8 - O erro do Postulado de Einstein
Imaginem duas naves andando paralelamente no espaço, com a mesma velocidade. Os tripulantes das naves pensam que estão parados, pois no espaço não existe nada que possa indicar o movimento. Assim, na verdade deles, as duas naves estão paradas independente da velocidade que as naves tenham.
Se o tripulante de uma das naves iluminar a outra, as duas naves ficarão ligadas através de um raio de luz e os fótons deste raio percorrerão a trajetória entre as duas naves sempre com velocidade c.
Agora, se tiver um observador parado no espaço em relação à velocidade das naves, ele continuará vendo um raio de luz ligando as duas naves. No entanto, um fóton deste raio que sair da nave na posição A1, chegará na outra nave quando ela alcançar a posição B2, sofrendo a influência da velocidade da nave emissora de luz.
Da mesma maneira, os outros fótons deste raio sofrerão a mesma influência.
Observando esta animação, concluímos que:
1º) O raio de luz é arrastado pela velocidade da nave emissora e cresce com a velocidade c.
2º) Os fótons de luz deste raio sofrem a influência da velocidade da nave fazendo com que cada um deles
tenha uma trajetória particular diferente da trajetória do raio de luz.
3º) As trajetórias percorridas por estes fótons são paralelas entre si.
4º) A velocidade desses fótons aumenta com a velocidade da nave, conforme estamos vendo na figura.
Observem as velocidades v = 0, v = 0.5c, v = 1c e v = 2c.
Este é um ponto onde tive que modificar os princípios da Ciência para que eu pudesse concluir minhas teorias, mostrando que os fótons sofrem a influência da velocidade das suas fontes, mas só os observadores parados em relação à esses movimentos podem detectar essa influência.



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