Premissa:
Um observador em qualquer referencial com movimento retilíneo uniforme, pensa que está parado.
A velocidade relativa entre os observadores distorce as suas verdades.
Um observador só saberrá se uma situação é verdadeira ou falsa se ele estiver completamente parado no referencial absoluto, ou seja, no referencial onde aconteceu o Big bang.
A física proposta pelas teorias de Deduções Lógicas é a mesma dos físicos atuais. A diferença básica é que esta é vista por um observador no referencial da Terra, enquanto a outra é vista por um observador no referencial absoluto.
A energia produzida pelo Big Bang materializou-se em todos os corpos do universo.
Do micro ao macro, os corpos possuem dois movimentos:
- um movimento retilíneo e uniforme, cuja velocidade é constante, adquirido durante o Big bang;
- um movimento curvilíneo de equilíbrio entre a força de gravidade e a força centrífuga que atuam
nos corpos que possuem este movimento.
As energias luminosas e gravitacionais funcionam de maneiras semelhante e são transmitidas através partículas mediadoras denominadas de:
- Fóton na luz;
- Energétron na gravidade.
O funcionamento da luz.
| A influência da velocidade da fonte sobre a luz. |
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Nessa animação vemos duas naves se movimentando, no mesmo referencial, com velocidade V no espaço.
Um passageiro em qualquer uma dessas naves pensa que está parado, independente da velocidade V das mesmas. |
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Vemos: Se V = 0. - um observador no espaço absoluto vê o mesmo que um observador no referencial das naves, ou seja, fóton e o raio de luz percorrerem a trajetória AB com velocidade c em um tempo t. Se V # 0 1º - Para o observador no referencias das naves: Ele não conhece a sua velocidade V e continua vendo sempre a mesma imagem, o fóton e o raio de luz irem da nave A até a nave B com a velocidade c em um tempo t; 2º -Para o observador no espaço absoluto: 2.1. - o fóton saiu da posição A2 e chegou na posição B 3 , percorrendo a trajetóriaA 2B3 em um tempo t 2.2 - o raio de luz evolui com a velocidade c entre as naves, em um tempo t, ao mesmo tempo em que é arrastado pela velocidade V da nave A . 2.3 - para esse observador, as trajetórias dos fótons são diferentes da trajetória do raio de luz. |
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Da animação acima, podemos postular varias considerações sobre o funcionamento da luz;
1º Postulado – O Fóton – uma fonte de luz emite partículas de energia luminosa em todas as direções com a velocidade c , onde c ~ 300.000 km/s.
2º Postulado – O Raio de Luz – o conjunto de fótons emitidos na mesma direção forma um raio de luz cujo comprimento aumenta com a velocidadec.
3º Postulado – Um Observador - um observador em qualquer referencial vê sempre um raio de luz emitido por uma fonte aumentar com a velocidade c.
4º Postulado - A Velocidade - a velocidade c de emissão de um fóton sofre sempre a influência da velocidaderelativa v de sua fonte, mudando a sua velocidade vetorial dec para c2 ,onde: c2 = c +v , sendo v = velocidade vetorial da fonte.
As teorias de Deduções Lógicas imaginou Maria sentada ao lado de uma fonte de luz A, que emite fótons em todas as direções com velocidade a luz c.
No exato momento que a fonte de Luz A é ligada, passa pela sua vertical, no ponto Bo, uma nave que voa na horizontal.
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- Se a nave tem uma velocidade v = 0, ou seja, se estiver parada em Bo, o fóton que vai alcançá-la vai ser aquele emitido na vertical e que percorre a trajetória de distância D , com a velocidade c em um tempo to .
-Se a nave tem uma velocidade v qualquer, o fóton é aquele cuja trajetória L faz um ângulo |
Neste mesmo tempo t, a nave vai da posição B0 até a posição B1 , na trajetória de comprimento E com a
velocidade v.
Usando Pitágoras, resolvendo o triângulo AB0B1 , de lados:
Aplicando a fórmula clássica do triângulo retângulo
usado por Pitágoras, teremos:
logo:
Através das teorias de Deduções Lógicas, o seu autor, Geraldo Cacique, através de seu exercício mental chega à mesma formula do tempo da relatividade restrita proposta por Einstein. A diferença entre elas é que seu autor usou apenas um relógio para medir os tempos t e to, aquele percebido por Maria, conforme ilustração dada acima, enquanto na teoria da Relatividade Restrita, proposta por Einstein, foram utilizados dois relógios, o de Maria e o de João, conforme largamente difundido pela ciência para explicação de sua teoria.
Esta formula, prova de modo incontestável que ambas as teorias chegam à mesma equação, porém utilizando-se de uma modelagem diferente, sendo que aquela proposta pelo autor da teoria de deduções
lógicas baseada numa concepção geométrica extremamente simples. Essa concepção elimina dois grandes paradoxos da teoria da Relatividade Restrita:
1 – Dilatação do Tempo;
2 – Contração do Espaço.
Na figura do triângulo retângulo, dada acima, podemos dar a seguinte interpretação:
O tempo t > to dos fótons, das trajetórias de L e de D, percorreram distancias diferentes, respectivamente a hipotenusa e cateto do triangulo AB0B1, onde L > D.
Nesta concepção fica evidenciada a interpretação do parâmetro tempo empregado por Geraldo
Cacique e Einstein, chegando-se no, entanto, ao mesmo resultado ou a mesma fórmula.
Einstein na sua concepção postula que João está parado e Maria em movimento, conseqüentemente aparecem dois tempos, o tempo t de João e o tempo to de Maria.
Ao se efetuar medições desses tempos, Einstein postula que o tempo t de João é maior que o tempo to de Maria.
Nesse momento Einstein postula que devido ao movimento relativo entre os dois relógios, o de João acusará um tempo maior que o de Maria devido ao fato da estaticidade de João e ao movimento de Maria, sendo: t > to
È exatamente nesse ponto crucial da sua concepção que se produz o paradoxo da Dilatação do
Tempo, ocorrido pela movimentação de um corpo e a estaticidade do outro e
conseqüentemente a Contração dos Espaços, surgindo aqui a Quinta Dimensão.
Albert Einstein estabeleceu a teoria da Relatividade em 1905, baseado em dois postulados.
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1 – O Postulado da Relatividade:
As leis da física são as mesmas para observadores em todos os referenciais inerciais. Não existe referencial privilegiado. 2 – O Postulado da Velocidade da Luz : A velocidade da luz no vácuo tem o mesmo valor c em todas as direções e em todos os referenciais inerciais. |
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Na dedução da fórmula principal da Relatividade Especial, Albert Einstein usou o exemplo da trajetória da luz emitida por uma lâmpada colocada sobre o piso de um trem em alta velocidade, a qual incide em um espelho no teto do trem e retorna ao seu ponto de origem.
Esse evento é observado por Maria, de seu referencial, como passageira do trem, e por João, estacionado fora deste, no referencial em relação ao qual o de Maria acha-se em movimento com velocidade v. |
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Na figura do trem acima vemos que luz emitida pela fonte de luz é representada por um fóton e não por um raio de luz, portanto João não pode considerar que este fóton tenha a velocidade da luz c pois ele sofreu a influência da velocidade do trem.(4º Postulado - a velocidade de emissão de um fóton c sofre sempre a influência da velocidade de sua fonte, mudando a sua velocidade vetorial dec para c2 , onde: c2 = c +v , sendo:v =velocidade vetorial da fonte.
Maria, estando no mesmo referencial da fonte dentro do trem não conhece esta velocidade, portanto não
sabe da sua influência sobre a velocidade deste fóton, assim, a trajetória do fóton para João tem a velocidade c2, onde: c2 = c + v , que é a soma vetorial da velocidade da emissão do fóton
c com a velocidade v do trem, e não a velocidade c, como aparece na trajetória L vista por João.
Se Einstein conhecesse a diferença entre a velocidade do fóton e do raio de luz não chegaria à fórmula do tempo. Apesar disto, ele deduziu de uma maneira errada uma formula certa, mas o seu maior erro está na interpretação que ele deu para ela, que acabou induzindo a ciência à acreditar na dilatação do tempo e nas suas conseqüências, como a 5ª dimensão que impede aos físicos entenderem o funcionamento e a forma do universo.
Outro erro de interpretação na física, è a existência da força centrípeta.
14.6 - O que é a força centrífuga e o seu funcionamento
14.8 - Porque a motocicleta não cai quando está no Alto do globo da morte
14.9 - O movimento das roupas na máquina de lavar
14.13 - Porque a Lua não cai na Terra?
14.1 -Como Geraldo Cacique acaba com o paradigma da força centrípeta
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Entidades de Engenharia Mineiras que apóiam as "Deduções Lógicas".
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INEC Instituto Nacional de Engenharia Civil. |
IMEC Instituto Mineiro de Engenharia Civil. cursos@imec.org.br |
SINGEO Sindicato dos Geólogos. singeomg@singeomg.org.br. |
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ABENC Associação Brasileira de Engenheiros Civis/MG. |
SMEA Sociedade Mineira de Engenheiros Agrônomos. |
Relação de proeminentes engenheiros mineiros que após reunirem com Geraldo Cacique na casa deste ou em salas do edifício do CREA MG na Av.Raja Gabaglia, Belo Horizonte, Minas Gerais, apóiam as interessantes teorias de Deduções Lógicas existentes no site “Deduções Lógicas” :
Declarações:
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PROLEGÔMENOS
“Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.
Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.
Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.
Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.
Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:
“NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
In. Haydn Amaral Fernandez
Veja aqui a declaração completa: Declaração Completa
Haydn Amaral Fernandez
Engenheiro Civil
Professor Universitário
haydnfernandez@ig.com.br
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Após estudo da planilha da Relatividade do Tempo e da Gravidade que foram desenvolvidas pelo eng. Geraldo Antunes Cacique, estou convencido que é a melhor forma para o entendimento destas questões. Portanto solicito a todas as pessoas estudiosas desta matéria que tenham pelo menos a curiosidade de verificar o conteúdo desta planilha, entrando na página “A Órbita dos Planetas”, que é o sexto item do menu principal que onde estão todas as páginas do site de Deduções Lógicas.
Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física
manganao24@gmail.com
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Caríssimo Cacique, saudações.
Gostaria de agradecer pelo belo presente que você me proporcionou. Sendo engenheiro, eu tenho uma certa adoração pela física e você com esta atitude me mostrou uma nova metodologia de vislumbrar a física de uma forma prazerosa e simples. Seu livro parece vivo. Os conhecimentos, ali explicitados explicam o funcionamento da natureza e do universo. Suas deduções lógicas são tão fascinantes que poderão dar aos cientistas condições uma nova dimensão para o futuro da humanidade.
Parabéns por esta deliciosa loucura.
Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil
Get1@ig.com.br
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Fiquei muito bem impressionado com os novos conceitos de física propostos pelo colega, Eng. Civil Geraldo Cacique. Sua matemática simples, sem precisar nem mesmo de usar uma derivada ou uma integral, introduziu um novo olhar sobre as tradicionais teorías da dilatação do tempo e da força centrifuga.
Ao deduzir a fórmula da força gravitacional a partir do tempo que esta partícula leva para percorrer uma determinada distância entre dois corpos, partícula que denominou "energétron", propõe uma nova visão para o funcionamento da força de gravidade.
Esta aí uma grande oportunidade para que nossas autoridades invistam no potencial científico da juventude brasileira.
Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
ideiaprojetos@oi.com.br
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- Odair Santos Junior - Engenheiro Civil
odairsantosjunior@yahoo.com.br
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Se o conhecimento e a ciência tivessem ficado dependentes dos ignorantes, que nada sabem e nem querem saber, ou mesmo dos auto-suficientes, que pensam que sabem tudo e não têm o que aprender, estaríamos mais próximos das eras primitivas do que do mundo moderno atual.
A contestação, a pesquisa e a inovação foram e continuarão sendo as responsáveis por todos os progressos da ciência e do conhecimento em todos os campos da vida.
Por isso, acredito que as persistentes "deduções lógicas" do Geraldo Cacique poderão trazer mais avanços naqueles campos que todas as honrarias que são dedicadas - com toda a justiça, diga-se logo -aos que trouxeram contribuições até o presente mas, deitaram-se nos louros das conquistas e não conseguiram ou puderam prosseguir.
- Marcos Sant'Anna ( Engenheiro e Empresário)
marvsan08@gmail.com
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