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A física afirma que nos movimentos curvilíneos aparece a força centrípeta, de fora para dentro do movimento. Pela experiência que vamos demonstrar, Geraldo Cacique acaba com o paradigma da existência da força Centrípeta, provando que nos movimentos curvilíneos, a força que aparece é a força centrífuga. |
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Experiência que Prova a Existência da Força Centrífuga. |
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1- Local: Praça do Papa – Belo Horizonte – MG |
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2- Equipamento usado: - Carrinho movido à bateria; - Uma corrente comum de aproximadamente 5 mts; - Uma balança digital; |
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3- Princípio Lógico: |
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Uma corrente ou corda segura por uma pessoa, em uma de suas pontas, só fica esticada se tiver uma força atuando na outra extremidade. |
| 4- A experiência. | |
| 1ª- Fase: | |
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Amarrei a ponta da corrente na parte traseira do carrinho, ao ligá-lo, ele se movimenta para frente puxando a corrente. Amarrando na outra ponta a balança que fica segura por uma pessoa, quando ligado ele tende ir em frente, por estar preso. as suas rodas começam deslizar aparecendo na balança uma força de tensão que vai equilibrar a força motora do carrinho. Essa força de tensão mostrada na balança é de(foto da balança do 1º vídeo). T = 1,58 kg, quando a pessoa mantém a balança firme em um mesmo ponto. |
| 2ª- Fase: | |
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Amarrei um pedaço de corrente nos pontos A e B de um dos lados do carrinho, e na metade desse pedaço de corrente, no ponto C, amarrei uma ponta de outra corrente. Na outra ponta dessa corrente, ponto D, amarrei uma balança digital, que ficava segura por uma pessoa, em um local fixo. Quando colocamos o carrinho para se movimentar paralelamente á direção da corrente formou se um torque entre a tensão da corrente amarrada na lateral do carinho e força motora do carrinho exercida no seu centro de gravidade que fez com que o carrinho rodopiasse em torno desse centro de gravidade. Neste instante o carrinho, devido a sua força motora começa a se movimentar na direção perpendicular à corrente numa trajetória circular em torno de ponto D onde a ponta da corrente esta presa por uma pessoa. |
| 3ª-Fase: | |
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O carrinho começa a se movimentar numa trajetória curvilínea fazendo aparecer nele uma força centrifuga que o empurra para fora da curva fazendo prevalecer o principio de ação e reação equilibrando a força de tensão existente na corrente, que é responsável pelo seu movimento circular, fazendo com que a corrente fique sempre esticada. Nessa fase a balança mostra a tensão de 1,94 kg, e na primeira fase a balança mostra a tensão de 1,58 kg, o que prova que a força centrifuga que equilibra a tensão é maior que a tensão na corrente da 1ª fase da experiência. É neste ponto que aparece o paradigma da física existente há quase 350 anos, desde a época de Newton, afirmando que a força que aparece nos movimentos curvilíneos é a força centrípeta. |
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Para explicar a existência desta força centrípeta a física usa de interpretações equivocadas: - afirmando que a tensão existente na corrente é uma força centrípeta que aparece nos movimentos curvilíneos, o que não é verdade, conforme acabamos de provar. Outras vezes afirma que a força centrípeta é a resultante da velocidade do carrinho (força motora do carrinho tangencial à trajetória curvilínea) com uma força que ela não explica qual é. -em nenhuma destas explicações a física indica qual a força igual e contraria que vai contrabalançar esta força centrípeta de acordo o principio ação e reação de Newton. -a física usa de casuísmo na dedução de suas formulas, como na dedução da aceleração que ela denominou de aceleração centrípeta, para dar veracidade à força centrípeta que na verdade é uma aceleração centrifuga. -para dificultar o entendimento das forças que aparecem nos movimentos curvilíneos ela considera a força centrifuga como força fictícia que só é real para um observador no referencial do corpo em movimento curvilíneo. |
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| 4 - O Video | |
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Ao ligar o carrinho, suas rodas começam a girar devido ao seu motor. A tendência do carrinho é seguir em frente, na direção perpendicular à corrente, mas como ela está segura na outra ponta por uma pessoa, aparece na corrente uma força de tensão que obriga a pessoa a usar de força para mantê-la na posição fixa, e o carrinho, a descrever uma trajetória curva. Isso acontece porque, como já falamos, a outra ponta da corrente está segura, em um ponto fixo, por uma pessoa, o que não deixa o carrinho afastar se da balança, como mostra o vídeo. |
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Devido ao movimento circular, aparece uma força centrífuga que empurra o carrinho de dentro para fora do movimento, fazendo com que a corrente se estique, contrariando a afirmação da física, que afirma que nos movimentos curvilíneos aparece uma força centrípeta, de fora para dentro do movimento. A força que vai contrabalançar com a força centrífuga, é a força de tensão na corrente, que obriga o carrinho permanecer em movimento circular. Se a Física estivesse certa, a corrente não ficaria esticada, e a cada volta, o carrinho se aproximaria mais da balança. Em nossa experiência, a pessoa que segurava a ponta da corrente, a medida que o carrinho andava, ela ia dando ligeira folga á corrente. Devido à força centrífuga, o carrinho a cada volta se afastava mais da balança, aumentando o tamanho do raio da curvatura e mantendo a corrente sempre esticada. Se soltarmos a corrente, imediatamente, desaparece a tensão, que obrigava o carrinho a permanecer no movimento circular e a força centrifuga que esticava a corrente, fazendo com que o carrinho permaneça com a sua velocidade tangencial, cuja direção modificava a toda instante. Esta velocidade, que tem origem no girar das rodas provocada pelo motor do carrinho, faz com que ele saia do movimento circular pela tangente |
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Em uma parte do vídeo vemos Geraldo Cacique pesando o carrinho que está pendurado na balança através do pedaço da corrente preso nos pontos A e B do carrinho.
As correntes estão esticadas em função do peso do carrinho e da reação que este peso provoca na balança em forma de uma tensão. Esta tensão é idêntica ao que acontece com a corrente entre a balança e o carrinho quando ele está em movimento curvilíneo em volta da balança. |
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Em outra parte do vídeo, constatamos que a força centrifuga medida pela balança quando o carrinho está em movimento circular, varia com a velocidade do carrinho. Velocidade essa que varia devido ao fato do carrinho estar em movimento em um plano inclinado da praça do papa. Com essa experiência acabamos com o paradigma da física, existente a quase 350 anos, desde a época de Newton, que afirma que a força que aparece nos movimentos curvilíneos dos corpos é a força centrípeta, o que não é verdade, como acabamos de provar. A força que aparece nos movimentos curvilíneos dos corpos é a força Centrífuga, de dentro para fora do movimento. |
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Para os interessados em saber mais por que a física, desde a época de Newton, acredita que é a força Centrípeta que aprece nos movimentos curvilíneos, de fora para dentro deste movimento. Veja em: Porque a lua não cai na Terra. Veja outra experiência feita por Geraldo Cacique para mostrar que é a força Centrífuga, de dentro para fora, que aparece nos movimentos curvilíneos, quando filmou o funcionamento da maquina de lavar da sua casa. |
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Peso do carrinho =4,08 kg 
1 comment for "Como Geraldo Cacique acaba com o paradigma da existência da força centrípeta como professa a física.".