Princípios que regem o funcionamento do Universo

Princípios que regem o funcionamento do Universo

Tudo está em movimento no Universo. Os movimentos são compostos pelas velocidades de expansão do Universo e de rotação das partículas e dos corpos em equilíbrio dinâmico entre si.
Ao nível macroscópico, tal equilíbrio dinâmico se processa por intermédio das forças de gravidade lógica e centrífuga. No nível atômico, esse equilíbrio se dá através da força elétrica e da força centrífuga. No nível nuclear, tal equilíbrio ocorre entre a força de gravidade forte e a força centrífuga.
As forças no Universo são transmitidas através de partículas mediadoras, com exceção da força centrífuga que surge devido ao movimento circular.
As partículas mediadoras estão sujeitas ao efeito de aberração, mudando a direção das forças que elas transportam consigo mesmas, fazendo com que essas forças se decomponham em radiais e tangenciais. As forças radiais vão entrar em equilíbrio com as forças centrífugas; as tangenciais são aquelas responsáveis pelas velocidades tangenciais nos movimentos circulares.
Tudo que há no Universo teve origem no Big Bang na forma de energia pura. Essa energia tem a propriedade de emitir parte de si mesma, na forma de um quantum de energia, o qual denominei de energétron, que ao chegar em outra quantidade de energia é capaz de exercer uma força de atração gravitacional na mesma direção de sua chegada.
Durante o Big Bang, na sua fase de aceleração, as energias adquiriram velocidades ilimitadas que são proporcionais às suas distâncias ao centro do universo. Terminando essa fase de aceleração, cada quantidade de energia permaneceu com a sua velocidade uniforme adquirida na fase anterior. Tais quantidades combinaram com outras através da gravidade lógica, materializando em partículas fundamentais num equilíbrio dinâmico. Essas partículas, por sua vez, combinaram sucessivamente com outras em vários níveis cada vez mais complexos até chegar ao nível atômico. A partir daí formaram-se as galáxias que continuam com suas velocidades ilimitadas adquiridas pelos seus quanta originais.
As forças de gravidade que atuam entre as partículas num nível de materialização sofrem a influência da velocidade gerada no equilíbrio de um nível superior de materialização, transformando-se na força gravitacional forte.
As radiações são constituídas por partículas de energia que, ao procurarem um estado de equilíbrio entre elas e partículas materializadas em níveis mais complexos, aceleram devido à força de gravidade, e antes de encontrarem um ponto de equilíbrio, alcançam a velocidade da luz, não podendo ser atingidas pelos energétrons com velocidades ligeiramente menores que a da luz, e conseqüentemente são emitidas pela tangentes às suas órbitas nessa velocidade c. Logo, todas as espécies de radiações são emitidas com velocidades c e sofrem a influência das velocidades de suas fontes; conseqüentemente alcançam velocidades superiores à velocidade da luz (c) Ao alcançarem outras partículas, devido às velocidades destas e ao efeito de aberração, modificam os módulos de suas velocidades e suas trajetórias de chegada nos seus destinos. Já, as partículas materializadas não podem ser aceleradas até atingir exatamente a velocidade da luz, pois a energia fornecida para promover essa aceleração será consumida para aumentar internamente a força gravitacional forte.
Então, quando a velocidade v oriunda dessa aceleração tender para c, a força gravitacional forte tende a infinito. Enquanto isso, as partículas materializadas, que formam as galáxias que representam tudo no Universo e que têm velocidades ilimitadas, adquiriram velocidades superiores a da luz, através dos seus quanta originais que podiam ser acelerados durante a fase de aceleração de expansão do universo pois não possuíam internamente força gravitacional forte.

Belo Horizonte, 05 de abril de 2005
Geraldo Cacique

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