O Efeito Camila

O efeito Camila é a propriedade da luz que nos permite formar triângulos retângulos virtuais no movimento relativo v, entre uma fonte de luz e um receptor dessa luz, desde que conheçamos o módulo v dessa velocidade e as posições da fonte e do receptor da luz.

O que é Relatividade?

Os físicos, por não conhecerem o funcionamento da luz nem o Efeito Camila, para explicar a Relatividade pensam em dilatação do tempo e contração do espaço, acabando sem explicar de uma maneira simples o que é Relatividade.
A relatividade do tempo é a relação matemática do tempo t0 que um fóton vai de uma fonte de luz parada em uma determinada posição até um determinado receptor, com o tempo t que um fóton vai de uma fonte de luz com velocidade v na mesma posição até o mesmo receptor.

 

Essa relação é expressa pela fórmula relativística do tempo:

Nesta fórmula só usaremos o valor do módulo de v, independentemente de sua direção.

Como aplicar a Relatividade

Tanto a Relatividade Lógica quanto a Relatividade de Einstein chegaram à fórmula do tempo através de um triângulo retângulo. Então, essa fórmula só pode ser aplicada a um triângulo retângulo. Daí concluímos que, se não existe um triângulo retângulo, ela não pode ser aplicada, mas, na Relatividade Einsteiniana, os físicos vêm usando-a erroneamente. No entanto, na realidade, o triângulo existe e eles não sabem disso por desconhecer o funcionamento da luz. Esse triângulo é formado graças ao efeito Camila da luz.

 

Relembrando o funcionamento da Luz

 

Efeito Cristina ou instantaneidade da luz

O Efeito Cristina é a propriedade da luz que permite que ela funcione com se fosse transmitida instantaneamente.

Efeito Luiza

O Efeito Luiza é a propriedade da luz que nos permite ver o fóton emitido por uma fonte de luz A, com velocidade v, sempre vindo da mesma posição, independente do módulo e da direção de v.

Assim, considerando o Efeito Luiza, um observador no referencial de B vê o fóton emitido pela fonte A, chegar no ponto B indicando a direção de onde ele veio.
Conforme o Efeito Luiza, ele teria percorrido a trajetória virtual A0B, de comprimento D0, com velocidade c, em um tempo t0, se a fonte estivesse parada na posição A.
Mas, se a fonte tiver uma velocidade v qualquer, independente do seu módulo e direção, ele veria esse mesmo fóton chegar como se tivesse vindo da posição A, percorrendo a trajetória virtual de comprimento D, com velocidade c, em um tempo t.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já considerando o Efeito Cristina, esse fóton, que teria sido emitido da posição A ou A0, funcionaria como se fosse transmitido instantaneamente, pois, no exato momento que a fonte chega na posição A ou A1, esse fóton alcança o corpo B.
Lembramos que, dos fótons do raio que liga a fonte A ao corpo B nesse momento, apenas um fóton percorreu a trajetória entre a fonte A e o corpo B, já que todos os fótons desse raio tem a velocidade c2, onde

c2 = c + v.

 

 

 

 

 

 

Agora, vamos explicar o funcionamento do Efeito Camila. Uma fonte com velocidade v emite fótons que alcança o corpo B. Quando o fóton emitido pela fonte alcançar esse corpo B, ele indicará a sua trajetória virtual, para um observador no referencial do corpo B. Essa trajetória virtual vai da posição A até a posição B, de comprimento D, com velocidade c, em um tempo t, onde D = c x t.
Se considerarmos v = 0, o fóton emitido pela fonte desta posição percorreria a trajetória virtual de comprimento D0, com a velocidade c, em um tempo t0, onde D = c x t0.
Se projetarmos uma trajetória fictícia na perpendicular à direção A0B a partir do ponto A0 e determinarmos um ponto virtual A1 nessa trajetória de tal maneira que a posição A1 tenha um comprimento E. Se a fonte estivesse na posição A1, ela iria de A1 até A, com a velocidade v, em um tempo t, onde E = v x t. Outro fóton dessa fonte alcançaria a posição B, percorrendo a trajetória virtual L, com velocidade c, no mesmo tempo t.
Assim, teríamos o triângulo virtual BA0A1. Se usarmos o teorema de Pitágoras para resolver esse triângulo teremos:

L2 = D2 + E2

Podemos substituir nessa equação os valores L = c x t, D = c x t e E = v x t. Resolvendo a equação teremos

.
Essa é a fórmula da Relatividade do tempo de Deduções Lógicas e de Einstein.
Fazendo uma planilha utilizando os dados acima, onde entramos com os valores:

- da velocidade v;
- do tempo t que um fóton levaria para ir de uma fonte com velocidade v até o seu receptor;
- da velocidade c dos fótons equivalente a 300.000 Km/s,

Podemos calcular:

-o valor de t0, que é o tempo que o fóton leva para ir de uma fonte parada até o seu receptor;
- o valor de E, que é a trajetória virtual da fonte;
- o valor de D0, que é o comprimento entre a fonte A e o receptor B, se a fonte estivesse parada;
- o valor de D, que é o comprimento entre a fonte A e o receptor B, se a fonte estivesse com a velocidade v.

 

Baixar planilha

 

Para D = L
A matemática usada na planilha acima é a matemática da Relatividade, onde
E, para qualquer valor de v ou t simulado nesta planilha, veremos sempre que o valor de L coincide com o valor de D. Isto faz com que o triângulo BA0A1 se transforme em uma linha, mostrando matematicamente que o fóton que chega no corpo B vem sempre da direção A0, independente do valor de v.

 

 

 

 

 

 

 

 

Se D = L

O triângulo BA0A1 se transforma na linha BA0A1, mostrando que o fóton que chega em B vem sempre da direção da fonte A0, independente da velocidade v da fonte.

 

 

A Relatividade não passa de um artifício matemático que engana os físicos

Vimos que a matemática da Relatividade se fundamenta num triângulo retângulo virtual construído a partir das propriedades da luz.
A pura matemática é sempre lógica e inquestionável, porém, quando ela é aplicada na realidade física, ela se torna susceptível às várias interpretações físicas. Os físicos, por não conhecerem o funcionamento da luz, e assim não sabendo a existência de um triângulo retângulo virtual que podemos construir quando relacionamos o tempo t0 que o fóton leva para ir de uma fonte parada até um receptor com o tempo t caso essa fonte possua uma velocidade v, então interpretam erroneamente a fórmula da Relatividade do tempo t = , usando corretamente a matemática virtual desse triângulo retângulo e interpretando essa matemática como se houvesse a dilatação real do tempo. Lembremos aqui que uma fórmula matemática deduzida de um triângulo retângulo só pode ser aplicada num outro triângulo retângulo.
Essa interpretação deu margem a maior farsa que houve na história da Ciência: a dilatação do tempo.

Hoje, os físicos comemoram jubilosamente o centenário dessa impostura.

Aplicação correta da Relatividade no caso do GPS

As ondas de rádio são ondas eletromagnéticas que funcionam de maneira idêntica às ondas de luz. Portanto, elas são transmitidas através de uma partícula parecida com o fóton que tem a característica da dualidade, ou seja, pode funcionar como onda ou como partícula.
Essa partícula ainda não foi identificada pela Ciência e, diferente do fóton, ela consegue atravessar alguns corpos opacos, dependendo da espessura.
Assim, se tivermos um aparelho de GPS parado em certa posição e um satélite que transmita ondas de rádio, esse GPS teria condições de indicar a direção de chegada dessa partícula e comparar o tempo que essa partícula demorou para percorrer a trajetória entre o satélite e o GPS. Tempo esse que varia com o módulo da velocidade v do satélite, conforme figura.

 

 

De acordo com o Efeito Camila, o computador de um GPS pode simular triângulos virtuais aplicando a fórmula do tempo da Relatividade quando considera o tempo t0 se o satélite estiver parado e o tempo t quando o satélite estiver em movimento com a velocidade v.
A Ciência, por não conhecer os efeitos da luz descobertos por Deduções Lógicas, usa a fórmula relativística do tempo, interpretando que o tempo t é maior que o tempo t0 porque os ponteiros do relógio colocado no satélite em movimento anda mais lento que os ponteiros do relógio colocado no GPS parado na Terra, como se o tempo dependesse da velocidade do relógio colocado no satélite.

Deduções Lógicas afirma que esses dois relógios funcionam da mesma maneira e que o tempo t é maior que o tempo t0 porque a trajetória virtual dessas partículas mediadoras das ondas de rádio, quando o satélite está em movimento, é maior que a trajetória dessas partículas quando o satélite está parado.

 

 

 

 

 

 

 

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