centrípeta, concebida por Newton.
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Forças externas que atuam no planeta Terra.
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Força de gravidade da teoria de Newton
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A física de Newton é a mesma da ciência atual, a de um observador no referencial da terra que se considera parado no universo.
Newton também não considerou o movimento relativo v entre o Sol e Terra, quando elaborou a sua teoria sobre a gravidade.
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O ângulo a
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A importante descoberta de Geraldo Cacique revolucionou os conceitos sobre a força de gravidade
O Sol ocupa a posição A do universo, emitindo energétrons em todas as direções, aquele emitido na direção da posição B1, quando a Terra ocupa a posição A1, com a velocidade c, demora aproximadamente 1,5 segundos par ir da posição A até a posição B1.
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Neste mesmo tempo, a Terra vai da posição A1 até a posição B1 e o Sol vai da posição A até a posição B.
Assim, quando o energétron alcança a Terra, na posição B1, exerce sobre ela uma força gravitacional de atração Fv, na direção de onde foi emitido, ou seja, o ponto A do universo.
Esta força gravitacional Fv faz um ângulo a com o eixo BB1, entre o Sol e a Terra naquele momento.
Este ângulo a muda, e muito, alguns conceitos da física atual.
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Teoria da força de gravidade de Geraldo Antunes Cacique
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É expressa em função do tempo t que o enegétron (partícula mediadora da energia gravitacional), vai de um corpo à outro com a velocidade da luz c.
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sendo
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A força de gravidade Fg, em função da existência do ângulo a, ela pode ser decomposta em duas componentes:
- Fg1 = força de gravidade radial na direção do eixo entre os dois corpos, sendo a força que anula a força centrifuga Fc no equilíbrio dinâmico, estável entre os astros.
- Fg2 = força tangencial às órbitas dos astros, sendo a força responsável por manter os astros nas suas órbitas por sempre perpendicular ao eixo entre os dois astros que orbitam ente si.
Newton por não saber da existência do ângulo a e conseqüentemente da componente Fg2, não pode conceber o equilíbrio entre os astros e criou uma força que não existe, a força centrípeta, que passou ser a força que surge em todos os movimentos curvilíneos.
E, para dar veracidade à esta força centrípeta atribui a formula que calcula a força que aparece nos movimentos curvilíneos como se fosse da força centrípeta, veja: Força centrífuga
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Relatividade da gravidade de Geraldo Antunes Cacique
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Geraldo Antunes Cacique, também, descobriu a existência da Relatividade da Gravidade, expressa pela fórmula Fv acima, e definida como:
“ Relatividade da gravidade é a relação entre a força gravitacional Fv entre dois corpos quando existe uma velocidade relativa v entre eles, com a força de gravidade Fo se os corpos estiverem parados no mesmo referencial, ou seja, se v = 0 ”.
Onde,
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Sendo,
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to = tempo que um energétron demora entre os dois corpos, quando estiverem parados,ou seja, v = 0.
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Na relatividade do tempo, o tempo t é relacionado com o temo to, através da nova formula da relatividade do tempo,
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Na fórmula da relatividade da gravidade,
Se v → c,
Fv → infinito,
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Assim, esta fórmula explica como a força de gravidade Fv pode se transformar na força forte responsável pelo equilíbrio dinâmico das partículas subatômicas.
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Uso das teorias de Deduções Lógicas para explicar o funcionamento das órbitas dos planetas
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1 - As leis da física são as mesmas para todos os referenciais, mas devem ser interpretadas conforme a verdade do observador de cada referencial.
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2 - A matemática da fórmula do tempo da relatividade Restrita,
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, é certa.
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no entanto, precisa ser interpretada da maneira que fiz quando cheguei à mesma fórmula na relatividade Lógica, definindo relatividade, assim:
A relatividade do tempo é a relação do tempo t, que um fóton ou um energétron (partículas mediadoras da luz e da gravidade) demoram em ir de um corpo à outro, quando existe uma velocidade relativa v entre eles, com o tempo to, se os dois corpos estivessem parados, ou seja se v = 0.
3 - Na gravidade entre dois corpos que tenham uma velocidade relativa v entre si, os energétrons emitidos por um corpo, quando chegam ao outro, devido a esta velocidade v e ao efeito de aberração, tem a sua direção de chegada, modificadas, exercendo uma força de gravidade Fg, que faz um ângulo α com o eixo que liga este dois corpos, sendo, sen α = v / c.
Veja, A gravidade entre a Terra e a Lua
A aberração dos fótons e dos energétrons
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3 - Os astros nas suas órbitas estão em um equilíbrio dinâmico, estável, devido ao efeito de aberração dos energétrons que faz com que a força de gravidade Fg (Fv) tenha um ângulo α como eixo entre os astros. Graças a este ângulo α, podemos decompor Fg em duas componentes:
Fg1 - força de gravidade radial que vai equilibrar a força centrífuga Fg que aparece em todos os movimentos curvilíneos.
Fg2 – força de gravidade tangencial resultante do equilíbrio de Fg com Fc, que é a responsável por manter o astro na sua órbita por ser sempre perpendicular ao eixo entre os astros e estar sempre mudando de direção.
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4 - A fórmula da gravidade pode ser expressa em função da distancia D entre os dois corpos; força de gravidade de Newton e de Geraldo Cacique se considerarmos os astros parados no mesmo referencial, com se isto fosse possível, ou em função do tempo t que os energétrons levam para irem de corpo a outro, força de gravidade de Geraldo Cacique, quando existe uma velocidade relativa v entre os astros.
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sendo:
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Veja, Dedução da fórmula da força de gravidade
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5 - A existência da relatividade da gravidade demonstrada por Geraldo Cacique através da fórmula Fv, que é definida da seguinte maneira:
" A relatividade da gravidade é a relação da força de gravidade Fv, entre dois corpos, quando existe uma velocidade relativa v entre eles, com a força gravidade Fo, se v = 0, ou seja, se eles estiverem parados no mesmo referencial, o que demonstra que a força de gravidade entre dois corpos sofre a influência de um movimento relativo v entre eles.
6 - A força que aparece nos movimentos curvilíneos é a força centrífuga Fc, de dentro para fora do movimento.
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O funcionamento das órbitas dos planetas do sistema solar aplicando os novos conceitos da física elaborados por Geraldo Cacique
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Enquanto o planeta P percorre a órbita circular, a força de gravidade Fg do energétron que chega à posição Pn, indica a posição do sol virtual Sv no eixo maior da elipse que estará sempre na vertical atraindo a Terra, e indica também a nova posição Pn que o planeta P ocupará na órbita elíptica depois do deslocamento provocado pelo aumento da força de gravidade DFg, devido a nova velocidade do planeta P, que obrigará o planeta a encontrar uma nova órbita de equilíbrio, a órbita elíptica.
Todo planeta tem a sua órbita elíptica originada de uma órbita circular. Nesta fase, em que sua órbita ainda é circular, o planeta representado por P, na figura acima, tem uma velocidade tangencial v, constante, girando em torno do sol estacionado no centro O da circunferência orbital. Ao adquirir excentricidade, a sua órbita passa ser elíptica, com a sua velocidade acelerando do afélio ao periélio e desacelerando na sua volta ao afélio.
A fórmula da relatividade do tempo, utilizada na relatividade da gravidade foi deduzida do triângulo retângulo formado por três trajetórias a saber: (veja na animação acima)
1ª - A hipotenusa : D =c x to
Trajetória de um energétron com velocidade c emitido pelo Sol na direção do planeta P, fazendo um ângulo Ê com o eixo horizontal X que passa pelo Sol, se considerarmos que o Sol e o planeta estão parados no referencial da nossa galáxia, a Via Láctea, como se isto fosse possível. Ao chegar no planeta P, este energétron exercerá força de gravidade Fo = Fg na direção do Sol estacionado no centro da órbita.
2ª - Um cateto: X = V x to
Trajetória do Sol com a velocidade V de expansão no universo da nossa galáxia, a Via Láctea, no eixo X, até encontrar com a projeção vertical Sv do planeta P neste eixo.
3ª - Um cateto: Y = c x t
Trajetória de outro energétron com velocidade c emitido na vertical, quando consideramos a velocidade V de expansão no universo do Sol e conseqüentemente do planeta. Quando o Sol chegar ao ponto Sv, com a velocidade v, este energétron chega ao planeta P, exercendo uma força de gravidade Fv na direção do ponto Sv.
Portanto, a relatividade só pode ser aplicada em um triangulo retângulo.
No caso das órbitas dos planetas, este triangulo retângulo é o SPSv de lados D, Y e X.
Resolvendo este triangulo chega-se à fórmula relativística:
t = to * Raiz( 1 - v2 / c2 ), ou to = t / Raiz( 1 - v2 / c2 ),
onde:
to = tempo que o fóton vai do Sol ao planeta P com velocidade c, se supormos que o sol e o planeta P estão parados. Como se isso fosse possível;
t = tempo que o fóton vai do Sol ao planeta P, com a velocidade c, quando se considera que existe uma velocidade relativa v entre a fonte e o receptor.
Sendo, to > t, difere da formula do tempo da relatividade restrita, to = t / Raiz( 1 - v2 / c2 ), por que esta não é compatível com a relatividade da gravidade. Este triângulo retângulo relativista só foi possível ser formado graças as propriedades da luz e da gravidade de uma fonte de luz e ou de um corpo emitirem, respectivamente no mesmo instante, fótons e energétrons, em todas as direções com a velocidade c da luz.
E a propriedade do universo que nos permite a cada momento variar em modo e direção a velocidade de expansão V no universo de uma galáxia, sem alterar o movimento dos fótons e dos energétrons emitidos, respectivamente, das fontes de luz e dos corpos existentes no referencial desta galáxia.
Veja, sutilezas da gravidade.
"A velocidade dos energétrons entre dois pontos situados em um mesmo referencial será sempre c, independente da velocidade V de expansão no Universo deste referencial."
Assim, no triangulo retângulo relativística SPSv formado na órbita de qualquer planeta do sistema solar, a direção da velocidade de expansão V no universo da nossa galáxia, a Via Láctea, seja a direção do eixo maior da elipse orbital do planeta referido, e o modulo da velocidade V varia para cada ponto da orbita ocupado pelo planeta, de tal maneira que no mesmo tempo to que um fóton ou energétron emitido do sol no centro da órbita ou no periélio vai do sol ao planeta P, a velocidade V leva um Sol virtual no eixo maior da elipse até o ponto Sv situado na vertical que passa pelo planeta P.
Comentários sobre as teorias de Deduções Lógicas usadas nesta pagina.
Na relatividade, Geraldo Cacique afirma que necessário a utilização de um triangulo retângulo na sua aplicação e que uma das propriedades da luz, o efeito Camila permite a formação destes triângulos.
Efeito Camila.
A relatividade e os Gps.
A relatividade e os relógios atômicos.
Os aceleradores de partículas.
Na força de Gravidade Lógica, a força de gravidade faz um ângulo a com o eixo que liga os dois corpos ou partículas que se atraem.
Força de gravidade entre dois corpos,quando existe uma velocidade relativa v entre eles.
Este ângulo a permite decompor a força de gravidade em duas, uma no sentido radial Fg1, que anula a força centrifuga Fc, que surgem nos movimentos curvilíneos entre os astros e entre as partículas. A outra no sentido tangencial Fg2, responsável por manter os astros ou partículas nas suas órbitas. Veja,
O equilíbrio da natureza
A relatividade da gravidade.
Como a gravidade transforma-se na força forte responsável pela coesão entre as partículas subatômicas
A Gravidade Lógica e a Materialização de Energia
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