A Física de Geraldo Cacique, uma física de fácil compreensão.

Geraldo Cacique usando de deduções lógicas desenvolveu uma física de fácil compreensão para os jovens que irá substituir a física atual.

O FUNCIONAMENTO DA LUZ


Na animação acima estão as naves A e B paradas no mesmo referencial.

Uma fonte de luz em A emite fótons na direção de B com a velocidade c . A seqüência destes fótons formam um raio de luz que cresce na velocidade c.

À esquerda, o referencial esta parado, à direita o referencial tem a velocidade V.

Um observador neste referencial pensará que esta sempre parado vendo o mesmo raio de luz ligando as duas naves, se o referencial delas esteja parado ou não.

Outro observador parado em relação ao movimento V do referencial verá que os fótons sofrem a influencia da velocidade V da sua fonte, modificando se a velocidade c para, c2, onde:
c2 = V + c, e as suas trajetórias se tornam paralelas e diferentes da trajetória do raio composto por estes fótons, de tal maneira que eles estarão sempre entre as duas naves formando um raio de luz que cresce com a velocidade c.

Agora, podemos concluir:

Os fótons sofrem a influência da velocidade das suas fontes, o raio de luz não. Ele está sempre ligado à sua fonte, enquanto esta se movimenta, mantendo a direção de sua emissão e crescendo com a velocidade >c.

A luz funciona com a simplicidade que acabo descrever. Por incrível que pareça a ciência não sabe disso, ela não conhece a diferença entre a velocidade do raio de luz e a dos fótons que o compõem.

A Relatividade Lógica

Conhecendo o funcionamento da luz, Geraldo Cacique imaginou:

No desenho acima, Maria sentada ao lado de uma fonte de luz A e no ponto B0 da vertical da fonte, uma nave parada.

A fonte emite fótons em todas as direções na velocidade c . O fóton emitido na vertical alcança a nave no ponto B0  em um tempo t 0 , percorrendo a trajetória D = x  t 0.

Se a nave tivesse uma velocidade horizontal V e se acender a fonte, no exato momento que nave passar pelo ponto B 0, será outro o fóton à alcançar a nave, no ponto B1, aquele que faz um ângulo  com a vertical.

Em um tempo t, este fóton percorrerá a trajetória H = cx t, e a nave a trajetória E = V x t.

Resolvendo o triângulo retângulo AB0 B1, onde:
L2 = E2 + D2, onde:

L = c x t ;

E = V x t

D = c x t 0.

chegaremos na fórmula do tempo:


Que é a mesma fórmula da relatividade restrita.

Como na relatividade lógica usamos apenas um relógio, o de Maria, damos a seguinte interpretação para esta fórmula:

“ Na fórmula da relatividade do tempo , quando existe uma velocidade v entre a fonte e o receptor, o tempo t é maior
que o tempo t0, quando não existe essa velocidade v, porque a trajetória L do fóton é maior que a trajetória D .

Na relatividade restrita veja 6.3, na dedução da fórmula do tempo, a física usa a imagem do trem com Maria e dois relógios, um para Maria e outro para João parado em relação ao trem.

Interpretando que o tempo t medido pelo relógio de João é maior que o tempo t0 medido pelo relógio de Maria que está em movimento, criando, assim, o absurdo da dilatação do tempo, conseqüentemente a contração dos espaços e quarta dimensão.

O erro desta interpretação está no postulado do Einstein:

“ A velocidade da luz é constante c para o observador em qualquer referencial “

Ele não sabia e a ciência também não sabe distinguir a velocidade do raio de luz e a velocidade de
seus fótons

Maria e João estão vendo o mesmo fóton. Neste caso o fóton sofre a influência do movimento de sua fonte.

Outra observação, quando aplicamos a relatividade do tempo, geralmente estamos calculando o comprimento
 E = c x t da trajetória de um fóton.

A matemática aceita que este calcula possa ser feito fazendo o tempo t constante e variar a velocidade da luz c ou fazendo a velocidade da luz c constante e variar o tempo t. Mas, a matemática desta mudança não é fácil. Daí a lenda que só o Einstein e algumas poucas pessoas conhecem a relatividade.

A Gravidade (Lógica) de Geraldo Cacique.

Quando Geraldo Cacique imaginou que a gravidade funcionava de maneira semelhante à luz, descobriu a verdade do seufuncionamento. As partículas mediadoras da força gravitacional, denominadas por energétrons, são emitidas pelo caldo energético que emergiu do big bang e continuaram à emiti-las, mesmo depois de se materializarem em corpos.

Vejam:

- item 11.2 – Postulado da Gravidade

- item 11.4 – Segredo da Gravidade;

- item 11.3 – Linha de gravidade;

Um corpo A emite energétrons na direção de um corpo B que formam uma linha de gravidade que atrai este corpo com a força de gravidade Fg.

- item 11.7 – Dedução da fórmula da Gravidade.

- item 11.8 – Força de gravidade que um corpo A exerce sobre um corpo B e vice-versa, parados no mesmo referencial;

Este observador não conhece a velocidade de expansão no universo da nossa galáxia. Nesta condição especial, a linha de gravidade é dupla.

Uma linha de gravidade emitida pelo corpo A que vai atrair o corpo B e outra emitida pelo corpo B que vai atrair o corpo A .  Aqui, podemos aplicar a formula da gravidade de Newton.

A fórmula da força de gravidade pode ser em função da distancia entre dois corpos (é a mesma da gravidade de Newton)

ou em função do tempo t0 que o energétron vai de um corpo ao outro

sendo:

O observador no espaço absoluto conhece a velocidade V de expansão no universo da nossa galáxia, a Via Láctea, vendo as trajetórias paralelas com a velocidade V dos dois corpos A e B. No primeiro instante, o corpo B na posição B1 emite um energétron com a velocidade c em direção ao corpo A que naquele instante ocupa a posição A1. Este energétron sofre a influência da velocidade de V de B modificando se a sua velocidade de emissão c para c 2,
onde: c 2= c + V.

Em um tempo t0:

- o energétron vai até a posição A1 ;

- o corpo B, vai da posição B 0 até a posição B 2;

- o corpo A vai da posição A 0, até a posição A1.

Ao chegar em A, devido a velocidade V de A e ao efeito de aberração, modifica se a sua velocidade de chegada c 2 para c, como se tivesse vindo da posição< font color = "#008000"> B1, exercendo uma força gravitacional F2, em direção de B1. Neste momento, todos os energétrons emitidos por B na direção de< font color = "#0000FF"> A, entre intervalos regulares, enquanto B ia de B0 até B1 e que descreveram orbitas individuais, estarão formado uma linha de gravidade que liga os dois corpos A e B.

Este mesmo procedimento vale para a força de gravidade F1 que vai atrair o corpo B na direção do corpo A.

- item 11.9 – Quando existe uma velocidade relativa v entre dois corpos;

Quando existe uma velocidade relativa v entre dois corpos
A e B a força de gravidadeFv entre eles faz um ângulo   com o eixo AB.

Esta força de gravidadeFv pode ser calculada pela fórmula

Onde:

 t = tempo que o energétron leva para ir de um corpo ao outro

 G’= Constante gravitacional, sendo:

 sen = v /c


- item – 11.10 – Relatividade da Gravidade

É a comparação da força de Gravidade que um corpo A exerce sobre um corpo B quando existe uma velocidade relativa
v entre eles e quando estão parados, ou seja, v = 0.

Se v = 0, a força de gravidade será F0, onde:

Se v 0, a força de gravidade será Fv, onde:

 Dividindo [1]/[2], utilizando a fórmula da relatividade do tempo

temos:

A relatividade da gravidade é utilizada no equilíbrio estável dos corpos,

- nos astros;

- nos átomos;

- e nas partículas subatômicas, neste caso, quando uma partícula subatômica orbita em torno de outra com velocidade orbital v, que aproxima se da velocidade da luz
c, a força de gravidade F v  tende se para infinito transformando na força forte.

Se v = 0        Fv = F0

Se v → c=     Fv → ∞

A Força Centrifuga

A força que aparece nos movimentos curvilíneos é a Força Centrífuga Fc.

Na pratica esta força é demonstrada varias vezes:

- item – 14.1-
Como Geraldo Cacique acaba com o paradigma da existência da força centrípeta como professa a
física;

- item – 14.3 - Como a professora Beatriz Alvarenga é enganada pelas interpretações erradas da Força Centrífuga;

- item - 14.9 –
O movimento das roupas numa maquina de lavar;

- item – 14.13 - Porque a Lua não cai na Terra;

Neste item, veja porque a física, acredita há mais de 300 anos, desde da época de Newton, que a força que aparece nos movimentos curvilíneos é a força Centrípeta e como ela roubou a fórmula da força Centrífuga para dar validade a força Centrípeta de Newton.

No universo todos os copos possuem dois movimentos:

- O de expansão no universo, cuja velocidade V, não termos como conhecer;

- O movimento das órbitas estáveis existentes na macro e na micro escala.

A força Centrífuga é uma das componentes mais importantes destes movimentos curvilíneos.

A força Centrífuga é a responsável pelo equilíbrio estável, junto:

- com a gravidade nas órbitas dos astros;

- a força elétrica nas órbitas dentro dos átomos;

- a força forte nas órbitas das partículas subatômicas.

Todos estes sistemas de órbitas funcionam como um moto continuo, usando a energia gravitacional dos energétrons.Já que, a força forte é a força gravitacional transformada pela relatividade da gravidade e a força elétrica deve ser uma força advinda, também, da força de gravidade.

Observação:

Todos os corpos emitem continuadamente energia através dos energétrons.

O universo

- item 8.1 - Conceitos

Como a Ciência chegou à existência do Big Bang.

Em 1929, o astrônomo Edwin Hubble, através de suas observações, descobriu que todas as galáxias se afastavam da Terra com velocidade Va proporcional às suas distâncias. Sendo assim, foi possível deduzir pela Lógica que, se o Universo retroagisse no tempo, com todas as suas galáxias, até o instante inicial, elas chegariam à Terra, que é o centro do nosso Universo Visível. Como a Terra faz parte da galáxia Via Láctea, ela também, retroagiria, trazendo consigo o nosso Universo Visível e todas as galáxias chegariam ao mesmo tempo num ponto ou singularidade primordial, onde toda a matéria do Universo estaria contida, que seria o centro verdadeiro do Universo.

O Big Bang

Esse ponto inicial explodiu, espalhando um caldo de energia pura em todas as direções, dando início ao processo de expansão do Universo. A força dessa explosão inicial durou um certo tempo e, enquanto isso, ela foi a responsável pela aceleração de todas as energias que lá haviam.

Universo na fase de aceleração

http://www.deducoeslogicas.com/figuras/dinamica_clip_image002.gif Qi = quantum de energia interna

Qe = quantum de energia na superfície
externa do Big Bang
Ri = distância percorrida por Qi
Re = distância percorrida por Qe
Vi = velocidade atingida por Qi
Ve = velocidade atingida por Qe

Os quanta Qi e Qe que emergiram do big bang, no instante inicial, percorreram no espaço de tempo Dt com as velocidades Vi e Ve as distancias Ri e Re que são proporcionais a estas velocidades.

Vi / Ve = Ri / Re.

Essa proporcionalidade é fundamental para o entendimento da dinâmica do Universo.

- item 8.4 -O universo verdadeiro

O Universo Verdadeiro é uma grande esfera, com um raio de 13,7 bilhões de anos luz cujo centro é o local do Big Bang.

Todas as galáxias e quasares afastam-se do centro com velocidades de expansão no universo

V uniformes que variam proporcionalmente às suas distâncias do centro.

- item – 8.5 O Nosso Universo Visível

 

O nosso Universo Visível é uma grande esfera de raio R = 13,7 bilhões de anos luz, com a Terra no seu centro, diferenciado do universo verdadeiro, apenas na forma de agrupamento das galáxias.



Todas as galáxias e quasares se afastam de nós com velocidades Va, cujos valores já são bem conhecidos pela Ciência através do Efeito Doppler, sendo também suas distâncias conhecidas pela Astronomia, através da constante de Hubble. Aquelas galáxias, localizadas na fronteira do Universo Visível, se afastam de nós com velocidades muito próximas a velocidade da luz, e os seus fótons nos alcançam na forma de radiação de fundo, na freqüência de micro ondas.

Depois de conhecermos o funcionamento da luz e da relatividade, onde o fóton sofre a influencia da velocidade da sua fonte e que não existe a quarta dimensão, chegamos à um modelo de universo esférico em 3 dimensões ao seguirmos a orientação dos astrônomos que afirmam que as galáxias afastam em todas direções com velocidades Va que obedecem a constante de Hubble, ou seja, estas velocidades Va, são proporcionais às suas distancia da Terra e aquelas mais distantes, com velocidades próximas da velocidade da luz. Coisa que os físicos ensinam. Mas, não podem aceitar que universo tem esta forma por acreditarem na teoria da relatividade e na existência da quarta dimensão.Vejam:

- item – 8.8 - Elaboração da Planilha do Universo Visível;

Os resultados desta planilha confere com os da dinâmica que a astronomia fornece para qualquer galáxia.

- item – 8.9 - Elaboração da planilha do Universo Verdadeiro;

Estes resultados confere com os dados práticos da astronomia para a constante de Hubble quando simulamos qualquer par de galáxia, alem de ser uma prova da existência daqueles conceitos usado na elaboração da planilha, como:

- a existência do big bang;
- a influência da velocidade da fonte de luz sobre a velocidade dos seus fótons;
- que a velocidade dos fótons chegam à terra com velocidades c1, diferentes da velocidade da luz c, e que a velocidade c1 obedece lei da fórmula ondulatória da luz velocidade=comprimento de onda x freqüência.

- item – 4.24 – O efeito Cristina da luz;

O efeito Cristina é a propriedade da luz que permite que ela funcione como se fosse transmitida instantaneamente.

Este efeito milagroso faz com que vemos todas as galáxias do universo no exato lugar que elas ocupam no momento que estamos observando-as.

Esta página é uma pequena demonstração daquilo que é de mais importante, existente nesse site, que Geraldo Cacique disponibiliza gratuitamente para toda a humanidade.

There are no comments for " A Física de Geraldo Cacique, uma física de fácil compreensão.".

Comentarios

  • Se você gostou de Deduções Lógicas, ajude a divulgá-las, Curta e envie para seus amigos as nossas teorias pois como eu já disse são tantas e profundas as modificações que faço na física, que o conhecimento delas, levará ao homem uma fase extraordinária de progresso e de bem estar.

    Use os Botões abaixo


  • Esta pesquisa mostrará todas as páginas do site de Deduções Lógicas que possuem o termo digitado.

    Loading

    Usuários on line

    No momento há 1 usuário e 2 visitantes online.