HAYDN AMARAL FERNANDEZ - As teorias de Deduções Lógicas

PROLEGÔMENOS

“Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.

Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.

Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.

Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.

Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:

“NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
In. Haydn Amaral Fernandez

Desde os primórdios da Geometria Euclidiana escrita no ano 300 a.C. que deu sustentação matemática e física ao desenvolvimento dos trabalhos dos cientistas Nicolaus Copernicus, Johannes Kepler, Galileo Galilei e Sir Isaac Newton, observa-se que de tempos em tempos a elucubração humana rende seus frutos e produzem-se novas safras.

Os tempos avançam e surgem necessidades de um novo patamar de conhecimento, cada um apresentado a seu tempo.

Se no século XVII Johannes Kepler, defensor do Heliocentrismo, foi a figura-chave para a revolução científica da época, suas teorias forneceriam os elementos fundamentais para que  cinquenta anos mais tarde, Isaac Newton formulasse a Teoria da Gravitação Universal e as Tres Leis que viriam a ser o fundamento da Mecânica Clássica prestando, o célebre cientista, a justa homenagem a seus predecessores com a seguinte declaração:: "Se enxerguei longe, foi porque me apoiei nos ombros de gigantes" Dentre estes "gigantes" a figura de Galileu Galilei desponta como o protótipo do cientista, utilizando-se do conhecimento cumulado de outros "gigantes" que se aprofundam nas noites dos Tempos até a Antiguidade Clássica.

O século XX assiste com assombro as teorias propostas pelo notável físico Albert Einstein, de origem alemã e multinacionalidade, anunciando-se novamente outra mudança de paradigma através da Teoria da Relatividade. Einstein torna-se o sinônimo de gênio e decorrido um século comemora-se em 2005 o Ano Internacional da Física denominado "Annus Mirabilis" (ano miraculoso).

À semelhança da "maçã de Newton" os gênios têm o seu sexto sentido despertado para fenômenos já abordados, porém reformando conceitos e axiomas. Às vezes a revisão de um pequeno ponto culmina por se transformar em enorme rocha, tal como os postulados da Teoria da Relatividade Restrita proposta por Einstein onde foram estabelecidos a relação entre os conceitos de tempo e distancia. Observa-se aqui a reiteração comentada: os axiomas preconizados por Galileu foram utilizados em seus trabalhos tomando como referencia a concepção de que as leis da natureza são as mesmas para todos os observadores que se movem a uma velocidade constante relativamente uns aos outros; outro axioma adotado é aquele relativo á concepção da velocidade da luz admitida como igual para todos os observadores.

Mas a História demonstra de modo inconteste como conceitos, idéias, ideais, teorias, padecem da incompreensão do seu tempo, sofrendo perseguições, rechaços, manifestações rumorosas, pressões de várias ordens, frutos da posição ontológica que o Homem tem frente ao novo, ao inusitado, àquilo que fere ou abala conceitos e convicções, dogmas ou à ordem instituída pelos cânones. Dentre estas, o Heliocentrismo de Johannes Kepler, padeceu do Geocentrismo católico, sendo perseguido e forçado ao exílio, vez que a Igreja Católica buscara na sua concepão geocêntrica as raízes mais antigas do conhecimento através das investigações e idéias de Aristóteles e Ptolomeu. No entanto, antes, no Século XV o Heliocentrismo já encontrara defesa por parte do astrônomo Nicolau Copérnico que por sua vez buscara fundamento no seu predecessor Galileu Galilei.

Deparamo-nos neste momento com um novo clarim de idéias: são as "Teorias de Deduções Lógicas", formuladas pelo engenheiro Geraldo Antunes Cacique.

A sua premissa tem como ponto de partida, como ele mesmo explica, a Teoria do Big-Bang, até então postulada como verdadeira para a gênese do Universo. A abordagem crítica da cinética proposta por esta teoria, partindo daquela explosão inicial, levou-o a formular uma enxurrada de perguntas, de por quês, pois ele percebeu que havia ali, naquela modelagem cinética, uma incógnita, uma dúvida, uma incerteza. Um questionamento vinha-lhe à mente e, tal como açoite, perturbava-lhe o intelecto. Uma pergunta soava sem resposta: poderia esta proposição partir da análise de um observador na Terra, ou dever-se-ia buscar uma observador no centro, na origem deste fenômeno? Caso se fizesse uma abstração e colocássemos observador no Big-Bang quais seriam as implicações fenomenológicas e as conseqüências físicas e matemáticas de tal posicionamento?

E foi a partir de tais “cismas” que seu autor desenvolveu, brilhantemente, as suas "Teorias de Deduções Lógicas", pois como o próprio nome a titula, são deduções básicas à compreensão do intelecto comum, desde que se tenha a formação mínima da física e da matemática, para compreender o vasto conhecimento que é passado através destas teorias. Assim no seu postulado básico Geraldo Antunes Cacique admite que:

“um observador só saberá se uma verdade é falsa se ele estiver completamente parado no referencial absoluto, ou seja, no referencial onde aconteceu o Big bang.”

Admitindo-se tal modelagem, o seu autor partiu para a investigação do parâmetro tempo estabelecido por Einstein e as observações obtidas através de suas investigações. Observou que a admissão de apenas um relógio para a aferição do tempo, chegaria à mesma formula da Relatividade Restrita proposta por Einstein. Enquanto na Teoria daRelatividade Restrita proposta por Einstein foram utilizados dois relógios: o de Maria e o de João conforme largamente difundido pela ciência para a explicação de sua teoria, Geraldo Antunes Cacique usou apenas um relógio para medir os tempos t e to, aquele percebido por Maria conforme a ilustração dada no livro de sua publicação e nas páginas eletrônicas disponibilizadas no seu Site.

Assim Einstein postula que João está parado e Maria em movimento, consequentemente aparecem dois tempos: o tempo t de João e o tempo to de Maria. Ao se efetuar medição destes tempos, Einstein postula que o tempo t de João é maior que o tempo to de Maria. Neste momento Einstein conclui que devido ao movimento relativo das duas pessoas o relógio de João acusará um tempo maior que o de Maria devido à imobilidade de João e ao movimento de Maria, sendo então t > to.  É exatamente neste ponto crucial da sua concepção que se produz o paradoxo da DILATAÇÃO DO TEMPO ocorrida pela movimentação de um corpo e a estaticidade do outro e a consequente CONTRAÇÃO DOS ESPAÇOS surgindo aqui a QUINTA DIMENSÃO.

A modelagem proposta por Geraldo Antunes Cacique, utilizando o triângulo retângulo visto no material publicado, evidencia a interpretação diferenciada do parâmetro tempo abordado por Geraldo Cacique e Einstein chegando-se, no entanto, AO MESMO RESULTADO OU À MESMA FÓRMULA.

A fórmula resultante prova, de modo incontestável, que ambas as teorias chegam á mesma equação, porém utilizando-se de uma modelagem diferente, sendo aquela proposta pelo autor das "Teorias de Deduções Lógicas" baseada numa concepção geométrica extremamente simples. Esta concepção elimina então os dois grandes paradoxos da Teoria da Relatividade Restrita.

Através do estudo das "Teorias de Deduções Lógicas"  conclui-se que a física proposta por estas teorias é a mesma dos físicos atuais. A diferença básica é que esta é vista por um observador no referencial da Terra, enquanto a outra é vista por um observador no referencial absoluto.

Antes de concluir estas apreciações creio que seja interessante apresentar algumas das considerações e abordagens contidas na sua obra:

Premissa

“Um observador em qualquer referencial de movimento retilíneo uniforme, pensa que está parado.”

Os referenciais - A velocidade relativa entre os dois observadores distorce as suas verdades. Um observador só saberá se uma verdade é falsa se ele estivercompletamente parado no referencial absoluto, ou seja, no referencial onde aconteceu o Big bang.

O observador - A física Proposta pelas Teoria das Deduções Lógicas é a mesma dos físicos atuais. A diferença básica que esta é vista por um observador no referencial da Terra, enquanto a outra postula parte de um referencial absoluto. A energia produzida pela explosão do Big bang materializou-se em todos os corpos do universo.

O criador e o Big bang - Do micro ao macro, os corpos possuem dois movimentos:

- um movimento retilíneo uniforme, cuja velocidade é constante, adquirido durante o Big bang;
- um movimento curvilíneo de equilíbrio entre a força de gravidade e a força centrífuga que atuam
nos corpos que possuem este movimento. 

O Equilíbrio da Natureza - As energias luminosas egravitacionais funcionam de maneira semelhante e são transmitidas através
partículas mediadoras denominadas:

- fóton na luz;
- energétron na gravidade.

Estas teorias prenunciam formidáveis mudanças na ciência pura e na ciência aplicada, promovendo, uma vez comprovadas experimentalmente, uma total reformulação da tecnologia até então conhecida com desdobramentos inimagináveis.

Seu trabalho, divulgado através destas páginas eletrônicas e publicado sob a forma de livros, disseminam suas proposições, obtido através de longos e penosos anos de pesquisa, tendo como motor a curiosidade natural que impulsiona o Ser humano, ao se deparar com as inúmeras questões que nos são colocadas acidentalmente ou incidentalmente pela vida. Motivado pelo Por Que busca infatigavelmente o Porque, terminando por produzir, como no caso em tela uma reformulação de conceito de uma parte das teorias da Física até então admitidas.

Espera-se que tais teorias provoquem a devida repercussão no meio científico e acadêmico, para que, deixando de lado a postura natural de resistência às novas idéias, possam no mínimo partir para a experimentação científica de suas teorias  para, ao final albergar, esperamos, um notável engenheiro, cuja notabilidade deva ser creditada à simplicidade de suas teorias, elevando-o á categoria daqueles ilustres que contribuem para o desenvolvimento das ciências e por fim do Conhecimento Humano.

HAYDN AMARAL FERNANDEZ
Engenheiro Civil
Professor Universitário.
haydnfernandez@ig.com.br

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