O Universo de Einstein
A teoria da Relatividade de Einstein foi construída a partir de pressupostos de conceitos encandeados, onde um deles é o universo estático, ou seja, aquele sem expansão e, portanto, sem o Big Bang. Conseqüentemente, esse pressuposto leva ao repouso das galáxias no espaço, fazendo com que a velocidade da luz seja sempre c para qualquer observador. No entanto, o fato da Terra estar em movimento em torno do sol, sendo esse movimento de natureza local, e não tendo nenhuma relação com a expansão do universo, levou Einstein ao triângulo de Maria formado pelos lados D, L e E, onde:
- D --> a distância percorrida pela luz no referencial de Maria;
- L --> a distância percorrida pela luz no referencial de João parado, observando o movimento do trem de Maria;
- E --> a distância percorrida pelo trem com velocidade
v.
Como para Einstein, que considerou o universo estático, a velocidade da luz c é sempre constante para qualquer observador, ao resolver o triângulo mencionado, ele chegou à seguinte fórmula:
,
onde:
- t --> o tempo gasto pela luz no referencial de João;
-t0 --> tempo gasto pela luz no referencial de Maria.
Isso leva à interpretação de que os relógios de Maria e João marcam o tempo de maneiras diferentes.
A partir disso, a Relatividade Restrita é aplicada com sucesso nas questões inerentes à luz.
A conseqüência direta do primeiro pressuposto para o universo estático é a de que não há lugar para o Big Bang, e nem mesmo para o espaço absoluto, já que o Big Bang é o referencial do espaço absoluto. Assim, Einstein concluiu a inexistência do espaço absoluto, o que levou à eliminação de qualquer grandeza que seja absoluta, como no caso do tempo.
Sendo, portanto, o tempo uma grandeza relativa, na resolução do referido triângulo, Einstein atribuiu tempos diferentes para referenciais diferentes, introduzindo dois relógios na interpretação da fórmula do tempo, fazendo disso a dilatação efetiva do mesmo e, a partir daí, a contração do espaço.
Devemos enfatizar que para Einstein sustentar o 1º pressuposto (universo estático), ele teve que introduzir a constante cosmológica a fim de criar uma pressão negativa ("anti-gravidade") para dar sustentação e equilíbrio ao universo, evitando o seu colapso.
Nossos comentários
Atualmente, sabe-se que o universo é dinâmico (modelo Friedmann), portanto, existe o Big Bang (modelo padrão). A partir disso, concluímos a existência do tempo e espaço absolutos, já que podemos pensar na existência de um referencial privilegiado para o Big Bang (ponto de partida), o qual é comprovado pela nossa Cosmologia através das animações e planilhas, confirmando, também, a influência da velocidade da luz pelo movimento das galáxias.
Tendo em vista que o observador no referencial da fonte desconhece seu próprio movimento, ele também não pode saber da influência desse movimento sobre a luz, que é sempre c no seu referencial. Portanto, com base no pressuposto acima, que afirma a constância de c no referencial do observador, chegamos na mesma fórmula da relatividade
,usando somente o relógio do referencial da própriafonte. Isso permite uma nova interpretação, onde t > t0, pois, na verdade, a luz percorre a trajetória L que é maior do que a trajetória D, sendo tais tempos fornecidos por um único relógio.
"Deduções Lógicas" conhece o funcionamento da luz e os seus efeitos, onde um deles, o " efeito Mariana", considera o funcionamento do universo para qualquer velocidade de expansão, inclusive a velocidade nula, a qual seria o caso do universo estático, onde a matemática einsteiniana, baseada nesse pressuposto, funciona bem pelo efeito Mariana, levando os cientistas a concluir que a sua matemática é a única que fornece a verdade para o entendimento do universo.
6 - Sub Menu Relatividade
- 6.1 - O impasse entre o Universo Lógico e a Teoria da Relatividade
- 6.2 - A Relatividade
- 6.3 - A Relatividade Restrita
- 6.4 - A nova fórmula do Tempo
- 6.5 - A Relatividade Lógica
- 6.6 - O que é a Relatividade?
- 6.7 - Gravidade e Tempo ( como a ciência é iludida do tempo mudar com a Gravidade )
- 6.8 - Comparação entre a Relatividade Restrita e a Relatividade Lógica
- 6.9 - Erro do postulado de Einstein
- 6.10 - Experiência de Michelson - Morley
- 6.11 - Universo de Einstein
- 6.12 - Efeito Camila
- 6.13 - A ilusão da Relatividade
- 6.14 - A Relatividade e os GPS
- 6.15 - A Relatividade e os Relógios Atômicos
- 6.16 - O tempo de vida útil do muon
- 6.17 - Os Aceleradores de Partículas
- 6.18 - A Relatividade repensada
- 6.19 - O Pradoxo dos Gémeos
- 6.20 - O Paradoxo da Massa do fóton
- 6.21 - Como a ciência é enganada pelos efeitos da luz
- 6.22 - Não existe a Dilatação do Tempo
7 -Animações sobre a Relatividade Lógica
Comentarios
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