Relatividade - A Relatividade repensada.

Entrevista no Programa Gente que é Gente - 2012

Veja aqui a Entrevista dada por Geraldo Cacique ao Programa Gente que é Gente comandado pelo
Jornalista Edivaldo Farias em 2012 vinculada nos meses de junho e julho.

Depois de 10 anos de concluídas, as teorias de Deduções Lógicas começam a aparecer na mídia graças ao apoio que os engenheiros da IMEC – Instituto Mineiro de Engenharia Civil estão dando na divulgação dessas teorias de um engenheiro mineiro.

Nesta entrevista mostro a não existência da força centrípeta, paradigma criado por Isaac Newton há mais de 350 anos. Nas leis da física existem casuísmos. Os físicos utilizam, para dar validade à força centrípeta de Newton, a fórmula da força centrifuga como se esta fórmula fosse da força centrípeta.

Veja:

Porque a Lua não Cai na Terra

Entrevista

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RELATIVIDADE REPENSADA - Máteria do Jornal o Estado de Minas publicada em 15/01/2012

Relatividade

Desde os primórdios da Geometria Euclidiana escrita no ano 300 a.C. que deu sustentação matemática e física ao desenvolvimento dos trabalhos dos cientistas Nicolaus Copernicus, Johannes Kepler, Galileo Galilei e Sir Isaac Newton, observa-se que de tempos em tempos a elucubração humana rende seus frutos e produzem-se novas safras.

Os tempos avançam e surgem necessidades de um novo patamar de conhecimento, cada um apresentado a seu tempo. Se no século XVII Johannes Kepler, defensor do heliocentrismo, partindo de Nicolau Copérnico, foi a figura-chave para a revolução científica da época, suas teorias forneceriam os elementos fundamentais para que cinqüenta anos mais tarde, Isaac Newton formulasse a Teoria da Gravitação Universal e as três leis que viriam a ser o fundamento da Mecânica Clássica.Newton prestou justa homenagem a seus predecessores com a seguinte declaração: "Se enxerguei longe, foi porque me apoiei nos ombros de gigantes". Entre eles, desponta a figura de Galileu Galilei.

Alguns anos mais tarde, já no século 20, o homem assistiu com assombro às teorias propostas pelo notável físico Albert Einstein, anunciando novamente outra mudança de paradigma, por meio da Teoria da Relatividade. Einstein torna-se o sinônimo de gênio.

À semelhança da "maçã de Newton", os gênios têm o seu sexto sentido despertado para fenômenos já abordados, porém reformando conceitos e axiomas. Às vezes a revisão de um pequeno ponto culmina por se transformar em enorme rocha, tal como os postulados da Teoria da Relatividade Restrita proposta por Einstein, na qual foi estabelecida a relação entre os conceitos de tempo e distância. Observa-se aqui a reiteração comentada: os axiomas preconizados por Galileu foram utilizados em seus trabalhos tendo como referencia a concepção de que as leis da natureza são as mesmas para todos os observadores que se movem a uma velocidade constante relativamente uns aos outros. Outro axioma adotado é aquele relativo á concepção da velocidade da luz admitida como igual para todos os observadores.

Mas a história demonstra de modo inconteste como conceitos, idéias, ideais, teorias, padecem da incompreensão do seu tempo, sofrendo perseguições, rechaços, pressões de várias ordens, frutos da posição ontológica que o homem tem frente ao novo, ao inusitado, àquilo que fere ou abala conceitos e convicções, dogmas ou à ordem instituída pelos cânones. Entre elas, o heliocentrismo de Johannes Kepler, padeceu do geocentrismo católico, sendo perseguido e forçado ao exílio, uma vez que a Igreja Católica buscara na sua concepção geocêntrica as raízes mais antigas do conhecimento através das investigações e idéias de Aristóteles e Ptolomeu. No entanto, antes, no Século 19 o heliocentrismo já havia encontrado defesa por parte do astrônomo Nicolau Copérnico que por sua vez havia dado fundamento para as teorias do seu sucessor Galileu Galilei.

Atualmente, o engenheiro civil Geraldo Antunes Cacique, propõe uma série de novas interpretações na física, por meio de seu site www.deducoeslogicas.com, onde está reunido o conteúdo de 10 anos de trabalho. Como propõe releituras e novas interpretações, há correntes contra e a favor.

Sua premissa tem como ponto de partida, como ele mesmo explica, a Teoria do Big-Bang, até então postulada como verdadeira para a gênese do Universo. A abordagem crítica da cinética proposta por esta teoria, partindo daquela explosão inicial, o levou a formular uma enxurrada de perguntas, de por quês, pois ele percebeu que havia ali, naquela modelagem cinética, uma incógnita, uma dúvida, uma incerteza.

Um questionamento vinha-lhe à mente e, tal como açoite, lhe perturbava o intelecto. Uma pergunta soava sem resposta: poderia esta proposição partir da análise de um observador na Terra, ou se deveria buscar um observador no centro, na origem deste fenômeno? Caso se fizesse uma abstração e colocássemos observador no Big-Bang quais seriam as implicações fenomenológicas e as conseqüências físicas e matemáticas de tal posicionamento?

REFERÊNCIA E foi a partir destes questionamentos que seu autor desenvolveu suas deduções básicas. Em seu postulado Geraldo Cacique admite que "um observador só saberá se uma verdade é falsa se ele estiver completamente parado no referencial absoluto, ou seja, no referencial onde ocorreu o Big bang."

Admitindo-se tal modelagem, o engenheiro partiu para a investigação do parâmetro tempo estabelecido por Einstein e as observações obtidas através de suas investigações. Ele chegou a conclusão de que a admissão de apenas um relógio para a aferição do tempo, chegaria à mesma formula da Relatividade Restrita proposta por Einstein, na qual utilizou dois relógios. Um de Maria e outro de João (veja ilustração do Trem de Maria na reportagem ).

Assim Einstein postula que João está parado e Maria em movimento, conseqüentemente aparecem dois tempos: o tempo t, de João, e o tempo to, de Maria. Ao se medir esses tempos, Einstein postula que o tempo de João é maior que o tempo de Maria. Neste momento, Einstein conclui que devido ao movimento relativo das duas pessoas o relógio de João acusará um tempo maior que o de Maria devido à imobilidade de João e ao movimento de Maria, sendo então t maior do que to. É exatamente neste ponto crucial da sua concepção que se produz o paradoxo da Dilatação do Tempo ocorrida pela movimentação de um corpo e a estaticidade do outro e a conseqüente Contração dos Espaços surgindo aqui a quarta dimensão.

A relatividade e a fórmula do tempo. Na figura vemos o exercício de imaginação de Geraldo cacique para chegar a fórmula do tempo. Nela Maria sentada ao lado de uma fonte de luz que ao ser acessa emite fótons em todas as direções com velocidade c. O fóton que vai alcançar a nave parada na posição Bo descreve a trajetória de comprimento D em um tempo to com a velocidade da luz c. O fóton que vai alcançar a nave quando ela está com a velocidade v na posição B1 será aquele que descreve a trajetória de comprimento L no tempo t com a velocidade c.

A proposta feita pelo engenheiro mineiro, que vive em Belo Horizonte, usando um exercício de imaginação, diferente do trem de Maria e João (veja ilustração acima), traz uma nova interpretação e usou apenas um relógio para medir os tempos t e to, evidencia a interpretação diferenciada do parâmetro tempo abordado por ele e por Einstein. Ambos chegaram à mesma fórmula da relatividade do tempo, porém fazendo uso de modelagens diferentes. Segundo Geraldo, em minha interpretação o tempo t é maior que to porque, a trajetória do fóton percorrido na hipotenusa do triângulo retângulo é maior que a trajetória do fóton que percorreu o cateto deste mesmo triângulo. Esta nova concepção elimina o grande paradoxo da Teoria da Relatividade Restrita, a dilatação do tempo.

Para ele, "ao estudar as Teorias de Deduções Lógicas, conclui-se que a física proposta por estas teorias é a mesma dos físicos atuais. A diferença básica é que esta é vista por um observador no referencial da Terra, enquanto a outra é vista por um observador no referencial absoluto, o do Big Bang.

Com relação à relatividade, não estou combatendo Einstein, mas propondo um acréscimo", diz.

Durante os 10 anos de trabalho, Geraldo Cacique procurou alguns pares para expor o trabalho. Um deles foi Haydn Amaral Fernandez, professor da Escola de Engenharia da Faculdade Kennedy. Na avaliação dele, "estas teorias prenunciam formidáveis mudanças na ciência pura e na ciência aplicada, promovendo, uma vez comprovadas experimentalmente, uma total reformulação da tecnologia até então conhecida com desdobramentos inimagináveis. Espero que tais teorias provoquem a devida repercussão no meio científico e acadêmico, para que, deixando de lado a postura natural de resistência às novas idéias, possam no mínimo partir para a experimentação científica de suas teorias", pondera. "Quero que os pesquisadores coloquem à prova a demonstrabilidade, viabilidade e exeqüibilidade das minhas teorias", completa Geraldo.

7 comments for "Relatividade - A Relatividade repensada.".

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